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Mais um vídeo cheio de conteúdo! | Porto Canal
27.10.15
A ideia de partilhar estes vídeos contigo é passar-te conhecimento. Neste falamos sobre porque razão a palmada e o castigo não funcionam e o que fazer em vez disso.
Sobre a qualidade dos programas de TV e da qualidade da música que damos aos nossos filhos
18.8.15
De há uns tempos para cá tenho falado, frequentemente, sobre a qualidade dos programas que oferecemos aos nossos filhos. Se segues este blogue, sabes que cá em casa não existe, há pelo quase 7 anos, canais de TV. Foi uma coincidência terem falhado numa altura em que pouco ou nada víamos e por isso, uns anos mais tarde, assumimos que o 'logo se vê' ia mesmo passar ao assumido 'não temos'.
Sim, temos televisor, e sim, vemos filmes e desenhos animados. Somos nós que fazemos essa gestão - e por isso é muito comum a TV estar desligada semanas a fio.
Há uns tempos perguntaram-me como fazia porque não tinha TV. Respondi 'eu pergunto-me é como é que as famílias fazem com TV. Eu já considero que temos pouco tempo em família - se a TV ficasse ligada, então não sei como seria'.
Pessoalmente, e pelo pouco que vejo (avaliação feita pelo pouco que vejo!!) não considero que, na generalidade, haja programas de interesse. Há alguns, sim, mas não que justifiquem parar a minha rotina diária ou subscrever um canal cabo para os ver. É muito possível que, à semelhança de alguns, possas ver esta nossa decisão e estilo de vida como algo fundamentalista. Eu vejo como profundo desinteresse pelo que nos é oferecido. Como te disse, vemos TV.
Os desenhos animados não promovem as diferenças, são demasiado barulhentos, com vozes que me fazem querer cortar o som. Não sei onde fomos buscar esta ideia que é necessário falar alto e de forma histérica para ter a atenção das crianças.
A música infantil também vai pelo mesmo caminho - e quando queremos escolher a nossa banda sonora, a que nos acompanha durante as férias, as escolhas ou vão para o lado dos clássicos e grandes como os Beatles (receio que se não lhes mostrarmos estes clássicos ele vão passar ao lado de muita coisa boa que se fez) ou para música nossa, como Feist, Air, Amadou et Mariam ou alguns dos projectos do Damon Albarn. Não é porque são crianças que temos de lhes oferecer material infantil se este é de má qualidade. Por outro lado, gosto da ideia de partilhar com os nossos filhos os nossos gostos - livros, poesia, música - e de lhes contarmos as histórias: as nossas - como é que descobrimos aquele autor, o que mais gostamos na voz daquele cantor ou do estilo daquele compositor.
Também gostamos muito de histórias contadas (bem contadas, sem vozes estridentes e que não pareçam tratar os miúdos como pessoas diminuídas) e cantadas.
E tu, qual é a tua banda sonora? Escolhes com os teus filhos?
E a gestão da TV, como fazes isso?
Costumas ver TV à hora do jantar? E depois do jantar também?
Como fazes para teres tempo de qualidade, em família?
A propósito, podes reler este artigo Crianças Zombies, publicado originalmente na Maria Capaz e que espelha a realidade dos ecrans e das famílias.
Sim, temos televisor, e sim, vemos filmes e desenhos animados. Somos nós que fazemos essa gestão - e por isso é muito comum a TV estar desligada semanas a fio.
Há uns tempos perguntaram-me como fazia porque não tinha TV. Respondi 'eu pergunto-me é como é que as famílias fazem com TV. Eu já considero que temos pouco tempo em família - se a TV ficasse ligada, então não sei como seria'.
Pessoalmente, e pelo pouco que vejo (avaliação feita pelo pouco que vejo!!) não considero que, na generalidade, haja programas de interesse. Há alguns, sim, mas não que justifiquem parar a minha rotina diária ou subscrever um canal cabo para os ver. É muito possível que, à semelhança de alguns, possas ver esta nossa decisão e estilo de vida como algo fundamentalista. Eu vejo como profundo desinteresse pelo que nos é oferecido. Como te disse, vemos TV.
A música infantil também vai pelo mesmo caminho - e quando queremos escolher a nossa banda sonora, a que nos acompanha durante as férias, as escolhas ou vão para o lado dos clássicos e grandes como os Beatles (receio que se não lhes mostrarmos estes clássicos ele vão passar ao lado de muita coisa boa que se fez) ou para música nossa, como Feist, Air, Amadou et Mariam ou alguns dos projectos do Damon Albarn. Não é porque são crianças que temos de lhes oferecer material infantil se este é de má qualidade. Por outro lado, gosto da ideia de partilhar com os nossos filhos os nossos gostos - livros, poesia, música - e de lhes contarmos as histórias: as nossas - como é que descobrimos aquele autor, o que mais gostamos na voz daquele cantor ou do estilo daquele compositor.
Também gostamos muito de histórias contadas (bem contadas, sem vozes estridentes e que não pareçam tratar os miúdos como pessoas diminuídas) e cantadas.
E tu, qual é a tua banda sonora? Escolhes com os teus filhos?
E a gestão da TV, como fazes isso?
Costumas ver TV à hora do jantar? E depois do jantar também?
Como fazes para teres tempo de qualidade, em família?
A propósito, podes reler este artigo Crianças Zombies, publicado originalmente na Maria Capaz e que espelha a realidade dos ecrans e das famílias.
Televisão, Internet,& Cia, Lda
29.4.14
Não tenho nada contra a
televisão, como já disse num post escrito no ano passado [e quando encontrar o
link coloco aqui].
Não tenho absolutamente nada contra a Internet. Aliás, tenho um blogue [o meu primeiro blogue nasceu há quase 10 anos - 2005] e por isso não vou dizer mal disto. Seria cínico e falso.
Tenho tudo contra coisas em excesso - o uso da Internet que mata relações e tira a realidade do real.
Há uns anos atrás lembro-me de ter feito um trabalho na escola sobre uma cena trágica que tinha acontecido em Inglaterra. 2 miúdos tinham matado um outro, mais pequeno do que eles, porque achavam que o miúdo não podia morrer - porque nos desenhos animados que eles viam e nos jogos que jogavam, os bonecos morriam mas depois ressuscitavam. Nunca mais apaguei esta notícia da minha cabeça. É uma notícia muito assustadora e que tem já uns 20 anos. Conclusão: há putos (já havia há 20 anos) que não sabem nem conseguem distinguir o real da ficção. Sórdido, mau, assustador.
Nós nao temos televisão. Como já disse em muitas ocasiões, temos televisor. Eu não quero ter canais de televisão. Não sou hippie, não sou de esquerda, não é uma moda. Não vale a pena haver pré-conceitos ou ideias feitas. A verdade é só uma: queremos usar o nosso tempo noutras coisas. Sou uma pessoa normal que não lhe dá valor (aliás, sempre menosprezei o tempo passado em frente à TV) mas sei que fico colada a ela, quando os programas são bons. Sei que se for utilizada de forma inteligente só tem vantagens. Mas, ainda assim, continuo totalmente contra ter canais, cá em casa. Vemos um filme, um desenho animado volta e meia mas construímos relações com música com fundo. Se eu acho que já temos pouco tempo ‘útil’ em família, que seria se houvesse TV.
E depois há os tablets e os telemóveis. Nada contra - tudo com equilíbrio.
Felizmente há pessoas a trabalharem a sério nestas áreas e a dizerem que se então isto é o futuro, pais e filhos devem falar a mesma linguagem. Devem enviar sms uns aos outros e contarem o que lhes aconteceu numa pesquisa, num chat qualquer - quanto mais hábitos houver em falar sobre estas coisas, melhor.
E depois há tabelas indicativas como esta. E quando olho em frente vejo um puto de 5 anos agarrado a um tablet...
Dá um salto a este link. Pensa nisto:
O modo em que as crianças são criadas e educadas com a tecnologia deixou de ser sustentável (Rowan 2010). As crianças são nosso futuro, mas não há futuro para crianças que fazem uso excessivo de tecnologia. É necessária e urgente uma abordagem de equipe para reduzir o uso de tecnologia pelas crianças.
Não tenho absolutamente nada contra a Internet. Aliás, tenho um blogue [o meu primeiro blogue nasceu há quase 10 anos - 2005] e por isso não vou dizer mal disto. Seria cínico e falso.
Tenho tudo contra coisas em excesso - o uso da Internet que mata relações e tira a realidade do real.
Há uns anos atrás lembro-me de ter feito um trabalho na escola sobre uma cena trágica que tinha acontecido em Inglaterra. 2 miúdos tinham matado um outro, mais pequeno do que eles, porque achavam que o miúdo não podia morrer - porque nos desenhos animados que eles viam e nos jogos que jogavam, os bonecos morriam mas depois ressuscitavam. Nunca mais apaguei esta notícia da minha cabeça. É uma notícia muito assustadora e que tem já uns 20 anos. Conclusão: há putos (já havia há 20 anos) que não sabem nem conseguem distinguir o real da ficção. Sórdido, mau, assustador.
Nós nao temos televisão. Como já disse em muitas ocasiões, temos televisor. Eu não quero ter canais de televisão. Não sou hippie, não sou de esquerda, não é uma moda. Não vale a pena haver pré-conceitos ou ideias feitas. A verdade é só uma: queremos usar o nosso tempo noutras coisas. Sou uma pessoa normal que não lhe dá valor (aliás, sempre menosprezei o tempo passado em frente à TV) mas sei que fico colada a ela, quando os programas são bons. Sei que se for utilizada de forma inteligente só tem vantagens. Mas, ainda assim, continuo totalmente contra ter canais, cá em casa. Vemos um filme, um desenho animado volta e meia mas construímos relações com música com fundo. Se eu acho que já temos pouco tempo ‘útil’ em família, que seria se houvesse TV.
E depois há os tablets e os telemóveis. Nada contra - tudo com equilíbrio.
Felizmente há pessoas a trabalharem a sério nestas áreas e a dizerem que se então isto é o futuro, pais e filhos devem falar a mesma linguagem. Devem enviar sms uns aos outros e contarem o que lhes aconteceu numa pesquisa, num chat qualquer - quanto mais hábitos houver em falar sobre estas coisas, melhor.
E depois há tabelas indicativas como esta. E quando olho em frente vejo um puto de 5 anos agarrado a um tablet...
Dá um salto a este link. Pensa nisto:
O modo em que as crianças são criadas e educadas com a tecnologia deixou de ser sustentável (Rowan 2010). As crianças são nosso futuro, mas não há futuro para crianças que fazem uso excessivo de tecnologia. É necessária e urgente uma abordagem de equipe para reduzir o uso de tecnologia pelas crianças.
Amanhã há SIC
19.12.12
Amanhã volto à Sic, para uma conversa com a Conceição Lino no programa Boa tarde.
O tema da conversa?
A birra dos pais! Ah pois é!
É por volta das 4,30.
Ainda à cerca da TV...
18.12.12
Nos próximos dias há um post escrito a duas mãos sobre a TV. Mas este teve mesmo de sair hoje...
Na era da Internet e das plataformas sociais, só é ignorante
quem quer.
Eu escolho sê-lo! E hoje ainda mais. Não preciso de ver o sofrimento.
Não preciso de saber uma série de coisas porque o que é hoje
notícia amanhã já não é. Tenho a certeza que saberei dos aumentos dos IVAs,
tenho a certeza que saberei se voltarmos ao escudo. Tenho a certeza que ouvirei
sobre massacres.
E porra para isso! Não vejo TV. Leio os jornais online, oiço
a TSF para ouvir as notícias. Escolho a maior parte das notícias que leio. Sou eu que clico nelas. Não
são elas que vêm a mim. E hoje li uma parte do massacre de 6ª Feira e não
consegui ler até ao fim. Demasiado descritivo para mim. Sei o que aconteceu,
sei o suficiente para ficar de coração apertado. Para fugir da ideia. Mas é a
realidade, não há como fugir dela.
Não há nada que se possa fazer a não ser continuar com a
vida, da melhor forma possível e fazendo o melhor possível. A Sara, que
entrevistei AQUI e AQUI diz
‘Pode parecer irónico estar a trabalhar com populações que
nem sequer têm a oportunidade de se questionarem sobre os seus sonhos, porque a
primeira e única questão que elas se colocam é como é que vão pôr comida na
mesa e eu estou aqui a pregar que as pessoas deviam ser egoístas e que nós
somos os mestres das nossas vidas. Mas na verdade isso faz com que tenhamos
muito mais a obrigação de irmos atrás da nossa felicidade porque temos esse privilégio
e oportunidade. Porque quando nós somos felizes, então temos a força
suplementar para olharmos mais longe e ajudar os outros a irem atrás da sua
própria felicidade. Ou então
ajudá-los a colocar comida na mesa.’
Porque se cá andamos deve ser para alguma coisa. Aproveitar
enquanto é tempo. E abraçar muito mas muito os nossos pequenos.
Mum's the Boss na Sic - O link
13.8.12
Gente gira do meu coração,
e como o prometido é devido, aqui fica o link da conversa, na Sic, com a Conceição Lino.
e como o prometido é devido, aqui fica o link da conversa, na Sic, com a Conceição Lino.
Mum's the Boss na Sic - Entrevista
8.8.12
Gente gira do meu coração,
a tod@s os que pediram, aqui fica o link da entrevista da passada semana, na Sic.
a tod@s os que pediram, aqui fica o link da entrevista da passada semana, na Sic.
Já foi... :)
4.8.12
Foi muito giro! Desde a viagem de carro com a Ana, até ao encontro com a Carolina (que já conhecia da blogosfera mas nunca lhe tinha posto o olho mesmo em cima), até à simpatia, disponibilidade e bom-humor das pessoas da Sic (sem excepção!) tudo foi mesmo muito bom!
Estou tão, mas tão feliz por ter tido a oportunidade de explicar a muito mais gente o que é isto da parentalidade positiva e que o 'impossível' até é muito possível :)
Estou muito feliz pelo feedback que recebi depois, com os novos leitores que passaram por cá, pelos muitos e-mails e questões colocadas (e que responderei ao longo desta semana) e pelo mimo dos meus amigos e seguidores.
Obrigada a todos! São estes momento que me dão muita mas muita vontade de continuar!
P.S. Conto colocar o link da entrevista aqui na próxima semana ;)
Dizem que...
3.8.12
...é hoje e na Sic e por volta das 4h. E é o quê? É uma conversa sobre Educação e Parentalidade Positiva.
:)
(Programa Boa Tarde, da Conceição Lino)
(Programa Boa Tarde, da Conceição Lino)
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