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Comprar de forma consciente

25.1.13


Desde que decidi aderir à filosofia minimalista que uma das palavras de ordem é REDUZIR.
Reduzir o tempo, os pensamentos, as coisas.
Reduzir as arrumações - a ideia não é arrumar melhor - a ideia é mesmo ter menos para arrumar.
Reduzir as opções.
Neste post escrevi sobre a angústia das crianças quando vão ao hipermercado com os pais e têm à sua frente 40 marcas de bolachas à escolha. A minha angústia é a mesma... E tentação, também!
Então esta semana andei a experimentar o Continente online. E gostei. Gostei porque eu sou daquelas que dá uso aos talões de desconto mas gostei sobretudo porque faço a minha lista, sento-me em frente ao computador e puxo os artigos pela relação preço/quantidade. E do meu lado esquerdo vou vendo o total a aumentar... E isso faz com que me questione 'preciso mesmo disto ou não?'. Mas há mais! Sabes quando sais das compras e vais a empurrar o teu carrinho e dizes 'bodega, esqueci-me de não sei o quê?'. Se fizeres como eu faço e não fechares logo a compra, podes adicionar os artigos que estão em falta. E se em vez de mandares entregar em casa fores lá levantar, então estás à vontade para adicionar, adicionar e adicionar... não pagas mais por isso... 
Tenho a impressão que vou ficar cliente do online - menos para os legumes e carnes e peixe, como já falei AQUI.
Saio com a noção que comprei o que preciso, não trouxe o que não quero e vi mesmo as melhores opções qualidade preço. É certo que indo à loja vemos os produtos com olhos de ver - e o que eu gosto de lá ir! Mas para as compras 'banais', esta é sem dúvida (pelo menos para mim, pois claro!) a melhor opção.
O próximo passo? Fazer menús semanais! A ver vamos se de facto passo a comprar de forma ainda mais consciente! 
E isto é mesmo um grande boost na minha noção de auto-eficácia e também um exemplo de controlo e não desperdício.


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dos livros que podes (e devias) ler

22.3.12


Em finais de 2010 li um dos livros que mais me ficou na memória! Não pelo carácter literário, mas pelo entusiasmo da escritora em contar um ano seu a fazer coisas que lhe traziam mais felicidade. O livro chama-se Projecto Felicidade e está à venda em todas as livrarias.
Este fim-de-semana, voltei a lembrar-me dela. E porquê? Andamos a fazer um downsizing, cá em casa. Basicamente, a triar e a doar o que já não nos serve e acumula espaço e tempo. Sim tempo! Tempo a arrumar, a limpar, a manter. E espaço mental, também. Mental, dizes tu? Sim, sim! Li no 'The Joy of less', recomendado pela Rita (obrigada!!), que as coisas também ocupam espaço mental e faz sentido. Quando o nosso cérebro nos dá a imagem do objecto, está a processar informação. E poderia estar a processar outra ou a descansar. Mas não! Está a processar aquela coisa.
Vai daí, libertei-me de tanta coisa, mas de tanta coisa, que nem queria acreditar. E lembrei-me de uma frase Gretechen que diz:


O cúmulo do luxo é ter uma gaveta do armário vazia. 

E não é que é mesmo! Eu tenho uma prateleira (não tenho gavetas, no meu armário). E estou desejosa por ter outra... É profundamente libertador e fonte de felicidade. Nós não somos, de facto, o que temos!
E agora que já me libertei do 'grosso', vamos lá partir para esmiuçar o 'fino'. Isto quando começa, é um bichinho a apoderar-se...

❽ Toma o teu tempo_Semana 8 - Projecto Even Happier

23.2.12

Eu sou naturalmente desorganizada mas adoro ordem, o que faz com que tenha períodos ora de muita ordem ora de muito caos (pronto, há um pouco de exagero aqui!)

Ao longo dos anos fui desenvolvendo algumas técnicas que me ajudam a contrariar a minha natureza e, cada vez mais, obrigo-me a fazer pequenas coisas que me simplificam a vida e a tornam visualmente mais ordenada: a cama logo que possível, menus para a semana, lista de compras de supermercado, wish lists*, preparar a roupa e as coisas todas para o dia seguinte.

E porque eu acredito que ter a minha casa organizada e com fácil acesso às coisas me deixa mais tranquila, este verão organizei o roupeiro da minha filha. Assim, de manhã, não andamos à procura daquilo que lhe vou vestir. Aliás, com esta técnica, a minha Miss passou a querer vestir-se sozinha, com a roupa que lhe coloco em cima da cama, logo de manhã (sim, eu sei que podia perguntar-lhe o que lhe apetece levar, bla bla bla. A verdade é que eu também existo e nos dias da semana isso não é exequível).

[A foto abaixo é a foto do armário da minha filha. O suporte vermelho foi comprado no Ikea. Originalmente era onde eu guardava os sapatos de uma estação para a outra (tinha umas gavetas pretas). Tirei as gavetas de tecido e os 5 espaços dão, sem tirar nem pôr, para os 5 dias da semana. Do lado esquerdo, está uma caixa branca onde estão os sapatos dela. Tudo à mão!]

Arrumação por dias da semana!

A Rita também colocou uma dica destas no facebook dela e é vem verdade – preparar as nossas coisas todas para o dia a seguir, ajuda a começar a manhã como ela tem de ser: sem stresses!

Esta semana, o nosso amigo Tal Ben Shahar fala-nos em ‘Tomar o nosso tempo’. Diz ele que nos anos em que ajudou os seus estudantes universitários a elaborar o seu CV, apercebeu-se que, à medida que os anos passavam, todos eles faziam cada vez mais coisas. Resultado? Não saboreavam as coisas, não as aproveitavam.

Na minha vida, também eu tive muitas vezes essa sensação. É avassalador e assustador. Sentia, muitas vezes, que o meu tempo era curto e que tinha tanto que aprender. Corria, corria e não chegava lá. Pior: quando chegava, não saboreava porque já pensava na ‘next big thing’. Até ao dia em que disse basta! Agora quem manda aqui sou eu, ora bolas!

Admito que é um processo lento. As mudanças são para acontecer devagar, são para ficar coladas à pele. E também são difíceis. Dizer ‘não’ é difícil, dizer ‘não preciso disto’ pode chegar a ser doloroso mas também sei que é libertador.

O que fazer então para saborear a vida num mundo que nos obrigada a evoluir a 100 à hora? O Ben-Shahar diz que não existe remédio milagroso. A solução parece então consistir em simplificar a vida e a desacelerar. As boas notícias é que, se fizermos menos, garantimos que essas coisas ficam bem feitas... pois é, ‘depressa e bem, há pouco quem...’

[Hoje deu-me para comer uma maçã bem devagar... até me meteu impressão porque até nisto eu corro...! Corria, corria (passado!) ]

O exercício:

Identifica as actividades que te tomam demasiado tempo e que não te trazem valor acrescentado. Muito facebook? Muita Internet? Muito tempo a arrumar? (Tenho uma amiga que diz que arrumado não é quem arruma e sim quem não desarruma... ;) ).

E que actividades queres ter e que são importantes para ti? Ler, escrever, meditar, namorar, jardinar?

A Rita (ainda e sempre – que inspiração!) colocou um link no seu facebook onde fala de uns senhores que praticam o minimalismo. Dizem eles que deixaram de ter uma ligação à Internet em casa e que a produtividade deles aumentam. Pois... imagino! Alíás, li um dia destes que uma casa organizada e limpa é uma casa sem ligação à Internet ( o que me ri!...)

Eu sei disto há muito tempo e penso que este post deu-me ainda mais coragem para deixar o PC de lado mais vezes... além disso, enquadra-se neste exercício. Nunca saberei, se não tentar, por isso, siga! Começo agorinha mesmo! ;) E tu, estás à espera do quê?



*volto a este tema em breve!

P.S. Obrigada, xtrelinha* por te lembrares ;)

'Random Acts of kindness'_2

22.2.12

No dia a seguir a ter lançado este projecto*, fui sorrida (isto diz-se??) por duas pessoas distintas, na rua.
E sabes que mais? É mesmo terapeutico! É mesmo muito bom!

Então o desafio que te lanço esta semana é: sorri mais! Porque boas coisas acontecem a quem sorri. 
Sorri! Sem medo! 
Sorri! E aposto que te sentirás bem! E imagina na sensação que o outro terá quando vir que tu estás a sorrir para ele ou para ela? Wow! Que poder!!
Sorri! ;)

P.S. Esta semana foi semana de 
1)limpar o meu escritório e doar os dicionários que lá tinha, a quem mais precisava;
2) sorrir mais (já tinha feito este e sei que resulta);
3) Organizar os menus desta e da próxima semana - assim, ando menos stressada, faço comidinha gostosa e boa e ficamos mais aconchegados e felizes? Partilhas desta ideia, também?
4) Brincar mais - com a filha e com as pessoas, em geral. Brincar com a filha é um desafio, porque eu sempre achei que não gostava nem sabia. E, de repente, até começo a gostar... ;) 

E tu?

Less is more #2

29.12.11


Ainda sobre o minimizar, reduzir, criar espaço para novas coisas na vida...
Confesso que não sou uma pessoa muito organizada embora adore tudo no sítio. Desculpo-me com o facto de ter muitas actividades, muitas áreas de intervenção e por ser apaixonada por todas elas. Em minha casa abundam os livros, as folhas, os cadernos e canetas. Não sei viver sem eles  mas tenho resistido melhor à tentação de comprar mais. A verdade é que ainda não chegou o momento de ler tudo ou escrever tudo em digital. Ainda assim, ‘namoro’ blogues, leio-os de fio-a-pavio. É talvez o meu primeiro passo – os blogues são digitais, certo?  Quando ficar totalmente fã, compro um iPad. Até lá, vou lendo pelo PC coisas como ‘As 10 maiores influências do zenhabits’. A explorar, com detalhe!


Rituais #4 - do advento e da organização

29.11.11
marie claire, nº 87 - Novembre-Décembre 2011


Há umas semanas começámos a falar do calendário do advento. É coisas que em casa dos meus pais nunca fizemos, por isso eu nem sabia para o que é que servia. Mas sei bem o que é. E eis que criámos mais uma actividade que, com o passar dos anos vamos chamar "ritual", dos tantos e tantos que temos nesta altura e que te vamos dar a conhecer ao longo destes dias.
Mas voltando ao calendário... Fico maravilhada a olhar para alguns, mais hand-made e a dizer-me que um dia faço uma coisa daquelas. Logo eu, que sou pouco prendada com trabalhos manuais. Mas eu chego lá!
E isto de se querer muito uma coisa tem muito que se lhe diga... Nem de propósito esbarro, no outro dia ,com uma “marie claire idées”. É uma daquelas revistas de decoração giras, com alguns artigos DIY (do it yourself, que é como quem diz ‘faça você mesmo’) e com um calendário do advento de me tirar o fôlego. Coisa mais linda, não é? Sim, é esse mesmo da imagem acima... Comecei a dar voltas à cabeça: como e quando é que vou fazer isto...?
E hoje, nem de propósito de novo (há ou não há coincidências?), lá esbarrei outra vez com um novo calendário do advento. É lindo, simples e faz-se em menos de uma hora. Eu já te tinha dito que a-d-o-r-o o blog da Busy Woman and the Stripy Cat? Que o meu mantra dos últimos tempos é mesmo “Less is more”? Que estou a desfazer-me de uma série de coisas para aumentar a minha felicidade? Que todos os dias faço qualquer coisa ao nível da organização para que o espaço onde vivo, trabalho, conduzo, se tornem espaços onde gosto cada vez mais de estar? Pois é... em parte, a responsabilidade de eu ser assim, é por ter começado a ler este blog há mais de um ano.
Por isso, quando lá vi o calendário dela, disse pra mim: pois é, menina, Keep it Simple and Shinning (método KISS) : e voilá, este vai ser o nosso calendário do advento cá de casa (embora esteja outro a chegar pelo correio cheio de chocolates). O nosso vai ser cheio de actividades giras, músicas and so on, and so on... E depois, vamos ao outro calendário, e comemos o chocolate!
Foto retirada do blog: http://busywomanstripycat.blogspot.com/

 By the way...
Wikipédia, sobre o calendário: O Calendário do Advento vem dos Luteranos alemães, que, ao menos até o começo do século XIX, faziam a contagem regressiva para o dia do Advento.


Itzbeen

7.11.11


Dizem que a Felicidade não é feita de coisas materiais. Eu digo: “A Felicidade não é só feita de coisas materiais, mas também é!”

Descobri este produto que é só e apenas um verdadeiro salva-vidas para pais e mães. Chama-se Itzbeen e é vendido e distribuído em Portugal neste site, a Miss Cacahouète.

E o que é o Itzbeen? É um “relógio para pais”! Nele, e à distância de um clic, sabes há quanto tempo o bebé mudou a fralda, mamou (com o detalhe de te indicar a maminha direita ou esquerda!!), tomou o medicamento ou há quanto tempo está a dormir. Parece uma coisa fútil, não é? Eu também pensei o mesmo... só que depois experimentei e mudei totalmente de ideias.

Quem tem um primeiro filho sabe a confusão que é com os horários, sejam eles quais forem. Eu lembro-me perfeitamente de ter um caderno de notas, anotar tudo e, de repente, olhar para aquilo e não perceber nada do que tinha anotado. OMG! A real confusão. E depois, tudo ficou em ordem com este simples gadget. Um clic e trás! já sabia a quantas andava! Mesmo!

Já ofereci a amigos este Itzbeen e de facto é bem melhor que um babygrow ou um peluche. E todos são unânimes. Há uma vida mais fácil, depois do Itzbeen!

[Só não tira fotografias, mas é o Patrocinador Oficial do Namoro entre o Pai e a Mãe, depois do bebé nascer ;)]

marta!

28.4.11



Estou completamente histérica com estas dicas para o verão da minha amiga Marta!
Ideias para organizar o verão! Uau! E ainda por cima, com o "como se faz!"

da felicidade e da organização

27.4.11

Várias teorias que tenho lido dizem que um lar organizado (que é diferente de casas com ar de revistas) fomentam a harmonia e o bem-estar, deixando espaço e tempo para se viver e se amar.
É uma teoria engraçada e que me parece cheia de lógica e sabedoria.
Lembrei-me disso ao ver este site. Para quem tem crianças até aos 18 meses, estes separadores de roupa fazem todo o sentido e ajudam-nos a organizar os guarda-roupas. Quem diz estes, também diz discos feitos por nós em cartão, forrados a tecido ou papel, e decorados como nos apetecer. Lembrei-me que há muitas caixas em cartão no Lidl e no Pingo Doce, que podem ser aproveitadas. E no supermercado lá da rua, também!

Do blog de uma "bad mother"

25.4.11
Adorei este texto...



10 Things I Hate About Motherhood (And One That I Love)

A writer at Newsweek wrote last week about how her son – and the general state of being that is motherhood – is torturing her. Then a writer at Jezebel responded to the story with something very close to exasperation: “I was left, as I often am by pieces on parenting, at sea. Nowadays, there is such a dichotomy at work: the hazy romanticizing of baby culture wars with the it’s-a-nightmare/I-don’t-love-my-child/I-wanted-another-sex” backlash and while one is surely designed to remedy the other, those of us who haven’t had a baby are left, ironically, with no very clear idea of the reality.” A consequence of this, apparently, is that childless women – unconvinced by the hazy romanticism of some stories and horrified by the ‘it’s-a-nightmare’ confessions of others – become terrified by the Unknowable But Very Probably Sort Of Horrible condition of motherhood and are put off having children. Population control!
The reality is, none of us can paint an entirely clear picture of the reality of motherhood, because the reality of motherhood defies tidy characterization. Which is why, arguably, we see so much cultural discourse about motherhood that skews strongly in one direction or the other: we are constantly trying to get our bearings, and sometimes it’s just easier to do so by telling ourselves that motherhood is just so undeniably all-around awesome or that holy hell this shit is HARD and sticking to those stories. And yes, those stories that skew dark are frightening, but then, so much of motherhood is frightening, notwithstanding the moments – and there are many – of awesome, so.
My stories skew in the latter direction, obviously, although I like to think that my love for my children and my love of being their mother comes through despite – or even because – those stories skew dark. In any case, I wouldn’t know how to tell those stories differently, because, although I have moments of hazy romanticism about motherhood, for the most I find mothering to be an extraordinarily tough gig, one that leaves me, at times, feeling – yes – tortured. But that’s mothering – the work of motherhood – and it’s something of a different beast than is the condition of motherhood, or the experience of being mother to one’s own children. The former can be tortuous. The latter can be sublime.
My own experience, broken down:
1.) Lack of sleep. The work of motherhood requires being on call twenty-four hours a day, seven days a week, and some – nay, if you are me, many – of the hours in which you can expect to be called will be between the hours of 12am and 6am. I have not slept a full night through in over four years. FOUR YEARS. I am exhausted. Yes, I have sleep-trained. I have even worked with a sleep doula. There is nothing, nothing, that keeps my children from waking in the night, and as I draw the line at drugging them or gagging them and taping them to their beds, I fully expect to die of sleep deprivation sometime in the next few years.
2.) Pregnancy. I loved my first pregnancy, for about three months in the second trimester. The rest of it, and the entirety of my second pregnancy, was a hell of vomiting and anxiety and back pain and heartburn and amniocentesis terror and belly itching and sleeplessness and vomiting and anxiety ETC. And then, of course, childbirth.
3.) Recovering from pregnancy and childbirth. Torn nethers. Breastfeeding-ravaged boobies. Bigger feet. Bigger ass. All the king’s horses and all the king’s men can probably never put your body back together exactly the way that it was before you had children, especially if you have your kids in your thirties and do not employ a personal trainer and plastic surgeon.
4.) Postpartum depression. It’s depression. It sucks. A lot.
5.) Childrens’ television. This was referenced in the Newsweek article, and rightly so. With a few notable exceptions (Sesame Street; much of what airs on PBS Kids), much of what passes for childrens’ television programming seems designed for the express purpose of driving you to grab fistfuls of well-sharpened pencils and jab yourself relentlessly in the ears. The Wonderpets are the reason that I hide sharp objects when the television comes on.
6.) Child maintenance. Children need to be fed and clothed. It is easier to feed and clothe wild animals than it is to feed and clothe some children – my children, specifically, who live on a diet of carbohydrates, mangos, bananas, pickles and candy and who have more particular and eccentric clothing tastes than Lady Gaga, to the extent that one refuses to wear anything other than three layers of Disney t-shirts under a tutu. To wit:
budge style
7.) Diapers. Also, potty training. The work of motherhood involves a lot of shit work, I’ll just say that. And, if you have a boy, expect to get peed on. A lot. Also: tub shits. TUB SHITS.
8.) Laundry/housekeeping. (This one, like ‘diapers,’ above, could probably be rolled into ‘child maintenance,’ but I loathe it so much that it deserves a category of its own.) Children make messes. Big messes. And they generate mounds of laundry and you spend hours and hours washing and drying and sorting and folding and putting-into-drawers but they will still refuse to wear anything other than that one Cars t-shirt, that other Cars t-shirt and the black sparkled tutu. (See above re: Lady Gaga, tub shits.)
9.) Mommy brain. Sleep deprivation, over-exposure to the Wonderpets and the near-constant hum of why-why-why-why-Mommy-why fries your brain. It just does. That’s why there are mommy blogs – we need to constantly poke at our mushified brain matter with popsicle sticks and pablum spoons and deflated binkies to remind ourselves that some of our synapses are still firing. Maybe.
10.) Fear. Loving a child means spending countless hours, days, weeks, years fearing for that child. You fear that they will be hurt, that they will become sick, that they will die, you fear that you will die and they will be orphaned, you fear that they will ask you about death and you won’t have an answer; you fear that they will be the one kid in their kindergarten class that isn’t invited to that one girl’s birthday party; you fear that they will never love books as much as you do; you fear that they will worry about their looks; you fear that their heart will someday be broken. You lay awake at night worrying about the fact that their heart will someday be broken. You lay awake at night, worrying. Which is why, on those rare nights when the children sleep right through? You’re still not sleeping.
But, then – and at risk of sounding unbearably, banally romantic – there is this:
1.) My children. Who are amazing, inspiring creatures and who fill my life with such light and love as to nearly, at times, overwhelm me. Who make me laugh and who make me cry and who make me laugh until I cry, every single day. Who make me grateful for my soft belly and squishy boobs and for my messy hair and my undereye circles and my scars, because these are the markers of this work that I do – this tiring, often frustrating work – and of the miracles that I have produced and that I am, every day, producing, through this work; these miracles, my children, without whom I would not know love as completely as I do. My children, for whom I do this work, if not gladly, then without regret. My children, who make it possible for me to bitch tirelessly about motherhood while still feeling, deeply, to the very tips of my toes and possibly even further, that this motherhood thing is the most beautiful – the most hazily, gauzily, barefoot-in-a-field-of-daisies romantic – thing in the world.
And if I’m clutching a bottle of tequila and an Ativan prescription while spinning through that field of daisies… well, as I said: it’s complicated. Wonderfully, terribly, delightfully so.
Quick: what’s the number one thing that you hate about motherhood? And then, what do you love? (Your kids, no doubt, but feel free to say “I get to spend rainy afternoons watching cartoons and eating cookies” or “three-martini playdates.” I won’t judge.)
her bad mother

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