Workshops e férias

25.6.13


Os workshops de Lisboa um sucesso. Não me dei conta, mas este mês de Junho passou a voar e são já este fim-de-semana os do Porto.

A lotação está esgotada e contamos com mães, pais, casais, tias e avós! E como disse aqui, temos o maior número de casais inscritos num dos dias - e só não passa a oito porque a sala já não aceita mais :)

[caso queiras inscrever-te nos próximos, clica aqui].

O workshop do Algarve já vai a mais de meio caminho por isso, caso queiras inscrever-te, clica aqui e pede mais infos.

Eu vou agora ali aproveitar estes dias de sol, porque a licença está a acabar e o inverno foi longo!

Beijinhos, até Julho!

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Pão branco

24.6.13
Estou convencida que estamos cada vez mais despertos, conscientes e acordados para uma série de questões. 

Estou também convencida que percebemos, a cada dia que passa, que as coisas estão ligadas. Quer queiramos, quer não. 

Queres um exemplo? Pais felizes, filhos felizes. Não vale a pena procurar outras fórmulas. Dás mais, quando estás mais: mais relaxada, mais feliz. Ficas mais criativa, com mais capacidade de driblar as situações.

Há muitos anos li uma crónica do David Schreiber-Servant, o autor do livro Anti-Cancro. Podes ler mais sobre ele, aqui.

E nessa crónica ele contava a história de um rapaz inglês [acho eu] que andava em baixo, desmotivado. A vida não lhe apetecia e ele deixava passar os dias. Andava em piloto automático.

O David estava a segui-lo e propôs que houvesse uma mudança na alimentação, para mudar o estado daquele rapaz. Aquele rapaz comia pão branco todas as manhãs, comia enlatados e bebia sumos, muitos sumos. Ele propôs uma mudança na alimentação. Apenas. 
E a mudança não aconteceu logo nem foi gradual. Tanto, que o rapaz pediu para sair do programa... 
Mas o David insisitiu e pediu mais um tempo. E o rapaz deu-lhe o tempo.
E então, uma bela manhã, este rapaz acorda outro. Com energia, com vontade de fazer acontecer as coisas na sua vida. Acorda outro.
E o David diz que não é um milagre e sim uma alteração dos componentes químicos do corpo. O rapaz tinha, de facto, mudado.

Será que a nossa auto-motivação e felicidade dependem da ingestão ou não de 'pão branco'?

Eu tenho quase a certeza que sim!

Porque esperar até ser tarde demais...?

21.6.13



Uma das coisas que aumenta brutalmente o nível de felicidade é estar-se grato.
Já falei sobre isso várias vezes aqui neste blogue.
E uma das formas é escrever uma carta e ler em voz alta à pessoa a quem estamos gratos. Se não formos capazes de o fazer, por vergonha ou outro motivo, então podemos enviá-la, apenas.

Vê este pequeno vídeo para perceberes do que estou a falar. São estas coisas que trazem sentido à vida.

Mais sobre gratidão

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Isso não se diz!

21.6.13
Já reparaste que tod@s desejamos que os nossos filhos venham a nós para consulta, protecção, orientação... mas depois não os deixamos ser quem são?

E ser quem são passa tanto por deixá-los dizer o que querem, o que sentem.


-'és má! não gosto de ti!'
- 'a professora é má! não gosto dela.'
-'aquele bebé é feio...'

Dizer 'isso não se diz' logo assim, à bruta e quase a tapar-lhes a boca [para, em parte, não passarmos vergonhas ou só porque sim porque nos ensinaram assim] passa a mensagem que 

1. o que eles sentem está errado (e eles podem sentir o que quiserem, na verdade, tal como nós);

2. nós só estamos disponíveis para ouvir o que é bom e bonito e certo... e isso não é verdade, porque nós queremos estar lá em todos os momentos... Mas, a verdade é que passamos uma mensagem totalmente ao lado. Já tinhas pensado nisto?

Então, da próxima vez, lembra-te que eles sentem-se como estão a dizer... e a tua missão é descobrir porquê e ir mais longe e perceber o que é que está a provocar aquilo. Antes de dizeres 'isso não se diz' :)

Empresas - workshops e palestras

20.6.13



Tenho boas notícias:

para além de chegar aos pais e educadores através deste blogue, dos artigos que vou escrevendo e através dos workshops e coaching que realizo, estou também a trabalhar com empresas, no âmbito de alguns projectos de responsabilidade social.

Assim, se achas que uma ida minha à tua empresa pode ser interessante, contacta-me.
Ou então envia o link do blogue e/ou do site e do que mais gostas para a tua direcção de recursos humanos.

Criei um formato próprio para workshops em empresas e que pode ser do teu/vosso interesse.



info@parentalidadepositiva.com

Como é que se diz...?

20.6.13
-'Obrigada...' - num tom de voz meloso, a olhar para a coisa que lhe deram, ou a não olhar nos olhos mas para o fundo e em resposta automática.

- 'Então? Como é que se diz?'
-'Se faz favor...'

Há certas correntes e autores que são pela ideia que não é preciso pedir/obrigar os miúdos a dizerem 'se faz favor' e 'obrigada'.

Eu tenho uma opinião diferente. Acredito que devemos pedir/insistir para que eles usem as chamadas 'palavras mágicas'. E porquê?

Porque fica bem [ui, o que fui aqui dizer!] :) 
Sim, porque é bom ouvir um se faz favor e um obrigado.

Porque faz parte da educação
Se o outro nos ajuda ou nos vai ajudar, é bom ouvir estas palavras, sabe bem um reconhecimento.

Porque há coisas importantes e que demoram a vir de forma espontânea.
Ah e tal mas se tu o disseres, eles acabam por fazê-lo, mais cedo ou mais tarde. Se queres que eles façam igual, começa tu por fazê-lo. 
Sim, é verdade, os miúdos apanham muito do que nós fazemos/dizemos. Mas se isto é importante para ti [e de uma maneira geral é importante na vida em sociedade -porque um bocadinho de gentileza é tão importante] então não vejo mal nenhum [bien au contraire] em pedir isto aos meus filhos. 

Eu digo obrigada e se faz favor o tempo todo. Aos outros e a eles. 



Vamos lá ver se eu me livro deste 31!

18.6.13






Ora vamos lá descobrir quem é mais forte?

A mais forte foi a Margarida do Figo Lampo que deu a ajuda final para que possas fazer agora o download deste e-book extraordinário!

Obrigada pela paciência de todos! Muito obrigada mesmo!


Espero que gostes e que te saiba bem!

Obrigada às 31!







31: receitas | bloguers | dias

18.6.13



Isto é que foi um 31!

A ideia surgiu-me quando te pedi que me dissesses os melhores blogues de receitas. Reparei que me faltava inspiração e que, no final do dia, mesmo estando de licença de maternidade e mesmo tendo uma bimby, a verdade é que ora não tinha ideias para cozinhar, ora não tinha os ingredientes.... Era o vira o disco e toca o mesmo.


Uma vez que tenho o PC ligado muitas vezes e consigo aceder a documentos pelo telemóvel [o que hoje em dia passa a ser normal], lembrei-me que me daria imenso jeito ter uma compilação de 31 receitas, uma por cada dia do mês. 


As receitas deveriam ser simples... mas tinham também de me dizer o que é que eu poderia fazer com o que restasse...

Vai daí, lembrei-me de criar esta coisa dos 31 dias, 31 bloguers, 31 receitas.

Obrigada a tod@s que aderiram. Obrigada. Temos aqui um projecto muito giro! :)
E um especial obrigada à Teresa do Lume Brando por já ver aquilo que eu já não via! Que valente ajuda na revisão!


Esta é uma das provas que temos bloguers a fazerem coisas muito giras! Mesmo muito 
interessantes.

Ah.... Há aqui uma bloguer que não é destas andanças. O convite que lhe fiz faz todo o sentido... É que ela é tão desenrascada que sabia que tinha de ter uma super receita. 

Download do livro das receitas vais fazer logo porque surgiu um erro e eu estou a alterar isto antes da uma da tarde... ;)))

E os 31 são:





A todas, muito obrigada pela paciência e por terem aderido a esta ideia!

Que venham mais ideias destas! O objectivo é sempre o mesmo: tornar as nossas vidas mais fáceis, saboras e felizes :)



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Desafio Berra-me baixo

18.6.13


[esta mãe deixou-me este feedback. Gostava de entrar em contacto consigo. Envie-me um email, pf com o seu nome. Muito obrigada por ter aceite o desafio. Estou muito feliz por si e pelos seus!:) ]

Este desafio foi a melhor coisa que me aconteceu em termos de relacionamento com a minha filha. Ela não é um verdadeiro "terror" mas havia momentos no nosso dia a dia em que eu lhe berrava com quantas forças tinha e ao final do dia, já sozinha, chorava porque entendia que estava a fazer tudo mal e não conseguia sair daquele círculo de gritaria. 

Culpabilizava-me porque não queria mesmo ser uma mãe assim, não queria que ela crescesse num ambiente de gritos descontrolados. Durante meses e meses tentei não gritar e não conseguia, como se os gritos fossem já uma reacção instintiva e inata. 

De repente fui dar a este blog e a minha vida mudou. Senti-me apoiada, motivada e foi como se tivesse a responsabilidade de mostrar que era capaz, que era forte e que o meu amor pela minha filha seria imensamente maior do que a vontade de gritar. 

Disse-lhe que estava num grupo de mães que tentavam não gritar com os seus filhos, pedi-lhe que me ajudasse a ganhar o desafio e as coisas mudaram radicalmente! 

Participarei noutras vezes e sempre que o desafio nos for lançado. Ainda não está tudo perfeito, nem poderia(!) mas está muito melhor. 

Good moms have sticky floors...yeah, right!

17.6.13


Admito que adoro a frase que está acima...

... mas quando a coisa chega a esse nível eu passo-me um bocadinho e levo tudo à frente... 

Embora esteja próxima da corrente minimalista [não o sou mas a Rita foi a razão pela qual começou a haver muito destralhamento cá em casa], a verdade é que a casa pode ficar de pernas para o ar em apenas 5 minutos... e levar perto de meia hora a voltar ao sítio. 

Então, por pontos, olha aqui o que podes fazer, todos os dias, para o bichinho da arrumação começar a nascer no teu filho.

1. Lembra-te que os miúdos são desarrumados. 
E que quando vão para arrumar, pimbas, vêem uma tesoura e um papel e toca a fazer recortes. Ora pois claro, primeiro coisas que dão prazer. E estão certos, em parte... menos para ti que queres ver a casa arrumada.

2. Ensina a arrumar. 
Já paraste para pensar que nós queremos que eles arrumem mas não explicamos como é que se arruma? Que os lápis são com os lápis, e as folhas com as folhas... e os sapatos são no móvel da entrada de casa e não em cima do sofá? 

3. Consistência, insistência, repetição. 
Estou a pensar que se calhar era giro inventar uma música para arrumarem.

4. Arruma com ele. 
E assim estás a assegurar-te que passas a forma como se arruma e que a coisa fica [mesmo] arrumada. E depois até podes dar feedback positivo como deve de ser.

5. Tem menos coisas.
Menos brinquedos, menos papeis, canetas, lápis. Desarruma menos e é mais fácil de arrumar.

6. Usa um cronómetro (ou o tempo de uma ou duas músicas) e torna a coisa gira. Os miúdos adoram competir.

7. Não procures a perfeição. Mesmo! Não dá e só sais frustrada da situação. E ele também e a sentir-se um incapaz. E se se sente assim, da próxima vez terá receio ou pouca vontade para [re]começar.

8. És tu uma pessoa organizada e arrumadinha? És uma sortuda! Porque eles também são influênciados por aquilo que vêem... Não és? Hmm.... :)

9. Já ameaçaste deitar as coisas fora? E depois não deitaste... pois! Eles começam a perceber, passado uns tempos, que é bluff. Que dá vontade de deitar algumas coisas fora, dá. Se ameaças, então faz o que dizes. Se não, mais vale estares calada. E se for para deitar fora, deita aquilo que está estragado e que ele não gosto/não tem interesse. Não deites coisas que sabes que ele gosta, só pelo 'prazer' de lhe ensinares uma lição. Porque, na verdade, aí estás apenas a provocar dor. Logo quando o que querias era ensinar a arrumar... É que educar, lá está, não é um jogo de poder.
Mas voltando ao deitar fora... Pelo menos que sejas coerente. Caso contrário, não ameaças, que cais em descrédito.

10. Lembra-te sempre: Good moms have sticky floors... bla bla bla!

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Deafio Berra-me Baixo - Feedback

17.6.13



Olá a todos os que participaram neste desafio.

Cá está a prova de que a união faz a força e fomos muitos a fazer força. 
Força para melhorarmos por dentro e isso viu-se por fora!...Certamente paramos para escutar melhor os nossos filhos e o nosso "eu". Desafiámo-nos e desafiámo-los, umas vezes com mais energia,outras com menos. 

Uma coisa é certa, a partir daqui nada vai ser igual, pois a tendência será para repensarmos comportamentos e revermos ações, por isso, o desafio permanecerá nas nossas vidas, porque, ter filhos, é para toda a vida e todas as etapas têm tanta  magia como complexidade. 

Na verdade torna-se dificil manter comportamentos assertivos e consistentes durante longos períodos,porque não somos perfeitos e a vida, por vezes, ainda nos torna mais inseguros e automatizados. No entanto temos uma caraterística, que para mim é das mais importantes no ser humano, que é a imaginação (por isso surgem desafios como este) e lá estamos nós a imaginar formas de alterar situações e comportamentos, criando a nossa própria abordagem do mundo e, acreditem, isso passa para os nossos filhos e educandos.

Agora Magda, obrigada pela sua coragem e dinamismo, conseguiu mover "montanhas" de gente!!!

Continue a imaginar desafios, estamos mesmo a precisar de nos reinventarmos.

Abraços para todos os que abraçaram esta causa e os indecisos da próxima vez arrisquem! Até breve.


Rosa Lima Barreto 



Inscreve-te no próximo [Julho] , AQUI
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Mais, AQUI

Desafio Berra-me Baixo # Maio

14.6.13




Quem estava formalmente inscrit@ no Desafio Berra-me Baixo recebeu, semanalmente, um email com inspiração :)

Hoje recebeste o último email do desafio de Maio! Mas caso não tenhas estado formalmente inscrit@, não tem mal. Podes contar tudo, AQUI.


E caso queiras participar numa próxima edição, inscreve-te aqui.

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