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Gritar ou não gritar : a questão da semana! Então podemos ou não podemos? :)

24.3.17





Tenho um livro que se chama Berra-me Baixo e um desafio de 4 semanas, com o mesmo nome, e que podes subscrever aqui, gratuitamente.

E a propósito deste tema algumas pessoas pediram-me para comentar o texto que Eduardo Sá escreveu esta semana para a Pais&Filhos, com quem colaboro.

Li o texto a correr e fiquei com a sensação de não ter entendido o objetivo ou a intenção. Voltei a lê-lo com maior atenção e fiquei com mix feelings.

E volto a escrever sobre o tema porque o  gritar - ou o não gritar - gera alguma polémica ou pontos de vista diferentes. Vai depender do poder de oratória de cada um e do exercício de retórica que se pretenda fazer.

Vamos por partes.

Quem leu o Berra-me Baixo fica a saber, logo nas primeiras páginas que o objectivo não é deixarmos de gritar com os nossos filhos. Na verdade, a questão do gritar com os filhos, a questão da palmada não é questão para muitos educadores. Grita-se, 'tira-se o pó' sempre que se considera necessário e cá somos felizes à nossa maneira. Mas para quem tudo isto não é 'modo de vida' e de educar, vale a pena olhar para outras propostas.
Quem leu o livro sabe que o grande objetivo, ao longo das 4 semanas, é podermos criar relações com maior significado e valor com os nossos filhos. Afinal de contas, ninguém tem filhos para se andar a zangar, gritar, desentender-se, sistematicamente. Se tudo isto faz parte da dinâmica de qualquer relação - e que nenhuma relação está isenta de conflito - não deixa de ser verdade também que nenhuma relação saudável e feliz se faz quando a tensão é o prato do dia.
Contudo, há pais para quem estar sempre a gritar não é opção e não se querem ver nesse papel. [E atenção que este 'estar sempre a gritar' é subjectivo.]. Há cada vez mais pais que desejam ter relações de afeto e que desejam ser pais mais equilibrados. Não escrevi 'pais perfeitos'. Os pais não se querem perfeitos e antes em 'melhoria contínua'. E por equilibrados não quero dizer arrancados de alma e coração no que fazem, nem de paixão. São pessoas que, na sua vida, procuram apenas uma maior contenção porque desejam criar uma dinâmica de respeito com os filhos [e até com os outros], sendo que o gritar é um desrespeito até para consigo próprios.
Por outro lado, no mesmo livro, pergunto-te, em jeito de provocação se agora já não podemos berrar com os nossos filhos. E com esta questão pretendo esclarecer a diferença entre berrar e chamar à atenção, corrigir, orientar e até o famoso ralhar. Quem é que te disse que para fazeres tudo isso precisas de gritar? É que não precisas! E se perguntares como é que as crianças ficam quando os pais lhe gritam, algumas delas irão responder que ficam nervosas e incapazes de ouvir o que lhe dizem, bloqueadas com medo algumas vezes. Era essa a tua intenção? Não, pois não? [podes ler mais aqui sobre castigos e palmadas - convite à reflexão]

A grande maioria das vezes os pais dizem-me abertamente que quando gritam o fazem por hábito, cansaço ou quando se sentem fartos de repetir as coisas aos miúdos. Já reparaste que todos estes motivos nos dizem respeito e nada têm a ver com os miúdos:
O nosso hábito em gritar.
O nosso cansaço.
A nossa incapacidade em sermos assertivos.


Vale a pena não misturar as coisas: gritar, corrigir, orientar ou chamar à atenção. Se tudo isto pode ser feito sem gritos? Sim, pode. Algumas vezes não vamos conseguir e a vida é mesmo assim. Mas que o nosso objectivo não seja nunca esse - o deixar de gritar.
O nosso objectivo poderá [deverá?] ser sempre mais alargado que esse - o de construir relações com maior significado, com base num vínculo seguro onde o adulto dá o mote e mostra o caminho. Com maior ou menor poder de oratória.



E quando nos chegam coisas boas pelo correio...!

8.12.16
Não sei quanto a ti, mas volta e meia eu ofereço-me coisas boas.
Marco uma saída só comigo na agenda (isto sim, um verdadeiro luxo e coisa rara) apenas para ir ver o mar, beber um café quente e ler.  Também costumo oferecer-me canetas e livros.
Estes últimos são daquelas coisas boas que continuo a gostar de receber por correio - encomendo muitas vezes por internet.

E se neste Natal tu te quiseres oferecer (ou oferecer a outra pessoa) um dos meus livros, só tens de dizer. Seguem num envelope que os protegem muito bem, com direito a dedicatória e tudo.
Só tens de me enviar um email:

info@parentalidadepositiva.com e segue tudo no dia a seguir. Aposto que vais gostar de recebê-los na tua caixa de correio :)





Já sabes onde é que também podes encontrar o Berra-me Baixo autografado?

24.8.16


O Berra-me Baixo está na 3ª edição e a crítica tem sido absolutamente incrível!
Lançar este desafio no blogue, ter criado a newsletter foi mesmo das melhores ideias que tive. Mas o que me deu mesmo muita satisfação - e foi um desafio enorme - foi ter escrito o livro cheio de material novo e exclusivo!

Podes encontrar o novo livro aqui e aqui e também.

Se o quiseres autografado e com uma dedicatória, só precisas de me enviar um email.
E o mesmo é válido, naturalmente, para o Crianças Felizes!
info@parentalidadepositiva.com



Lisboa : Lançamento do Berra-me Baixo

25.5.16

Depois da Vanessa me ter enviado estas fotos, percebi logo boas fotos são mesmo importantes! Por isso, Vanessa, muito obrigada por tamanha generosidade! É que são mesmo recordações muito boas!


A minha querida amiga Filipa e as filhas! Obrigada por estarem sempre presentes!


O lançamento estava previsto para as 11h... E às 11h05 ainda não estava quase ninguém na Fnac.
Era obvio o porquê - Lisboa estava ao rubro, no fim-de-semana! Era o rock-in-rio, com os Queen a terem atuado até às 02:00 da manhã, eram batizados, comunhões, casamentos e um dia de sol incrível a levar muitos para as praias e jardins. Eu também tinha estado num jantar com amigos até tarde - mas confesso que despertei às 7h00!


A incrível Ana que me fez ver que a moda pode ser estilo e auto-confiança! A super-ativa Ana, da Red Apple, que todos já conhecem!



Mas às 11h30, quando arrancámos, a sala estava composta e cheia de famílias! E é tão bom quando vêm juntos! Casais, avós, amigas a acompanhar amigas, filhos grandes e pequeninos...


A Sónia Fialho, da Creche Colinas do Cruzeiro, em Odivelas e onde estive de véspera, a dar formação a pais e a funcionários. E foi incrível, não foi?


A Isália, mãe de duas meninas, e que tem vindo às últimas ações em Lisboa e também quis vir ao lançamento, com toda a família!



Esta é daquelas fotos 'momento certo'. Não me recordo o motivo mas na verdade não são precisos.
A Alexandra é das minhas melhores e grandes amigas e eu até já te falei dela aqui.



Adoro esta foto. Gosto muito de mim assim. Obrigada, Vanessa!!
Créditos: Vanessa Germano



Créditos: Vanessa Germano



A Vanessa Germano, pela lente do Paulo Ornelas Flor



A querida Tânia Ribas de Oliveira, eu e o meu segundo livro (é muito bom dizer 'segundo) e a minha editora, a Sofia Monteiro! É tão bom trabalhar com esta mulher! Grande trabalho, com a Manuscrito!





Se não me engano, são o Jorge, a Eva e o Daniel andava por ali... É assim? :) Há nomes que esqueço e depois há aqueles que, por algum motivo, ficam!

É uma felicidade muito grande ter tido a ideia deste desafio há quase 6 anos!
Este não é um livro sobre deixar de gritar e sim um livro sobre Amor e Felicidade.
Talvez por isso tenha chegado à 2ª edição em menos de 20 dias. Todos queremos vidas mais felizes, em família!

A todos os que tiveram presentes, a todos os que enviaram mensagens, a todos os que partilharam, muito, muito obrigada!!! Foi um dia mesmo incrível!!


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