Na minha newsletter de final de Junho partilhei a história da Babel que podes ler aqui. Esta história tinha dois pontos importantes para mim:
A forma como a Babel lidou com a situação (cancro da mamã)
A forma como escolheu viver o que se seguiu e a partilha com o filho.
Foi ponto claro para ela que ele iria saber de toda a verdade, sempre.
E no seguimento dessa newsletter, recebi um email de uma leitora que, com a sua permissão, partilho aqui. Fica o convite à reflexão.
Bom dia Magda,
Espero que se encontre bem.
Costumo ler e seguir tudo o que vai publicando, no tempo que tenho disponível. Comprei também os seus livros.
No entanto nunca costumo intervir/opinar. Desta vez este tema tocou-me muito e por isso decidi enviar este email, apenas para dizer que por experiência própria, é tão tão importante o que descreve:dizer a verdade, por mais que nos pareça na altura que vamos fazer os nossos filhos sofrer.
Partilho consigo o meu testemunho:
No ano passado o meu marido e pai dos meus filhos (de 5 e 8 anos) descobriu que estava gravemente doente com um tumor, com metasteses no figado. Foi extremamente agressivo e galopante.
Acabou por falecer no inicio deste ano. Foram apenas 4 meses entre estar tudo bem e tudo acabar da pior forma.
O meu marido esteve em casa sempre, a receber os cuidados paliativos e faleceu também em casa.
Por nos ter sido dado claramente o diagnóstico, por me ter sido dito a determinada altura que o meu marido tinha apenas semanas de vida, fui confrontada com o que dizer aos meus filhos!?
Eles apenas sabiam que o pai estava doente, mas frases como: "quando o pai ficar bem, vamos ...", continuavam a sair da boca deles.
Instintivamente pensei que não os devia fazer sofrer por antecipação e devia esconder-lhes a verdade.
Felizmente pedi acompanhamento psicológico, e quem nos acompanhou e ainda acompanha agora, foi claro em dizer que eu tinha de lhes dizer a verdade por mais que custasse.
Eu tive de dizer aos meus filhos que o pai estava a morrer, que a doença dele não tinha cura.
Só eu sei o quanto isto custou e doeu em todos nós. Só eu sei a violência que foi aquele dia.
Mas também só eu sei o quanto isso facilitou (se é que é possível existirem facilidades nesta situação!) todo o processo que se seguiu, e o quanto isto facilitou quando chegou o dia e eu lhes tive de dizer que o pai tinha falecido.
Nesse dia em pouco tempo (menos de 1h) a minha casa estava cheia de familiares. Pedi para que quando os meus filhos chegassem a casa e eu lhes desse a noticia estivéssemos só os 3, sem estarem sobre "os holofotes" da familia. Para eles terem o espaço que quisessem para chorar, gritar, correr, perguntar ou ficar em silencio. Eles correram os dois para o quarto onde o pai tinha estado horas antes. Ficaram ali bastante tempo, só depois quiseram estar com os avós e os tios.
Os meus filhos não foram apanhados de surpresa.
Os meus filhos sabiam a verdade!
Os meus filhos não se revoltaram comigo por não lhes ter contado.
Com a mesma verdade, expliquei aos meus filhos como ia ser o velório e o funeral, tudo o que envolvia e o que iam ver. Deixei eles decidirem se queriam ou não estar presentes e quanto tempo queriam ficar.
O mais velho quis estar algum tempo no velório. O mais novo não quis ir.
Decidiram com tranquilidade, com base na verdade.
Algumas pessoas ficaram "chocadas" por eu permitir o meu filho estar presente no velório.
Foi difícil ? Muito!! Mas tenho a certeza que agora e no futuro seria muito mais difícil se tivesse sido de outra forma.
Levei o meu filho ao velório (no dia do funeral), muito cedo, antes de chegar a familia. Ele foi apenas comigo e com a minha irmã. Teve o seu espaço sem ter de se conter ou ser "bombardeado" com abraços, perguntas, etc etc. Fiquei incrédula como ele reagiu àquilo tudo. Por exemplo descobri que o meu filho precisava realmente de estar ali. Ele sentiu necessidade de ver tudo, de tocar com as mãos, de sentir a madeira, os panos, de cheirar as flores, de ver a roupa que o pai tinha vestido, ... teve necessidade de tocar e sentir o rosto do pai (aproximou-se e afastou-se várias vezes antes de o fazer).
Depois estranhou aquela sala estar vazia e o pai estar ali "sozinho". Disse-lhe que no dia antes tinha estado uma multidão de pessoas ali, que nem cabiam na sala e ainda ocupavam o passeio e a rua do lado de fora. Disse que iam chegar mais tarde. E ele quis esperar para ver a família e os amigos do pai, muitos que nem conhecia. Quando a sala se encheu e ele se "desdobrou" a cumprimentar todas aquelas pessoas pediu-me para ir para casa.
Eu nunca iria conseguir satisfazer estas necessidades dele apenas com palavras, a contar-lhe como tinha sido.
Ficou traumatizado por isso ? Não! Pelo contrário, porque teve todas as respostas às suas perguntas, mesmo aquelas que não conseguia sequer colocar em palavras. Ficou esclarecido e tranquilo.
E mais importante ainda, teve a oportunidade de se despedir do pai da forma que sentiu necessidade, e não como eu podia considerar que era melhor. Hoje percebo isso, apesar de naquele dia só me apetecer arrancá-lo dali e poupá-lo áquilo tudo.
Agora falo com serenidade de tudo o que passámos, mas a minha serenidade surgiu só depois, a certeza de que fiz o correto também só a tive depois. Durante aqueles dias em que fui tomando estas decisões tive sempre muitas duvidas de que estava a fazer o correto.
Nesses dias temos a casa inundada de gente, dizem-nos algumas coisas acertadas (algumas pessoas que realmente nos ajudam), mas também nos dizem por vezes os maiores disparates.
No entanto considero que tive sorte (apesar de tudo o que nos aconteceu). Tive e tenho duas psicólogas que nos acompanham, que me encaminharam neste sentido. Ouço delas muito do que leio do que a Magda escreve há anos.
Decidi lhe escrever porque infelizmente há por ai muitos pais que passam por tudo isto que passei e continuo a passar (este processo ainda é uma longa caminhada). Sei que muitos terão exatamente as mesmas dúvidas e angustias que eu tive.
Muitos não terão possivelmente ninguém que lhes diga as palavras certas.
Obrigada por partilhar connosco o seu trabalho que tem sido uma preciosa ajuda na minha vida.
Beijinhos
Obrigada por leres até ao fim. A verdade, sempre a verdade, sobretudo nestes momentos, é mesmo o mais importante. O meu desejo ao partilhar este testemunho é que possa ajudar, contribuir á reflexão e que possa ser passado de mão em mão para percebermos todos o quanto a verdade e a criação de espaço pode fazer toda a diferença.
Obrigada querida M. por me ter escrito e por me ter permitido partilhar a vossa história. Que a vida vos seja doce. À sua espera para o prometido café! Um beijinho!
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Será que o papel da mãe é mais importante que o do pai?
9.5.17
Cada ator tem o seu papel e a sua importância reside no tipo de vínculo que vai estabelecer com os filhos. Ponto final. Ainda assim, existe a ideia de que a mãe, por tratar e cuidar, tem um papel de maior destaque na vida dos filhos. Achamos isso porque, antigamente, efectivamente, era ela a cuidadora e, por isso, livre de explorar os afectos, de se emocionar. Era ela que, trabalhando ou não, garantia que os filhos tinham os lanches prontos, cuidava dos joelhos esfolados, zelava para que tudo se aproximasse do perfeito. Sempre próxima, essa era a convenção.
Felizmente muita coisa mudou e deixámos de ter papeis pré-estabelecidos. Percebemos que podemos criar uma relação com maior significado com os miúdos e isso muda não só a vida deles - porque a torna mais rica - como também a nossa vida. Os pais - homens - hoje estão mais próximos porque querem estar. E este facto dá-nos uma imensa liberdade. Construímos a relação com os nossos filhos com base naquilo que podemos e desejamos ser e não com base naquilo que temos de ser, por causa de papeis socialmente criados e perpetuados. E por isso, mãe e pai tornam-se igualmente importantes, cada um à sua maneira.
Mas também há cada vez mais mães sozinhas - ora porque o pai está fora a trabalhar, ora porque se separaram - os últimos dados indicam que a taxa de divórcio em Portugal é de 74%. Há por isso cada vez mais mulheres a assumirem sozinhas - agora sozinhas, num formato diferente do anterior - a educação dos filhos. E neste novo formato a retaguarda é cada vez menor: avós que estão longe, que ainda trabalham ou indisponíveis. Então o difícil não é necessariamente a dificuldade que temos em educar mas antes a dificuldade que temos em descansar e arranjarmos tempo e energia para usufruirmos da nossa liberdade, recriando-nos a cada passo.
Este é talvez, um dos nossos maiores desafios.
Este é um dos melhores conselhos de Michelle Obama
20.10.16
Há uma semana disse que sinto que as organizações em Portugal, e no Mundo em geral, estão mais humanistas e mais integrativas das diferentes esferas da vida das pessoas. Não são todas mas esse caminho está a ser feito e a influenciar positivamente os seus colaboradores que, por sua vez, pagarão na mesma moeda, mais cedo ou mais tarde [de forma positiva, naturalmente].
E as mulheres também. As mulheres estão cada vez mais fortes, mais seguras, mais sábias. Não é que não o fossemos antes mas estamos mais afirmativas e, se não o conseguimos ser sempre, procuramos formas de o conseguir.
A grande Michelle Obama fala justamente disso aqui.
Não é o falhar; é o que tu fazes depois de falhar. Desistes? Ou fazes com que isso te dê mais energia? Desafia-te para fazeres melhor, arriscares mais, faz-te sair da tua zona de conforto?
[...]
Ensinam-nos que temos de competir uns contra os outros (...). Isso não é verdade. Precisamos uns dos outros. E em todo o lado, temos de ser uma equipa de mulheres e miúdas que se amam e que se valorizam. Porque se não o fizermos ninguém o vai fazer. Por isso vamos lá começar e arranjar uma forma de apoiar as nossas meninas. Pode ser a tua irmã mais nova, uma vizinha. Tu podes ser a sua mentora. Habitua-te a ajudar.
Olha à tua volta. Há cada vez mais mães e mulheres e miúdas a fazerem um trabalho incrível e notável. E isso só é possível graças à nossa energia e também ao apoio que recebemos umas das outras.
As tuas dúvidas são as dúvidas de muitas mães
3.10.14
Por isso mesmo criei, em tempos, o Ask Mum - era a forma que eu tinha/tenho de ver o que mais se pede e orientar os meus posts nesse sentido.
Com o Eu,Mãe, decidi ir mais longe e em vez de ser inspiração, respondo, quinzenalmente, às muitas questões que vou recebendo.
As tuas questões deverão ser direccionadas para um dos espaços, e sempre de forma anónima.
Caso queiras fazer um trabalho direccionado e exclusivo, então contacta-me por email info@parentalidadepositiva.com para marcares uma sessão de Coaching e Aconselhamento Parental. Podes saber mais aqui.
A consulta desta semana podes ler aqui e diz mais ou menos isto:
"eu gosto da ideia da parentalidade positiva e até a pratico mas, infelizmente, algumas vezes, a minha filha só me escuta à lei de uma palmada."Também sentes isto?
No próximo fim-de-semana [11 e 12 de Outubro] vou estar em Lisboa para os últimos workshops do ano, na Capital. Num deles vou falar exclusivamente sobre a Auto-Estima. No outro vou mostrar como se aplicam estes conceitos da Educação e Parentalidade Positiva e como é que ensinamos felicidade aos nossos filhos.
Ainda te podes inscrever no workshop da Auto-Estima [Lisboa | Porto ] e no Pais Felizes = Filhos Felizes.

Dúvidas existenciais de uma mãe com prioridade...
24.8.12
Estou convencida que tem muito a ver com as aprendizagens que fizemos, com o facto de já sabermos como que é tratar de um filho e perceber que o mundo não termina amanhã (espero eu!!!). Por outro lado, temos um acumulado de cansaço maior e temos outra criatura a quem dar atenção!Tornamo-nos, quer queiramos quer não, muito mais práticas!
Ainda assim, esta minha amiga confessava-me que, embora tenha sido sempre muito acarinhada durante a gravidez e nesta fase em que o pequenino tem pouco mais que um mês, fica completamente irritada quando lhe dizem que 'Ah, então como estão a correr as férias?'
'Férias, diz ela? Quais férias? Acordo quase todas as horas de noite para amamentar e mudar fraldas, de dia tenho de tomar conta de dois e nem consigo dormitar um pouco. Férias??? Onde?'
E confessou-me também que fica desnorteada quando vai ao supermercado e pede para usar a prioridade nas filas onde isso existe. Já em grávida olhavam para ela de lado ou, pura e simplesmente fingiam que não a viam. Agora, com o bebé no carrinho, acham que ela tem de esperar, como toda a gente, embora ali diga, claramente, prioridade a grávidas, mães com filhos de/ao colo, idosos ou pessoas portadoras de deficiência.
Sinceramente, eu também fico chateada mas sempre que precisei avancei e fiz uso da minha prioridade, sem ter de me explicar.
Porque o que me chateia é que as pessoas vejam e façam de conta que não viram. Quer parecer-me que é uma questão de educação e de princípios.
Aliás, muitas vezes me pergunto se essas filas não deveriam ser filas exclusivas e não apenas prioritárias. Acabava-se logo com confusões...
Quanto ao estar de férias... enfim, acho que é mesmo uma crença estúpida que as pessoas têm. A Socorro sou mãe, na entrevista que lhe fiz aqui diz mesmo que Portugal não respeita a maternidade. Temos melhores leis que em muitos países, temos uma série de serviços extraordinários mas depois parece que ficam pontas soltas quer em flexibilidade de horários quer na mentalidade...
Como ser uma boa mãe - tudo aquilo que eu sei em 10 pontos fundamentais
22.8.12
Acabei de receber um e-mail de uma mãe. Pergunta-me ela o que é que é preciso saber para aprender a ser uma melhor Mãe.
E aqui fica o e-mail que lhe ia enviar e que decidi partilhar aqui. A esta mãe, vou apenas enviar-lhe o link! Obrigada pela confiança!
Não há mães perfeitas… há boas mães, não é? Ser mãe é aprender todos os dias. Mães são pessoas que se questionam constantemente, que dão o melhor de si em tudo o que fazem e que, acima de tudo são humanas. E se hoje não der certo, não faz mal. Amanhã emendo a mão e faço melhor!
Eu não sei dicas, truques ou magias para se ser melhor mãe. Ainda assim, deixo-te uma lista abaixo daquilo que eu sei que é fundamental para mim. Pode ser que para ti também seja.
1. Sê feliz tu! Primeiro estás tu! Não é egoísmo! Mas se tu estás bem e em equilíbrio, consegues dar mais de ti.
2. Dorme! Alimenta-te bem. Faz algum tipo de exercício ou tem um passatempo (ler, ouvir música, etc).
3. Tem tempo para ti, sozinha. É contigo que vais passar o resto da tua vida. É importante que te dês bem contigo.
4. Tem tempo para o teu casamento/relação amorosa – daqui a 18 anos, quando o teu filho for fazer a vida dele, não queiras ficar a olhar para o pai dele e a pensar ‘quem é este gajo?’ Namorem! Faz bem e é bom!
5. Muitas vezes aquele comportamento do teu filho é uma fase. E as fases passam. Aceita aquele conselho que todos te dizem ‘Aproveita! Passa rápido! Quando deres por ela, já saíram de casa!’ É difícil mas lembra-te que o tempo não volta para trás.
6. Se é justo e necessário o que vais fazer/pedir então sê firme! Os miúdos precisam dessa firmeza.
7. Ama incondicionalmente. Amar incondicionalmente é amar inteiramente. Não há lugares a ‘Eu não gosto nada de ti quando fazes isto’. Isso chama-se amor condicional. É o inverso.
8. Se não estás a aguentar, também tens o direito de dizer ‘Basta! Já não aguento! Eu não permito isto’ É o teu limite. És humana! És gente!
9. Aprecia a beleza das coisas à tua volta. Já mostraste ao teu filho como uma joaninha é mesmo vermelha? Deixa-te encantar! Imprime no teu corpo, nas tuas memórias e em todos os teus sentidos esses momentos maravilhosos que tu, ele e o teu núcleo duram criam!
10. Não leves a vida tão a sério. Descomplica! Desencuca! Aprende! Vive! Faz e acontece às coisas! Sorri, dizem que é um bom remédio. No final, morremos todos! Queres gastar tempo com porcarias? Mesmo?
Mensagem para as minhas mães a tempo inteiro
31.5.12
Meninas bonitas do meu coração,
ainda não dei news porque há meninas que ainda não enviaram as entrevistas.
Vamos lá! Aguardo até amanhã, combinado?
;)
ainda não dei news porque há meninas que ainda não enviaram as entrevistas.
Vamos lá! Aguardo até amanhã, combinado?
;)
Full time mom ou um certo fundamentalismo da coisa...
11.5.12
Ninguém disse que ser mãe e pai é tarefa fácil.
E embora haja cada vez mais literatura disponível, mais informação e técnicos para ajudar, a verdade é que por vezes sinto que há um certo fundamentalismo e obrigação em fazermos certas coisas. Que coisas, perguntas tu? Amamentar até uma determinada idade ou então passar logo para o 'reforço do leite', recorrer a determinadas filosofias, em deixarmos de ser quem somos só porque há movimentos que dizem que tem de ser assim. Cada movimento, sua sentença.
Não sei se sentes o mesmo ou não. Eu senti isso nos primeiros meses depois de ter sido mãe. A bem da verdade, senti isso mesmo antes de ser mãe!
E por isso acredito que é fundamental fazermos três coisas:
1) Escutar a nossa voz interior ou 6º sentido ou seja lá o nome que lhe dás!
2) Respeitarmos a nossa natureza e a natureza dos nossos filhos e
3) Estarmos informadas.
Então, e porque o artigo da Time está a dar muito que falar, deixo-te parte de uma reportagem que li - todo o artigo aqui - e que te apresenta alguns dos lados da questão.
Boa leitura e boas reflexões!
- Here are examples of what mothers who practice attachment parenting are
concerned about. We can about what hormonal contraception does to your
body and your brain. We research why doctors prescribe birth control to
teenagers and adults who don’t have a “regular” menstrual cycle. We
object to routine inductions with pitocin and interventions during labor
because of the risks to the mother and the baby. We believe that breast
milk is biologically and nutritionally superior to anything formula
manufacturers tell you is equal to it, and that sleeping next to your
baby releases positive hormones that facilitate bonding. We have
empowered ourselves and refuse to endure a male-centered obstetric
history that has taken women’s bodies and molded them to their
preferences for their convenience, their comfort and for their world
view.
Os nossos filhos querem-nos!
4.5.12
A Laura Markham, que já entrevistei aqui, partilhou no facebook um texto absolutamente genial, e que me faz lembrar um outro que a Muxy, que também entrevistei aqui, partilhou esta semana.
Diz esse texto que um belo dia, todas as mães dão de caras com o pinterest, com fotos no facebook e que até chegam a twitar. E, nesse momento, percebem que podem dar mais cor às suas casas. E então desejam ter jardins com decorações temáticas, frasquinhos de especiarias etiquetados (eu tenho! Oh!) e prometem fazer dos seus dias ilustrações perfeitas de uma revista de decoração.
A autora deste texto cujo blogue se chama power of moms (esta tem o poder e quem manda sou eu - é tudo igual!!! :) ) diz que os nossos filhos não querem saber (se é que sabem!) do que é que vemos no pinterest. Não imaginam o que é que partilhamos na rede. Os nossos filhos não querem saber disso. Os nossos filhos querem-nos a nós. Mais nada. Só isso!
E o texto remata a lembrar-nos que, nos dias em que nos olhamos ao espelho e pensemos que deveriamos estar a fazer uma cena bonita qualquer para a nossa casa, que nos possamos lembrar que os NOSSOS FILHOS QUEREM-NOS! A NÓS! E não ao pinterest and so on!
Diz esse texto que um belo dia, todas as mães dão de caras com o pinterest, com fotos no facebook e que até chegam a twitar. E, nesse momento, percebem que podem dar mais cor às suas casas. E então desejam ter jardins com decorações temáticas, frasquinhos de especiarias etiquetados (eu tenho! Oh!) e prometem fazer dos seus dias ilustrações perfeitas de uma revista de decoração.
A autora deste texto cujo blogue se chama power of moms (esta tem o poder e quem manda sou eu - é tudo igual!!! :) ) diz que os nossos filhos não querem saber (se é que sabem!) do que é que vemos no pinterest. Não imaginam o que é que partilhamos na rede. Os nossos filhos não querem saber disso. Os nossos filhos querem-nos a nós. Mais nada. Só isso!
E o texto remata a lembrar-nos que, nos dias em que nos olhamos ao espelho e pensemos que deveriamos estar a fazer uma cena bonita qualquer para a nossa casa, que nos possamos lembrar que os NOSSOS FILHOS QUEREM-NOS! A NÓS! E não ao pinterest and so on!
Hoje é assim # 49
8.3.12
Disse-me uma amiga
E em tua casa, é igual?
Razão para dizer, feliz dia, mulher!
'Quando o filho está cansado e birrento, tudo se gere. Quando o pai está cansado e birrento, tudo se gere. Quando a mãe está cansada e birrenta... como é?'
E em tua casa, é igual?
Razão para dizer, feliz dia, mulher!
Segunda-Feira#003 - Este Blogue Precisa de Um Nome
26.12.11
Há mais de um ano que leio o blog da Rita. E como Portugal é mesmo um café, descobri que vivemos na mesma cidade e até na mesma freguesia. Descobri que temos amigos em comum. Há ou não há coincidências?
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