Harlem Shake - how to!

30.3.13


A propósito do post anterior, podes fazer muito facilmente um Harlem Shake aí em casa com uma destas aplicações.

Have fun! Vais ficar viciad@!

Harlem Shake: uma mão lava a outra e as duas lavam a cara

30.3.13
Tinha-te pedido ajuda AQUI e AQUI para ideias do que fazer com cerca de 20 crianças (afinal foram umas 15) durante uma festa de anos.

A verdade é que acabámos apenas por fazer dois jogos (e ainda assim) mas tivemos direito a um grande momento musical. Mas o grande grande momento da tarde foi o Harlem Shake. Tão bom!!

Há umas apps para telemóveis gratuítas que te permitem fazer um Harlem Shake super giro. O melhor de tudo desta brincadeira é... TUDO! Desde o fazer o Harlem Shake em si até vê-lo na TV.

E eu que olhava para esta coisa assim meia de lado...!

Obrigada pelas ideias espectaculares que me deste. Aqui fica a nossa, que fez um sucesso enorme. Como se diz 'Uma mão lava a outra e as duas lavam a cara.'


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Desafio Berra-me baixo... tic tac tic tac

27.3.13
Mais de 200 pessoas inscritas na BD, outras tantas mais tímidas que me foram enviando feedback, outras que partilharam assumidamente nos seus blogues e facebooks... e andamos tod@s a berrar muito mais baixinho.

É absolutamente inspirador ler os posts de quem está a participar. 


É difícil? É! Vale a pena? Vale!

Porque, como disse aqui o desafio NÃO É deixar de berrar. Não é deixar de ralhar, não é ficar entupida cá dentro.

O desafio É arranjar estratégias para gritar menos e conseguir melhores resultados e mais rápidos. É possível? Claro que sim! Eu sei disso mas tu, que participaste, também sabes e estás a confirmar.

O desafio está a terminar agora este domingo. Terá sido este um mês santo ?

E para quando novo desafio? Para Maio! Quem está in?



Podes ler mais 

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Workshops Inscrições abertas

25.3.13




Gente gira,

quem fez a pré-inscrição nos workshops já recebeu a ficha com tudo aquilo que necessita para participar. As inscrições estão portanto abertas.

- No caso de quereres mais infos sobre as acções do PORTO e LISBOA, clica AQUI para consultares o programa. 

No Porto vão acontecer no Galery Hostel Porto, na Rua Miguel Bombarda.
Em Lisboa, no The House, junto ao Jardim da Estrela
Em Faro, estou a apontar para Outubro mas ainda a confirmar.

- No caso de quereres inscrever-te numa das edições, por favor, clica neste link.

- Outras infos e parcerias, envia um e-mail para info@parentalidadepositiva.com

Espero ver-te em breve! 

The meaning of life is to give life a meaning...

23.3.13




Tenho andado à volta com este tema na minha cabeça, sobretudo nos últimos tempos. Se calhar fui uma existencialista numa outra vida... mas há uma série de questões que coloco sobre a vida de um ser humano, sobretudo no fim.

Quando um senhor, já velhinho, sente que a sua hora chegou, será que ele imaginou o fim? Será que ele relembra quando era miúdo e brincava no quintal da casa dos pais? Será que nessa altura ele questionou-se sobre o que ia pensar naquele último momento?

Quando olho para um bebé, seja ele qual for, coloco-me invariavelmente as mesmas questões – tu nasceste com que missão? E qual será a tua última memória, a tua última pergunta? Como é que vai ser a tua vida?

Pergunto-me também se, nesse último momento, a pessoa pensa que a vida passou a correr, que a vida, na verdade, pouco valor e que, porque se morre, ela não é justa...

E então espero que esse velhinho tenha um consolo ao pé de si. Não a mãe, mas alguém que lhe pegue na mão e que o faça recordar quando brincava no quintal da casa dos pais.

Por isso espero que nós mães e nós pais possamos contribuir para criar memórias felizes junto dos nossos filhos. Pode não ser muita coisa, visto assim de repente. Até porque as boas memórias dependem muito da interpretação de quem as cria. E lá está, o investimento será grande. Mas estou convencida que o retorno será gigantesco. Para que a sensação que a vida valeu a pena esteja lá. Para que eles se habituem a ter memórias boas! Para que, quando deixarmos de ser presença querida (lá pelos 13 anos!), eles possam tomar as melhores opções da sua vida! A partir desse momento, em diante.

Atirei o pau ao gato...

21.3.13



Gente gira,

preciso da tua ajuda. Então é assim: vou ter 20 crianças cá em casa com idades entre os 3 e 4 anos... a loucura, portanto!
E eu não sei bem o que fazer com elas. Por isso lembrei-me de jogos. Tipo a dança das cadeiras. E pintar as caras. E fiquei-me por aí! Não tenho mais ideias para actividades indoor e que não sujem...
E lembrei-me que podias ajudar-me... Sim? Plizzzz? 

Muito obrigada ;)

Ficar com as dores...

21.3.13


A única coisa boa no facto dos bebés terem cólicas é o uso mais regular do sling.
No nosso caso, a posição no sling ajuda. Volta e meia vem cólica grande, ele lá esperneia, grita e depois acalma... 
Continuo a desejar que chegue o terceiro mês para que isto passe... foi assim com a mais velha, será assim com este.
Sei que os bebés, até aos 12 meses (9 na barriga mais 3 cá fora) são tipo feto... e que o desenvolvimento dos intestinos é concluído nesses 3 meses após a saída da barriga. Há meninos que passam sem dores, outros que as têm... mas há uma questão que me intriga e que é esta:

'ah, ele ficou com as dores...?'

explica-me lá, tim tim por tim tim o que é que isto quer dizer? É que os meus pós-partos são muito maus e é normal dizerem-me 'ah, ficaste tu com as dores...!' 

Afinal de contas, é possível dividir as dores? E quando nem mãe nem bebé têm dores... onde é que elas ficam?


Ás nove no meu blogue

20.3.13
Adoro o blogue da Sofia. E é com muito orgulho que te digo que hoje estou por lá :)
E ela também já esteve por cá! Lembras-te?

Obrigada, Sofia!


Quem ri por último...

20.3.13

Como já expliquei AQUI, o Facebook decidiu trocar-nos as voltas, mas eu não deixo. 
Se também segues o Mum's the boss por lá, muda as configurações.
Assim, para estares actualizada sobre tudo e para receberes inspiração diária, vai à página do Mum's no Facebook e adiciona-a à lista de interesses. Tal e qual como na imagem.

Obrigada!



Limites e Autoridade

20.3.13






Tema quente, o de hoje. A autoridade… Desejada e ambicionada por muitos e, ainda assim, tão difícil de levar adiante.






Até a palavra é forte! Há quem goste de chamar autoridade, há quem lhe dê outros nomes. Não interessa. Hoje falo daquele momento em que ensinamos aos nossos filhos coisas fundamentais e onde impomos essa situação como obrigatória. Queres chamar liderança? Por mim, tudo bem. Desde que te faça sentido e consigas perceber que, neste caso, a semântica tem menos importância que o que abaixo se fala.






A palavra 'autoridade' está relacionada com o conceito de hierarquia e corresponde ao poder de comandar os outros e levá-los a agir da forma desejada. Constitui, por isso, a base para a responsabilidade. E podemos fazê-lo tanto pela força, como pela manipulação como pela modelagem. É uma questão de… estilo!


Palavras explicadas, vamos ao que interessa.






Aquilo que mais oiço é 'como é que faço para o meu filho' isto e 'para que o meu filho' aquilo?


A minha resposta é sempre 'não sei'.


E não sei mesmo. Cada caso é um caso, cada família é uma família. E nisto, é quase como num casamento… não meto a colher (embora muitas vezes tenha imensa vontade).


Adiante.






Aquilo que eu sinto é que, muitas vezes, nós não sabemos bem como fazer as coisas e qual é o nosso espaço e lugar, enquanto pais. Por isso é que este post se podia chamar 'uma explicação sobre o que é a autoridade parental'. Mas não se chama. Por isso, anda daí!






Nesta coisa de autoridade há uns quantos pontos que deixo abaixo, para leres, imprimires e até guardares para reflectires mais tarde.






Aqui vão eles:


- As coisas, sejam elas quais forem, têm de ser explicadas às crianças. Todas? Sim, aquelas que lhes dizem directamente respeito. Em qualquer idade? Sim! Sim! Sim! Com as palavras adequadas, com os detalhes necessários. Aproveita e lê o post Falar a Verdade, onde explico melhor isto de se falar a verdade.


- As crianças têm de compreender que a vida tem regras e essas regras são para serem cumpridas. Elas são necessárias e indispensáveis numa sociedade civilizada. Não se dá pontapés ao banco da frente, num avião. Chega-se a horas à escola. Não se atira comida ao chão. Não se atravessa a rua quando está vermelho. Não se bate. And so on.


- Nós pais também temos de compreender que estas regras são fundamentais e que somos nós aqueles que garantimos que os nossos filhos conhecem essas regras. Como? Enunciando-as e modelando-as. E exigindo que elas sejam cumpridas.






Autoridade é isto: é explicar a regra, impôr a regra e o respeito da mesma. Caso haja infracção, cada pai deve actuar de acordo com o que lhe parece útil naquela situação. Até pode abrir excepções à regra. It's our call. Se tiver de impôr uma sanção, que a imponha, na justa medida e com equilíbrio. Sinceramente, isto não tem nada de violento e o adulto não está a abusar do seu poder (e não, não me estou a referir a palmadas ou sapatadas.)






- Uma criança é um ser inteiro e que tem de ser tratada com respeito. Mas também é um ser em construção e, por isso mesmo, tem uma necessidade vital da autoridade dos pais para se construir.


- A criança é um ser pulsional. Isto quer dizer que o cérebro dos nossos cutchi cutchi ainda está em crescimento e que a gestão que têm sobre um impulso ou desejo é muito pequena. Por isso mesmo é que esta autoridade tem de estar em equilíbrio com aquilo que pedimos que ela faça. Para quê? Para que seja justa.


- Educar não é impôr. O objectivo da educação, entre outras coisas, é sobretudo o de fazer com que a criança compreenda o benefício das regras. Para quê? Ora bem, para que as possa aplicar sozinha, sem necessidade dos pais. E, compreendendo as regras, aceita-as. Por isso, e mais uma vez, falar a verdade, explicar a razão de ser das coisas é fundamental.


- Educar também é escutar. Queres que os teus filhos façam sempre aquilo que tu queres? Mesmo? Queres uma obediência quase cega? Eu quero filhos que me questionem sobre o porquê e o interesse de uma regra. Sinceramente, não acho piada nenhuma quando oiço 'os meus filhos fazem tudo aquilo que lhes peço'. Estão na tropa?, tenho vontade de perguntar. E quando forem maiores? E quando forem adultos? Vão andar a toque de caixa por causa dos outros, sem nunca questionarem? Lá está, equilíbrio, meus senhores. E respeito pela criança.






E nós? Costumo dizer que se compreendêssemos que é tão vital para os filhos a educação como é vital tomarem um medicamente para baixar a febre alta, talvez algumas coisas fossem diferentes.


Ao mesmo tempo, e como a Laura nos explicou na entrevista que deu aqui no Mum's, é importante que saibamos gerir as nossas frustrações e ansiedades. Elas são só nossas e de mais ninguém. Aposto que, quando isso acontece, somos mais capazes de enunciar e fazer respeitar uma regra sem que tenhamos de recorrer a sanções ou manipulações.






E porque é que isto tudo é importante? Pelas razões enunciadas acima e também porque é dentro dos limites que uma criança também se constrói.


Não andam nem deixam andar...

20.3.13

Gente gira,

mais vale só do que mal acompanhada? 
Por vezes eles complicam mais do que ajudam, não é? 
Nao andam nem deixam andar... 

E tu, enquanto mãe (e pai ao mesmo tempo), estás melhor assim ou faz-te falta os braços dele?

Não posso contar para o que isto é mas, se tiveres algo a dizer sobre este assunto, envia-me um e-mail com os teus dados e eu explico-te melhor.

Obrigada!

blogmumstheboss@gmail.com

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