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Antes das aulas começarem, não deixes de ler este post!
10.9.17
Nesta conversa falámos sobre a angústia dos pais nos primeiros dias de aulas, conversámos também sobre se vale a pena ou não rever as matérias antes do início do ano letivo e porque é que é tão importante voltarmos às rotinas antes das rotinas começarem mesmo a sério!
Quando eles têm capacidade mas não chegam lá - Gestão do stress, das emoções e organização do trabalho na escola
6.4.17
A ideia é pioneira e simples: ajudar os alunos a lidarem com o stress, com as emoções e a organizarem o seu trabalho.
O Liceu Francês percebeu que os seus alunos tinham mais capacidade do que aquela que revelavam e que o stress e alguma desorganização pareciam estar a impedir que mostrassem tudo aquilo que tinham aprendido, nomeadamente na hora H - na dos exames e orais.
É verdade que nesta escola os professores são próximos dos alunos, a direcção da escola está sempre por perto mas o provérbio diz 'santos da casa não fazem milagres' - e neste caso uma intervenção de alguém que não é da escola e que não 'dá notas' revelou-se positiva.
Gerir o stress, as emoções e aprender técnicas para organizar e otimizar o trabalho não são competências que se possam apenas aprender na idade adulta, numa formação interna da empresa para quem trabalhamos. São ferramentas determinantes que podem fazer toda a diferença não só nos resultados escolares e académicos mas também nas relações com os pais, com os amigos e com os namorados e até no tipo de escolhas que fazemos.
Um ano depois deste projeto acontecer, os resultados ainda mantêm-se e saltam à vista. O Lancelot frisou que tudo o que aprendeu neste programa lhe foi ainda mais útil depois de ter terminado os estudos do secundário. Está agora no 1º ano [são 2!!] de preparação para a entrada numa das mais importantes faculdades, em França, e sente que é fundamental equilibrar todas as diferentes esferas da sua vida, gerindo a enorme pressão e responsabilidade que tem. E parece estar a fazê-lo com alguma sabedoria. O Bernardo, que também concluiu o 12º ano em 2016, está a preparar a entrada numa outra faculdade em Paris. Tem pela frente 2 anos muito exigentes e só depois saberá se entrou ou não na faculdade que deseja. O Bernardo conseguiu entender e gerir a sua procrastinação da forma mais eficiente e tirou partido desta gestão do tempo. A Carmo, aluna de medicina no ICBAS sublinhou a importância geral do programa na vida académica e pessoal.
Este programa, todo em língua francesa, foi desenhado para dar resposta às necessidades dos alunos do liceu. Tem a duração de 4 semanas e, na primeira sessão, fez-se um levantamento do 'estado da nação'. No final desta primeira sessão garanto que os alunos levam já com ele estratégias práticas e com resultados imediatos - o meu objectivo é que possam verificar o que têm a ganhar. É verdade que o primeiro sentimento foi, em alguns casos, de apreensão; afinal de contas os alunos já têm tão pouco tempo, como é que vamos convencê-los a darem mais uma hora da sua semana? Mas a verdade é sairam positivamente surpreendidos no final da primeira sessão e pudemos criar uma relação de grande confiança - só assim era possível levar a cabo tantas pequenas transformações de elevado impacto.
Lancelot Didillion, aluno do Lycée Stanislas classe prépa HEC, Carmo Bragança, aluna de medicina no ICBAS, Bernardo Picão, aluno do Lycée Louis Le Grand, classe prépa scientifique
Começámos com o 12º ano e, no final do programa todos concordaram que o que deveria ser diferente era ter-se começado um ano antes, no 11º ano, no sentido de se otimizar os resultados. E foi isso mesmo que fizemos.
Depois de verificar os resultados, o Liceu Francês deciciu ir mais longe e realizamos, de seguida, uma primeira intervenção ao nível dos profissionais [professores e educadores], levando a educação positiva a esta escola que, mais do que uma escola, se projeta claramente no futuro dos alunos. A formação dos alunos e dos profissionais é para continuar porque acreditamos que só a sua continuidade é que dará resultados mais duradouros.
Lancelot Didillion, Paulo Fernandes [Diretor-adjunto do licéu), Carmo Bragança, eu e Bernardo Picão
Podes ver o programa aqui: Praça - RTP
CONCENTRAÇÃO, MOTIVAÇÃO E ESTUDO: REGRESSO À ESCOLA
16.9.16
Fotos: Stim
Uma criança necessita de um ambiente organizado, sossegado e com o mínimo de distracoes. E distrações não são apenas uma televisão ou um local com muito ruído. Pode ser uma secretaria desarrumada, cheia de livros, bonecos e outras coisas que não permitem que o cérebro da criança se foque no essencial e entre em estado de flow - que é um estado de concentração ótimo. Fazemos muito bem em pedir aos nossos filhos para terem as mesas arrumadas e para terem ordem e disciplina no seu trabalho.
Para além do espaço organizado, com material que funciona e está estimado e arrumado, a criança precisa que o ambiente seja calmo e sossegado. No entanto, é comum a criança fazer o trabalho de casa num ambiente de stress, com um ‘despacha-te que ainda tens de ir tomar banho/ir para o judo/jantar’… e isto causa-lhe ansiedade, tornando a concentração mais difícil.
Estes são os dois primeiros pontos que devemos assegurar. A seguir vem a ordem com que ela realiza o seu trabalho, que veremos mais à frente.
E como é que a criança aprende? A criança adquire conhecimento quando lhe é transmitido o conhecimento e é testada sobre ele, fazendo uso dele, por exemplo, de forma o mais possível concreta. Como assim? Quando aprende sons e letras - poderá usá-los na leitura, lendo palavras. Na matemática, fazendo exercicios. E aprenderá melhor ainda quando errar e for imediatamente corrigida. Isso dará uma informação ao cerebro como é que tem de ser. Mas, para consolidar a aprendizagem, precisa de voltar a fazer, para enviar a informação correta. O mesmo se aplica no estudo da História e de outras materias.
Sem ser com subornos ou ameaças, qual é a melhor forma para motivar uma criança nos seus estudos?
A motivação é uma porta que abre por dentro. Percebo o uso de estrelas e sóis em muitas escolas - porque torna o trabalho mais simples - mas a verdade é que há cada vez mais estudos (que fazem uso de imagiologia cerebral) onde vemos que no médio e no longo prazo a zona que traduz o interesse pelo prémio deixa de ser ativada.
Para motivar a criança, a aprendizagem deve acrescentar conhecimento, deve ser apresentada de forma interessante e ela deve poder usar, de alguma forma, essa aprendizagem.
Mas hoje sabemos que a motivação não é algo espontâneo e depende da auto-disciplina. Daí que seja fundamental trabalharmos competencias como a autorregulação com os nossos filhos e que estão diretamente ligadas à questãoo da disciplina.
Finalmente, uma fonte de motivação é a presença dos pais e o seu interesse continuo.
E devemos fazer os TPCs com os nossos filhos?
Não, não devemos. Mas não fazer os TPCs com os miúdos não quer dizer não acompanhar. Quer dizer apenas que não os devemos fazer por eles. No entanto, devemos - é um dever, de facto - transmitir-lhes métodos de estudo (como ter a mesa organizada, o material preparado, ler bem os enunciados, refletir, …) e passar-lhes o entusiasmo pela aprendizagem.
A criança tem dificuldades - devemos apoiar? Sim, mas é fundamental que se ela não adquiriu os conhecimentos em sala, que se possa falar com o professor. Há uma relação professor / aluno que tem de ser mantida.
Como é que os ajudamos a rentabilizar o estudo para depois terem tempo para o mais importante?
No caso dos TPCs serem enviados de forma equilibrada - e não entrando no tema TPC’s sim ou não - as rotinas é que nos vão ajudar a rentabilizar o estudo.
Se a criança sair muito tarde da escola, porque fica à espera dos pais, era importante que a escola pudesse reservar uma sala mais sossegada para os alunos poderem fazer os trabalhos que têm. Não é uma sala de estudo acompanhado e sim uma sala onde o aluno rentabiliza o seu tempo, estando um adulto presente para garantir a segurança apenas.
No caso de ir cedo para casa, deverá ser a primeira coisa que faz, com a supervisão dos pais como falámos antes e depois poderá passar ao lazer. No primeiro ano e também no segundo, a criação de um método de estudo e organização pode, em certa medida, ditar o sucesso escolar da criança mas, nos outros anos ainda vamos bem a tempo!
Brincar aos modelos e oferta de 6 livros!
14.9.16
+La Redoute PT Fotógrafo: João Portugal | Stylist: Gilda Gaudêncio | Makeup: Bekas
Desde este verão que decidi tornar-me assumidamente mais vaidosa. Com tudo o que isso implica - nomeadamente o consumo de tempo, o experimentar e o atrever-me em coisas novas.
Quando a La Redoute me contactou, há umas semanas, para fazer uma sessão de fotos com os miúdos, tendo por base o regresso às aulas, sorri. E aceitei prontamente!
Gostámos tanto, foi mesmo divertido - para os miúdos e também para mim!
A equipa La Redoute é top e as fotos estão espectaculares. Já vi todas, deixo-te aqui algumas :)
Esta parece ser a tendência do ano - e é mesmo uma das minhas favoritas! Também gostas?
PASSATEMPO
Entretanto, a La Redoute lança-te um desafio:
"Até ao dia 30/setembro, partilhem connosco alguns hábitos, rotinas ou estratégias que resultem no dia a dia com os vossos filhos (limite de 50 palavras).
Os autores das 3 ideias mais originais receberão um conjunto de livros da Magda Gomes Dias."
Clica aqui para participar e ganhares os dois livros :)"
+La Redoute PT Fotógrafo: João Portugal | Stylist: Gilda Gaudêncio | Makeup: Bekas
Nada mau, hein?
Entretanto vou publicando por aqui mais posts que vão surgir, com ideias para este regresso às aulas. E sempre que tiveres uma ideia original, deixa-a ficar aqui!
As 3 competências fundamentais a serem trabalhadas na escola e que valem ouro na vida da criança
2.9.16
Para além do saber, a escola é um lugar extraordinário para trabalhar as competências sociais que vão ser ferramentas fundamentais para o seu crescimento enquanto pessoa comprometida, atenta, feliz.
Se é verdade que a escola existe para ensinar e transmitir conhecimento, também é verdade que cada professor e cada auxiliar são adultos de referência nas suas vidas e que fazem mesmo toda, mas mesmo toda a diferença.
Na verdade, não acredito que nenhum educador ou professor vá para esta profissão sem acreditar que assim é!
Na escola também aprendemos competências sociais. Quais são essas?
Eu sou capaz
Eu sou capaz de adiar a minha vontade de ir já para o recreio brincar e ficar a terminar de pintar o meu desenho. Eu sou capaz de tocar o solo em guitarra na festa de final de ano. Eu sou capaz de dizer ao João para parar de me chatear.
A autonomia trabalha-se em sala.
Eu tenho valor
Eu tenho receio de não conseguir fazer melhor e por isso não arrisco. Eu gosto de aprender e fui feito para aprender!
Todas as crianças têm dentro de si um enorme potencial. Basta saber ver e ajudar a trazer tudo isso cá para fora. Aposto que qualquer uma delas vai agradecer, mais tarde!
Eu sou responsável
Eu sou responsável pelas minhas escolhas e estou a aprender a lidar com a frustração de fazer escolhas erradas. Eu sou responsável por gerir as minhas emoções mas como ainda não o sei fazer muito bem, preciso que me mostrem como é que isso se faz. Eu sou responsável pelo meu material da escola e por arrumar esse mesmo material no final do dia.
E preciso de ajuda, que me acompanhem e corrijam porque só assim posso aprender.
Estas 3 competências precisam de ser muito bem trabalhadas antes dos 6 anos de idade.
Primeiro: porque o cérebro é capaz de absorver toda esta informação muito mais facilmente. Depois, porque a criança precisa desta ferramentas - são-lhe de enorme utilidade!
Segundo: porque estão na base da construção da forma de ser dessa criança. Até aos 6 anos a criança vai enraizar comportamentos e crenças. Depois dessa idade é mais difícil. Porquê? Porque teremos de desconstruir padrões de comportamentos e pensamentos menos favoráveis.
Vou fazer uma ação no Porto, de dia inteiro, sobre estas 3 competências para mostrar exatemente como é que elas podem ser trabalhadas. São bem-vindos todos os interessados que trabalhem com pais e crianças - professores, médicos, psicólogos, terapeutas, auxiliares, assistentes, enfermeiros - e, naturalmente, os pais.
Inscrições limitadas.
Email de contato: geral@dbarriga.pt
Morada: Rua Sarmento Beires 339 4250-449 Porto
Telefone DBarriga: +351 938 359 665 | +351 220 120 945
5 DICAS INFALÍVEIS PARA TRABALHARES A AUTONOMIA DOS TEUS FILHOS ANTES DO REGRESSO ÀS AULAS
26.8.16
Por isso, e nas próximas linhas vais encontrar as 5 melhores dicas para trabalhar estes 3 pontos. Anda daí!
1. MOSTRA-LHE COMO SE FAZ!
Veste tu uma t-shirt tua. Mostra-lhe como o fazes, descrevendo. ‘Primeiro passas a cabeça. Sabes onde está a etiqueta? Está aqui! E sabes de que lado é que ela fica? Isso tudo! E agora o que falta? As mangas. Vamos lá! Agora é a tua vez’. Descreve o que o vês fazer, não precisas de elogiar. E quanto mais descreves, mais ele escuta o que é que tem de fazer - ’Agora olhamos para o quê? Oh, já te esqueceste? Sim, a etiqueta!’.Agora vamos despir. Eu faço primeiro e depois imitas.’
E para ficar ainda mais perfeito, invertam os papeis. Como?
Diz-lhe: Agora tu és a mãe e eu sou o Miguel. Vá, mãe, ensinas-me a vestir e a despir a t-shirt?
Engana-te e pede-lhe ajuda. Ele sentir-se-á útil e crescido!
Depois da tshirt podes passar para as calças e para os vestidos fáceis de vestir! Espreita estas calças e estes vestidos - ajuda imenso na tarefa!
Repetir, repetir, repetir com entusiasmo e alegria!
2. SIMPLIFICA A TAREFA.
Se queremos que os miúdos se entusiasmem e se sintam capazes, convém escolhermos tarefas adaptadas às suas idades. Não compliques - pelo contrário, procura tornar a tarefa simples. Aos 3 anos uma criança já se pode vestir e despir sozinha. Aos 2 anos já se consegue calçar mas não consegue dar o laço nos atacadores. Por isso não lhe dês sapatilhas com atacadores. Eu gosto destas da Vertbaudet, com velcro - que ajudam a distinguir o direito do esquerdo - e destas botas agora para o inverno. Para além de serem mais seguras - porque não vão correr o risco de tropeçarem - podem chegar a casa e tirar o calçado sozinhos. Na hora de sair não estarão dependentes dos pais para se calçarem.
E o mesmo digo quando se tratam das calças - fáceis de vestir e de apertar - e das camisolas, camisas e blusões com botões descomplicados. Sou fã do conceito que a Vertbaudet tem vindo a desenvolver desde há uns anos e que se calhar já conheces, o Consigo Sozinho - e que está tão bem pensado!
Quando é que lhes podes dar calçado com atacadores? A partir dos 4 anos [motrocidade fina] já podes começar a ensinar a dar o laço - assim ela saberá como fazer e não terá de pedir ajuda. Autonomia, independência, responsabilidade é o que estás a trabalhar neste simples aspeto.
3. DEIXA-O ESCOLHER E INTERVIR NAS SITUAÇÕES.
É verdade que há situações em que os miúdos escolhem de véspera o que vão vestir e no dia a seguir já mudaram de ideias. Acredito que isto aconteça num grande número de casas. Mas isso não invalida que preparem, em conjunto, a roupa para o dia a seguir, a mochila e até o lanche, se for possível. Já viste estes conjuntos que simplificam imenso a vida? Também são da coleção Consigo Sozinho!
Mais!, podes perfeitamente ensiná-lo a dobrar a roupinha e ajudá-lo a arrumar as peças nas gavetas.
Naturalmente que há dias em que corre bem, outros em que ele não está nem aí.
Mas vou contar-te o segredo para isto resultar:
1. MOSTRA-LHE COMO SE FAZ!
Veste tu uma t-shirt tua. Mostra-lhe como o fazes, descrevendo. ‘Primeiro passas a cabeça. Sabes onde está a etiqueta? Está aqui! E sabes de que lado é que ela fica? Isso tudo! E agora o que falta? As mangas. Vamos lá! Agora é a tua vez’. Descreve o que o vês fazer, não precisas de elogiar. E quanto mais descreves, mais ele escuta o que é que tem de fazer - ’Agora olhamos para o quê? Oh, já te esqueceste? Sim, a etiqueta!’.Agora vamos despir. Eu faço primeiro e depois imitas.’
E para ficar ainda mais perfeito, invertam os papeis. Como?
Diz-lhe: Agora tu és a mãe e eu sou o Miguel. Vá, mãe, ensinas-me a vestir e a despir a t-shirt?
Engana-te e pede-lhe ajuda. Ele sentir-se-á útil e crescido!
Depois da tshirt podes passar para as calças e para os vestidos fáceis de vestir! Espreita estas calças e estes vestidos - ajuda imenso na tarefa!
Repetir, repetir, repetir com entusiasmo e alegria!
2. SIMPLIFICA A TAREFA.
Se queremos que os miúdos se entusiasmem e se sintam capazes, convém escolhermos tarefas adaptadas às suas idades. Não compliques - pelo contrário, procura tornar a tarefa simples. Aos 3 anos uma criança já se pode vestir e despir sozinha. Aos 2 anos já se consegue calçar mas não consegue dar o laço nos atacadores. Por isso não lhe dês sapatilhas com atacadores. Eu gosto destas da Vertbaudet, com velcro - que ajudam a distinguir o direito do esquerdo - e destas botas agora para o inverno. Para além de serem mais seguras - porque não vão correr o risco de tropeçarem - podem chegar a casa e tirar o calçado sozinhos. Na hora de sair não estarão dependentes dos pais para se calçarem.
E o mesmo digo quando se tratam das calças - fáceis de vestir e de apertar - e das camisolas, camisas e blusões com botões descomplicados. Sou fã do conceito que a Vertbaudet tem vindo a desenvolver desde há uns anos e que se calhar já conheces, o Consigo Sozinho - e que está tão bem pensado!
Quando é que lhes podes dar calçado com atacadores? A partir dos 4 anos [motrocidade fina] já podes começar a ensinar a dar o laço - assim ela saberá como fazer e não terá de pedir ajuda. Autonomia, independência, responsabilidade é o que estás a trabalhar neste simples aspeto.
3. DEIXA-O ESCOLHER E INTERVIR NAS SITUAÇÕES.
É verdade que há situações em que os miúdos escolhem de véspera o que vão vestir e no dia a seguir já mudaram de ideias. Acredito que isto aconteça num grande número de casas. Mas isso não invalida que preparem, em conjunto, a roupa para o dia a seguir, a mochila e até o lanche, se for possível. Já viste estes conjuntos que simplificam imenso a vida? Também são da coleção Consigo Sozinho!
Mais!, podes perfeitamente ensiná-lo a dobrar a roupinha e ajudá-lo a arrumar as peças nas gavetas.
Naturalmente que há dias em que corre bem, outros em que ele não está nem aí.
Mas vou contar-te o segredo para isto resultar:
Primeiro precisas de tirar satisfação do ato de ensinar - e não propriamente do ato de arrumar. Depois, precisas mesmo de repetir com o teu filho a tarefa. Várias vezes. Depois, é muito importante que saibas lidar com a tua frustração porque as coisas não vão ficar tão perfeitas como se tivesses sido tu a fazer. Mas, ao fim de pouco tempo, e se continuares a acompanhar, o teu pequeno vai sentir-se útil, autónomo e vai ter prazer em zelar pelas coisas deles. Insiste nisto. O segredo está no prazer que tu vais ter em ensinar. Vai por mim, muda tudo!
4. TABELA DAS TAREFAS.
Que atire a primeira pedra aquele que nunca teve uma manhã complicada com os fllhos. Temos todos! Por isso é que a tabela das tarefas ajuda, e muito, no corre-corre da manhã. Esta é uma tabela feita pelo teu filho [tu podes ajudar] mas quem a faz é ele. Porquê? Porque assim é que se vai apropriar dela e vai ter vontade de cumprir com o que lá está e que até foi sugerido por ele. Podes ler mais sobre a tabela neste link e também no meu livro Berra-me Baixo.
5. ACOMPANHA, CORRIGE E ENCORAJA!
Uma criança só consegue tornar-se autónoma, explorar e intervir no seu ambiente quando se sente segura. É interessante, não é? Ora, para se sentir segura e confiante, precisa de ti e do teu acompanhamento. Então ensina e, como te disse no ponto 3, tens de ter prazer nestes ensinamentos.
Imagina que o teu filho deixou cair um pouco de água do copo dele no chão. Não precisas de te chatear, são coisas que acontecem. Mas, em vez de ires limpar, chama por ele, entrega-lhe uma esponja ou pano e pede para ele o fazer. Acompanha, corrige e encoraja.São estas pequenas coisas que fazem toda a diferença e trabalham estes 3 pontos tão importantes.
E sim, logo a partir dos 2 anos podemos ajudá-los a conquistar estas competências. Sabes o que é mais incrível? É que eles querem aprender! Estão desejosos de fazê-lo. Na verdade, a única coisa que uma criança não pode fazer é não aprender - ela nasceu para isso.
Aproveita estes dias antes do regresso às aulas para, com mais tempo, foco e paciência, trabalhares a autonomia dos teus filhos. Garanto-te que vai valer a pena!
Fica atenta - nos próximos dias vou escrever sobre como preparar a rentrée escolar, uma possível mudança de escola, sobre a entrada na pré-adolescência [para aqueles que vão agora para o ciclo!), sobre o bullying, como entusiasmar os miudos para o estudo, o papel dos professores e muito, muito mais. Tudo aqui!
Setembro é o novo Janeiro: 25 resoluções para começar o novo ano escolar com o pé direito [compilação]
25.9.15
1. Caderno da gratidão
Dizem que a beleza está nos olhos de quem olha e por isso a criação do caderno da gratidão vai ajudar-nos a darmos valor ao que realmente interessa. Como funciona? Um caderno, definir 3 dias na semana para se escrever (apenas) as 3 coisas que nos fizeram felizes. Definir se o caderno é da família ou se é um por cada criança. E não adiar mais! Para mais detalhes, pode procurar neste link http://mumstheboss.blogspot.pt/2015/01/o-meu-filho-nao-da-valor-nada.html
2. Deitar mais cedo
Define bem as horas a que as crianças vão para a cama. Se é verdade que durante as férias há famílias que permitem que os miúdos se deitem mais tarde, a disciplina desta rotina é determinante para que os nossos filhos se sintam menos birrentos e capazes de gerirem o cansaço, cooperando connosco.
3. Acordar cedo
Tal como o ponto 2, este ponto é fundamental para conseguirmos sair de casa sem birras, a horas e sem gritos (nossos!). É bom acordar os miúdos devagar, dar beijinhos e tirá-los devagar da cama.
4. Jantar em família
Sem TV. Sem tablets. Sem telemóveis. Vai haver amuos? É possível - mas ao manter a hora do jantar como o momento mais importante em família estás a assegurar que crias um momento de partilha e de diálogo tão importante quando forem adolescentes. E para o teres nessa altura, tens de começar já.
5. Digital de lado
Ainda em linha com o ponto nr.5 assim que chegares a casa, pousa o telemóvel, esconda os tablets e passa tempo com os teus filhos. Se Setembro é o novo Janeiro, vamos começar este ano com o pé direito,alinhas? Envolve os teus filhos nas tarefas, pede ao teu de 2 anos para mexer os ovos e ao de 5 anos para espremer as laranjas ou tirar a pele às cenouras. Ao de 12 anos podes pedir para comparar os preços dos legumes ou para fazer a lista de compras. Ensina-os a pôr a mesa bonita - vejam revistas de decoração juntos, coloquem o nome dos convidados na mesa. Envolver, envolver, envolver! Já te esqueceste do digital, não já?
6. Partilhar arte
A música é uma arte e há música muito boa. Há música tão boa. Comece pelos clássicos: Beatles, Sérgio Godinho, Caetano Veloso. Escutem uma opera, ligue um canal de música clássica. Gostava que os filhos se lembrassem de si por ser aquela pessoa que os fez apreciar um estilo? Já começou a partilhar essas coisas todas?
7. Fazer com
Quando estiver a ler este artigo, tem o Outono à porta e com ele uma série de rituais bons, o regresso a casa por causa dos dias mais pequenos e do frio. Então faça uma lista do que podem fazer em conjunto. Para além das tradicionais bolachas e compotas, inclua fazerem já os postais de Natal, o calendário do advento e até os convites para o aniversário.
8. Sossegar os medos
Este é o primeiro ano que o seu filho vai para a escola? Vai mudar de escola? Sossegue os seus medos (os seus - e os dele também). A escola é dos melhores sítios. Tantas aprendizagens, tantas experiências. Tanto tempo que lá vai passar - é fundamental que ele (e os pais) vejam a escola como um sítio positivo. Procure 10 motivos bons e escreva-os.
9. Faz parte
O filho não quer ir para a escola? Gostava de ficar consigo em casa? Pois era, e isso era bom e não é possível - faz parte da vida e, por isso mesmo, tem muita força. Então valide o que ele sente, dê-lhe um miminho e diga-lhe que amanhã vai para a escola e que até vão sair mais cedo de casa para irem a pé e de mão dada uma parte do caminho. E que durante o percurso lhe vai contar como era consigo, quando tinha a idade dele. A sua certeza e a sua segurança serão a certeza e a segurança dele.
10. Gerir a sua culpa
Nem sempre conseguimos ir levá-los, buscá-los, ajudá-los no estudo ou passarmos os 3 meses de férias com eles. Faz parte e não tem de se sentir culpada por isso. Se nada pode mudar ou fazer em relação a isso, então a gestão está feita. Se não há remédio, remediado está. E se isso é algo que a atormenta, então veja o que está ao seu alcance mudar.
11. Ir mais cedo
Sempre que puder, saia mais cedo de casa e vá buscá-los mais cedo, na primeira semana, sobretudo se é uma nova adaptação. Faz bem a pais e filhos.
12. Rotina = segurança
Quanto mais cedo houver uma rotina certinha, mais segurança a criança sente. Ela sabe que à segunda e à quarta tem natação e que nos outros dias fica na avó. Saber com o que se conta é fundamental.
13. Nunca vire as costas
Vai deixar o filho à escola e nos primeiros dias ele não quer ficar? Sossegue-o, valide o que ele sente e deixe-o ficar entregue às educadoras/professoras. Elas saberão tomar conta dele com o maior carinho e atenção. Nunca lhe diga (nem permita que o façam) que vai estacionar o carro e volta já se isso não for verdade. Nesse momento vai estar a quebrar a confiança do seu filho.
14. Não quero saber do teu dia
Em vez de lhe perguntar como foi o dia dele, conte-lhe como foi o seu. Cheio de detalhes. E depois aguarde: ele vai partilhar o dele quase por magia. Vai uma aposta?
15. Reuniões
Sempre que houver reuniões, vá. É fundamental. Os professores são aqueles que passam mais tempo com os nossos filhos - é bom fomentar a relação e conhecer essas pessoas que tanto investem neles.
16. Conhecer a escola
Leve o seu filho a conhecer a escola antes de começar o ano escolar. E se possível conheçam também as educadores, auxiliares e cruzem-se com as crianças da sala. Porquê? Para ele ir criando a sua ideia da escola e quando chegar o primeiro dia não ser tudo uma surpresa.
17. Deixar escolher
Deixe-o escolher a roupa do primeiro dia, a mochila, a garrafa para levar a água. Ao sentir que foi ele que escolheu, ele vai chamar a si o ‘viver escola’. E isso é meio caminho andado para tudo correr melhor.
18. Dê-lhe poder
Os miúdos não têm poder nenhum - e isso está mal! Crie uma tabela das tarefas com aquilo que eles têm de fazer todos os dias. Dica: dê-lhes a ideia e a ajuda. Mas quem faz são eles. Porquê? Porque é quando sentem que aquilo é deles que se apropriam da situação.
19. Escolha os amigos
Se é verdade que não pode escolher os amigos da escola, enquanto são pequenos, pode (e deve) escolher os amigos com quem o seu filho se relaciona em sua casa. Porquê? Simplesmente porque as boas experiências em termos de amizades não só contribuem para que os valores mais importantes sejam passados como a criança percebe como gosta de ser tratada e irá à procura de amigos semelhantes.
20. Relaxamento em casa
Uma vez por semana, depois do duche, e antes de dormir, ensine o seu filho a respirar fundo, a sentir como a barriga sobe e desce à medida que ele inspira-expira. Basta isto. Com sossego, sem pressas. Já sabe o que se diz sobre relaxamento, não é preciso acrescentar mais nada.
21. Mesada
Leu bem. Mesada. A mesada pode ser uma excelente forma de fomentar a responsabilidade no seu filho. Imagine que ele quer comprar um jogo ou quer muito uma determinada mochila. A mãe não gosta do boneco, acha-o feio mas se ele recebe mesada (o valor são os pais que definem - conheço pais que dão 3 euros por mês e outros, para a mesma idade, dão 20 euros) então pode aprender a poupar para comprar essa mochila que tanto deseja. Que bela oportunidade para aprender a gerir o impulso (porque até ter a mochila, vai querer o estojo, um gelado e um pacote de bolachas) e aprender a esperar. Acha mesmo que a mesada é assim uma tão má ideia?
22. Estudar
O ideal é que tivessemos todos os melhores horários - e isso significaria que os miúdos teriam feito uma actividade, chegariam a tempo de fazer os TPCs e também teríamos tempo para preparar o jantar. O melhor momento para os TPCs serem feitos é antes do jantar. Vejam como podem orientar a vossa dinâmica familiar nesse sentido. Está nas vossas mãos.
23. Estudar fora de casa
A melhor forma de os miúdos aprenderem a matéria é ve-la acontecer no dia-a-dia. É para isso que ela serve, certo? E para fomentar o estudo e a motivação, olhe para os livros dos seus filhos, aprenda com eles. Peça para eles se tornarem professores. Estão a dar história de Portugal? Veja se na sua zona não há visitas guiadas e vão fazer um programa desses. Estão a dar meio físico? Leve-os até ao campo para verem a natureza. Estão a dar os advérbios? Escrevam um postal aos avós. Dê-lhes dinheiro e peça para fazerem as contas aos postais que vão comprar, ao selo e quanto têm de levar e quanto vão receber de troco.
24. Ordem e arrumação
Quanto mais em ordem estiver a casa, as secretárias, mais fácil é o estudo, mais sossegados andamos e mais concentrados estamos. Não temos de nos tornar ma maníacos das arrumações nem de passar o dia a arrumar - que perda de tempo! Por isso a minha sugestão é: tenha menos. Menos coisas são menos coisas para arrumar também. E isso torna o arrumar menos aborrecido. Nessa altura conte com uma cooperação mais certa, por parte dos seus filhos. Por outro lado, já reparou que passamos imenso tempo a dizer aos nossos filhos o que têm de fazer? A tabela das tarefas que falei acima ajuda. E sempre que chegarem a casa, crie o hábito de fazer com que eles coloquem as coisas no sítio devido. Com a sua insistência e consistência vai criar-lhes um hábito.
25. Pergunte mais, mande menos
Que não haja dúvidas: quem manda em casa somos nós mas, e à semelhança do que está na base da tabela das tarefas, mande menos, pergunte e afirme mais. Em vez de dizer ‘A tua camisola, que vamos sair!’ diga: ‘Vamos sair agora e vejo que não estás pronto. O que te falta?’
‘Deixaste o calçado à porta, João!’ (ele já sabe o resto!)
‘Onde vamos agora?’
E assim descansa do papel do chato que está sempre a mandar.
Escrito para a Revista Pais & Filhos - Edição de Setembro
WORKSHOPS
Os próximos workshops (Novembro 2015 - Lisboa | Porto) estão mesmo à porta e, até ao final de Setembro tens a possibilidade de te inscrever com um valor de promoção! Espreita aqui e pede ais infos através do email info@parentalidadepositiva.com
ESPECIAL REGRESSO ÀS AULAS | Setembro é o novo Janeiro: 25/ 25 resoluções para começar o novo ano escolar com o pé direito
24.9.15
25. Pergunta mais, manda menos
Que não haja dúvidas: quem manda em casa somos nós mas, e à semelhança do que está na base da tabela das tarefas, manda menos, pergunta e afirma mais. Em vez de dizer ‘A tua camisola, que vamos sair!’ diga: ‘Vamos sair agora e vejo que não estás pronto. O que te falta?’
‘Deixaste o calçado à porta, João!’ (ele já sabe o resto!)
‘Onde vamos agora?’
E assim descansas do papel do chato que está sempre a mandar.
Este é o último post destas dicas para uma rentrée tranquila. Em princípio a maior parte de nós já terá os miúdos na escola. Desejo que quer para pais e também para filhos e professores, este seja um ano cheio de boas aprendizagens e feliz, para todos.
Podes receber a compilação total deste Especial Regresso às aulas assinando a newsletter - amanhã sairá esta compilação, que foi escrita para a Revista Pais & Filhos, para a rentrée!
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E quando o meu filho não quer ir para a escola? | A Praça | RTP 23 Set 2015
24.9.15
As borboletas na barriga estavam lá. Antes e no final. Durante senti-me tão à vontade que não pensei que estava em directo. Obrigada pelas palavras tão queridas que foram chegando durante a véspera e o dia!
Semanalmente vais encontrar neste blogue
Antes do programa - um teaser e o tema que vai ser levado A Praça
O link do programa com um resumo do que foi dito (e do que ficou por dizer).
Esta semana é assim:
O regresso às aulas é um momento de grande entusiasmo para pais e filhos. É verdade que muitos pais vivem tão intensamente [e por vezes mais, até!] quanto os seus filhos, os primeiros dias de escola.
Seguramente, que isso está atribuído à felicidade de verem os seus filhos crescer como também ligado ao entusiasmo de perceberem os miúdos começam a adquirir competências que serão necessárias no seu futuro.
É fundamental ver a escola como um lugar bom e como um lugar onde os nossos filhos vão passar uma grande parte das suas vidas. Ir para a escola, estudar, ter rotinas e responsabilidades fará (ou já faz) parte dos seus dias e, por isso mesmo, deverá ser visto como algo normal, que faz parte da vida. Sem mais, nem menos floreados.
Quando uma criança não quer ir para a escola é mais importante lidarmos com aquilo que ela sente do que tentá-la convencer, nessa altura, que 'vais ver, vais gostar, vais estar com os teus amigos, brincar, aprender!' Porquê?
Primeiro porque a criança não quer ser convencida. E quanto mais insistirmos que vai ser bom mais ela vai insistir que não quer, que quer ficar connosco ou apenas choramingar, criando-nos ainda mais angústia, aflição, receio e até mesmo embaraço (sim, embaraço por não sabermos lidar com a situação).
Por isso, e se o regresso à escola está a ser difícil, sugiro que sigas estas dicas:
1. Um beijinho antes de chegar à escola
Evitarás prolongar a despedida à porta da escola ou da sala, onde estão outras crianças a despedirem-se dos pais e, muito provavelmente, a chorar.
2. À chegada à porta, respira fundo e diz-lhe apenas 'Vá, um bom dia, para ti, meu amor!'; 'Dá cá 5, ciao!' e sorri e segue!
3. E se ele chorar? Acolhe os sentimentos dele. Diz-lhe, se for o caso, que sabes que ele preferia ficar em casa a brincar como ontem à noite e que isso vai ser possível! Agora é hora de ir para a escola. Diz-lhe isto recordando-te que a tua certeza e segurança são muito importantes!
4. Lembra-te que a escola é um lugar bom e que tem pessoas competentes. A tua certeza, como disse acima, é que o vai ajudar a virar costas e ir para a escola.
5. Muito possivelmente o facto do teu filho chorar pode nao ter a ver com o facto de gostar ou nao da escola. Tem seguramente mais a ver com a separação que ele está a aprender a viver (mesmo que já ande na escola há 3 anos) e que é a forma dele lidar com a situação. Ainda é pequenino e está a aprender a fazer regulação emocional.
6. Respira fundo - faz parte.
7. Espreita a rubrica de ontem, na RTP, no Praça. Semanalmente vou andar por lá!
WORKSHOPS
Os próximos workshops (Novembro 2015 - Lisboa | Porto) estão mesmo à porta e, até ao final de Setembro tens a possibilidade de te inscrever com um valor de promoção! Espreita aqui e pede ais infos através do email info@parentalidadepositiva.com
E quando o meu filho não quer ir para a escola? | RTP: A Praça
23.9.15
Este é o tema de hoje, na Praça (lembras-te da Praça da Alegria?).
Semanalmente, vou andar por lá a falar sobre os temas da Educação e da Parentalidade Positiva.
Podes deixar as tuas questões e sugestões, todas as semanas, nos posts que vou publicar.
Muito entusiasmada, em nervoso miudinho mas muito, muito feliz com esta oportunidade!!
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Podes deixar as tuas questões e sugestões, todas as semanas, nos posts que vou publicar.
Muito entusiasmada, em nervoso miudinho mas muito, muito feliz com esta oportunidade!!
ESPECIAL REGRESSO ÀS AULAS | Setembro é o novo Janeiro: 23/ 25 resoluções para começar o novo ano escolar com o pé direito
22.9.15
#23 Estudar fora de casa
A melhor forma para os miúdos aprenderem a matéria é vê-la acontecer no dia-a-dia. É para isso que ela serve, certo? E para fomentar o estudo e a motivação, olhe para os livros dos seus filhos, aprende com eles. Pede-lhes para eles se tornarem professores. Estão a dar história de Portugal? Confirma se na sua zona não há visitas guiadas e vão fazer um programa desses. Estão a dar meio físico? Leva-os até ao campo para verem a natureza. Estão a dar os advérbios? Escrevam um postal aos avós. Dá-lhes dinheiro e pede-lhes para fazerem as contas aos postais que vão comprar, ao selo e quanto têm de levar e quanto vão receber de troco.
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ESPECIAL REGRESSO ÀS AULAS | Setembro é o novo Janeiro: 22/ 25 resoluções para começar o novo ano escolar com o pé direito
21.9.15
#22 Estudar
O ideal é que tivéssemos todos os melhores horários - e isso significaria que os miúdos teriam feito uma actividade após a escola, chegariam a tempo de fazer os TPCs e também teríamos tempo para preparar o jantar e fazer um pouco de vida juntos. Para muitas famílias, o melhor momento para os TPCs serem feitos é antes do jantar. Vejam como podem orientar a vossa dinâmica familiar nesse sentido. Está nas vossas mãos.
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ESPECIAL REGRESSO ÀS AULAS | Setembro é o novo Janeiro: 21/ 25 resoluções para começar o novo ano escolar com o pé direito
20.9.15
#21 Mesada
Leste bem. Mesada. A mesada pode ser uma excelente forma de fomentar a responsabilidade no teu filho. Imagina que ele quer comprar um jogo ou quer muito uma determinada mochila. A mãe não gosta do boneco, acha-o feio mas se ele recebe mesada (o valor são os pais que definem - conheço pais que dão 3 euros por mês e outros, para a mesma idade, dão 20 euros) então pode aprender a poupar para comprar essa mochila que tanto deseja. Que bela oportunidade para aprender a gerir o impulso (porque até ter a mochila, vai querer o estojo, um gelado e um pacote de bolachas) e aprender a esperar.
Achas mesmo que a mesada é assim uma tão má ideia?
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ESPECIAL REGRESSO ÀS AULAS | Setembro é o novo Janeiro: 20/ 25 resoluções para começar o novo ano escolar com o pé direito
19.9.15
#20 Relaxamento em casa
Uma vez por semana, depois do duche, e antes de dormir, ensina o teu filho a respirar fundo, a sentir como a barriga sobe e desce à medida que ele inspira-expira. Basta isto. Com sossego, sem pressas. Já sabes o que se diz sobre relaxamento, não é preciso acrescentar mais nada.
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ESPECIAL REGRESSO ÀS AULAS | Setembro é o novo Janeiro: 19/ 25 resoluções para começar o novo ano escolar com o pé direito
18.9.15
19. Escolhe os amigos
Se é verdade que não podess escolher os amigos da escola, enquanto são pequenos, podes (e deves) escolher os amigos com quem o seu filho se relaciona em tua casa. Porquê? Simplesmente porque as boas experiências em termos de amizades não só contribuem para que os valores mais importantes sejam passados como a criança percebe como gosta de ser tratada e irá à procura de amigos semelhantes.
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ESPECIAL REGRESSO ÀS AULAS | Setembro é o novo Janeiro: 18/ 25 resoluções para começar o novo ano escolar com o pé direito
17.9.15
# 18 Dê-lhe poder
Os miúdos não têm poder nenhum - e isso está mal! Cria uma tabela das tarefas com aquilo que eles têm de fazer todos os dias. Dica: da-lhes a ideia e a ajuda. Mas quem faz são eles. Porquê? Porque é quando sentem que aquilo é deles que se apropriam da situação.
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ESPECIAL REGRESSO ÀS AULAS | Setembro é o novo Janeiro: 17/ 25 resoluções para começar o novo ano escolar com o pé direito
16.9.15
#17 Deixar escolher
Deixa-o escolher a roupa do primeiro dia, a mochila, a garrafa para levar a água. Ao sentir que foi ele que escolheu, ele vai chamar a si o ‘viver escola’. E isso é meio caminho andado para tudo correr melhor.
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ESPECIAL REGRESSO ÀS AULAS | Setembro é o novo Janeiro: 16/ 25 resoluções para começar o novo ano escolar com o pé direito
15.9.15
#16 Conhecer a escola
Leva o teu filho a conhecer a escola antes de começar o ano escolar. E se possível conheçam também as educadores, auxiliares e cruzem-se com as crianças da sala. Porquê? Para ele ir criando a sua ideia da escola e quando chegar o primeiro dia não ser tudo uma surpresa.
ESPECIAL REGRESSO ÀS AULAS | Setembro é o novo Janeiro: 15/ 25 resoluções para começar o novo ano escolar com o pé direito
14.9.15
#15 Reuniões
Sempre que houver reuniões, vai. É fundamental. Os professores são aqueles que passam mais tempo com os nossos filhos - é bom fomentar a relação e conhecer essas pessoas que tanto investem neles.
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ESPECIAL REGRESSO ÀS AULAS | Setembro é o novo Janeiro: 14/ 25 resoluções para começar o novo ano escolar com o pé direito
13.9.15
#14 Não quero saber do teu dia
Em vez de lhe perguntares como foi o dia dele, conta-lhe como foi o seu. Cheio de detalhes. E depois aguarda: ele vai partilhar o dele quase por magia. Vai uma aposta?
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