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Sessões de Coaching e Aconselhamento Parental presenciais | Porto

31.1.17

Uma sessão de coaching pode ser o que necessita para ‘desbloquear’ e fazer fluir a sua relação familiar, eliminando aqueles ‘dilemas’ do dia-a-dia. O objectivo? Que possam todos e sem excepções saborear o que de melhor a vida tem!


O que acontece numa sessão de coaching e aconselhamento parental?
Escuto a sua questão, escuto os seus receios, questiono e ajudo-a a encontrar a sua solução, aquela que melhor se adapta a si e aos seus. Porque não há soluções únicas, porque o seu caso é o seu e por isso será o único a implementar as estratégias que lhe fizerem sentido. Quais são elas? As suas!!


Marcações via info@parentalidadepositiva.com


Os 3 principais motivos pelos quais uma criança não obedece

12.12.16

Créd
Tu queres ver que eu vou ter de me chatear contigo?
Tu gostas mesmo de me ver do avesso, não gostas?
Mas vais começar? Ouve lá, quem é que manda aqui em casa?

Soa-te a familiar este tipo de frases? Custa-te a acreditar que ele insista nisto sistematicamente, não é? Ou, a esta altura, já achas que é ele a querer desafiar-te... Aqui entre nós, que ninguém nos ouve, achas mesmo que o teu filho fica acordado durante a noite toda a pensar numa forma de te pôr com os nervos em franja? Achas mesmo? Será que não haverá outros motivos? Continua a ler, o motivo pode estar escondido num destes 3 pontos.


1) Obediência ou Cooperação
Desde o início deste blogue, em 2010, que tenho procurado fazer entender, a quem aqui vem, frequenta as formações, lê os livros ou faz coaching que o que nos interessa não é ter crianças obedientes e que façam tudo a 'toque de caixa' e antes crianças que cooperem connosco. Naturalmente que para cooperar tem de haver boa vontade e eu só tenho boa vontade quando me sinto ligado à outra pessoa. Daí que para teres a obediência do teu filho - sem que ele questione seja o que for - tenhas apenas de gritar e fazer cara de mau com regularidade. Mas se quiseres cooperação tens de trabalhar a vossa relação, ou seja, o vínculo. E o que é o vínculo? O vínculo tem a ver com a qualidade da relação que vocês desenvolvem um com o outro. E do que depende? Da tua atenção, disponibilidade, paciência e até sentido de humor.


2) Agendas não sincronizadas
Tu queres sair cedo de casa, não queres apanhar trânsito e queres estacionar perto da entrada da escola. Ele quer ficar a olhar para a manteiga a derreter na torrada dele. Têm, pois, agendas que precisam de ser sincronizadas. Em vez de lhe dizeres que ele é sempre o mesmo, em vez de estares sempre a chamar à atenção, vai acompanhando o teu filho nas tarefas da manhã (para isso precisas de estar pronta), diz-lhe porque insistes tanto em sair de casa a horas e... acorda um pouco mais cedo. Nem que para isso precisem (todos) de se deitarem mais cedo à noite.

3) Impulso
Há uma coisa que todas as crianças pequenas têm: uma grande incapacidade em gerirem o seu impulso, ou seja a sua vontade. Vão da sala para o quarto de banho escovar os dentes mas, entretanto, viram que estava uma meia no chão e dirigiram-se para o quarto e repararam num livro que estava numa estante. Eles sabiam o que iam fazer mas de repente distrairam-se e foram incapazes de se concentrarem na tarefa que iam fazer. Faz parte! É mesmo assim. E como é que fazes para os ajudares nisto? Vais com eles até ao quarto de banho, sobretudo naquelas fases em que eles se distraem mais. É só isso. Dá trabalho mas o retorno, no futuro é positivo e, no imediato, não tens uma criança que se perde dentro da própria casa.


Gostaste deste post? Gostavas de saber mais? Então se este assunto te interessa enquanto profissional (ou mãe/pai) consulta este link.

Como é que explicas isto?

16.8.16
Estivemos na Madeira em Maio e fizemos amigos para a vida. É comum fazermos facetimes, enviarmos mensagens uns aos outros. E por isso é natural que os miúdos tenham ficado muito preocupados quando perceberam que havia fogos na Madeira. E no Continente. E então perguntaram-me:

-Mas porque é que há fogo na Madeira? 
-Porque alguém lançou fogo, filha.
-Mas porque é que alguém faz uma coisa dessas?

Pára tudo.

Como é que explicas uma coisas destas a uma criança?
Como é que explicas que alguém possa matar outra pessoa?
Como é que explicas que haja pessoas que batem noutras?
Como é que explicas que possam deixar os quartos de banho públicos sujos?
Como é que explicas que se minta?
Como é que explicas que se roube?

Como?

Em parte, quando começas a explicar, é como se houvesse uma razão para que se possa fazer o que não é suposto fazer-se. É quase como se houvesse uma permissão. Que não há. E sim, as explicações são necessárias mas ainda assim sinto que é um paradoxo muito grande.




Como colocar limites de forma eficiente e sem gastar energia

12.11.15
Para quem pensa que Parentalidade Positiva é Parentalidade Permissiva, deixa-me que te diga que colocar limites claros, justos e que ensinem não é tão simples quanto isso.

Como sabes, mimo a mais não estraga – o que estraga é a falta de limites, justamente.

O truque está em colocarmos limites justos e apropriados. A nossa missão é manter os miúdos em segurança (física e emocional) e ensiná-los nas mais diversas situações e oportunidades.

Por isso não exageres nos limites nem sejas picuinhas. Escolhe aqueles que vão ser os mais importantes para o crescimento deles e mantém-te fiel ao que decidiste.


João Maria, já te disse para não saltares em cima do sofá! Não te volto a dizer!!

Diz antes:


João Maria, tu gostas tanto de saltar! Salta aqui no chão, que também pode ser divertido e pelo menos não corres o risco de cair.

João Maria, eu sei que tu adoras saltar no sofá! Vê-se na tua cara. Agora preciso que te sentes aqui um pouco, sem fazer barulho. Vamos aproveitar e ler uma história. Qual preferes?

12 pontos para lidar com um adolescente | Pais & Alunos | Porto Editora

26.10.15


“Os teus pais são aqueles que mais gostam de ti e que querem o melhor para ti.” Estou convencida que a maior parte de nós ouviu esta frase, de forma recorrente, durante a sua própria adolescência. E alguns de nós teremos respondido com um bater de portas ou um cínico “Vê-se!”
Magda Gomes Dias



Hoje, à distância, percebo o bater de portas e também percebo as intenções dos meus pais. Eles queriam que eu soubesse que mesmo que aquela decisão não me interessasse era a melhor para mim. Eu, do meu lado, sentia que não era tida nem achada na equação e por isso ficava revoltada e batia com as portas (e os pés!).

Talvez a melhor forma de me fazer escutar e conseguir descodificar um qualquer adolescente passará pelo uso da empatia — que é a capacidade que eu tenho de me colocar no seu lugar. Por isso mesmo, não posso iludir-me e pensar que ele vai ser capaz de pensar da mesma forma que eu só porque irei fazer prova de empatia e paciência. Isso vai ajudar, sem dúvida, mas os milagres parecem acontecer apenas em Fátima.

Empatia e paciência pressupõem também respeito pelo jovem e impõe que tudo o que seja um discurso humilhante e com foco no sentimento de culpa sejam retirados da equação. Os adolescentes podem ser totós em muitas coisas mas no que diz respeito ao respeito… têm altas expectativas!


O que fazer, então?

1. Envolver o jovem na tomada de decisões
E ensiná-lo a respeitar o acordo. Como? “Então não tínhamos um acordo? Tínhamos decidido em conjunto que podes jogar com o tablet ao fim de semana. Hoje é quinta-feira. O que aconteceu?”

2. Pica-se o ponto ao jantar

A hora do jantar é aquela que não é negociável – e deve acontecer com a máxima regularidade. Sem gadgets ou televisão. Só família, música boa e partilha! Tem filhos pequenos? Comece já com este ritual!

3. Envie-lhes uma SMS para virem jantar
Vamos usar a tecnologia a nosso favor, q.b. Aposto que vão chegar a horas à cozinha para ajudarem a pôr a mesa

4. Plante os afetos
Com beijinhos, moches ao pai, dançando, massajando a cabeça ou com abraços bons! Sabe que um abraço para ser bom tem de durar pelo menos 6 segundos para que o seu efeito chegue ao cérebro? Então abrace!

5. Os castigos e as palmadas vão funcionar cada vez menos
E apenas vão criar a revolta tão típica nesta idade. Prefira responsabilizá-los pelas suas decisões (o castigo não tem diretamente a ver com a situação mas a responsabilização já tem).

6. Ganhe cooperação
Queira filhos que cooperam em vez de obedecerem. E nós só cooperamos quando nos sentimos próximos uns dos outros.

7. Vínculo
Invista na sua relação com os seus filhos — o vínculo é a qualidade da relação que criamos com eles e eles connosco.

8. Escute mais
“Claro que escuto os meus filhos! Ainda ontem ela fez uma asneira e eu estive a explicar-lhe com toda a calma o que é suposto acontecer e ela prometeu que nunca mais ia repetir. E sabe o que aconteceu? Hoje de manhã fez igual.” Se esta é uma situação comum na sua vida, releia a frase e responda a esta questão: quem é que escutou quem?

9. Façam programas juntos
Não os leve apenas à natação ou à explicação. Vá andar de bicicleta com eles, programe uma festa surpresa para o pai e uma ida a um concerto ou a uma festa popular. É impressionante que depois de umas saídas deste género, eles passam a escutar mais e melhor. Experimente!

10. Humor
O sentido de humor é determinante para que os nossos filhos se sintam mais ouvidos e para que queiram estar por perto — logo, que desejem ouvir.

11. Reclame menos
Há muito pouca paciência para estar próximo daqueles pais (e pessoas) que estão sempre a reclamar. E temos alturas em que abusamos! “Sim, meu amor, a tua cama está bem feita mas este édredon bem que podia ter ficado mais esticado.” Corrigir é importante, claro que é, mas há alturas em que podíamos falar menos, sorrir mais com os olhos e ficarmos satisfeitos com algo que eles fizeram para (também) nos agradar.

12. Empatia

Comecei pela empatia e deixei-a para o fim. É a capacidade que temos de nos colocarmos no lugar dos outros. Eu entendo que o meu filho possa não aceitar esta decisão que tomei. E também lhe posso dizer que sei que ele a sente como injusta e que não é porque ele está chateado comigo ou porque bateu com a porta que eu vou mudar de ideias. Depois? Depois deixe-o ficar — ele tem e precisa do seu espaço.


5ª edição do Ciclo de Workshops à distância : A Auto-Estima da Criança e a Questão da Autoridade e da Obediência

31.8.15


É com muita satisfação que anuncio que vai iniciar já este mês um novo ciclo de workshops à distância. Esta é a 5ª edição e os lugares são, como sempre, limitados a 3 participantes.

Abaixo encontras os horários e datas. Para receberes todas as restantes informações, contacta-me info@parentalidadepositiva.com

A Auto-Estima da Criança - ESGOTADO!!!! 

Segunda-feira: 21 de Setembro | 28 de Setembro | 5 de Outubro

Horário: 13h30 - 14h30

Semana 1 | Conceitos e noções gerais . Ao que devo estar atento? 
Semana 2 | Personalidade? A moda da auto-estima?
Semana 3 | A comunicação e as altas expectativas 

Tags: Auto-confiança, auto-disciplina, resiliência, auto-respeito, auto-imagem, comunicação, assertividade, felicidade, feitio, vínculo

Feedback de quem já fez: 'Este workshop deveria ser obrigatório para todos os pais! Muito, muito bom! Com este horário não há desculpas!' Joana Marques, 37 anos, consultora imobiliária, 1 filho



A Questão da Autoridade e da Obediência - ESGOTADO!!!! 

Quarta-Feira: 23 de Setembro | 30 de Setembro | 7 de Outubro

Horário: 13h30 - 14h30

Semana 1 | Porque é que os filhos não obedecem
Semana 2 | Castigos, Palmadas, Consequências
Semana 3 | Estratégias que facilitam a relação entre pais e filhos

Tags: Autoridade, Obediência, respeito, birras, má educação, 'ser do contra', jogos de poder, desobediência, vínculo, felicidade, pais

Feedback de quem já fez: 'Gostei muito - de início meteu-me impressão a ideia de não ter imagem - depois percebi que na verdade é isso que potencia este workshop. Gostei muito do acompanhamento que a Magda dá entre sessões - faz toda a diferença!' Maria Inês Rodrigues, médica de família, 3 filhos

COMO?
Através de um sistema de conference-call. As sessões são realizadas à distância, fazendo uso de um número de telefone fixo que será facultado no acto da inscrição. A chamada telefónica terá o custo de uma chamada local. Em cada Workshop à distância estarão 3 participantes e Magda Dias.


O QUE ACONTECE?
Em cada semana é abordado um tema, conforme segue no esquema abaixo.

Cada sessão é composta por três momentos: 

Parte 1 – Apresentação, estudo e desenvolvimento do tema
Parte 2 Coaching e Aconselhamento Parental
Parte 3 – TPCs e compromissos para a semana


PORQUÊ ESTE WORKSHOP?
A grande mais valia deste workshop são as sessões de Coaching e Aconselhamento Parental que são feitas, assim como todo o acompanhamento que é dado entre sessões. Para além das aprendizagens que são feitas, a Magda Dias acompanha-@ sempre que necessário, assegurando que as suas questões, dúvidas ou até curiosidades são respondidas - são 3 semanas para fazer magia em sua casa!


E DEPOIS DA INSCRIÇÃO?
Depois da inscrição e no dia e à hora de cada sessão, os participantes deverão ligar o número que será facultado. A sessão decorrerá conforme as tradicionais Conference Calls.
Um manual é enviado por CTT - a restante documentação é fornecida à medida que as sessões avançam.
A acção realiza-se com 3 participantes apenas.


INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Data e local
Local: à distância – será onde estiver, via telefone fixo ou telemóvel [o que for melhor para si].
Data: veja, por favor, as acções acima.
O contacto telefónico para onde deverá ligar será facultado após a inscrição.


Até dia 9 de Setembro [4ª Feira], beneficias de um valor de promoção! São apenas 3 lugares. 






5 excelentes questões a colocar depois de veres o Divertida-mente

19.8.15



A propósito deste post, deixo-te aqui 5 excelentes questões, retiradas daqui, para colocares aos teus filhos, sobre o Divertida-mente.

1. Porque é tão difícil para a Riley dizer aos pais como se está a sentir? Eles têm o direito de lhe pedir para ser uma 'menina feliz?'. Como é que achas que isso a faz sentir, sobretudo naquelas alturas em que ela não está propriamente feliz? Já alguma vez sentiste que tinhas de te sentir de uma determinada forma para que os outros ficassem felizes? Isso é justo?

2. O que significa ter sentimentos confusos em relação a algo? Como é que os nossos sentimentos se relacionam uns com os outros? Podes sentir-te feliz e triste ao mesmo tempo? Porque é importante sentir todas estas emoções?

3. Algumas cenas do filme são tristes e metem medo. Faz sentido haver um filme que não seja sempre animado e engraçado?

4. Que problema é que achas que a Riley vai conseguir solucionar ao fugir de casa? Porque é que ela está enganada? O que é que lhe poderia ter acontecido se ela tivesse levado o plano até ao fim? Pais: falem com os vossos filhos acerca da ideia da Riley - e o que ela fez para conseguir - e como isso não é um exemplo a seguir.

5.  O que é que achas que as tuas emoções dizem e fazem? e as emoções dos teus amigos e membros da família? Pede aos miúdos para desenharem o que acham que se passa na cabeça deles.


NOVAS DATAS | WORKSHOPS + COACHING & ACONSELHAMENTO - À DISTÂNCIA

1.7.15

NOVA ACTUALIZAÇÃO!


A acção sobre A Auto-Estima da Criança esgotou num abrir e fechar de olhos e por isso, e caso tenhas interesse em vir, aqui estão novas datas!

Recordo que podes participar mesmo estando de férias, fora do país (temos uma mãe que vive em Espanha e já tivemos outra que estava no Rio de Janeiro e na Suiça!) ou no teu carro. Porquê? Porque a nossa sala virtual usa som apenas e a chamada não fica com intermitências nem cai, como acontece muitas vezes com os sistemas que usam imagem. Só precisas de um telefone!


A Auto-Estima da Criança - NOVAS DATAS - 1 LUGAR

Sexta-feira: 17/07; 24/07; 31/07

Horário: 13h30 - 14h30

Semana 1 | Conceitos e noções gerais . Ao que devo estar atento? 
Semana 2 | Personalidade? A moda da auto-estima?
Semana 3 | A comunicação e as altas expectativas 

Tags: Auto-confiança, auto-disciplina, resiliência, auto-respeito, auto-imagem, comunicação, assertividade, felicidade, feitio, vínculo

Feedback de quem já fez: 'Este workshop deveria ser obrigatório para todos os pais! Muito, muito bom! Com este horário não há desculpas!' Joana Marques, 37 anos, consultora imobiliário, 1 filho

Email para mais infos : info@parentalidadepositiva.com



A Questão da Autoridade e da Obediência - AINDA HÁ LUGARES - 1 LUGAR

Quinta-Feira: 15/07; 22/07; 29/07

Horário: 13h30 - 14h30

Semana 1 | Porque é que os filhos não obedecem

Semana 2 | Castigos, Palmadas, Consequências

Semana 3 | Estratégias práticas que facilitam a relação entre pais e filhos

Tags: Autoridade, Obediência, respeito, birras, má educação, 'ser do contra', jogos de poder, desobediência, vínculo, felicidade, pais

Feedback de quem já fez: 'Gostei muito - de início meteu-me impressão a ideia de não ter imagem - depois percebi que na verdade é isso que potencia este workshop. Gostei muito do acompanhamento que a Magda dá entre sessões - faz toda a diferença!' Maria Inês Rodrigues, médica de família, 3 filhos

Email para mais infos : info@parentalidadepositiva.com


Terrible Two' - os 2 anos e as birras - ESGOTADO

Sexta-Feira: 16/07; 23/07; 29/07

Horário: 12h00 - 13h00

Semana 1 | Os nãos, os ‘é meu’ - a diferença entre má educação e o ‘faz parte da idade’

Semana 2 | O que é negociável e o que não é negociável, como fazer a diferença?

Semana 3 | Estratégias que facilitam a relação entre pais e filhos, nesta idade específica

Tags: auto-regulação, identificar e gerir as birras, inteligência emocional, má-educação, teimosia, a fase do 'é meu! não!’

Email para mais infos : info@parentalidadepositiva.com

O que acontece nas sessões de Coaching e Aconselhamento Parental - testemunho

22.12.14


Há alguns meses atrás o meu filho mais velho (5 anos) começou a fazer mais birras do que era normal...nunca foi um miúdo muito tranquilo mas, de repente, as birras tornam-se diárias, aliás, várias vezes por dia com direito a gritos, espernear, muito choro...etc
Para além disso o seu comportamento comigo alterou-se: começou a ter episódios de agressividade, revolta, parecia que fazia de tudo para me aborrecer..esta era, na altura, a minha interpretação da situação.
Eu desesperava, enervava-me, zangava-me, fazia também as minhas birras e os finais de dia estavam a tornar-se completamente insuportáveis.
Isto coincidiu com algumas alterações na sua rotina (mudou de escola) e eu, vendo-me incapaz de lidar com a situação, decidi experimentar o coaching parental com a Magda.
Já tinham frequentado os workshops por isso sabia que me identificava completamente com a linha de pensamento da Mum`s the Boss.


Logo na primeira sessão fez-se o "click"..quando a Mada, após eu descrever a situação, perguntou algo tão simples mas que eu andava a ignorar por completo :"O que acha que o seu filho lhe quer dizer?"
Fiquei sem resposta porque, de fato, eu nunca parei para pensar no que o meu filho quereria dizer-me nesses momentos...eu achava que era apenas birra, mimo, "má criação", achava que fazia tudo por ele e, como tal, era muito injusto ele tratar-me assim....


Logo neste momento, percebi que a minha abordagem estava errada, percebi que nada do que o meu filho fazia era para me atingir, percebi que ele estava era a gritar por tempo e atenção...por melhor tempo e melhor atenção!


O segundo "click" teve a ver com a perceção da forma (errada) como eu estava a lidar com a relação entre irmãos (tenho outro filho com dois anos). O que eu fazia era proteger em excesso o mais novo usando sempre o argumento da idade para o "proteger" do irmão. Numa situação de conflito eu ia (quase) sempre em defesa dos mais novo e isso, sem eu perceber, estava a influenciar o comportamento do mais velho...


Com estas questões interiorizadas foi só começar o trabalho em casa, seguir os conselhos e estratégias da Magda e munir-me de muita paciência.
Não foi e ainda não é fácil...mas posso garantir que a relação com o meu filho bem como o comportamento dele mudou radicalmente e sabem porquê? Porque eu mudei a minha forma de me relacionar com ele!


Acima de tudo o que retirei desta experiencia foram quatro questões que tenho que ter sempre presentes e esforçar-me, sempre, por garantir que cumpro: OUVIR o meu filho, ouvir o que ele tem para dizer, mostrar-lhe que me interesso pela sua visão das coisas ainda que os seus argumentos possam não me convencer, NÃO o penalizar pela minha frustração, SER firme e, por fim mas muito importante também, USAR o sentido de humor:)


Muito mais poderia dizer sobre a forma como a abordagem da Magda me ajudou a mudar o relacionamento com o meu filho, ou melhor, como ajudou a mudar-me e assim mudar este relacionamento.
Tenho ainda muito trabalho pela frente e é bem certo que a prática é bem mais difícil que a teoria, ainda há e haverá, sempre, dias difíceis em que todas as estratégias parecem falhar....nesses momentos lembro-me daquela primeira pergunta da Magda :)

marcações para info@parentalidadepositiva.com

As tuas dúvidas são as dúvidas de muitas mães

3.10.14

A dada altura torna-se impossível responder a todos os emails, a todas as mensagens enviadas por facebook a pedir conselhos.
Por isso mesmo criei, em tempos, o Ask Mum - era a forma que eu tinha/tenho de ver o que mais se pede e orientar os meus posts nesse sentido.
Com o Eu,Mãe, decidi ir mais longe e em vez de ser inspiração, respondo, quinzenalmente, às muitas questões que vou recebendo.
As tuas questões deverão ser direccionadas para um dos espaços, e sempre de forma anónima.
Caso queiras fazer um trabalho direccionado e exclusivo, então contacta-me por email info@parentalidadepositiva.com para marcares uma sessão de Coaching e Aconselhamento Parental. Podes saber mais aqui.


A consulta desta semana podes ler aqui e diz mais ou menos isto:
"eu gosto da ideia da parentalidade positiva e até a pratico mas, infelizmente, algumas vezes, a minha filha só me escuta à lei de uma palmada."Também sentes isto?




No próximo fim-de-semana [11 e 12 de Outubro] vou estar em Lisboa para os últimos workshops do ano, na Capital. Num deles vou falar exclusivamente sobre a Auto-Estima. No outro vou mostrar como se aplicam estes conceitos da Educação e Parentalidade Positiva e como é que ensinamos felicidade aos nossos filhos.

Ainda te podes inscrever no workshop da Auto-Estima [Lisboa  | Porto ] e no Pais Felizes = Filhos Felizes.



ESPECIAL REGRESSO ÀS AULAS | O PRIMEIRO DIA DO PRIMEIRO ANO + ESCOLA NOVA

3.9.14


Como te disse, desde ontem que tenho um consultório no EU, Mãe.

Este é um espaço onde podes deixar as tuas questões sobre os temas da educação e parentalidade.

Os casos que serão trabalhados têm a ver com a relação e a forma como comunicamos com os nossos filhos. São ideias e dicas que te vão orientar.

Este é o primeiro caso trabalhado e deixo-te aqui para que possas conhecer como é que ele vai funcionar.

Caso: Mudança de escola

Idade da criança: 6 anos

O meu filho mais velho vai agora entrar para o primeiro ano. Até agora esteve numa escola com um ambiente muito familiar e onde até a comida era muito caseira. Este ano é o ano da grande mudança – ir para a escola grande – e ele mostrou-se muito triste por deixar a educadora, as auxiliares e até a cozinheira da antiga escola. Ao mesmo tempo parece que está em fase de negação porque diz que vai voltar à sala dele e diz-me ‘ai não não vou para a escola nova’. Não sei o que fazer: deixar de falar no assunto é uma boa ideia?



As mudanças são sempre difíceis e angustiantes porque trazem consigo uma série de dúvidas e receios e também medos por não sabermos o que de lá virá. Por outro lado, e no caso do seu filho, a experiência nessa primeira escola foi extraordinária e é natural que ele gostasse de se manter por lá! Parabéns à equipa que trabalhou com o seu filho por ter sabido criar vivências positivas na vida do seu filho.

Neste momento, o seu filho vai mudar de escola e, como facto consumado, não há nada a fazer. Então siga os pontos abaixo para que a transição se faça da melhor maneira:


Procure ser empática com o seu filho e perceber a tristeza dele. Imagine que trabalha num local com pessoas de quem gosta muito e que, por decisão da sua chefia vai ter de mudar para um lugar desconhecido e onde não conhece ninguém. Imagine que, para além disso tudo, as suas responsabilidades vão aumentar e que vai estar a ser avaliada por imensas pessoas mas não faz ideia como nem por quem. Sente a responsabilidade, o medo e o frio na barriga? É muito possível que o seu filho sinta tudo isto mas, aos 6 anos não tenha tido experiências suficientes para saber que estas situações se gerem e se ultrapassam. Dá medo, muito medo e nenhuma vontade em mudar.
Deixe-o despedir-se das pessoas da escola. Se puder, tire fotografias, imprima-as e guarde-as num álbum para que ele possa ir ‘matar’ saudades sempre que precisar. Isso não lhe fará mal – em breve vai ultrapassar a fase dolorosa e vai lembrar-se das boas recordações.
Sempre que puder, passe em frente à nova escola e diga-lhe que é ali que ele vai aprender a ler, a escrever e que por isso mesmo vai ter maior liberdade e autonomia – vai ser capaz de ler sozinho, de participar nas compras da semana no supermercado escrevendo a lista de compras e já poderão ir ao cinema ver alguns filmes com legendas. A ideia é criar-lhe entusiasmo.
Sempre que ele voltar ao assunto da escola antiga, deixe-o falar e diga-lhe coisas como ‘Tu foste mesmo feliz ali, não foste? Lembras-te quando aos 3 anos e meio as educadoras se lembraram de fazer um acampamento e a escola inteira dormiu em tendas e vocês passaram a noite fora de casa, pela primeira vez na vida? Uau, isso é que foi uma aventura, não foi?’
Tire a tensão da situação e sempre que os outros se referirem à mudança de escola e o seu filho estiver ao pé de si, talvez seja interessante não dar seguimento à conversa. Está a falar de algo muito íntimo na vida dele e que lhe causa tristeza, neste momento. Mude de assunto por respeito aos sentimentos dele. Estou certa que apreciaria que fizessem o mesmo por si.

Conheça mais sobre a Magda aqui e conheça o seu trabalho incrível no Mum's The Boss e no site Parentalidade Positiva.

Envie as suas questões para: global@eumae.pt

Ask Mum

9.7.14
Volta e meia activo este link aqui no blogue. É o ASK MUM.
Cheguei a uma certa atura em que não conseguia responder às muitas questões que me iam colocando. Então agora podes deixá-las aqui e eu vou pegando nelas, uma a uma e inspirando-me nelas para escrever os posts e ajudar-te.

Workshop + Coaching e Aconselhamento Parental: A questão da Autoridade e da Obediência | A Auto-Estima da Criança

30.6.14
São 2 workshops com sessões de Coaching e Aconselhamento Parental.
São 2 semanas que prometem mudar, para melhor, os relacionamentos em casa.
São 2 vagas ainda para o workshop de A Autoridade
É 1 vaga para o workshop sobre a Auto-Estima da Criança.

Informações e inscrições: info@parentalidadepositiva.com

Programa, datas e horários: ver imagens abaixo





Revista Pais & Filhos - Coaching e Aconselhamento Parental foram testados

23.1.14
A jornalista Teresa Diogo, da Revista Pais & Filhos testou as sessões de Coaching e Aconselhamento Parental comigo.
E escreveu um artigo onde relata tudo [mesmo dicas].

Queres saber mais e leres a experiência da Teresa? Clica aqui!

E se quiseres marcar uma sessão de coaching ou vir a um workshop envia-me um email para info@parentalidadepositiva.com

Coaching Parental [O que é?]

13.11.13



Queres saber o que é, como é e o que acontece numa sessão de coaching e aconselhamento parental?
Espreita
aqui e aqui

Queres conhecer o feedback de quem já fez? Espreita aqui.


Coaching à borla - para casais :)

10.5.13


Na semana passada falei aqui sobre a importância de viajares (nem que seja dentro de casa). Só o casal. A dois. E de como podes preparar os teus filhos para saíres uns dias, sem grandes dramas.

É que salvo raras excepções, a verdade é que as criancinhas, que são tão formosas e bonitinhas, podem minar e muito a relação dos adultos. Seja porque quando chegas à cama já está exaustas e cheia de sono, ou porque jantas a correr (e a comida nem sabe e depois vingas-te nas bolachas). Seja porque não consegues conversar com el@. 

E de repente, aquela pessoa que está ali à tua frente passa a ser, lentamente, um estranho. 

A verdade é que eu sei (e vejo isso com alguma frequência nas sessões de coaching) que o tempo voa e de repente é difícil resgatar o romance... porque estás ferid@, cansad@ e já não sabes como é que se faz...

Por isso, gostava muito que neste fim-de-semana, em que o tempo vai ajudar, que valorizasses o teu mais que tudo (e dizes tu: mais???)

Mas valorizar em que aspecto? 
Reconhecendo o valor da pessoa que tens à tua frente. O que é que mais gostas nele, ainda te lembras? E em que é que ele mudou, para melhor, nos últimos tempos? Diz-lhe que aprecias quando ele faz uma determinada coisa (foca-te durante o Sábado no que ele tem de bom - só Sábado! Ou só Domingo). O que eu quero é que consigas voltar a ver isso.

A verdade é que por vezes há coisas muito simples e que podem dar um novo empurrão (dos bons) à tua relação, sabes? Não estás convencida. Então eu explico-me... Queres ver?
Diz-me lá que não é verdade que tu bem que podes ter ido levar e buscar os miúdos à escola, bem que podes ter ido trabalhar, teres ido ao supermercado no regresso, teres carregado sacos, garrafões de água e os miúdos mais as mochilas para cima (ufaaaa!!!) que ele há de vir cansado também. E se calhar até mais cansado que tu - diz ele. Mas se calhar tu nem te importas de fazer o jantar e de arrumar a loiça depois. Se ao menos ele reconhecer isso. Se ao menos ele se sentar ali ao pé de ti a mostrar interesse pela pessoa que tu és, pela tua entrega à família, aos filhos, à casa e a ti.

E se calhar, só isso, fará com que vás com menos sono para a cama... ;)

Bom fim-de-semana, menina bonita!


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