Ao longo desta semana quisemos mostrar-te como é que os elogios podem ser cheios de significado, em vez de serem potencialmente vazios e só criarem dependência.
Para que nada te falte, ficam aqui os 5 posts em jeito de compilação, para que possas fazer diferente aí por casa.
1. Definição de reconhecimento
2. O poder do reconhecimento para a auto-estima do teu filho
3. Como se faz o elogio em vez do reconhecimento?
4. Mas eu acho que devia ter sido mais elogiada quando fui pequena...
5. Estudo: elogiar cria crianças inseguras mumstheboss.com
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Elogiar demais prejudica o meu filho? | A Praça | RTP 28 Out 2015 | Programa #6
9.11.15
Reconhecer o que de bom a criança faz é muito importante para a sua auto-estima.
Um bom elogio tem alguma ciência.
Elogiar uma criança é meio caminho andado para se criar uma criança insegura
22.1.14
Foi no ano passado que lancei o workshop de Auto-Estima.
Este workshop de meio dia aborda a questão da Auto-Estima por vários ângulos. E uma das coisas que ficas logo a saber é que quanto mais elogiares os teus filhos, mais depressa estás a torná-los crianças inseguras.
Parece um paradoxo mas não é. É que essas crianças vão passar a depender de estímulos externos e não se vão mexer porque querem ou porque sim. Vão fazê-lo para ouvirem o 'boa, meu filho, que bem! És o maior'.
Elogiar não é mau. É como o sal. Pouco sabe a pouco em excesso estraga. É mais ou menos isto, a bem da verdade.
É curioso que quem esteve no workshop em Novembro enviou-me este link.
O link fala-te exactamente do que eu escrevi acima.E é óptimo ver que mais gente partilha e vês as coisas desta forma.
Há pouco mais de um ano escrevi este post. E nele refiro-me justamente aos elogios vazios e sem sentido nenhum que temos por hábito fazer. Eu sei que não é por mal. É porque sentimos que em pequenos não fomos suficientemente elogiados. Ou então porque estamos em piloto automático. Por vários motivos.
Quando a tua filha chega ao pé de ti e diz ‘olha mamã o meu desenho’ e tu dizes ‘ah que giro!’ a um monte de riscos... então a questão é
‘Oi? O que foi isso?’ Adicionaste alguma coisa? É que dizer por dizer não vale a pena. A segunda questão que me surge é ‘gostas de ver um monte de riscos num papel?’ Eu não! Se gostas então disseste bem dito. Se não gostas... não digas! Pergunta-lhe o que é está ali naquele papel, se gosta de desenhar, se se diverte ao fazê-lo. Dá conteúdo às coisas.
Se continuas a dizer ‘boa, que giro’, esse ‘boa!’ vai deixar de ter significado. E vai deixar de ter siginificado nos momentos bons, naqueles em que de facto há uma coisa boa para sublinhar!
Não! Não estou a dizer para deixares de dizer. Estou a dizer para pensares no que dizes. Não é só porque nos dizem que é importante darmos feedback positivo e estrelas and so on que o devemos fazer a torto e a direito.
Quando os miúdos se portam bem podes simplesmente dizer ‘olha, adorei o nosso jantar! Hoje até nos rimos muito e foi bom porque eu estive calma e tu comeste a sopa toda’.
Não estás a dizer ‘boa!’ mas estás a reforçar a ideia de um comportamento que se deseja que se repita. Tal e qual. O ‘boa’ é vago, não diz nada! Percebes?
É que sempre que oiço alguém dizer ‘lindo menino’ a resposta que penso que vem logo a seguir é ‘Au au!’.
Vale a pena pensar nisto!
Fazer um elogio bem feito, com sentido e conteúdo e que adicione aprende-se. Eu não lhe chamo elogio mas pelo menos sei que vai adicionar alguma coisa de valor. E isso sim, é que interessa, não te parece?
Segunda-Feira#004 - 'Good Job and Other Things You Shouldn't Say or Do (Unless you want to ruin your kid's life)'
2.1.12
A Jennifer é uma pessoa extraordinária. Para além de ser multifacetada, tem um blogue com
um título desconcertante [Muito bem e outras
coisas que não deves dizer ou fazer (a menos que queiras arruinar a vida dos
teus filhos) ] e,
nesta primeira parte da entrevista, falou comigo sobre Educação não-violenta e
sobre elogios. Explicou também porque não devemos dizer aos nossos filhos para
agradecerem uma prenda ou porque não lhes devemos pedir para cumprimentar as
pessoas.
Hein? Oi?
Sim, leste bem!
O que é que sugiro? Que leias a entrevista para perceberes
o ponto de vista dela.
Tenho a certeza que vais achar muito interessante!
A segunda parte desta entrevista é publicada aqui no
blogue, de hoje a oito dias!
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