Marisa e o mercado
28.6.13
Há mulheres que correm contra o tempo. Há mulheres que vão buscar a coragem e a fé que outros perderam ou se esqueceram e continuam a lutar. Há mulheres que não nos deixam baixar os braços, que nos empurram e que não nos deixam virar a cara. Há mulheres que amparam e continuam em frente, ao lado, atrás.
Uma dessas mulheres é a Marisa Barroca.
A Marisa tem estado presente e liderado uma série de missões para angariar dadores de medula e dinheiro para ajudar quem precisa. É a mulher que mais se mexe, não tendo ela blogue, seguidores ou uma organização que a apoie.
Há uma frase que diz que uma mãe preocupada descobre mais do que o FBI. A Marisa descobre formas de ajudar, dá a volta, cria de novo. Pede ajuda. Insiste. Não deixa que ninguém vire a cara.
Sei que tem um coração imenso e uma resiliência brutal, uma capacidade de renovação fora do vulgar.
E porque te falo dela? Porque a Marisa está a organizar o Mercado de Santos.
Dia 14 Julho
Todo o dia
Em Costa Cabral, na Casa do Vizinho, no Porto
E é importante que vás, que divulgues.
Página AQUI.
Peço-te que entres, faças like e que divulgues. E que lá vás ajudar a encher a casa e a fazer com que as pessoas por quem esta campanha está a ser organizada continuem a acreditar, a lutar e a não baixarem os braços. São pessoas. De coração. Como eu e tu. São pessoas e querem viver!
Obrigada, Marisa
GPS da educação
26.6.13
Tenho sempre receio que esta coisa de nome pomposo seja vista de forma errada.
A coisa de nome pomposo é a Educação e Parentalidade Positiva.
A educação autoritária tem por base o medo. Impõe, porque sim. Quem a aplica fica ofendido quando a criança não faz imediatamente o que se pede.
Mãe:'Anda almoçar'
Filho: 'Já vou, mãe'
Mãe:'Ou vens ou logo não há playstation'.
Há berros. Há palmadas. Há muita incompreensão. Há pouquíssima escuta. Há medo.
Medo dos dois lados. Medo de se apanhar, de se ser castigado mas muito medo em não se ser respeitado e obedecido.
A educação permissiva e negligente é o oposto. Porque há sentimentos de culpa, porque os pais não se autorizam a ser pais [um dia faço um post sobre isto], porque não se querem ralar. Não se insiste, não se coloca limites. Deixa-se o puto ir para a cama com os brinquedos por arrumar porque nós arrumamos mais depressa. Deixa-se os putos mais meia hora em frente à TV porque se está a falar ao telefone ou porque se está a brincar no facebook. Ora, uma criança que vive no meio de pais permissivos e negligente, não é uma criança seguro. O mundo, sem esses limites, é muito wild. Pois é!
E depois há aqueles pais que andam à deriva. Que tanto dão uma no cravo como na ferradura. Querem fugir da educação autoritária mas, por vezes, enquanto vão encontrando o caminho, negoceiam demais, permitem demais.
Mãe:'Anda almoçar'
Filho:'Já vou, mãe'
Mãe:''Anda, vamos almoçar'.
Filho:'Já vou, mãe'
Pai: 'Então ele não vem almoçar?'
Mãe:'Já o chamei. Ele diz que vem já.'
É aqui que temos de pensar mais e melhor. O que é que é limite para mim? O que é que são regras, cá em casa? Onde é que eu raramente ou nunca vou negociar?
Pronto, é isso. É pensares no que é ou não é negociável e seres firme.
No resto, negoceia, faz bem à criança. Se ele diz que está a terminar de fazer um jogo e tu estás a terminar de pôr a mesa, negoceia com ele. Combina com ele que então ele termina o jogo e tu terminas de pôr a mesa. E que nessa altura, mesmo que ele não tenha terminado, tem de vir. E ele que tome essa responsabilidade. É bom ser-se responsável. É uma boa aprendizagem. E se não o for, como em tudo na vida, há consequências. Boas e más.
É fácil? Nãooooooooo!!!!! Por isso é que vale a pena pensar nisto!
Site AQUI
A coisa de nome pomposo é a Educação e Parentalidade Positiva.
A educação autoritária tem por base o medo. Impõe, porque sim. Quem a aplica fica ofendido quando a criança não faz imediatamente o que se pede.
Mãe:'Anda almoçar'
Filho: 'Já vou, mãe'
Mãe:'Ou vens ou logo não há playstation'.
Há berros. Há palmadas. Há muita incompreensão. Há pouquíssima escuta. Há medo.
Medo dos dois lados. Medo de se apanhar, de se ser castigado mas muito medo em não se ser respeitado e obedecido.
A educação permissiva e negligente é o oposto. Porque há sentimentos de culpa, porque os pais não se autorizam a ser pais [um dia faço um post sobre isto], porque não se querem ralar. Não se insiste, não se coloca limites. Deixa-se o puto ir para a cama com os brinquedos por arrumar porque nós arrumamos mais depressa. Deixa-se os putos mais meia hora em frente à TV porque se está a falar ao telefone ou porque se está a brincar no facebook. Ora, uma criança que vive no meio de pais permissivos e negligente, não é uma criança seguro. O mundo, sem esses limites, é muito wild. Pois é!
E depois há aqueles pais que andam à deriva. Que tanto dão uma no cravo como na ferradura. Querem fugir da educação autoritária mas, por vezes, enquanto vão encontrando o caminho, negoceiam demais, permitem demais.
Mãe:'Anda almoçar'
Filho:'Já vou, mãe'
Mãe:''Anda, vamos almoçar'.
Filho:'Já vou, mãe'
Pai: 'Então ele não vem almoçar?'
Mãe:'Já o chamei. Ele diz que vem já.'
É aqui que temos de pensar mais e melhor. O que é que é limite para mim? O que é que são regras, cá em casa? Onde é que eu raramente ou nunca vou negociar?
Pronto, é isso. É pensares no que é ou não é negociável e seres firme.
No resto, negoceia, faz bem à criança. Se ele diz que está a terminar de fazer um jogo e tu estás a terminar de pôr a mesa, negoceia com ele. Combina com ele que então ele termina o jogo e tu terminas de pôr a mesa. E que nessa altura, mesmo que ele não tenha terminado, tem de vir. E ele que tome essa responsabilidade. É bom ser-se responsável. É uma boa aprendizagem. E se não o for, como em tudo na vida, há consequências. Boas e más.
É fácil? Nãooooooooo!!!!! Por isso é que vale a pena pensar nisto!
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Workshops e férias
25.6.13
Os workshops de Lisboa um sucesso. Não me dei conta, mas este mês de Junho passou a voar e são já este fim-de-semana os do Porto.
A lotação está esgotada e contamos com mães, pais, casais, tias e avós! E como disse aqui, temos o maior número de casais inscritos num dos dias - e só não passa a oito porque a sala já não aceita mais :)
[caso queiras inscrever-te nos próximos, clica aqui].
O workshop do Algarve já vai a mais de meio caminho por isso, caso queiras inscrever-te, clica aqui e pede mais infos.
Eu vou agora ali aproveitar estes dias de sol, porque a licença está a acabar e o inverno foi longo!
Beijinhos, até Julho!
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Pão branco
24.6.13
Estou convencida que estamos cada vez mais despertos, conscientes e acordados para uma série de questões.
Estou também convencida que percebemos, a cada dia que passa, que as coisas estão ligadas. Quer queiramos, quer não.
Queres um exemplo? Pais felizes, filhos felizes. Não vale a pena procurar outras fórmulas. Dás mais, quando estás mais: mais relaxada, mais feliz. Ficas mais criativa, com mais capacidade de driblar as situações.
Há muitos anos li uma crónica do David Schreiber-Servant, o autor do livro Anti-Cancro. Podes ler mais sobre ele, aqui.
E nessa crónica ele contava a história de um rapaz inglês [acho eu] que andava em baixo, desmotivado. A vida não lhe apetecia e ele deixava passar os dias. Andava em piloto automático.
O David estava a segui-lo e propôs que houvesse uma mudança na alimentação, para mudar o estado daquele rapaz. Aquele rapaz comia pão branco todas as manhãs, comia enlatados e bebia sumos, muitos sumos. Ele propôs uma mudança na alimentação. Apenas.
E a mudança não aconteceu logo nem foi gradual. Tanto, que o rapaz pediu para sair do programa...
Mas o David insisitiu e pediu mais um tempo. E o rapaz deu-lhe o tempo.
E então, uma bela manhã, este rapaz acorda outro. Com energia, com vontade de fazer acontecer as coisas na sua vida. Acorda outro.
E o David diz que não é um milagre e sim uma alteração dos componentes químicos do corpo. O rapaz tinha, de facto, mudado.
Será que a nossa auto-motivação e felicidade dependem da ingestão ou não de 'pão branco'?
Eu tenho quase a certeza que sim!
Estou também convencida que percebemos, a cada dia que passa, que as coisas estão ligadas. Quer queiramos, quer não.
Queres um exemplo? Pais felizes, filhos felizes. Não vale a pena procurar outras fórmulas. Dás mais, quando estás mais: mais relaxada, mais feliz. Ficas mais criativa, com mais capacidade de driblar as situações.
Há muitos anos li uma crónica do David Schreiber-Servant, o autor do livro Anti-Cancro. Podes ler mais sobre ele, aqui.
E nessa crónica ele contava a história de um rapaz inglês [acho eu] que andava em baixo, desmotivado. A vida não lhe apetecia e ele deixava passar os dias. Andava em piloto automático.
O David estava a segui-lo e propôs que houvesse uma mudança na alimentação, para mudar o estado daquele rapaz. Aquele rapaz comia pão branco todas as manhãs, comia enlatados e bebia sumos, muitos sumos. Ele propôs uma mudança na alimentação. Apenas.
E a mudança não aconteceu logo nem foi gradual. Tanto, que o rapaz pediu para sair do programa...
Mas o David insisitiu e pediu mais um tempo. E o rapaz deu-lhe o tempo.
E então, uma bela manhã, este rapaz acorda outro. Com energia, com vontade de fazer acontecer as coisas na sua vida. Acorda outro.
E o David diz que não é um milagre e sim uma alteração dos componentes químicos do corpo. O rapaz tinha, de facto, mudado.
Será que a nossa auto-motivação e felicidade dependem da ingestão ou não de 'pão branco'?
Eu tenho quase a certeza que sim!
Porque esperar até ser tarde demais...?
21.6.13
Uma das coisas que aumenta brutalmente o nível de felicidade é estar-se grato.
Já falei sobre isso várias vezes aqui neste blogue.
E uma das formas é escrever uma carta e ler em voz alta à pessoa a quem estamos gratos. Se não formos capazes de o fazer, por vergonha ou outro motivo, então podemos enviá-la, apenas.
Vê este pequeno vídeo para perceberes do que estou a falar. São estas coisas que trazem sentido à vida.
Mais sobre gratidão
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Isso não se diz!
21.6.13
Já reparaste que tod@s desejamos que os nossos filhos venham a nós para consulta, protecção, orientação... mas depois não os deixamos ser quem são?
E ser quem são passa tanto por deixá-los dizer o que querem, o que sentem.
-'és má! não gosto de ti!'
- 'a professora é má! não gosto dela.'
-'aquele bebé é feio...'
Dizer 'isso não se diz' logo assim, à bruta e quase a tapar-lhes a boca [para, em parte, não passarmos vergonhas ou só porque sim porque nos ensinaram assim] passa a mensagem que
1. o que eles sentem está errado (e eles podem sentir o que quiserem, na verdade, tal como nós);
2. nós só estamos disponíveis para ouvir o que é bom e bonito e certo... e isso não é verdade, porque nós queremos estar lá em todos os momentos... Mas, a verdade é que passamos uma mensagem totalmente ao lado. Já tinhas pensado nisto?
Então, da próxima vez, lembra-te que eles sentem-se como estão a dizer... e a tua missão é descobrir porquê e ir mais longe e perceber o que é que está a provocar aquilo. Antes de dizeres 'isso não se diz' :)
E ser quem são passa tanto por deixá-los dizer o que querem, o que sentem.
-'és má! não gosto de ti!'
- 'a professora é má! não gosto dela.'
-'aquele bebé é feio...'
Dizer 'isso não se diz' logo assim, à bruta e quase a tapar-lhes a boca [para, em parte, não passarmos vergonhas ou só porque sim porque nos ensinaram assim] passa a mensagem que
1. o que eles sentem está errado (e eles podem sentir o que quiserem, na verdade, tal como nós);
2. nós só estamos disponíveis para ouvir o que é bom e bonito e certo... e isso não é verdade, porque nós queremos estar lá em todos os momentos... Mas, a verdade é que passamos uma mensagem totalmente ao lado. Já tinhas pensado nisto?
Então, da próxima vez, lembra-te que eles sentem-se como estão a dizer... e a tua missão é descobrir porquê e ir mais longe e perceber o que é que está a provocar aquilo. Antes de dizeres 'isso não se diz' :)
Empresas - workshops e palestras
20.6.13
Tenho boas notícias:
para além de chegar aos pais e educadores através deste blogue, dos artigos que vou escrevendo e através dos workshops e coaching que realizo, estou também a trabalhar com empresas, no âmbito de alguns projectos de responsabilidade social.
Assim, se achas que uma ida minha à tua empresa pode ser interessante, contacta-me.
Ou então envia o link do blogue e/ou do site e do que mais gostas para a tua direcção de recursos humanos.
Criei um formato próprio para workshops em empresas e que pode ser do teu/vosso interesse.
info@parentalidadepositiva.com
Como é que se diz...?
20.6.13
-'Obrigada...' - num tom de voz meloso, a olhar para a coisa que lhe deram, ou a não olhar nos olhos mas para o fundo e em resposta automática.
- 'Então? Como é que se diz?'
-'Se faz favor...'
Há certas correntes e autores que são pela ideia que não é preciso pedir/obrigar os miúdos a dizerem 'se faz favor' e 'obrigada'.
Eu tenho uma opinião diferente. Acredito que devemos pedir/insistir para que eles usem as chamadas 'palavras mágicas'. E porquê?
Porque fica bem [ui, o que fui aqui dizer!] :)
Sim, porque é bom ouvir um se faz favor e um obrigado.
Porque faz parte da educação.
Se o outro nos ajuda ou nos vai ajudar, é bom ouvir estas palavras, sabe bem um reconhecimento.
Porque há coisas importantes e que demoram a vir de forma espontânea.
Ah e tal mas se tu o disseres, eles acabam por fazê-lo, mais cedo ou mais tarde. Se queres que eles façam igual, começa tu por fazê-lo.
Sim, é verdade, os miúdos apanham muito do que nós fazemos/dizemos. Mas se isto é importante para ti [e de uma maneira geral é importante na vida em sociedade -porque um bocadinho de gentileza é tão importante] então não vejo mal nenhum [bien au contraire] em pedir isto aos meus filhos.
Eu digo obrigada e se faz favor o tempo todo. Aos outros e a eles.
- 'Então? Como é que se diz?'
-'Se faz favor...'
Há certas correntes e autores que são pela ideia que não é preciso pedir/obrigar os miúdos a dizerem 'se faz favor' e 'obrigada'.
Eu tenho uma opinião diferente. Acredito que devemos pedir/insistir para que eles usem as chamadas 'palavras mágicas'. E porquê?
Porque fica bem [ui, o que fui aqui dizer!] :)
Sim, porque é bom ouvir um se faz favor e um obrigado.
Porque faz parte da educação.
Se o outro nos ajuda ou nos vai ajudar, é bom ouvir estas palavras, sabe bem um reconhecimento.
Porque há coisas importantes e que demoram a vir de forma espontânea.
Ah e tal mas se tu o disseres, eles acabam por fazê-lo, mais cedo ou mais tarde. Se queres que eles façam igual, começa tu por fazê-lo.
Sim, é verdade, os miúdos apanham muito do que nós fazemos/dizemos. Mas se isto é importante para ti [e de uma maneira geral é importante na vida em sociedade -porque um bocadinho de gentileza é tão importante] então não vejo mal nenhum [bien au contraire] em pedir isto aos meus filhos.
Eu digo obrigada e se faz favor o tempo todo. Aos outros e a eles.
Vamos lá ver se eu me livro deste 31!
18.6.13
Ora vamos lá descobrir quem é mais forte?
A mais forte foi a Margarida do Figo Lampo que deu a ajuda final para que possas fazer agora o download deste e-book extraordinário!
Obrigada pela paciência de todos! Muito obrigada mesmo!
Espero que gostes e que te saiba bem!
Obrigada às 31!
Frango do Campo | in the mood for food | ananás e hortelã | Tapas na língua | Marmita | Figo Lampo | Delícias cá da casa | Entre tachos e sabores | Os têmperos da Argas | Vidas sem glúten | Da nossa cozinha | Era uma vez | Definitivamente são dois | Tertúlia de sabores | No soup for you | Nárwen’s cuisine | Acção na Cozinha | Clavel’s cook | Suvelle Cuisine | Kitchlove. A fuoco lento | Compassionate cuisine | De cozinha em cozinha | As receitas lá da casa | Forking amazing| No mundo de Luísa | Família 3 1/2
31: receitas | bloguers | dias
18.6.13
Isto é que foi um 31!
A ideia surgiu-me quando te pedi que me dissesses os melhores blogues de receitas. Reparei que me faltava inspiração e que, no final do dia, mesmo estando de licença de maternidade e mesmo tendo uma bimby, a verdade é que ora não tinha ideias para cozinhar, ora não tinha os ingredientes.... Era o vira o disco e toca o mesmo.
Uma vez que tenho o PC ligado muitas vezes e consigo aceder a documentos pelo telemóvel [o que hoje em dia passa a ser normal], lembrei-me que me daria imenso jeito ter uma compilação de 31 receitas, uma por cada dia do mês.
As receitas deveriam ser simples... mas tinham também de me dizer o que é que eu poderia fazer com o que restasse...
Vai daí, lembrei-me de criar esta coisa dos 31 dias, 31 bloguers, 31 receitas.
Obrigada a tod@s que aderiram. Obrigada. Temos aqui um projecto muito giro! :)
E um especial obrigada à Teresa do Lume Brando por já ver aquilo que eu já não via! Que valente ajuda na revisão!
Esta é uma das provas que temos bloguers a fazerem coisas muito giras! Mesmo muito
interessantes.
Ah.... Há aqui uma bloguer que não é destas andanças. O convite que lhe fiz faz todo o sentido... É que ela é tão desenrascada que sabia que tinha de ter uma super receita.
Download do livro das receitas vais fazer logo porque surgiu um erro e eu estou a alterar isto antes da uma da tarde... ;)))
E os 31 são:
Frango do Campo | in the mood for food | ananás e hortelã | Tapas na língua | Marmita | Figo Lampo | Delícias cá da casa | Entre tachos e sabores | Os têmperos da Argas | Vidas sem glúten | Da nossa cozinha | Era uma vez | Definitivamente são dois | Tertúlia de sabores | No soup for you | Nárwen’s cuisine | Acção na Cozinha | Clavel’s cook | Suvelle Cuisine | Kitchlove. A fuoco lento | Compassionate cuisine | De cozinha em cozinha | As receitas lá da casa | Forking amazing| No mundo de Luísa | Família 3 1/2
A todas, muito obrigada pela paciência e por terem aderido a esta ideia!
Que venham mais ideias destas! O objectivo é sempre o mesmo: tornar as nossas vidas mais fáceis, saboras e felizes :)
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Desafio Berra-me baixo
18.6.13
[esta mãe deixou-me este feedback. Gostava de entrar em contacto consigo. Envie-me um email, pf com o seu nome. Muito obrigada por ter aceite o desafio. Estou muito feliz por si e pelos seus!:) ]
Este desafio foi a melhor coisa que me aconteceu em termos de relacionamento com a minha filha. Ela não é um verdadeiro "terror" mas havia momentos no nosso dia a dia em que eu lhe berrava com quantas forças tinha e ao final do dia, já sozinha, chorava porque entendia que estava a fazer tudo mal e não conseguia sair daquele círculo de gritaria.
Culpabilizava-me porque não queria mesmo ser uma mãe assim, não queria que ela crescesse num ambiente de gritos descontrolados. Durante meses e meses tentei não gritar e não conseguia, como se os gritos fossem já uma reacção instintiva e inata.
De repente fui dar a este blog e a minha vida mudou. Senti-me apoiada, motivada e foi como se tivesse a responsabilidade de mostrar que era capaz, que era forte e que o meu amor pela minha filha seria imensamente maior do que a vontade de gritar.
Disse-lhe que estava num grupo de mães que tentavam não gritar com os seus filhos, pedi-lhe que me ajudasse a ganhar o desafio e as coisas mudaram radicalmente!
Participarei noutras vezes e sempre que o desafio nos for lançado. Ainda não está tudo perfeito, nem poderia(!) mas está muito melhor.
Good moms have sticky floors...yeah, right!
17.6.13
... mas quando a coisa chega a esse nível eu passo-me um bocadinho e levo tudo à frente...
Embora esteja próxima da corrente minimalista [não o sou mas a Rita foi a razão pela qual começou a haver muito destralhamento cá em casa], a verdade é que a casa pode ficar de pernas para o ar em apenas 5 minutos... e levar perto de meia hora a voltar ao sítio.
Então, por pontos, olha aqui o que podes fazer, todos os dias, para o bichinho da arrumação começar a nascer no teu filho.
1. Lembra-te que os miúdos são desarrumados.
E que quando vão para arrumar, pimbas, vêem uma tesoura e um papel e toca a fazer recortes. Ora pois claro, primeiro coisas que dão prazer. E estão certos, em parte... menos para ti que queres ver a casa arrumada.
2. Ensina a arrumar.
Já paraste para pensar que nós queremos que eles arrumem mas não explicamos como é que se arruma? Que os lápis são com os lápis, e as folhas com as folhas... e os sapatos são no móvel da entrada de casa e não em cima do sofá?
3. Consistência, insistência, repetição.
Estou a pensar que se calhar era giro inventar uma música para arrumarem.
4. Arruma com ele.
E assim estás a assegurar-te que passas a forma como se arruma e que a coisa fica [mesmo] arrumada. E depois até podes dar feedback positivo como deve de ser.
5. Tem menos coisas.
Menos brinquedos, menos papeis, canetas, lápis. Desarruma menos e é mais fácil de arrumar.
6. Usa um cronómetro (ou o tempo de uma ou duas músicas) e torna a coisa gira. Os miúdos adoram competir.
7. Não procures a perfeição. Mesmo! Não dá e só sais frustrada da situação. E ele também e a sentir-se um incapaz. E se se sente assim, da próxima vez terá receio ou pouca vontade para [re]começar.
8. És tu uma pessoa organizada e arrumadinha? És uma sortuda! Porque eles também são influênciados por aquilo que vêem... Não és? Hmm.... :)
9. Já ameaçaste deitar as coisas fora? E depois não deitaste... pois! Eles começam a perceber, passado uns tempos, que é bluff. Que dá vontade de deitar algumas coisas fora, dá. Se ameaças, então faz o que dizes. Se não, mais vale estares calada. E se for para deitar fora, deita aquilo que está estragado e que ele não gosto/não tem interesse. Não deites coisas que sabes que ele gosta, só pelo 'prazer' de lhe ensinares uma lição. Porque, na verdade, aí estás apenas a provocar dor. Logo quando o que querias era ensinar a arrumar... É que educar, lá está, não é um jogo de poder.
Mas voltando ao deitar fora... Pelo menos que sejas coerente. Caso contrário, não ameaças, que cais em descrédito.
8. És tu uma pessoa organizada e arrumadinha? És uma sortuda! Porque eles também são influênciados por aquilo que vêem... Não és? Hmm.... :)
9. Já ameaçaste deitar as coisas fora? E depois não deitaste... pois! Eles começam a perceber, passado uns tempos, que é bluff. Que dá vontade de deitar algumas coisas fora, dá. Se ameaças, então faz o que dizes. Se não, mais vale estares calada. E se for para deitar fora, deita aquilo que está estragado e que ele não gosto/não tem interesse. Não deites coisas que sabes que ele gosta, só pelo 'prazer' de lhe ensinares uma lição. Porque, na verdade, aí estás apenas a provocar dor. Logo quando o que querias era ensinar a arrumar... É que educar, lá está, não é um jogo de poder.
Mas voltando ao deitar fora... Pelo menos que sejas coerente. Caso contrário, não ameaças, que cais em descrédito.
10. Lembra-te sempre: Good moms have sticky floors... bla bla bla!
Deafio Berra-me Baixo - Feedback
17.6.13
Olá a todos os que participaram neste desafio.
Cá está a prova de que a união faz a força e fomos muitos a fazer força.
Força para melhorarmos por dentro e isso viu-se por fora!...Certamente paramos para escutar melhor os nossos filhos e o nosso "eu". Desafiámo-nos e desafiámo-los, umas vezes com mais energia,outras com menos.
Uma coisa é certa, a partir daqui nada vai ser igual, pois a tendência será para repensarmos comportamentos e revermos ações, por isso, o desafio permanecerá nas nossas vidas, porque, ter filhos, é para toda a vida e todas as etapas têm tanta magia como complexidade.
Na verdade torna-se dificil manter comportamentos assertivos e consistentes durante longos períodos,porque não somos perfeitos e a vida, por vezes, ainda nos torna mais inseguros e automatizados. No entanto temos uma caraterística, que para mim é das mais importantes no ser humano, que é a imaginação (por isso surgem desafios como este) e lá estamos nós a imaginar formas de alterar situações e comportamentos, criando a nossa própria abordagem do mundo e, acreditem, isso passa para os nossos filhos e educandos.
Agora Magda, obrigada pela sua coragem e dinamismo, conseguiu mover "montanhas" de gente!!!
Continue a imaginar desafios, estamos mesmo a precisar de nos reinventarmos.
Abraços para todos os que abraçaram esta causa e os indecisos da próxima vez arrisquem! Até breve.
Rosa Lima Barreto
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