Robots e comentarios

19.2.13
Gente gira desta blogosfera,

Ja reparei que virou moda esta coisa de provarmos que nao somos robots quando comentamos. Por mim tudo bem. Mas começo a chatear-me, sobretudo quando me dizem que foi mal escrito ( a maior parte das vezes escrevo do telemovel!)
Quando é que se deixam disso? É que depois de comentar e aquilo nao funcionar, nao me apetece voltar a escrever ou comentar de novo. E nao devo ser do eu...

Você é linda....

18.2.13
Para todas as mamãs. As que já o são, as que o serão, mais cedo ou mais tarde :)

Lembra-te sempre: és linda, no matter what!




Você é linda
E sabe viver
Você me faz feliz
Esta canção é só pra dizer
E diz
Você é linda
Mais que demais
Você é linda sim

Eu sei de tudo… mas ainda não posso contar

18.2.13


Segunda-feira #30 André 'À Paisana'

18.2.13
Diz que é uma espécie de 'daddy blog'. 
O que eu sei é que é um blogue que me faz rir e que me põe bem disposta! É bom ver as coisas por outra perspectiva. Ainda bem que há mais pais a escreverem! Faz bem! 
Ladies and Gentlemen, este é o André do À Paisana! Muito obrigada, André! Beijinhos ao Mexicano ;)






Petit bout de choux

17.2.13
Que nomes usas para falares dos teus filhos?
Eu chamo muitas coisas! Coisa boa , menino da mamã, texugo, caramelo e por aí... E tu?

#31

15.2.13

Do baptismo...

15.2.13




ou o que é ser-se mãe de um rapaz...

Here comes the Sun Coisas Simples para gente gira

15.2.13


A Mafalda, da Here comes the sun Coisas Simples para Gente Gira é um doce!
Enviou-me três mimos por ocasião do nascimento do mais novo. Lindos, não achas?
O trabalho dela é mimoso, toda ela é doçura. E agora que arranca em força e decidida a fazer disto vida, criou uma nova página no Facebook para divulgar o seu trabalho. Havia outra página mas esta é aquela que inaugura esta nova fase.
Muito obrigada, Mafalda!


AQUI

De quem é a culpa???

14.2.13
Oh meu Deus! 
Nao sei se posso pôr as culpas nas hormonas ou na falta de horas de sono dos últimos dias (noites) mas a verdade é que cometi uma falha enorme!!! 
Um dos meus blogues favoritos, escrito por uma miúda sofisticada e inteligentíssima e que para mim representa o Cup of Jo português... e eu nao lhe pergunto as 10 coisas de que gosta mais e menos?? Minha querida ML, das-me a honra? Mil desculpas... !

Um beijinho !

Trocoscópio

14.2.13
Sugestão do Planeta Zorp.
Quero este livro também!!


Da Mudança e do desafio Berra-me baixo!

14.2.13
É no final do ano que começamos a pensar nas resoluções que queremos empreender no ano novo que se aproxima.E, por coincidência, foi no final de 2012 que confirmei um feeling que tinha. É que se por um lado é verdade que as sapatadas e palmadas, como forma de punição estão a ser eliminadas,  por outro verifiquei que os berros são a nova palmada! E que quanto mais um pai ou uma mãe berra, mais angustiado fica. A verdade é que muitos não querem fazê-lo, não gostam disso mas não sabem como parar e, mais do que tudo, perguntam-se como é que poderão impôr limites aos seus filhos de outra forma – mas isto é tema para outra crónica.
Mais do que explicar ou fundamentar teorias, muitas vezes o ideal é passarmos pelos processos por forma a vivermos as situações.

E por isso mesmo decidi lançar o desafio do ‘Berra-me baixo’, que teve início a 1 de Janeiro deste ano. Os estudos provam que para mudarmos o nosso comportamento, necessitamos de aproximadamente 21 dias. Isso quer dizer que nesses 21 dias tomamos, a todos os momentos, a decisão de escolher uma atitude diferente daquela que normalmente escolhemos. Durante 21 dias estamos centrados na missão de fazer diferente, de fazer melhor. Por isso, este desafio dura um mês – dura os 31 dias de Janeiro – assegurando uma maior taxa de sucesso de quem participa. Durante 31 dias,  as atitudes transformam-se, pouco a pouco, em comportamento.
Quando queremos mudar um comportamento nosso, só há uma forma de o fazer. É fazendo. Não é racionalizando, não é pensando ‘ah e tal, eu da próxima vou fazer assim e assado.’ Não senhor. É fazendo. Já! Não há outra forma. A disciplina ajuda nos primeiros tempos mas não nos leva muito longe. O segredo está em fazê-lo todos os dias. Tal como lavar os dentes. Quando os nossos filhos começaram a lavar os dentes, tivemos de os ensinar, de lembrar constantemente dessa tarefa. E, de um dia para o outro, estão a fazê-lo sozinho. Não tem a ver com disciplina ou força de vontade. Tem a ver com hábito. E o hábito faz o monge, não é?
E a verdade é que ao fim da primeira semana todos os participantes perceberam que afinal têm mais auto-domínio e que conseguem controlar, na maior parte das situações, os seus berros.
A verdade é que no final da segunda semana todos os participantes perceberam que gritam mais quando estão cansados, com menos paciência.
A verdade é que o grosso dos participantes percebeu que se falar com calma, explicar as coisas (uma ou duas ou até três vezes), os filhos fazem aquilo que lhes é pedido sem guerras.
A verdade é que o grande objectivo deste desafio – ‘melhorar relações – está mesmo a ser alcançado.
Há uma história que diz que berramos uns com os outros porque por vezes os nossos corações afastam-se e por isso temos de falar mais alto para nos ouvirmos melhor.
A ideia é que os corações se mantenham juntos e próximos. E quando se berra baixo as coisas ficam muito mais fáceis! 

Publicado originalmente a 21.02.2013 no Portal dobebe.com 

O minimalismo, o meu tipo de vida ideal e ser egoísta!

13.2.13
Original publicado AQUI

A vida simples de pessoas reais: Magda

Ora aqui temos uma nova rúbrica no blog - a vida simples de pessoas reais. Histórias de leitores que simplificaram as suas vidas e se tornaram mais felizes por isso. A primeira convidada é... a Magda do Mum's the Boss. Obrigada a todos os leitores que têm enviado os seus testemunhos. Se quiseres participar, envia um email para rita.busywoman (at) gmail.com.


in The Busy Woman and the Stripy Cat


O minimalismo, o meu tipo de vida ideal e ser egoísta!

Quando penso no meu tipo de vida ideal, penso num tipo de vida vagaroso, em que há espaço para leituras, para a escrita e para aproveitar os meus. Sem pressas. Sem querer estar onde não estou.

Quando penso nesse tipo de vida ideal, vejo uma casa organizada, com tudo no lugar e com o essencial. E muita madeira, curiosamente. Vejo-me em paz.


Quando penso nesse tipo de vida ideal, oiço risos, música e o som do silêncio também.






Quando penso nesse tipo de vida ideal, sinto o calor, seja da lareira ou do verão. Sinto-me confortável. Serena. Em paz. Sinto-me inteiramente cá, presente. E sem pressas.






Mas a verdade é que até há pouco tempo atrás, estava muito longe dessa minha vida ideal. A verdade é que a resumia muito bem num dos versos do António Variações quando diz


Estou bem


Aonde não estou


Porque eu só estou bem


Aonde eu não vou


Porque eu só estou bem


Aonde não estou

E hoje, ao ouvir de novo esta música, o pé acompanha o ritmo mas há um sorriso superior que diz ‘caramba, já não é nada disto...!’ E agora estou bem e diferente. E sem pressas. E quanto mais caminho em direcção a uma vida onde aplico uma imensidão de princípios minimalistas, mais percebo que me aproximo desse tipo de vida que tanto desejo e ambiciono. Estou a fazer o caminho – o mais importante do processo é sempre o caminho!


Hoje olho para aquelas pessoas que correm e que nunca têm tempo para nada com alguma compaixão porque ainda não perceberam que a vida pode ser muito melhor, muito diferente. É lógico que há períodos em que damos o nosso máximo, trabalhamos muito mais e corremos como se não fosse haver amanhã. Mas lá está, isso são fases. A vida, aquela que eu vejo como ideal, não tem nem pode ser assim.


Hoje sei que quando corria como corria, queria provar alguma coisa. A mim e aos outros. Sim, adorava o que fazia! Tanto adorava que tirava férias para fazer cursos e aperfeiçoar-me... Mas usar todas as férias para isso? É um bocadinho insane mas, lá está, fazia parte de um processo para chegar a essa conclusão. E também foi o caminho que tracei e que me fez chegar onde estou hoje.


É bom desacelerar. É fabuloso perceber que fico feliz com uma lareira e um livro, música e uma boa companhia. É fabuloso deixar-me dormir a sesta sem ter de ir fazer A, B ou C.

Porque ser minimalista é isso também: é dizer não, é por-se primeiro em muitas circunstâncias e é saborear o presente, sem ansiedades ou angústias.

E um dos passos principais para ser mais feliz é pôr-me à frente de todos os outros e tratar de mim e da minha felicidade. Se todos, sem excepção fizessemos isto, o mundo seria de certeza um sítio bem melhor. Porque quanto mais felizes somos, mais temos disponibilidade para fazermos os outros felizes. Mais damos de nós para fazermos o bem. E menos chateamos. E são as pequenas e ‘insignificantes’ chatices que temos no dia-a-dia que nos moem, que nos consomem: a nossa incapacidade em dizermos ‘não’, a nossa falta de treino em competências assertivas, o nosso medo que os céus e os santos e os deuses nos castiguem por querermos ser mais felizes e melhores. Pior! Acreditamos que precisamos de mais um creme ou de mais uma camisola ou de mais um pack qualquer e vivemos numa ansiedade brutal sem necessidade.

E então como é que eu faço para reduzir estes pensamentos, esta minha crença onde supostamente necessito de muito? A Francine Jay diz no seu livro ‘The Joy of less’ que devemos reduzir e destralhar (crédito da palavra para a Rita!), em primeiro lugar. Ok, nada de novo. Mas ela acrescenta que quanto mais temos à nossa frente (ou solicitações), mais o cérebro tem de processar essa info no ‘andar de cima’ e enquanto a processa, pouco sobra para tratar outro tipo de informação ou para ficar com a cabecinha em descanso.

Se o teu tipo de vida ideal é parecido com o meu, inicia o processo. Vais perceber que a dada altura entras no ponto do não retorno. Aproveita este início de ano para dares uma boa reviravolta na tua vida. Fala quem já esteve num dos lados e agora adora a sensação de plenitude e de paz que vive! Vai por mim!


Magda AKA Mum's the Boss

A few of my favorite things...

11.2.13



A Mariana do blogue Tia Cocas e a Ana Lemos do Cacomae (By the way, vais manter o nome do blogue ou vais actualizá-lo?) lançaram-me um desafio - desafio este lançado pela Olga do blogue O Rei vai nu e aqui ficam o top 10 mais do + e do -


10 coisas que gosto

1.     Estar no presente e ser autêntica
2.     ‘me time’
3.     crepes
4.     ter (muito) tempo para ler e para escrever
5.     falar outras línguas
6.     organizar a minha casa
7.     dormir de pernas entrelaçadas
8.     estar e sentir-me em forma (física e mental)
9.     acordar cedo
10. dormir

10 coisas que nao gosto

1.     gente que estaciona em cima do passeio, faz inversões de marcha onde não deve, enfim, gente pouco cívica
2.     gente que fala alto
3.     atrasos
4.     doer-me qualquer coisa
5.     coisas que não funcionam
6.     barulho desnecessário
7.     auto-comiseração
8.     desarrumação
9.     adiar
10.  pessoas que atendem sempre o telemóvel, sem respeitarem aqueles que estão pessoalmente com eles.

Como não posso quebrar a corrente, lanço-a à Melancia, à Ana Alvarenga e à Dadinha, ao Planeta Zorp, ao Paisana, ao João dos filhos dos outros e à Rita Busy Woman.

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