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Grown-up time!

3.9.12


E em tua casa, existe o tempo para seres adult@?
O que é que eu quero dizer com isto?
Tens tempo para tu e o teu companheiro estarem juntos, namorarem, receberem amigos, conversarem ou apenas ficarem a olhar para a TV sem a(s) criança(s) ao lado? 
E se sim, o que é que sentes que ganhas com isso?

3 requisitos para se exercer a Parentalidade Positiva

6.8.12




A questão é mais: ‘Se houvesse algum ponto importante a melhorar na atitude ou na forma de estar dos pais, que lhes facilitasse a vida, qual seria ele?

Não seria nem um, nem dois e sim três!

E quais são eles? Vamos lá então!

Primeiro, os pais e as mães têm de saber o que é que se espera deles. E o que é? É amarem os seus filhos, de forma incondicional. E, ao mesmo tempo, é saberem que existem para educar e humanizar os seus filhos. E como é que isso se faz? Preparando-os para serem adultos responsáveis, sãos e capazes. Como? Mostrando-lhes quais são as regras que existem na vida. E não são assim tantas quanto isso. Podes ler sobre isso aqui.

Depois os pais precisam de perceber que todos os membros da família têm o seu lugar. O pai e a mãe são pessoas. A criança é pessoa. Mas a criança não entra na intimidade da vida dos pais nem o filho entra nas discussões entre pai e mãe, mesmo que ele seja o tema do debate. A criança tem direitos e deveres tal e qual como os pais. Tem o direito (e o dever, até!) de brincar e também tem horas de ir para a cama, por exemplo. Para descansar e para que os pais possam fazer a sua vida de adultos. Uma criança não se levanta 50 vezes da cama. Isso não acontece. Se os pais souberem disto, conseguem actuar com maior firmeza. E é isto que muitas vezes falta – a firmeza.

Finalmente, a mãe (mais que o pai, na maior parte das vezes), precisa de se libertar de uma coisa que vem no pacote, quando se torna mãe, e que é a culpa. Precisa de ter momentos seus e que são fundamentais para que esteja em equilibrio e feliz, na sua relação com a família e com os filhos. Uma mãe cansada, frustrada e que deixa de ter vida para tratar dos filhos não consegue ter a energia necessária para desvalorizar o que é desvalorizável, para brincar mais e com mais vontade, para ser firme em vez de ralhar, castigar ou bater. Por isso mesmo, a mãe precisa de tempo para ela. Que tenha uma actividade extra-laboral. Se não pode, que vá tomar café com uma amiga, que vá passear com o marido ou com as amigas. E que aproveite os momentos em que está sem o filho, sem um pingo de culpa. Se o filho estiver bem e com alguém que sabe cuidar dele, então que aproveite! E que volte para casa com vontade de trincá-lo e enchê-lo de beijos. E feliz! Porque a primeira regra da parentalidade positiva é mesmo: pais felizes = filhos felizes.

10 Conhecer e dar-se a conhecer_Semana 10 - Projecto Even Happier

6.3.12
'Para conhecer a alegria, é preciso partilhar. A felicidade tem uma gémea.'
Lord Byron

A frequência elevada dos divórcios (em qualquer país que seja) faz-nos questionar sobre os maus entendidos e mesmo sobre a natureza do amor e das suas consequências. Ao que parece, a maior parte das pessoas confunde atração sexual e amor sincero. Ora, se a primeira é indispensável ao segundo, ela não é suficiente. O que nos excita é a novidade, é a sedução. E depois vem o resto: a banalidade, o convívio, o à vontade. E a intimidade. E esta é a parte mais difícil, não é?

E é justamente isso que o Tal Benh-Shahar explica esta semana, usando as palavras do sexoterapeuta David Schnarch e o seu livro Passionate Marriage. Para cultivarmos uma intimidade autêntica, o ponto fundamental da união deve ser deslocado. Para que a intimidade aconteça, os dois parceiros têm de ter vontade de se darem a conhecer, de se desvendarem, de reconhecerem as suas aspirações, os seus desejos e os seus sonhos. Fácil? Não sei, penso que não totalmente fácil! Dá muito trabalho. É capaz de compensar, ainda assim, digo eu!

Exercício 1) Como é que podes dar-te a conhecer mais e melhor ao teu companheir@? Como podes conhecer melhor o teu companheir@?

Exercício 2) John Gottman, que é especializado em relações e, ao que parece, consegue prever a duração de uma relação, pede aos casais que se foquem no lado bom das suas relações. Pede-lhes que façam coisas pela relação e que tomem, os dois, iniciativas. Eu gosto muito da frase de uma coisa que a Sónia Morais Santos disse, numa entrevista que lhe fiz: 'Nós por cá estamos a tentar que, quando eles se pirarem, fiquem dois velhotes aos beijinhos e a fazerem passeios de balão e canoagem e a acampar na Amazónia ao lado dos índios'. E tu, o que fazes? Viajas? Vês um filme a dois? Preparas um jantar especial? Fazes uma sessão de strip gira e ousada? Ou enfias o pijama de flanela e vês a novela ou o futebol a dois? Isso é intimidade, claro que sim, embora me pareça estar longe desta ideia de cultivar e alimentar e embelezar a relação, certo? E ele, já lhe disseste que gostavas que te dissesse mais vezes uma certa coisa? Já lhe explicaste porque é importante e o que é que os dois têm a ganhar?

Exercício 3) Dar graças, esta semana. Continuas a anotar? Onde? Eu, é na agenda - descobri que gosto mais! 

④ Trabalho_ Semana 4 - Projecto Even Happier 52

26.1.12
"O trabalho afasta de nós três grandes males: o tédio, o vício e a necessidade."
(Voltaire)

 O paradoxo do trabalho

 Num artigo que se chama ‘A experiência optimal no trabalho e no lazer’, os investigadores apontam que a maior parte das pessoas prefere as suas actividades de distração às actividades profissionais [what’s new?].
Só que aquilo que eles também descobriram foi que é no trabalho que temos mais estados de fluxo – sendo que fluxo quer dizer ‘estar dentro da actividade’, apresentando uma ‘actividade optimal’. Sabes, quando dizes ‘hoje o dia rendeu-me’?

Por isso, não deixa de ser engraçado verificar que embora se aponte que temos mais prazer na hora do recreio  é, de facto, no trabalho que temos mais experiências optimais. Giro, hein? E isso revela-nos até que ponto existe um grande pré-conceito enraízado contra o trabalho. Na verdade, para sermos mais felizes no trabalho, temos de viver experiências positivas e avaliá-las como tal.
Porque é que se diz tão mal do trabalho? Não consigo perceber...

Tarefas desta semana?
Pensa de que forma podes desenvolver-te, aprender, ter valor acrescentado no teu trabalho.
Pensa que tipo de relacionamentos tens.

Lê! Há blogues, livros, revistas. O Tal Ben-Shahar sugere este livro. Deve ser interessante. Mas não interessa que seja este ou outro. O importante é que o faças!

Faz formação! Aprende mais!



Lido na blogosfera

24.11.11
 Lido aqui

Aos Senhores e Senhoras que fazem greve:

Entendo as vossas preocupações, entendo as vossas angústias, as vossas dúvidas, as vossas incertezas. Juro que entendo. Mas, tenho que pensar que hoje todos vocês tinham um trabalho a fazer nos vossos empregos, todos. Porque se estão a fazer greve é porque têm um, certo? Em algum momento da vossa decisão (em aderir à greve), pensaram naqueles que nem a ela podem aderir por não trabalho algum?
Porque esses que não têm emprego, no fundo contam com todos nós, trabalhadores, para pôr isto a andar para a frente, para que num futuro muito próximo esses também possam ter onde trabalhar. Repito que entendo a vossa indignação. Mas, eu continuo a achar que o trabalho não é um direito adquirido, é algo que se conquista.
Acabou agora de ligar-me a MC aos gritos de felicidade a dizer que não tem aulas (coitadinha, é pequenina e não sabe o que diz). E agora que lhe faço? É que eu não posso fazer greve, eu tal como vocês, tenho milhares de coisas para fazer na Empresa e esta, não anda sozinha. Eu hoje vou trabalhar. e se vocês podem gritar, eu também o posso fazer: EU HOJE VOU TRABALHAR, VOU PRODUZIR, VOU DAR O MEU CONTRIBUTO PARA QUE ISTO ANDE PARA A FRENTE!
Ontem uma jornalista perguntava-me: Mas porque é que vocês (aqui leia-se: empresa) são a excepção à regra em tempos de crise? Eu respondi: Porque encaramos tudo isto com optimismo, com muita dedicação e trabalho, investimos tudo na qualidade e na formação dos nossos colaboradores. Se assim, não fosse fecharíamos as portas.
Chegou a hora de provarmos quem somos, de que barro somos feitos. Lutem por aquilo que chamam de direitos adquiridos (?), sim lutem!. Mas lutem com aquilo que neste momento irá dar mais resultado: trabalhando com muito afinco, com as mangas arregaçadas e perguntem: Isto é para levar para onde?

Adenda: Antes que venham para aqui blá blá e mimimi. eu trabalho a recibos verdes e tenho mais que um trabalho. Logo, nunca tive subsidios de Natal (que considero ridículo) e subsidio de férias que considero ridículo também (pagarem-nos para ir para a praia). Quer dizer um trabalhador produz 11 meses e recebe 14. Não entendo! E se olharmos para os indices de produção individual, passo a entender menos!

"Vai dormir, f*da-se", livro infantil para adultos

18.11.11


Já tinha ouvido falar, quando foi lançado.
Agora disponível para todos os tugas.
Estou curiosa para saber o que é que ele tem de "absolutamente genial".
Pra saberes mais, clica na imagem.

Como é que ela faz?

21.10.11
Preview do filme: Clica na imagem ou aqui.

Acabei de ler uma crítica muito má sobre este filme e, ainda assim, tenho vontade de o ver. É que só há muito pouco tempo é que descobri o que é, realmente, a série "Sex & The City. E pronto, fiquei rendida, ao ponto de a considerar a minha série favorita de todos os tempos, ao nível de "Os Sopranos" [sim, sim, podemos gostar de duas coisas ao mesmo tempo e que são tão diferentes!].

Fico feliz ao ouvir a voz da SJP no início de cada episódio, gosto dos tiques dela, da forma como se veste, de todo o glamour que a série vende e do sentimento de bem-estar que tenho quando me sento no sofá, para ver mais um episódio [estou muitoooo tentada em rever a série novamente, as 6 "seasons" mais uma vez - e eu, que durante anos pensei que era uma série mediocre... ].

É um dos meus momentos - chego ao ponto de cortar o som do telemóvel e de mandar calar quem está ao meu lado, porque quero mesmo ver e ouvir... :)

Mas "enough with Sex and The City, let's go to "I don't know how she does it". Parece que é a história de uma mulher comum, com um emprego [menos comum: de sucesso], com dois filhos, um marido [e menos comum, de novo: uma ama e uma assistente]. É a vidinha dela, com mais glamour que a minha, de certeza, com penteados e make-ups perfeitas mas ainda assim, um espelho do dia-a-dia de uma mulher [quase normal]. E está-me mesmo a apetecer ir ver este filme e ver uma Carrie com filhos, casada e a trabalhar numa agência de advogados. I don't know how she does it... but I will.

E tu, como é que esticas o teu tempo, como fazes para te dedicares ao trabalho, à casa, aos amigos, aos filhos, ao parceiro e ainda para teres tempo para ti?

Eu? Por exemplo, uso uma coisa chamada To Do List que, de vez em quando, amarroto, deito fora. Sigo a minha lista quando não a perco, quando não faço uma nova, quando chego ao supermercado e vejo que a deixei em cima da mesa da cozinha... E depois, para me aliviar, procuro não me levar a sério, rir-me e pensar que não é o fim do mundo... afinal, vivo num sítio onde, num raio de 10 Kms, devo ter seguramento 20 supermercados, 5 shoppings, bombas de gasolina abertas todo o dia e noite, Internet a todo o momento e, em último caso, uma nova lista To Do para iniciar... :)

Interesting thoughts

21.10.11

Is wondering how adults can complain that a child is not responsible when they don't even let it decide for itself if it is cold and needs a jacket or not.....



 Via Mikaela Övén, fã do Mum's the Boss

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