WORKSHOP ALGARVE
31.1.13
Gente gira do meu coração,
eu tenho vontade, mas mesmo muita vontade de ir até ao Algarve com esta formação.
Se também tens vontade em assistir, envia-me a tua manifestação de interesse. Clica neste LINK ou envia um e-mail para info@parentalidadepositiva.com
O livro negro das cores
31.1.13
Já aqui falei deste blogue, o Planeta Zorp.
E este é mesmo um blogue a não perder, sobretudo para quem gosta de livros e deseja partilhar esse gosto com os filhos.
A Alexandra vai começar a publicar, com uma regularidade mais ou menos semanal, uma lista dos seus livros favoritos. Mas vai mais longe, não fosse ela especialista nesta área - vai explicar-te porque é que aquele livro vale mesmo a pena.
E vai começar por este, O livro negro das cores.
"É um daqueles livros excelente para as crianças perceberem, desde muito cedo, que nem todos são iguais!
É uma aventura a preto, no mundo das cores! "
E eu faço questão de, semanalmente, redireccionar-te para o blogue dela porque adoro livros e estou a adorar o Planeta Zorp!
Inspiração do dia #15
31.1.13
WORKSHOPS 2013 - A Arte e a Ciência de Educar Crianças Felizes
30.1.13
Caso tenhas interesse em participar e | ou receber mais infos, clica neste LINK ou envia um e-mail para info@parentalidadepositiva.com
Sem recompensas ou punições
30.1.13
Ser um Humanista significa comportar-se decentemente sem ter a expectativa que se vai ser recompensado ou punido quando se morrer.
Kurt Vonnegut
'O' bolo de laranja
29.1.13
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| Foto igualzinha ao meu bolo que está agora no forno!! |
Todos temos memórias sensoriais. Ou um cheiro, ou um som/música, ou o toque ou o sabor de qualquer coisa...
Há dias pedi à minha mãe a receita do bolo de laranja dela- entenda-se 'O' bolo de laranja. Era o bolo que ela fazia (e faz) sempre que havia uma ocasião para se celebrar. Um aniversário (então aqui era certinho direitinho), Natal, e aos Sábados, quando lhe apetecia. Na cozinha a minha mãe nunca ofi de inovar ou tão pouco de arriscar. Lembro-me muito bem do som do raspar da laranja, da batedeira. Mas do que eu me lembro mesmo mas mesmo bem é do sabor da massa.
Hoje fiz esse bolo - não foi a primeira vez, mas tirei a tarde para saborear o tempo - e voltei ao passado como nunca antes me tinha acontecido.
Logo à noite vamos comer 'O' bolo de laranja, à sobremesa. E eu certamente vou voltar à infância.
São coisas destas que eu gosto de partilhar com a infância da minha filha. Infância com infância.
Da próxima vez que fizer 'O' bolo, só há uma coisa que faço diferente da que eu fiz hoje - coloco-o numa forma redonda! Porque o original é servido assim, e com açucar em pó, por cima. Há coisas que não devem ser inovadas ou alteradas. 'O' bolo é uma delas.
Gostava tanto de saber o que é que tu também partilhas da tua infância com os teus - Infância com infância!
Kitschnet
29.1.13
Porque gosto de andorinhas, e isso é kitsch, porque gosto de louça da avó, e isso é kitsch, porque gosto de me ligar à world wide web e isso é net, porque adoro a minha rede de amigos, e isso é net, porque gosto de cozinhar e isso é :KITSCHNET!
Patrícia, criadora da Kitschnet
A mudança e o desafio Berra-me baixo
29.1.13
O desafio 'Berra-me baixo' está mesmo a terminar. Estamos a 2 dias dos 31 dias e o feedback e os resultados são mais que extraordinários.
Houve pessoas que assumiram publicamente o desafio, outras que o fizeram de forma mais discreta. O que é importante no entanto é o resultado final - a tua capacidade em gerires as tuas emoções, em melhorares relações e em usares e criares novas estratégias para conseguires aquilo que queres sem... berrar!
E porque as coisas boas são para repetir, há novo o Desafio Berra-me baixo em Março. Vamos espalhar a palavra? Aproveita Fevereiro para começares a treinar.
Este desafio é um desafio sobre mudança. Deixo-te por isso o texto que escrevi a propósito no portal dobebe.com Porque, na verdade, este desafio é mesmo sobre mudança.
E por isso mesmo decidi lançar o desafio do ‘Berra-me baixo’, que teve início a 1 de Janeiro deste ano. Os estudos provam que para mudarmos o nosso comportamento, necessitamos de aproximadamente 21 dias. Isso quer dizer que nesses 21 dias tomamos, a todos os momentos, a decisão de escolher uma atitude diferente daquela que normalmente escolhemos. Durante 21 dias estamos centrados na missão de fazer diferente, de fazer melhor. Por isso, este desafio dura um mês – dura os 31 dias de Janeiro – assegurando uma maior taxa de sucesso de quem participa. Durante 31 dias, as atitudes transformam-se, pouco a pouco, em comportamento.
Houve pessoas que assumiram publicamente o desafio, outras que o fizeram de forma mais discreta. O que é importante no entanto é o resultado final - a tua capacidade em gerires as tuas emoções, em melhorares relações e em usares e criares novas estratégias para conseguires aquilo que queres sem... berrar!
E porque as coisas boas são para repetir, há novo o Desafio Berra-me baixo em Março. Vamos espalhar a palavra? Aproveita Fevereiro para começares a treinar.
Este desafio é um desafio sobre mudança. Deixo-te por isso o texto que escrevi a propósito no portal dobebe.com Porque, na verdade, este desafio é mesmo sobre mudança.
É no final do ano que começamos a pensar nas resoluções que queremos empreender no ano novo que se aproxima.E, por coincidência, foi no final de 2012 que confirmei um feeling que tinha. É que se por um lado é verdade que as sapatadas e palmadas, como forma de punição estão a ser eliminadas, por outro verifiquei que os berros são a nova palmada! E que quanto mais um pai ou uma mãe berra, mais angustiado fica. A verdade é que muitos não querem fazê-lo, não gostam disso mas não sabem como parar e, mais do que tudo, perguntam-se como é que poderão impôr limites aos seus filhos de outra forma – mas isto é tema para outra crónica.
Mais do que explicar ou fundamentar teorias, muitas vezes o ideal é passarmos pelos processos por forma a vivermos as situações.
E por isso mesmo decidi lançar o desafio do ‘Berra-me baixo’, que teve início a 1 de Janeiro deste ano. Os estudos provam que para mudarmos o nosso comportamento, necessitamos de aproximadamente 21 dias. Isso quer dizer que nesses 21 dias tomamos, a todos os momentos, a decisão de escolher uma atitude diferente daquela que normalmente escolhemos. Durante 21 dias estamos centrados na missão de fazer diferente, de fazer melhor. Por isso, este desafio dura um mês – dura os 31 dias de Janeiro – assegurando uma maior taxa de sucesso de quem participa. Durante 31 dias, as atitudes transformam-se, pouco a pouco, em comportamento.
Quando queremos mudar um comportamento nosso, só há uma forma de o fazer. É fazendo. Não é racionalizando, não é pensando ‘ah e tal, eu da próxima vou fazer assim e assado.’ Não senhor. É fazendo. Já! Não há outra forma. A disciplina ajuda nos primeiros tempos mas não nos leva muito longe. O segredo está em fazê-lo todos os dias. Tal como lavar os dentes. Quando os nossos filhos começaram a lavar os dentes, tivemos de os ensinar, de lembrar constantemente dessa tarefa. E, de um dia para o outro, estão a fazê-lo sozinho. Não tem a ver com disciplina ou força de vontade. Tem a ver com hábito. E o hábito faz o monge, não é?
E a verdade é que ao fim da primeira semana todos os participantes perceberam que afinal têm mais auto-domínio e que conseguem controlar, na maior parte das situações, os seus berros.
A verdade é que no final da segunda semana todos os participantes perceberam que gritam mais quando estão cansados, com menos paciência.
A verdade é que o grosso dos participantes percebeu que se falar com calma, explicar as coisas (uma ou duas ou até três vezes), os filhos fazem aquilo que lhes é pedido sem guerras.
A verdade é que o grande objectivo deste desafio – ‘melhorar relações – está mesmo a ser alcançado.
Há uma história que diz que berramos uns com os outros porque por vezes os nossos corações afastam-se e por isso temos de falar mais alto para nos ouvirmos melhor.
A ideia é que os corações se mantenham juntos e próximos. E quando se berra baixo as coisas ficam muito mais fáceis!
Originalmente publicado AQUI.
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Inspiração do dia #13
29.1.13
Se andas neste mundo, deixa alguma coisa gira feita, criada ou modifica. Mas para melhor. Deixa a tua marca. A tua vida tem valor, não passes por ela sem deixares um legado. Nem que sejam sensações boas nos outros.
Já conheces o Projecto Amèlie? Inspira-te nele!
Já conheces o Projecto Amèlie? Inspira-te nele!
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PARENTALIDADE POSITIVA NA PAIS & FILHOS
28.1.13
Estive à conversa com a Pais&Filhos. Falámos sobre Parentalidade Positiva e Coaching Parental. Tudo, na edição deste mês - 4 páginas onde se explica tudo tim-tim por tim-tim', com direito a testemunhos de quem já faz disto uma filosofia de vida.
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A felicidade, a necessidade de ser ser elogiado, bajulado e as estrelinhas
28.1.13
Há umas semanas atrás escrevi um post sobre a moda do feedback positivo e das estrelinhas and so on, aplicada aos nossos filhos. Explicava que este tipo de metodologia ou estratégia deve ser utilizada com parcimónia e de forma inteligente e não porque está na moda e porque lemos e ouvimos que sim, que devemos fazê-lo a cada oportunidade. A ideia do post foi, como todos os posts que aqui escrevo, oferecer-te uma nova forma de ver as coisas para que possas reflectir sobre o assunto.
Hoje falo para ti, adult@ que és. Se acima somos nós que oferecemos esses elogios, hoje falo-te dos elogios que recebemos e dos quais somos dependentes (umas pessoas mais que outras).
Numa entrevista que lhe fizeram, a Gretchen Rubbin diz que decidiu não viver dependente dos elogios que lhe podiam tecer. A decisão tinha sido adiada durante muito tempo e ela sabia o quanto precisava de melhorar isso na sua forma de ser. Sabia também que a missão era difícil... mas nunca imaginou que seria tão dura. Diz que nunca imaginou que pudesse sentir-se tão furiosa ou magoada ou até ignorada por não lhe dizerem que ela ela era boa e que gostavam dela.
E então, uma das estratégias que decidiu utilizar foi lembrar-se, sempre que se sentisse daquela forma, de uma frase da Sta. Teresa de Lisieux que dizia que 'Quem ama, não mede'. Ou seja, quando amamos alguém, o que fazemos, damos sem esperar retorno. É a ideia do amor incondicional. Se esperamos nem que seja um pequeno 'obrigado' então já não é incondicional (mis-à-part a questão da boa educação, claro!).
A Gretchen diz que decidiu fazê-lo por ela, pela sua missão na vida. E acrescentou que não quer ter de pontuar, de amuar ou até de se sentir traída e de andar a pedinchar feedback positivo ao marido, filhas, editores e leitores, o que revelaria uma auto-estima baixa e uma necessidade de controlar tudo e todos...
Afinal de contas, a questão é com ela e não com os outros.
Decidiu fazê-lo por ela...
Inspiração do dia #12
28.1.13
Ainda a propósito do post "Pais que somos, todos poderosos"
27.1.13
"Mas quanto mais leio, com mais dúvidas fico com o que devo ou não fazer! Dou sempre por mim a pensar se estarei a fazer isto bem, isto é correcto? devo fazer isto?! Tenho um filho com 1 aninho e descobri o blog à pouco tempo e estou a adorar... mas estou a ficar com tantas dúvidas.....!"
Comentário no post
Céus... Isto é tudo tão complexo. Eu deixo rolar a espontaneidade...
Comentário no Facebook
Estes dois comentários foram deixados há pouco, a propósito do post Pais que somos, todos poderosos.
Vamos lá por pontos:
1) Pleaaaaase! Vamos ser espontâneas, au-tên-ti-cas! Quanto mais não seja porque se não o formos, tudo soa a falso! Sejamos quem somos, in the first place.
2) Comportamento gera comportamento. É elementar e já sabemos disso. Aliás, o Desafio Berra-me baixo é o reflexo disso mesmo. Lê AQUI o feedback que algumas participantes foram deixando publicamente - a constatação é brutal!
3) É claro que eu tenho o direito de estar de mau humor. É claro que por vezes atiro coisas à bruta ou bato com uma porta ou mando uma resposta 'torta'. So what? Sou humana, certo?
O problema aparece quando sistematicamente opto por um tipo de linguagem ou comportamento que é mais castrador ou punitivo. O problema surge quando não penso no assunto. O problema surge quando digo que o meu filho é feio quando na verdade o que é feio foi a acção que ele teve. É tão diferente dizer 'então? Nós não batemos, isso magoa. O que é que se passa?' ou dizer 'Mau, que menino feio e mau!'.
No primeiro a acção é que é condenável. No segundo estou a atribuir ao meu filho uma característica.
4) O homem é um ser social, constrói-se também com base naquilo que os outros dizem de si, pela sua noção de contar e ser importante. Sim, é verdade que há pessoas que tiveram uma infância difícil (lixada mesmo!) e que são casos de sucesso. A questão é: como é a paz interior que vivem? como é a sua auto-imagem?
5) Quebrar com anos de pensamentos diferentes destes, relacionados com a filosofia da Parentalidade Positiva é difícil mas não é impossível. Demora o seu tempo, é uma aprendizagem e não diz apenas respeito à nossa relação com os nossos filhos. Diz respeito a uma forma de estar com as pessoas e connosco também.
6) Vive, sê espontânea. Se hoje não saiu bem, não faz mal. Amanhã emendas e sairá mais próximo do que desejas.
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