Dar a volta - absolutamente obrigatório!

26.11.13


Obrigada, Sandra

Queres espevitar o teu blogue?

26.11.13



A educação tradicional pode ser humilhante?

26.11.13


Na semana passada publiquei um post no Mãe Querida. Se ainda não conheces, dá um salto por lá.

Este foi o texto da semana passada.



A educação tradicional pode ser humilhante?

Sim, claro que pode!
Queres ver?
- Joaninha, dá-me um beijinho.
- Não dou.
- Como é? Que coisa mais feia!
- Não sou nada feia.
- Se não me dás um beijo és feia.
Independentemente de se achar bem ou mal obrigar uma criança a dar um beijo, é humilhante o que o adulto acaba de dizer. Aliás, como já disse anteriormente, esta é uma birra dos adultos.
Vamos por partes.
A criança ainda não integrou as regras sociais todas. A criança é impulso, ou seja, o prazer está à flor da pele e por isso, e até perto dos 6 anos, é-lhe difícil não dizer o que quer porque ainda está a adquirir competências sociais e a ‘domesticar’ o impulso. Está a aprender a viver em sociedade. Óptimo! Faz parte. É só uma aprendizagem, vai ter alturas em que vai querer/conseguir fazê-lo, outras não. E a nossa missão é orientá-la e guiá-la.
E educação não rima com humilhação nem punição.
Quando eu faço o shift no meu “andar de cima” [= cabeça] e passo a olhar para o meu filho como uma pessoa, com sentimentos e como uma pessoa em construção e em crescimento, então todo o meu discurso se adapta. Eu vou perceber que ali está uma pessoa que necessita de orientação. Ponto final. E a forma como vou comunicar a partir dalí é totalmente diferente.
É possível que da próxima vez lhe pergunte:
- Posso dar-te um beijo?
E se a resposta for não, então só tenho de lidar com a minha frustração. Porque, afinal de contas, quem lhe quer dar o beijo sou eu.

Birras, Castigos, Consequências e Justiça

25.11.13

O João, do blogue E os filhos dos outros convidou-me para escrever um texto sobre birras. Confesso que agradeci o empurrão - já tinha começado o texto mas estava constantemente a adiá-lo.



Com muita frequência os pais falam-me, com preocupação ou sentimento de impotência, acerca das birras dos filhos.
Com muita frequência usam expressões como ‘ele está a testar-me’, ‘ele sabe o que me tira do sério’, ‘é impressionante, com o avô não faz ele isso’.
E é curioso como estas frases são mais frequentes em pais de crianças com filhos entre os 18 meses e os 5 anos.
E perguntam-me depois ‘o que é que eu faço nestas situações?’

Então vou contar-te o que eu sei.
Eu sei que, na maior parte das vezes eles não estão nem aí para o ‘desafio’, o ‘teste’ ou a ‘provoção’.
Não?, perguntas tu? E eu respondo-te que ‘não’, e passo a explicar.

As vulgares birras, e choros e ‘os cinco minutos’ do teu filho são o reflexo de uma frustração qualquer. Ou ele não consegue encaixar as peças dos legos, ou ele quer continuar a brincar na piscina em vez de ir embora para casa, ou bem que ele quer, porque quer ir de havaianas para o colégio em vez de galochas. Ele quer isso, ele acha que pode. Tu não deixas. Ele chora, grita, mostra a frustração dele, o descontentamento. Num mundo ideal tudo seria possível. Como não há mundo assim, essa é a forma que ele arranja [e todos eles] para mostrar o desagrado.
Até aqui tudo certo, é fácil e lógico de entender.
Agora vamos pegar num caso concreto.

Hoje decides ir com o teu filho ao supermercado. São as promoções do Natal, está tudo a 50%. Dizes-lhe que vais só entrar, levar o detergente para a loiça e o pacote de guardanapos que está a faltar lá em casa. Dizes-lhe que não vais levar mais nada e ‘temos mesmo de fazer isto a correr, não vou comprar mais nada, não vale a pena pedires ou estares com coisas. ’. E passas a correr pelos corredores que transbordam de caixas cheias de bonecos. Ele quer ver. Tu continuas. Como ele até está calmo, aproveitas para levar mais uns bifes de frango, iogurtes para os lanches e um garrafão de água. E ele começa a ficar chato, birrento. Começa a dizer-te que quer as bolachas do mickey, depois já quer a escova de dentes do homem-aranha e agora quer o dentífrico do cars. Tu percebes que tens de ir embora mas pensas até podias levar mais uns ovos e um saco de arroz, afinal de contas é num instante. Mas ele diz que ‘preciso mesmo da escova do mickey porque a minha já é velha’. E tu dizes ‘pronto, pega lá mas é a última coisa que pedes caso contrário vamos já embora.’

O que é que ensinaste? Ensinaste a testar limites.
Como assim?, perguntas tu.

Disseste que não valia a pena pedir nada.
Ele pediu 3 ou 4 vezes. Tu deste.
Ele percebeu que quando insiste obtém o que quer.

Da próxima vez vai repetir o comportamento. Simplesmente repetir.
Não é um teste, não é uma provocação. É, simplesmente, a repetição de um comportamento.

E isto leva-me à questão dos castigos. Tantas e tantas vezes castigamos os nossos filhos por sentirmos que eles estão a ‘esticarem-se’ [quando tantas vezes fomos nós que os baralhámos, não é? ].

Vamos lá de novo pegar num exemplo concreto.

Vais ao supermercado, o teu filho começa a dificultar-te a tarefa e tu pedes que se acalme e se comporte. Ele continua e tu dizes-lhe que caso continue naquilo, da próxima vez não vai contigo.
E ele continua e tu fazes o que tens a fazer e sais exaust@ desse supermercado.
Dali a dois ou três dias decides ir ao supermercado. Ele diz que vai contigo. E tu dizes-lhe que não. Relembras a conversa e lembras que foi ele que decidiu que desta vez não iria contigo [afinal de contas tu deste-lhe a escolher]. E ele chora e diz que se vai portar bem.
A tua decisão [de o levares, ou não] pode ser estruturante e constructora. É uma situação do dia-a-dia e tu tens na mão a possibilidade de retirar o sofrimento/tristeza/frustração do teu filho. E de ti também porque afinal sabes que pode estar a sofrer/triste/frustrado.
Esta tua decisão tem mais impacto do que um castigo proferido dois dias antes como um ‘então quando chegarmos ficas sem ver o Panda’. Isto porque a situação do supermercado nada tem a ver com o Panda. E um castigo mostra que os grandes têm poder – mas não lhe ensina, directamente, a consequência do comportamento e a responsabilidade que ele tem nas decisões que toma.

Quando decides que não o vais levar estás a trabalhar no futuro, também. Da próxima vez, ele vai lembrar-se que ele tem em si o poder de
1)   decidir o comportamento dele
2)   decidir o futuro
3)   tomar uma decisão em consciência porque sabe que a mãe/pai faz bater a bota com a perdigota e não tem de ser má ou sentir-se mal porque vai ter de aplicar um castigo... O que vai acontecer é que ele é que vai escolher. E a escolha é só dele, capisce?

Fácil, não é? Nop! É mesmo muito difícil, sobretudo quando tens de fazê-lo cumprir uma consequência 2 dias depois e quando ele até se anda a portar bem. Asseguro-te que é muito mais duro para ti do que para ele. Ainda assim, esta decisão e atitude é muito mais coerente, justa e ensina muito mais.
E quando é justo, eles aceitam a autoridade dos pais.


Berra-me baixo, tá?

23.11.13



O Berra-me Baixo volta em força já no dia 01/01/2014.
Hoje, ao fazer uma pesquisa no Google com as palavras Berra-me Baixo, fiquei mesmo impressionada.
Tantos resultados!

És blogger?

23.11.13



És blogger?
Queres saber mexer nos cordelinhos todos do blogspot?
Queres pôr e dispôr com a imagem do teu blogue?
Queres escrever ainda melhor e ter ainda mais leitores?
Queres criar uma marca?


Então, fica atent@!

Are you ready? | Desafio Fazer Acontecer 2014

22.11.13



O Desafio Fazer Acontecer 2014 vai reunir uma série de outros desafios.

Todos os meses vai haver um ou mais desafios a acontecerem - a ideia é treinar-te, é levar-te mais longe porque eu sei que isso é possível.

Então que desafios são esses?

Antes de tudo são aqueles que tu já decidiste e escreveste. Certo? Já escreveste, não já?

Depois vem o Desafio Berra-me baixo.

Vem o Gratidão num frasquinho.


Vem o Meditar-e [novo].

Vem o Desliga-te.

[E outros mais que estou a terminar].

E muitas, muitas novidades vão continuar a chegar-te por email.

Por isso a questão é, 

Are you ready?

Didactic Maia

22.11.13
Conheço a Liliana desde os tempos da Faculdade.
Encontrei-a no Verão num evento solidário no Porto.
E há uma semana vim a saber que tem uma das lojas mais 
giras
interessantes
com material muito bom
para crianças.

Na Maia! :))))) É a Didactic Maia

Espreita aqui!

Parabéns, Liliana! Que o futuro te sorria!

A Carta | Programa a dois :)

21.11.13


Já aqui falei da Alexandra. Ela é das minhas melhores amigas. 

Não é só por isso que aqui divulgo o trabalho dela. Divulgo porque amei vê-la em palco, porque a peça é irritante e fiquei com vontade de me levantar e arrancar-lhes a carta das mãos. É quase visceral.

Aqui fica o resumo de uma peça que está no Teatro Rápido, no Chiado. Amei o conceito, tenho a certeza que funcionaria super bem aqui no Porto. 

Bom programa para ires namorar com o teu mais que tudo. E o teatro rápido é  tão giro que até restaurante bem fixe tem lá dentro.

Infos abaixo:

Uma comédia de terror para quem não tem tempo a perder – A Carta!
Uma história actual sobre um casal em início de vida, que está em maré de azar. O homem perde o trabalho e é apenas com o ordenado da mulher que pagam as contas… Parece-vos familiar? Num belo dia, recebem uma aterradora carta da segurança social e, ao hipoteticamente verem penhorada a conta da mulher, vêem também todos os seus problemas aumentar, como perder a casa, ou mesmo não ter dinheiro para as necessidades básicas.
Alexandra Rocha dá vida a uma mulher trabalhadora, honesta, supersticiosa embrulhada nas rotinas diárias. Peter Michael interpreta um homem desempregado, artista e sonhador, que acredita que o “amanhã” será melhor, mas… será?

“A Carta” de Hugo Barreiros, com Alexandra Rocha e Peter Michael, estará em cena de 5ª a 2ª feira, na sala 4 do Teatro Rápido, até 30 de Novembro.

A Carta – M/12
Teatro Rápido – Sala 4
De 1 a 30 de Novembro de 5ª a 2ª feira
Horários: 18h20 | 18h50 | 19h20 | 19h50 | 20h25
Bilhetes: 3€ à venda no local

Boa pergunta #4

21.11.13
Aqui há uns tempos coloquei no blogue um mini [mesmo miniiiiii] desafio chamado 'Boa pergunta'.
A adesão foi fantástica, recebi imensos emails a contarem-me sobre o poder de perguntas tão simples.


Hoje a pergunta é para ti.

Qual é o teu objectivo máximo na educação dos teus filhos?





Já respondeste?

Escreve a tua resposta.



Espera mais um pouco. E daqui a pouco ou amanhã volta a ela.
E vê se a resposta é mesmo essa.


Daqui a uma semana tenho uma nova questão para ti.

Luísa Spínola [o nosso retrato]

21.11.13

Já aqui disse que ela faz coisas muito giras, retratos espectaculares.
Ontem recebemos finalmente o nosso retrato. E sabes que mais ? É mesmo muito mas mesmo muito melhor do que a foto que aqui vês! Está um espectáculo, mesmo!
Muito obrigada Luísa!


Adoramos!

Um beijinho grande!

Ideias para actividades com crianças dentro de casa

21.11.13
A Susana deu-me a conhecer o seu projecto chamado Famílias dinâmicas.

Qual é a ideia dela?
A ideia é dar sugestões de momentos divertidos, criativos, originais e de qualidade, sempre indicando as áreas de desenvolvimento que os momentos proporcionam às crianças.
Pretende-se divulgar diferentes materiais pedagógicos dando sugestões para os  poderem explorar em casa, tornado os serões mais divertidos com a aproximação de toda a família.
As sugestões serão indicadas desde bebés até  crianças com 10 anos.

Nice, hein? E nestes dias de inverno vem mesmo a calhar! 

A educação tradicional pode ser humilhante?

20.11.13


Procuro um símbolo.

20.11.13

Ou vários.

Então é assim – eu gosto de coisas bonitas e simples. Gosto de imagens que inspiram, que dão cor ao que queremos influenciar, nem que sejam a preto e branco.
E estou com imensa dificuldade em escolher uma imagem para o desafio Fazer Acontecer 2014.
Tenho as imagens que já conheces e que fui eu que criei e agora procuro uma imagem inspiradora. Pensei numa bicicleta. Pensei numa rodela de laranja. Vês? Não tem nada a ver mas até pode ter.
E vai daí lembrei-me que me podes ajudar.
Podes colocar o link para uma imagem fixe no FB ou colocar o link aqui. Pode ser do Pinterest. Preciso é de ajuda para me inspirar.

E se calhar não vai ser só uma. De certeza que depois não me consigo decidir. Mas também quem disse que tenho de o fazer?

Ask Mum [com imensa utilidade] - e totalmente anónimo!

19.11.13
O Ask Mum só começou hoje de manhã e já recebi, em pouquíssimo tempo, perto de duas dezenas de casos/histórias.
Não sabes o que é?
É um espaço onde podes deixar, de forma completamente anónima, as tuas questões sobre a educação.

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