Há umas semanas fui entrevistada pela revista Sábado, juntamente com outros autores e especialistas. A questão tinha a ver com as questões que não vamos querer colocar aos nossos filhos.
Aqui fica o artigo.
Parte 1
Parte 2
Boa leitura e bom fim-de-semana!
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Consultório: As birras
17.2.17
Ontem partilhei o estúdio com a Susana Cunha Guimarães e o pediatra Hugo Rodrigues
Estivemos a falar de birras, castigos e palmadas, numa conversa de 30 mnts que pareceram apenas 5.
Aqui fica!
Estivemos a falar de birras, castigos e palmadas, numa conversa de 30 mnts que pareceram apenas 5.
Aqui fica!
E-fluent Paris - behind the scenes!
1.12.16
Créditos Foto: Ties
Paris recebeu perto de 300 blogues para o 5º E-fluent que, este ano, se decidiu internacionalizar.
É incontornável - os blogues estão aí com cada vez mais força e a criar influência.
E foi com grande entusiasmo que parti para a cidade Luz a convite da Parole de Mamans. #efluent5
De Portugal voaram alguns dos blogues mais influentes (um pai também pelo meio!) e, entre exposições, conversas e partilhas, calhou-me uma participação muito especial. Dos 14 países representados, 5 foram escolhidos para um pitch. Foi com imenso orgulho e um sentido de responsabilidade enorme que, em 5 minutos (certinhos, segundo quem gravou!) falei sobre o significado e o impacto da Parentalidade e Educação Positivas (e ao que parece já há quem ande a utilizar as dicas que deixei!). Sinceramente, diverti-me imenso nestes 5 minutos e não era para menos. Estava em Paris (!!!) a fazer um pitch (que é só das coisas que mais adoro!)! Oh la la!!!
Créditos Foto: Ties
Este encontro confirmou que a blogosfera é cada vez mais influente e que as bloggers estão cada vez mais profissionais. Em todo o lado encontrei bloggers que vivem apenas dos textos e fotos que publicam nos seus blogues, reforçando a ideia que há blogues que são autênticos 'opinion makers'. Um dos muitos cartazes que estava exposto no Carreau du Temple dizia-nos que 45% dos utilizadores da internet consultam regularmente blogues e que há, neste momento, perto de 200 milhões (sim, leste bem!) blogues no mundo inteiro.
Créditos Foto: Ties
Portugal tinha uma 'petite portugaise' encantadora, a Virginie Lopes, também blogger (maman double) e mãe de duas, que sempre nos acompanhou e nos levou a descobrir os encantos de Paris. Espreita o instagram da Virginie aqui. Obrigada, querida, tornaste tudo ainda mais especial e inesquecível! Queremos muito que saibas isto!!
A primeira noite reúniu os participantes e a organização num bateau Mouche, no Sena, e terminou com a #teamportugal no famoso Hotel Costés. Todos os países se vestiram a rigor - ainda assim, tenho a impressão que Portugal se destacou sempre. Quer pela elegância dos participantes como pelo seu entusiasmo e dinamismo! E também foi aquela que se fez sempre acompanhar pela TV - TVI e CMTV. Não brincamos em serviço!!
Na 3ªFeira rumámos ao Carreau du temple. Um dia incrível, um céu azul e uma luz tão fantástica que nos permitiu passear pela cidade tranquilamente e só apanhar o metro, na Opera. No Carreau estavam à nossa espera imensas marcas, apresentações, conferências e colóquios. O meu pitch foi às 14h30 e, comigo, estava uma mãe de Itália e outra de Espanha e um pai da Inglaterra e outro da Roménia.
O final do dia também foi por lá, com direito a disco e um jantar num restaurante ao lado. Aproveitando que estava em Paris, liguei ao meu cunhado que se juntou a nós e foi muito bem acolhido pelas colegas bloggers :) Como já disse aqui, este miúdo ainda vai dar que falar! Ponham olho nele!
Créditos Foto: Ties
Créditos Foto: Ties
Não regressei a casa sem trazer os famosos éclaires da Rua Saint-Honoré para o meu mais que tudo. Sabia que também ia gostar de matar saudades destes doces... e de mim... ♥
“A palmada e o castigo são a lei do menor esforço”
15.4.16
Se há entrevista boa que me fizeram, esta é uma delas. Vale a pena recordar!
Ao Observador.
Entrevista original aqui
"Pais felizes, crianças felizes" é um dos lemas da Parentalidade Positiva. O que é e como pode ajudar na relação pais e filhos? A autora do blogue Mum's the boss responde num novo livro.
Partilhe
Pais que andam em piloto automático e que se esquecem de trabalhar a relação que têm com os filhos. Que podem não estar a falar corretamente com as crianças e que confundem castigo com consequência. Estes são alguns dos retratos familiares que Magda Gomes Dias traça em entrevista ao Observador. Mais conhecida pelo blogue Mum’s the boss, é formadora nas áreas comportamentais e comunicacionais há mais de 12 anos, tendo certificação internacional em Inteligência Emocional, Educação Positiva e Coaching.
Formalidades à parte, é também a autora do livro Crianças Felizes(Esfera dos Livros), que pretende ser um guia para “aperfeiçoar a autoridade dos pais e a autoestima dos filhos”. A intenção, afirma, não é ensinar os pais a serem pais, mas antes dar algumas estratégias para fortalecer a dinâmica em causa, frequentemente abalada pelo ritmo frenético do dia-a-dia. Porque, no fundo, é tudo uma questão de vínculo e de comunicação.
A proposta também não passa por mudar a forma de atuar das crianças, mas antes moldar as expectativas dos progenitores. O livro pretende ainda desmitificar os termos elogio e autoridade/obediência, não fosse ablogger preferir o conceito de cooperação: “A questão da autoridade e da obediência é uma falsa questão, porque não é autoridade, mas sim cooperação. Está na hora de ir dormir e os miúdos podem não querer mas, porque têm uma ligação forte aos pais, vão querer cooperar”.
As reflexões de Magda Gomes Dias entram todas num mesmo chapéu batizado de Parentalidade Positiva, uma filosofia que tem por base o respeito mútuo entre pais e filhos. Apologista do conceito, a autora diz que o segredo está na paciência de quem educa e adianta que nunca bateu ou castigou os filhos de seis e dois anos.

Livro de Magda Gomes Dias / © Lara Soares Silva
– O livro aborda a questão da Parentalidade Positiva. O que é isso?
Surgiu há muitos anos nos Estados Unidos, mas chegou agora a Portugal. É uma filosofia que tem por base o respeito mútuo entre pais e filhos. Muitas vezes pensamos “Eu sou tua mãe e tu tens de me respeitar”, mas eles não nascem a conhecer a noção de respeito. A noção vai-se ganhando quando eles veem que os pais os respeitam e os veem respeitar os outros. Às vezes somos os primeiros a falar torto e somos muito agressivos com os miúdos. Existindo o respeito mútuo, não preciso de castigar, bater, ameaçar ou humilhar.
– Quais os mitos associados à Parentalidade Positiva?
As pessoas confundem com parentalidade permissiva, com o deixar os miúdos fazerem tudo, o dar muita atenção e dizer que eles são os melhores. Muita gente pensa que engloba o co-sleeping, mas não. Há muita coisa em comum com [o pediatra] Carlos González, como o respeito, o escutar a criança e o saber que a criança é um ser humano… O Attachment Parenting é muito isto, está relacionado com o apego e tem muito de físico. Mas eu posso começar a usar a Parentalidade Positiva com o meu filho de 15 anos [porque tem que ver com a relação] e o mesmo não acontece com o Attachment Parenting.
Entrevista original aqui
"Pais felizes, crianças felizes" é um dos lemas da Parentalidade Positiva. O que é e como pode ajudar na relação pais e filhos? A autora do blogue Mum's the boss responde num novo livro.
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Pais que andam em piloto automático e que se esquecem de trabalhar a relação que têm com os filhos. Que podem não estar a falar corretamente com as crianças e que confundem castigo com consequência. Estes são alguns dos retratos familiares que Magda Gomes Dias traça em entrevista ao Observador. Mais conhecida pelo blogue Mum’s the boss, é formadora nas áreas comportamentais e comunicacionais há mais de 12 anos, tendo certificação internacional em Inteligência Emocional, Educação Positiva e Coaching.
Formalidades à parte, é também a autora do livro Crianças Felizes(Esfera dos Livros), que pretende ser um guia para “aperfeiçoar a autoridade dos pais e a autoestima dos filhos”. A intenção, afirma, não é ensinar os pais a serem pais, mas antes dar algumas estratégias para fortalecer a dinâmica em causa, frequentemente abalada pelo ritmo frenético do dia-a-dia. Porque, no fundo, é tudo uma questão de vínculo e de comunicação.
A proposta também não passa por mudar a forma de atuar das crianças, mas antes moldar as expectativas dos progenitores. O livro pretende ainda desmitificar os termos elogio e autoridade/obediência, não fosse ablogger preferir o conceito de cooperação: “A questão da autoridade e da obediência é uma falsa questão, porque não é autoridade, mas sim cooperação. Está na hora de ir dormir e os miúdos podem não querer mas, porque têm uma ligação forte aos pais, vão querer cooperar”.
As reflexões de Magda Gomes Dias entram todas num mesmo chapéu batizado de Parentalidade Positiva, uma filosofia que tem por base o respeito mútuo entre pais e filhos. Apologista do conceito, a autora diz que o segredo está na paciência de quem educa e adianta que nunca bateu ou castigou os filhos de seis e dois anos.

Livro de Magda Gomes Dias / © Lara Soares Silva
– O livro aborda a questão da Parentalidade Positiva. O que é isso?
Surgiu há muitos anos nos Estados Unidos, mas chegou agora a Portugal. É uma filosofia que tem por base o respeito mútuo entre pais e filhos. Muitas vezes pensamos “Eu sou tua mãe e tu tens de me respeitar”, mas eles não nascem a conhecer a noção de respeito. A noção vai-se ganhando quando eles veem que os pais os respeitam e os veem respeitar os outros. Às vezes somos os primeiros a falar torto e somos muito agressivos com os miúdos. Existindo o respeito mútuo, não preciso de castigar, bater, ameaçar ou humilhar.
– Quais os mitos associados à Parentalidade Positiva?
As pessoas confundem com parentalidade permissiva, com o deixar os miúdos fazerem tudo, o dar muita atenção e dizer que eles são os melhores. Muita gente pensa que engloba o co-sleeping, mas não. Há muita coisa em comum com [o pediatra] Carlos González, como o respeito, o escutar a criança e o saber que a criança é um ser humano… O Attachment Parenting é muito isto, está relacionado com o apego e tem muito de físico. Mas eu posso começar a usar a Parentalidade Positiva com o meu filho de 15 anos [porque tem que ver com a relação] e o mesmo não acontece com o Attachment Parenting.
Carla Rocha - RFM !
14.4.16
A primeira entrevista de Rádio que tive foi com a Carla Rocha! Um batismo muito feliz, com uma pessoa magnifica!
Estamos a tornar-nos pais mais permissivos? |A Praça | RTP 14 Outubro 2015 | Programa #4
15.10.15
Já não sabemos educar?
Porque razão andamos mais permissivos? Porque razão temos tanta dificuldade em sermos firmes?
Existem várias razões: cansaço, sentimentos de culpa, dificuldade em assumirmos que não podemos ser sempre os 'fixes', menor capacidade em lidarmos com as birras dos miúdos, mais necessidade em sermos amados por eles... Todos estes motivos poderiam ser explicados mas, inevitavelmente todos conhecemos alguém que já passou por eles, todos nós estivemos nesse papel algum dia das nossas vidas.
Lembro-me de uma mãe com quem trabalhei ter-me dito que ela não entendia porque razão tanta gente lhe dizia que era preciso dizer que não ao filho. Parecia-lhe uma medida demasiado drástica. Eu entendi a frustração dela. É verdade que há, em determinados momentos e determinadas pessoas que necessitam de afirmar a sua autoridade a todo o preço. E num momento em que poderiam criar uma oportunidade generosa e que fizesse sentido para o sim, criam uma oportunidade para um não caprichoso. Contudo, esta mãe não era desse tipo. Era uma mãe que não se importava de dar 1 mini tablete de chocolate antes do jantar porque, segundo ela, não fazia mal. Era uma mãe que não se importava que o filho ficasse sistematicamente acordado até às 23h porque ainda não andava na escola.
Mas afinal, para que servem as regras? São um capricho dos pais?
As regras são, nada mais nada menos que uma forma de garantir a segurança emocional e física dos miúdos. Não me passaria pela cabeça deixar o meu filho mais novo ir sozinho a pé para a creche mas quando for mais velho vou incentivá-lo a ir ao supermercado ou aos correios a pé e sozinho.
Não me viria à ideia passar a faca do pão ao meu filho mais pequeno mas já deixo a mais velha cortar muitas coisas.
Não me passaria pelo cabeça deixar a minha filha usar o meu cartão de crédito mas estou a ensiná-la a contar dinheiro para ser capaz de ganhar, à medida que vai crescendo, alguma literacia financeira.
Regras é isto - é, progressivamente, ensinar a criança a ganhar competências para se tornar num cidadão capaz, autónomo, feliz.
Mas porque é que os miúdos não obedecem? Sentem as incertezas dos pais?
Vamos por partes. Há muitos motivos pelos quais não obedecem - vou deixar apenas alguns:
1) Não lhes interessa. Ponto final. E fazem o que têm de fazer para nos convencerem que essa é uma péssima ideia!
2) Sentem a insegurança dos pais e, se nem os pais estão seguros, porque razão é que eles deveriam obedecer a algo que não parece ser o que parece?
3) Têm outra prioridades - continuar a ver TV é muito mais importante que ir tomar banho.
Devemos ceder? Devemos negociar com os nossos filhos?
Porque não negociar no que é negociável? Aliás, negociar é algo tão importante para o futuro que seria uma pena não fazê-lo. Com inteligência, generosidade e justiça.
A QUESTÃO DA AUTORIDADE E DA OBEDIÊCIA [ESGOTADO]
A AUTO-ESTIMA DA CRIANÇA
PAIS FELIZES = FILHOS FELIZES
Quando os filhos dos outros é que nos dão dores de cabeça!
6.8.15
O meu filho convidou um amigo para passar um fim de semana lá em casa só que o miúdo porta-
-se mal, só está bem a deitar tudo ao chão, quer jogar à bola no meio da sala e apesar de os ter proibido, tudo o que disse caiu em saco roto.
Estou a passar férias com a minha cunhada e os meus sobrinhos só comem hambúrgueres, batatas fritas e gelados. Eu quero que os meus filhos comam de forma saudável mas sou sempre a má da fita e não há refeição, quando estamos com eles, que não haja guerra de palavras.
Sempre que vou jantar com um casal amigo, os filhos deles fazem questão de azucrinar o meu filho, tirando-lhe o boneco que ele leva e não o deixam brincar com ele. Os pais continuam alegremente a falar como se nada fosse.
As respostas a estas questões - e a mais outras - na Activa deste mês.
Estamos a criar tótós? Agora em word!
20.7.15
Houve alguns leitores que me disseram que ler o PDF no telemóvel não era fácil. Admito que não e para que não te falte mesmo nada, fiz copy past ao PDF e aqui tens o texto só para ti!
"Lembro-me de brincar no terraço do meu prédio com os
meus vizinhos e de sentir que a imaginação era o limite...
Lembro-me de ouvir a minha mãe chamar-me para jantar
– mais ou menos à mesma hora das outras mães – e de
sentir que não queria ir para casa, porque
estávamos tão bem naquele nosso mundo
de fantasia, onde podíamos explorar as
inúmeras possibilidades que oferecia aquele
terraço... Lembro-me de sentir o vento a bater-me na cara
e de pensar que se fosse para casa, teria de puxar muito mais
pela imaginação, porque na televisão os desenhos animados
passavam apenas ao domingo de manhã e não havia Play-
stations nem Nintendos (esta surgiu um pouco mais tarde
e em formato bastante arcaico!).
REVISTA SÁBADO - PARTE 2 - PASSAR FÉRIAS EM SEPARADO: SIM OU NÃO?
28.8.14
És capaz de ter lido o artigo da jornalista Susana Lúcio, na revista Sábado desta semana.
Estas foram as questões que recebi. E estas foram as respostas que lhe enviei.
Neste artigo também encontras a Ana Lemos com o exemplo de férias em separado que faz, com as 3 filhas.
1. Porque é que os momentos privados criados para cada um dos filhos é importante?
É frequente ouvir-se de pais com mais do que um filho algo como ‘os meus filhos são tão diferentes’. Daí que seja importante que possamos olhar, com olhos de ver, para essas diferenças e assumi-las como características de cada um dos miúdos. Há um dito popular que diz ‘Eduquei os meus dois filhos de forma igual e um saiu-me doutor e outro drogado.’ Esta é a prova que educar de forma idêntica pessoas diferentes é renunciar a autenticidade de cada uma delas, e com alguma possibilidade condenar,pelo menos uma delas à infelicidade.
Por este motivo recomendo aos pais com quem trabalho que possam fazer, pelo menos uma vez por mês aquilo a que se chama o dia do filho único. Nesse dia [ou meio dia] o filho pode apreciar os momentos exclusivos com os pais[ou só com a mãe ou só com o pai] e fazerem todos uma actividade que o filho aprecie [a ideia não é levá-lo a um sítio e ir busca-lo 2 h depois – a ideia é que estejam todos juntos].. Simultaneamente, os pais têm imenso prazer nestes momentos. Muitos confessam que já tinham esquecido como era tão bom estar com cada um dos filhos e que notam que, por sistema, os filhos estão mais serenos nesses momentos e nos momentos seguintes. Nestes momentos os miúdos não se sentem em competição com os restantes irmãos. Competição não significa ciúmes. Significa apenas que competem pelo tempo que os pais dedicam a cada um dos filhos o que, numa linguagem mais emocional significa amor.
Em relação às férias em exclusivo com cada um dos filhos, estas acontecem nas famílias mais modernas, onde os pais também querem partilhar uma actividade com um dos filhos ou querem descansar, apenas, e isso torna-se mais fácil só com um.Sabem que estarão mais relaxados e poderão dedicar todo o tempo e toda a atenção áquele filho. A situação das férias em exclusivo é uma ideia um pouco diferente do dia do filho único. É aproveitar a ocasião, normalmente quando um dos filhos é muito pequenino para também participar numa ida a um parque temático, por exemplo, e saírem da rotina, em família.
2. Há uma faixa etária onde estes momentos se tornem importantes?As férias em separado não me parecem ter faixas etárias. Acontecem sobretudo quando uma das crianças é pequenina. Quando fica mais crescida já passa a acompanhar a família.
3. Este afastamento entre irmãos pode resolver situações de ciúmes ou piorá-la?
Não lhe sei dizer – cada caso é um caso… Para resolver a situação dos ciúmes, vejo mais sucesso na situação do ‘dia do filho único’. Repare, os irmãos são pessoas que vão viver juntas, na mesma casa, até à idade adulta. É importante que enquanto pessoas que vivem juntas possam saber conviver uma com a outra. Ir de férias em separado, numa altura em que há uma crise de ciúmes, talvez não seja a melhor ideia. Se o objectivo é que se dêem, então eu apostaria numas férias com experiências positivas para toda a família – pais e filhos – até porque ter filhos em situações de conflito, ainda que aconteça, pode ser esgotante para os pais. Se vai continuar a haver ciúmes? De certeza mas esta é a nossa família e estes são os nossos filhos. Se não ajudamos a resolver a situação, quem vai fazê-lo? Ao longo do ano apostaria em trabalhar a relação, envolveria cada uma das crianças no processo, reforçando as características de cada uma e o respeito pelas diferenças. Com frequência faria o dia do filho único e pediria ajuda a quem trabalhe estas questões também. Por vezes uma visão exterior e imparcial é a ajuda necessária.
4. Como é que os pais devem explicar a separação às crianças?
Quando estas saídas fazem parte da rotina familiar e se inserem nos seus valores, então a situação é simples. Normalmente a decisão é tomada de um ano para o outro [quando se decidem as férias], e por isso há muito tempo para preparar a saída. Mas mesmo que não haja, e se os pais estão tranquilos com a situação, dizem a verdade ao filho que fica – mesmo que seja muito pequenino. Dizem-lhe que vai ficar com os avós durante x dias e que durante esse tempo ele vai fazer determinadas actividades ou manter a rotina. Por se tratarem de crianças pequeninas, na maior parte dos casos, um suporte visual é importante e ajuda a que a criança que fica tenha mais segurança e controlo nos seus dias. Gosto muito da ideia de elaborarem em conjunto com ela uma espécie de horário semanal com as actividades que ela vai fazer em cada um dos dias. Prometer que ela se vai divertir com os avós e que só não a levam porque as crianças mais pequenas não podem ir tem de ser dito. Finalmente, responder a todas as questões com normalidade [ a criança muitas vezes tem apenas curiosidade ou precisa que lhe repetiam várias vezes], não mostrar ansiedade e não insistir em falar com ela ao telefone, se ela não quiser, é importante também.
REVISTA SÁBADO - PARTE 1 - PASSAR FÉRIAS EM SEPARADO: SIM OU NÃO?
22.8.14
A jornalista Susana Lúcio, da Sábado, escreveu-me há umas semanas a pedir-me o contacto de mães que fizessem férias em separado, com os filhos. Naturalmente lembrei-me da Ana Lemos e das viagens que já fez com a filha mais velha. No artigo que podes ler na Sábado, ficas a saber quais são as vantagens e desvantagens em ires de férias com um de cada vez. Hoje deixo-te o artigo e num post mais à frente vou deixar-te as questões que respondi, mais desenvolvidas.
Espero que gostes!
Sábado Pg1
Sábado Pg 2
Espero que gostes!
Sábado Pg1
Sábado Pg 2
Somos Família: A auto-estima do seu filho e como o elogia cria crianças inseguras
25.5.14
A
partir de amanhã, em Lisboa, no Altis Grand Hotel, vão acontecer os Dias
Especiais do ‘Somos Família’.
As
inscrições são gratuitas e limitadas e eu sei que a minha conferência está
praticamente esgotada. Por isso, e se for do teu interesse, aproveita!
E
fica a conhecer o programa da semana. Top!
Mini-curso sobre Educação e Parentalidade Positiva no Sociedade Civil [rever]
3.5.14
Neste link podes encontrar o que se tem dito
nos Media sobre Educação e Parentalidade Positiva.
E se não puderes ver e
te interessar ouvir, é só ligares a Internet no teu telemóvel e está a andar :)
Workshop
Pais
Felizes Filhos Felizes – organizado pela Red Apple, em Lisboa – 17 de
Maio. Ver todas as
infos exclusivas aqui
Sociedade Civil: 90 minutos a falar sobre Educação e Parentalidade Positiva.
19.3.14
Sociedade Civil: 90 minutos a falar sobre Educação e Parentalidade Positiva.
Gostei tanto de ter participado! Finalmente estamos a falar sobre o que interessa!
Revista Pais & Filhos - Coaching e Aconselhamento Parental foram testados
23.1.14
A jornalista Teresa Diogo, da Revista Pais & Filhos testou as sessões de Coaching e Aconselhamento Parental comigo.
E escreveu um artigo onde relata tudo [mesmo dicas].
Queres saber mais e leres a experiência da Teresa? Clica aqui!
E se quiseres marcar uma sessão de coaching ou vir a um workshop envia-me um email para info@parentalidadepositiva.com
E escreveu um artigo onde relata tudo [mesmo dicas].
Queres saber mais e leres a experiência da Teresa? Clica aqui!
E se quiseres marcar uma sessão de coaching ou vir a um workshop envia-me um email para info@parentalidadepositiva.com
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