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Consultório: As birras

17.2.17
Ontem partilhei o estúdio com a Susana Cunha Guimarães e o pediatra Hugo Rodrigues
Estivemos a falar de birras, castigos e palmadas, numa conversa de 30 mnts que pareceram apenas 5.
Aqui fica!

Alínea a) do nr.1 do artigo 152 do nosso código penal

7.7.16


A lei é muito clara.
A alínea a) do nr.1 do artigo 152 do nosso código penal proíbe, desde 2007, a palmada a uma criança. Lhe infligir maus tratos físicos ou psíquicos ou a tratar cruelmente

A minha questão é:

1)Se visses alguém a bater numa criança, no supermercado ou na rua, o que farias?

Não precisas de responder - pensa nisso.

2) Se visses alguém a ir ter com uma mãe ou pai a darem uns açoites numa criança, pararias? Defenderias quem?

Novamente, não precisas de responder - pensa só nisso.

Dói-me mais a mim do que a ele' e outros mitos sobre a palmada. 10 motivos pelos quais a palmada não funciona

11.12.15
Estes são os 4 motivos pelos quais eu não bato nos meus filhos.  Há umas semanas, no Porto Canal, estive à conversa com o Ricardo sobre este so-called-hot-topic. Não que eu considere a palmada um tópico porque, felizmente, sei que estamos a evoluir e, como em tudo numa evolução, estamos a aprender a acertar o passo. Uns dias sendo mais permissivos, noutros menos e noutros muito assertivos. Talvez não numa década mas acredito que vamos evoluir para a fase em que a palmada deixará de ser um tópico porque as pessoas também evoluíram e não a vêem como opção (sobre isto falamos mais abaixo).

1. A palmada só tem uma coisa positiva.
Qual é ela? Funciona no imediato!
As más notícias quais são? É que funciona a curto prazo, ou seja, funciona naquela situação específica e funciona durante pouco tempo. Porquê? Porque vamos percebendo que não é por bater que o nosso filho não vai fazer aquilo que nós não queremos que ele faça. O bater pouco garante. Ele faz, nós batemos e, naquele momento ele pára. Mas continua dali a uma hora, dali a uma semana ou mês.
A má notícia é, portanto, que a palmada não evita o comportamento.

2. Os estudos
Existem muitos estudos que nos provam uma série de coisas acerca da palmada. Um diz-nos que a zona do medo é maior em crianças cujos pais batem (acerca da palmada terapêutica ou sacode o pó, podes ler mais abaixo). Outros estudos dizem que pais que não apanharam quando eram miúdos não têm como opção a palmada porque sentem que isso os desrespeita e desrespeita os filhos. É bom de notar que em lares onde não se usou esta opção, os filhos não a usam mais tarde. Finalmente, comportamento gera comportamento. Qual é que escolhes?

3. Bato em ti porque bateste no teu irmão
Não deixa de ser uma frase irónica e hipócrita. Esta frase ensina que, porque eu sou maior que tu então ‘toma lá que é para aprenderes.’ Ensina então que é a lei do mais forte sobre o mais fraco que é a melhor. Não ensina nada em relação a firmeza e a assertividade - elementos chaves para a construção de uma personalidade segura e que todos os pais desejam que os filhos tenham.

4. Bato em ti porque me pões doida
Devia ser obrigatório todos fazermos alguma formação de desenvolvimento pessoal ou lermos sobre o assunto porque - e embora isto possa parecer estranho - a verdade é que cada um de nós é que escolhe o seu comportamento. O que é que eu quero dizer com isto? Não é a criança que me põe doida. Eu é que não aprendi ainda a gerir as minhas emoções, ainda não aprendi a lidar com as minhas frustrações e, então, rebento e bato. Porque, supostamente, tu me puseste assim… Vale a pena pensar nisto, não vale? Serás tu ou serei eu?

5. Dói-me mais a mim do que a ti
Muitos de nós acreditamos que não é possível educar sem fazer a criança sofrer. E, embora não o queiramos fazer, acreditamos que há alturas em que isso é absolutamente necessário. Quais são essas alturas?

i)A criança precisa de saber que não é ela que manda. ii)A criança precisa de saber obedecer. 

iii) A criança precisa de saber que não pode ter tudo o que quer.

Será? Ou será assim:

i)A criança precisa de saber que tem um adulto que sabe o que está a fazer e que é emocionalmente madura.

ii)A criança precisa de saber que é escutada, que é importante escutar. Nós, adultos, devemos oferecer-lhe as oportunidades para que ela possa cooperar.

iii)A criança precisa de saber que os limites são construtores e servem para assegurar a sua segurança física e emocional.Nós, adultos, precisamos de nos lembrar que o mimo não estraga. O que estraga é a falta de limites.

6. Quanto mais me bates mais eu…
me revolto, afasto de ti, procuro pessoas e influências na justa oposição de quem tu és. É assim com todos, sobretudo com as crianças.

me aninho, me fecho e tenho medo - deixo de pensar por mim, deixo de sentir valor e de me sentir capaz. Torno-me um trapo, submisso, sem vontade e sem capacidade de me encontrar.


7. Desenvolvimento cerebral
Pois é, lá tinham de vir estes estudos - e repara que deixei isto quase para o fim porque qualquer um dos pontos acima são já bastante óbvios. E sim, é verdade que crianças que apanham têm a área do cérebro referente ao medo e aos alarmes maior. Valerá a pena fazer com que os nossos filhos estejam constantemente em estado de alerta, com tudo o que isso acarreta (libertação de mais cortisol, batimentos cardíacos mais elevados, estado de stress constante?).


8. Mas uma palmadinha na hora certa
Se vem mal ao mundo? Pois eu acho que essa não é a questão (mas para isso tens de ler o ponto que se segue). Então se esta palmadinha pequenina, de enxotar o pó é isso mesmo, uma palmadinha que é só para ele ver quem manda, sem intenção de magoar… para que bates? Porque não, em alternativa, agarrar na criança com firmeza (leste firmeza, não é força!) ou tocar nela para a ‘acordar’. Sim, porque na verdade parece que essas palmadas são só uma lembrança para isso mesmo. Acorda. 


9. Mas uma palmadinha na hora certa - versão 2
A questão é: como é que eu me quero ver enquanto pai? Quero ver-me como uma pessoa que soube lidar com as situações próprias do crescimento de uma criança ou como aquela cuja criança era um embaraço? Quero ser fonte de inspiração? Ou quero criar uma relação sem grande significado? Se dá mais trabalho passar a usar a Parentalidade Positiva? Claro que dá porque é uma mudança de mindset. Mas, as boas e maravilhosas notícias são que a mudança se faz, que fica e que, melhor do que tudo, o que vamos colher é extraordinário!


10. Eu até mereci a palmada que recebi!
Quem, no seu perfeito juízo, acha que merece que lhe batam? Ninguém merece ser agredido, sobretudo por aqueles que, supostamente, deveriam proteger, ensinar e direccionar os comportamentos. 

O ideal é sermos corrigidos, ensinados por pais que se sabem gerir. Mas, na falta disso, aceitar ser-se agredido, não pode vir de alguém no seu perfeito juízo.


+1  Sim, isto é tudo muito bonito mas como é que eu faço então, se não uso a palmada?
Sentas-te em frente ao teu computador ou encostas-te para trás um bocadinho com o teu tablet ou telemóvel na mão e lês este blogue e assinas esta newsletter. Depois, recordas que a mudança é um processo e, como em tudo, é algo que acontece de forma gradual, com avanços e recuos. Mas que o objectivo é sempre a melhoria contínua e nunca, nunca, a perfeição!

Se gostaste, partilha! E se queres saber mais ainda, aprender e contagiar outros, clica aqui.



Mais um vídeo cheio de conteúdo! | Porto Canal

27.10.15


A ideia de partilhar estes vídeos contigo é passar-te conhecimento. Neste falamos sobre porque razão a palmada e o castigo não funcionam e o que fazer em vez disso.

Mas é preciso tirar um curso para se educar uma criança? |A Praça | RTP 23 Set 2015 | Programa #3

8.10.15

Podes rever o tema de ontem d'A Praça, aqui neste link

Nunca se falou tanto sobre educação como agora. E há momentos em que parece que não sabemos fazer as coisas tão bem como outros fizeram. Parece que educar se tornou mais difícil e há quem jure, a pés juntos, que os miúdos de hoje são diferentes dos de ontem (eu quase que te juro que o que está diferente é o mundo, que nós não somos as mesmas pessoas que os nossos pais foram e que, justamente por isso, os miúdos só podem ser diferentes - a equação é um pouco diferente).

Então se é preciso tirar-se um curso? 
O que te digo é que seria uma grande pena passar ao lado de estratégias que funcionam e que nos ajudam a lidar com as birras dos miúdos e também com as inseguranças deles (e nossas, já agora) , que promovem a relação e que nos darão mais tempo para saborear a vida familiar.

Mas isto agora parece uma modernice, já não se pode bater nem castigar?
Eu imagino que um pai ou mãe, no seu perfeito juízo, não acorda de manhã a dizer que se o filho o irritar lhe dá um açoite ou o coloca logo de castigo. Estou certa que, antes de atingir o seu limite, se propõe a ter paciência e a gerir a situação de outra forma. Eu sei que a palmada e o castigo funcionam - mas a questão, para mim, vai muito mais longe do que isso. A questão é 'Será que tu queres ir por aí? Será que se conhecesses outras estratégias, muito mais eficientes e menos agressivas, não as utilizarias? É que há formas (testadas e aprovadas) que te ajudam quando o teu filho rebola os olhos, quando ele bate no irmão, quando choraminga sem parar, quando bate e atira as coisas ao chão ou quando te começa a mentir. Há estratégias que restabelecem a ligação familiar, o vínculo e que, acima de tudo, o ajudam a tomar as melhores decisões, responsabilizando-o. A verdade é que tu não vais querer andar atrás do teu filho para teres a certeza que ele faz o que tem de fazer, sob a ameaça do castigo nem da palmada, pois não?


É preciso alguma autoridade em casa, ou não?
Ora bem, os pais são a autoridade na vida dos filhos. Somos nós que decidimos uma série de coisas nas vidas deles e esta autoridade não só é desejada como tem de existir. Talvez te questiones em relação à obediencia - e eu entao pergunto-te se queres filhos mais obedientes ou filhos que cooperem (cooperar significa que é uma decisão livre e que vem do coração) porque se sentem ligados a ti? Filhos que aceitam desligar a televisão e vir pôr a mesa. Filhos que aceitam ouvir a tua opinião mesmo que a tua opinião seja a justa oposição daquilo que eles desejam. Filhos que, acima de tudo, te vêem como uma autoridade justa. Como é que isto se faz? Trabalhando a relação. Querias milagres? Nesta matéria, o milagre é mesmo a relação!

O que é, concretamente, a Educação e a Parentalidade Positiva?


O que é que acontece quando se é demasiado rígido ou demasiado permissivo?
Bom, para isso convido-te a veres o programa da próxima semana!
E podes ver os outros programas n'A Praça, aqui







Quem tem medo da Parentalidade Positiva? [+12 +1 textos inspiradores!]

30.8.15
Todos desejamos o melhor para os nossos filhos: que tenham saúde, que sejam felizes e que sejam crianças educadas, respeitadoras do outro e de si próprias. Que se safem na vida, que sejam assertivas, que saibam procurar a sua felicidade, que se defendam.

Quando os educamos usamos as melhores estratégias que temos à mão: as que aprendemos com quem nos educou e também aquelas que têm mais a ver connosco, com o momento. Fazemos o nosso melhor. E sim, castigar e bater funcionam - como já tantas vezes disse aqui - no imediato. E muito provavelmente é isso que procuramos: que funcione. No imediato. Aliás, a maior parte de nós foi castigado e apanhou uma palmada ou outra dos pais e não veio mal ao mundo. Muitos de nós dirão que os pais até estavam correctos em castigar e bater porque a mensagem passou.

Depois parece existir o outro lado da questão - o lado mais permissivo, o lado em que tudo se permite, seja por falta de firmeza, por cansaço ou sentimento de culpa - e quando tudo se permite, então mais cedo ou mais tarde as coisas vão dar para o torto. Uma educação sem limites é uma educação em que a criança se sente perdida, não se consegue gerir e percebe que os pais, sendo incapazes de lhe colocarem limites [que na verdade são determinantes para que ela cresça em segurança emocional e física] então também são incapazes de a defenderem, o que torna a vida  profundamente angustiante. E quando aprende a viver sem limites e a fazer o que deseja [não porque ela quer mas sim porque foi assim educada] então irá ter muita dificuldade em entender que as regras são absolutamente necessárias ao bem estar e à segurança - não só as dela como às da sociedade em geral.

Simultaneamente, parece haver algum receio na nossa capacidade em educar sem ser à força.
E quando escrevo estas palavras tenho a certeza que haverá leitores que se perguntarão se tento convencer os meus filhos com palavras mansinhas, com muitos pedidos ou com estratégias de convencimento. Se negoceio muito e se cedo outras tantas vezes. No entanto esta não é a questão.

Educar não são apenas ordens que damos aos miúdos que têm de ser inequivocamente aceites.

Educar pressupõe estabelecer uma relação com a criança que, ao sentir-se ligada a nós terá mais vontade de cooperar.

Educar pressupõe também o uso do bom senso, saber escutar, negociar quando for necessário negociar e estabelecer regras claras [da próxima vez que enunciares uma regra, tenta perceber se ela está totalmente clara para a criança e se ela a percebeu direitinha, por exemplo].

Educar pressupõe saber que o nosso papel é liderar e, como tal, esse papel não pode ser posto em causa - em princípio sabemos que estamos a fazer o certo.

Educar pressupões sermos firmes e gentis também - não precisamos de fazer birras nem precisamos de colocar caras de maus, nem de levantar o tom de voz, nem de ameaçar. Na verdade, se normalmente o fazes, é muito possível que os teus filhos já se tenham habituado e já não te escutem. E sim, é natural depois dizeres que já tentaste tudo mas eles não te escutam... :)

Educar sem castigar nem bater não é impossível - e não faz mal se já o fizeste. Mas quero que saibas que é possível QUANDO tens como foco ensinar o teu filho a escolher e a tomar as melhores decisões e comportamentos que o vão beneficiar, ensinando-o a gerir o que ele sente e o que pode fazer com a frustração de não ter a mochila que tanto deseja. Dá trabalho, claro! E se não estás para ter trabalho então claramente esta filosofia não é para ti. Mas ao começares a ler sobre este assunto vais perceber que aquilo que ganhas é uma relação com os teus filhos com ainda maior significado, com ainda mais valor do que aquela que já tens.

Educar com base na Parentalidade Positiva promove a autonomia da criança e uma auto-estima mais segura e portanto ajuda a criança a pensar pela sua cabeça e, aos poucos, a tomar as melhores decisões para si.

A Educação Positiva não é uma educação para fofinhos nem cutchi cutchi.
Quando se educa com base na Parentalidade Positiva diz-se 'não', diz-se 'chega', estabelecem-se limites muito claros MAS percebemos que não são precisos gritos, nem caras de maus nem tão pouco ameças. Zangamo-nos com os nossos filhos? Claro que sim! Como também nos zangamos com outras pessoas.

Educar com base na Parentalidade Positiva NÃO anula o conflito, não aniquila as birras mas dá-nos outras formas de gerirmos essas situações sem que elas se tornem desgastantes, frequentes. Mas 'Eu já lhe disse 4 vezes, já conversei com ele e ele volta sempre à carga', dizes tu. Então clica aqui.

Chego à conclusão que muitos de nós temos tanto receio que os nossos filhos não dêem certo, que tenham problemas, no futuro e também no presente,  por conta de uma suposta falta de educação, que não sofram o suficiente para saberem o quanto a vida custa que, com vontade de ensinar o que realmente é importante, achamos que é mais seguro irmos pelo uso de estratégias mais autoritárias e que, pelo menos connosco, parecem não ter falhado.

No entanto, quando o foco é a criação de uma relação parental com significado, com base nos valores que são importantes para cada família, então é impressionante ver que a cooperação entre pais e filhos se torna muito mais fácil, fluída e feliz. Naturalmente, e para quem está a ler e a descobrir isto pela primeira vez, o receio pode ser grande. Mas o que eu garanto é que não só é possível como é extraordinariamente gratificante.
E, por ser uma filosofia, a mudança não acontece do dia para a noite. Nem o objectivo é a perfeição e sim a melhoria contínua.

Por isso mesmo, e para te ajudar, juntei 12 textos fundamentais a seguir. Boa leitura, bom fim-de-semana e boa entrada em Setembro!

[ah! já conheces o desafio Berra-me Baixo?]

1. As modernices da parentalidade]
2. Birras, castigos e consequências
3. As birras dos pais
4. 10 dicas para praticares a Educação e a Parentalidade Positiva
5. Educação Positiva - como explicar o que é?
6. Tu não mandas em mim!
7. 5 formas para aplicar a Parentalidade Positiva
8. Confundir o bater com o não educar
9. Diferença entre as diferentes educações
10. Levas com a parentalidade positiva em cima!
11. GPS da Educação
12. 4 motivos pelos quais não bato nos meus filhos
+ 1 . A palmada e o castigo são a lei do menor esforço



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Pole Position - I

13.3.12


Gente gira,

está lançada a primeira grande questão sobre parentalidade, educação e felicidade, na página do Facebook, que é onde dá para votar.

O tema de hoje: 'Bater, palmadas e sapatadas'. Passa por lá, vota e, se te apetecer, comenta!
Está renhido, muito renhido entre o 'Não' e o 'Não, mas...'

Hoje é assim #50

11.3.12



Se achas que não, então a pergunta é: pensas que é assim que os teus filhos te respeitarão e farão aquilo que queres que eles façam?

Spanking e Slapping - uma rápida explicação

5.3.12
A propósito dos termos acima, sobre a entrevista que deixei neste post, falei com a Dra. Laura Markham e pedi-lhe que nos clarificasse. Aqui fica a explicação dela:

Both Spanking and Slapping a child is a punishment designed to hurt the child so that he will not do (in the future) the behavior that he is being punished for. 

Spanking consists of hitting the child on the buttocks with an open hand.  Some parents use an object such as a wooden spoon or belt. 

Slapping consists of hitting the child on the face with an open hand. Some parents will also slap other parts of the child's body, such as the child's hand if the child is using it for a purpose the parent does not like, such as grabbing.

Both are acts of violence.  

In the US culture, a slap is usually considered to be evidence that the parent is losing her temper, which is not a good thing.  On the other hand, a spanking is sometimes thought to be a "considered" punishment that is not done when the parent loses her temper, but is done because the child deserves it and it will teach the child.  However, that is of course not true.  If parents wait until they calm down, they will always find a more constructive intervention than a spanking.



Ou seja, spanking é uma palmada. Slapping é um estalo.

Espero ter ajudado!

Hoje é assim #41

7.2.12


A propósito de uma conversa que tive há pouco com a Jennifer, no Facebook...

Em Portugal existe, desde 1999, uma lei que proíbe qualquer tipo de violência contra crianças.

Ainda assim, a verdade é que nisto de nos metermos na educação dos filhos dos outros (tal como nos casamentos) tem muito que se lhe diga.

Ainda assim, a verdade é que sempre ouvímos que uma palmada serve para pôr os putos no sítio.

Ainda assim, a verdade é que muitos de nós até apanhámos num dado momento e garantimos que até nos fez bem.

Ainda assim, a verdade é que por vezes uma boa imagem (neste caso um filme de 36 segundos) valem mais que mil palavras. Por isso convido-te a veres o spot francês. Este spot - e o movimento associado - quer o parlamento francês faça passar uma lei igual à nossa. Se é proíbido bater em adultos, em animais, então também deverá ser proíbido bater numa criança. Soa a violento?

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