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A calma

9.7.19
Temos sempre duas opções: perder a cabeça, reagir e “incendiar” uma sala ou respirar fundo e usar a calma como super poder. É fácil falar mas não é tão difícil quanto isso começar a fazê-lo. Experimenta!

Gritar ou não gritar : a questão da semana! Então podemos ou não podemos? :)

24.3.17





Tenho um livro que se chama Berra-me Baixo e um desafio de 4 semanas, com o mesmo nome, e que podes subscrever aqui, gratuitamente.

E a propósito deste tema algumas pessoas pediram-me para comentar o texto que Eduardo Sá escreveu esta semana para a Pais&Filhos, com quem colaboro.

Li o texto a correr e fiquei com a sensação de não ter entendido o objetivo ou a intenção. Voltei a lê-lo com maior atenção e fiquei com mix feelings.

E volto a escrever sobre o tema porque o  gritar - ou o não gritar - gera alguma polémica ou pontos de vista diferentes. Vai depender do poder de oratória de cada um e do exercício de retórica que se pretenda fazer.

Vamos por partes.

Quem leu o Berra-me Baixo fica a saber, logo nas primeiras páginas que o objectivo não é deixarmos de gritar com os nossos filhos. Na verdade, a questão do gritar com os filhos, a questão da palmada não é questão para muitos educadores. Grita-se, 'tira-se o pó' sempre que se considera necessário e cá somos felizes à nossa maneira. Mas para quem tudo isto não é 'modo de vida' e de educar, vale a pena olhar para outras propostas.
Quem leu o livro sabe que o grande objetivo, ao longo das 4 semanas, é podermos criar relações com maior significado e valor com os nossos filhos. Afinal de contas, ninguém tem filhos para se andar a zangar, gritar, desentender-se, sistematicamente. Se tudo isto faz parte da dinâmica de qualquer relação - e que nenhuma relação está isenta de conflito - não deixa de ser verdade também que nenhuma relação saudável e feliz se faz quando a tensão é o prato do dia.
Contudo, há pais para quem estar sempre a gritar não é opção e não se querem ver nesse papel. [E atenção que este 'estar sempre a gritar' é subjectivo.]. Há cada vez mais pais que desejam ter relações de afeto e que desejam ser pais mais equilibrados. Não escrevi 'pais perfeitos'. Os pais não se querem perfeitos e antes em 'melhoria contínua'. E por equilibrados não quero dizer arrancados de alma e coração no que fazem, nem de paixão. São pessoas que, na sua vida, procuram apenas uma maior contenção porque desejam criar uma dinâmica de respeito com os filhos [e até com os outros], sendo que o gritar é um desrespeito até para consigo próprios.
Por outro lado, no mesmo livro, pergunto-te, em jeito de provocação se agora já não podemos berrar com os nossos filhos. E com esta questão pretendo esclarecer a diferença entre berrar e chamar à atenção, corrigir, orientar e até o famoso ralhar. Quem é que te disse que para fazeres tudo isso precisas de gritar? É que não precisas! E se perguntares como é que as crianças ficam quando os pais lhe gritam, algumas delas irão responder que ficam nervosas e incapazes de ouvir o que lhe dizem, bloqueadas com medo algumas vezes. Era essa a tua intenção? Não, pois não? [podes ler mais aqui sobre castigos e palmadas - convite à reflexão]

A grande maioria das vezes os pais dizem-me abertamente que quando gritam o fazem por hábito, cansaço ou quando se sentem fartos de repetir as coisas aos miúdos. Já reparaste que todos estes motivos nos dizem respeito e nada têm a ver com os miúdos:
O nosso hábito em gritar.
O nosso cansaço.
A nossa incapacidade em sermos assertivos.


Vale a pena não misturar as coisas: gritar, corrigir, orientar ou chamar à atenção. Se tudo isto pode ser feito sem gritos? Sim, pode. Algumas vezes não vamos conseguir e a vida é mesmo assim. Mas que o nosso objectivo não seja nunca esse - o deixar de gritar.
O nosso objectivo poderá [deverá?] ser sempre mais alargado que esse - o de construir relações com maior significado, com base num vínculo seguro onde o adulto dá o mote e mostra o caminho. Com maior ou menor poder de oratória.



Os 3 principais motivos pelos quais uma criança não obedece

12.12.16

Créd
Tu queres ver que eu vou ter de me chatear contigo?
Tu gostas mesmo de me ver do avesso, não gostas?
Mas vais começar? Ouve lá, quem é que manda aqui em casa?

Soa-te a familiar este tipo de frases? Custa-te a acreditar que ele insista nisto sistematicamente, não é? Ou, a esta altura, já achas que é ele a querer desafiar-te... Aqui entre nós, que ninguém nos ouve, achas mesmo que o teu filho fica acordado durante a noite toda a pensar numa forma de te pôr com os nervos em franja? Achas mesmo? Será que não haverá outros motivos? Continua a ler, o motivo pode estar escondido num destes 3 pontos.


1) Obediência ou Cooperação
Desde o início deste blogue, em 2010, que tenho procurado fazer entender, a quem aqui vem, frequenta as formações, lê os livros ou faz coaching que o que nos interessa não é ter crianças obedientes e que façam tudo a 'toque de caixa' e antes crianças que cooperem connosco. Naturalmente que para cooperar tem de haver boa vontade e eu só tenho boa vontade quando me sinto ligado à outra pessoa. Daí que para teres a obediência do teu filho - sem que ele questione seja o que for - tenhas apenas de gritar e fazer cara de mau com regularidade. Mas se quiseres cooperação tens de trabalhar a vossa relação, ou seja, o vínculo. E o que é o vínculo? O vínculo tem a ver com a qualidade da relação que vocês desenvolvem um com o outro. E do que depende? Da tua atenção, disponibilidade, paciência e até sentido de humor.


2) Agendas não sincronizadas
Tu queres sair cedo de casa, não queres apanhar trânsito e queres estacionar perto da entrada da escola. Ele quer ficar a olhar para a manteiga a derreter na torrada dele. Têm, pois, agendas que precisam de ser sincronizadas. Em vez de lhe dizeres que ele é sempre o mesmo, em vez de estares sempre a chamar à atenção, vai acompanhando o teu filho nas tarefas da manhã (para isso precisas de estar pronta), diz-lhe porque insistes tanto em sair de casa a horas e... acorda um pouco mais cedo. Nem que para isso precisem (todos) de se deitarem mais cedo à noite.

3) Impulso
Há uma coisa que todas as crianças pequenas têm: uma grande incapacidade em gerirem o seu impulso, ou seja a sua vontade. Vão da sala para o quarto de banho escovar os dentes mas, entretanto, viram que estava uma meia no chão e dirigiram-se para o quarto e repararam num livro que estava numa estante. Eles sabiam o que iam fazer mas de repente distrairam-se e foram incapazes de se concentrarem na tarefa que iam fazer. Faz parte! É mesmo assim. E como é que fazes para os ajudares nisto? Vais com eles até ao quarto de banho, sobretudo naquelas fases em que eles se distraem mais. É só isso. Dá trabalho mas o retorno, no futuro é positivo e, no imediato, não tens uma criança que se perde dentro da própria casa.


Gostaste deste post? Gostavas de saber mais? Então se este assunto te interessa enquanto profissional (ou mãe/pai) consulta este link.

Lisboa : Lançamento do Berra-me Baixo

25.5.16

Depois da Vanessa me ter enviado estas fotos, percebi logo boas fotos são mesmo importantes! Por isso, Vanessa, muito obrigada por tamanha generosidade! É que são mesmo recordações muito boas!


A minha querida amiga Filipa e as filhas! Obrigada por estarem sempre presentes!


O lançamento estava previsto para as 11h... E às 11h05 ainda não estava quase ninguém na Fnac.
Era obvio o porquê - Lisboa estava ao rubro, no fim-de-semana! Era o rock-in-rio, com os Queen a terem atuado até às 02:00 da manhã, eram batizados, comunhões, casamentos e um dia de sol incrível a levar muitos para as praias e jardins. Eu também tinha estado num jantar com amigos até tarde - mas confesso que despertei às 7h00!


A incrível Ana que me fez ver que a moda pode ser estilo e auto-confiança! A super-ativa Ana, da Red Apple, que todos já conhecem!



Mas às 11h30, quando arrancámos, a sala estava composta e cheia de famílias! E é tão bom quando vêm juntos! Casais, avós, amigas a acompanhar amigas, filhos grandes e pequeninos...


A Sónia Fialho, da Creche Colinas do Cruzeiro, em Odivelas e onde estive de véspera, a dar formação a pais e a funcionários. E foi incrível, não foi?


A Isália, mãe de duas meninas, e que tem vindo às últimas ações em Lisboa e também quis vir ao lançamento, com toda a família!



Esta é daquelas fotos 'momento certo'. Não me recordo o motivo mas na verdade não são precisos.
A Alexandra é das minhas melhores e grandes amigas e eu até já te falei dela aqui.



Adoro esta foto. Gosto muito de mim assim. Obrigada, Vanessa!!
Créditos: Vanessa Germano



Créditos: Vanessa Germano



A Vanessa Germano, pela lente do Paulo Ornelas Flor



A querida Tânia Ribas de Oliveira, eu e o meu segundo livro (é muito bom dizer 'segundo) e a minha editora, a Sofia Monteiro! É tão bom trabalhar com esta mulher! Grande trabalho, com a Manuscrito!





Se não me engano, são o Jorge, a Eva e o Daniel andava por ali... É assim? :) Há nomes que esqueço e depois há aqueles que, por algum motivo, ficam!

É uma felicidade muito grande ter tido a ideia deste desafio há quase 6 anos!
Este não é um livro sobre deixar de gritar e sim um livro sobre Amor e Felicidade.
Talvez por isso tenha chegado à 2ª edição em menos de 20 dias. Todos queremos vidas mais felizes, em família!

A todos os que tiveram presentes, a todos os que enviaram mensagens, a todos os que partilharam, muito, muito obrigada!!! Foi um dia mesmo incrível!!


Desafio Berra-me Baixo

26.2.16
Foi uma das melhores coisas que criei! Foi mesmo e disso tenho a certeza!
Este desafio já foi feito por mais de 12,000 pessoas!! Sim, leste bem, doze mil!
E a cada dia que passo recebo emails com agradecimentos, confissões, frustrações e com a certeza que, quando nos tornamos pais, temos um potencial enorme de transformação, dedicação e investimento (em nós e neles).
Por isso só quero que saibas que este desafio me deixa de coração cheio e muito, muito emocionada. Todos aqueles que já passaram por aqui (no formato novo ou no antigo) sabem que este desafio nos leva mais longe e nos torna melhores.
Obrigada, de coração, pela tua confiança e dedicação. Muito, muito obrigada!

Adere aqui
O que é o Desafio Berra-me Baixo?

Berra-me Baixo! [banda sonora]

6.5.15
Sempre que te apetecer gritar, canta uma destas músicas bem alto!
Eu gosto, especialmente, do She drives me crazy e do Twist and shout.
E tu?

LINK

O meu Berra-me Baixo

1.2.15
Amiga sem filhos e muito curiosa acerca desta temática toda diz:

-Sim, eu percebo o que tu dizes mas por vezes tenho dificuldade em materializar... quando falas em modelar ou quando falas 'no segundo em que percebes que vais gritar' e decides não fazê-lo... Dá-me lá um exemplo de quando isso acontece na TUA vida. Sim, porque acontece, ou não? Tu já não te passas e isso não te faz nada?

- Claro que faz! Olha, dou-te já um exemplo. Chegar a casa às 19h30. Está aquela chuva molha tolos [e como molha!]. Tenho o saco da dança, a minha mochila com o PC, a carteira, a mochila do pequeno e mais um saco cheio de tralha para tirar do carro. Ah! E tenho o pequeno que, num dia assim, vem ao colo porque da garagem a casa são 2 minutos ao ar. Tenho a mais velha a reclamar que a mochila dela [que está vazia!!] pesa imenso e que não tem força e que não a quer levar.
Já liguei ao marido, ele está mesmo a chegar. Não tenho jantar preparado, não tenho ideias mas o telm está na mala e agora não dá para o tirar e pedir que marido vá buscar o jantar.
Chegamos a casa e temos 23 degraus para subir. Continua a chover, os sacos escorregam.
Oh mamã mas eu não posso mais [choraminga]! Esta mochila é mesmo pesada.
Nos meus braços ele começa a mexer, a querer descer e a gritar com a força toda 'Chão'. E como quer o chão!!!
Eu tenho 23 degraus para subir, sacos em mim, nos braços e chove. Mais um puto que grita e esperneia pelo chão e ela a choramingar!
E juro-te que me apetece mandar dois berros, largar tudo e ir à minha vida. Tudo, dura 1 segundo. E juro que quase que sai. E eu penso 'para quê? que culpa é que eles têm? e nem é a primeira vez'.
E então digo - vá, dá cá a mochila! Uiiii.... coitadinha de ti que tens de carregar com isto tudo! [num tom de gozo que ela consegue aceitar e sorrir! - podia ter corrido mal mas o mimo de levar a mochila significou atenção e o colo que não lhe posso sempre dar - e caramba, eu podia com a mochila dela!] e pronto, eis que batemos a porta, pousamos sacos e mochilas e aquela tensão que podia ter existido e estragado o início do serão, não existe.
São escolhas!
Confesso que muitas vezes escolho 'passar-me' com os adultos mas com as crianças? Nãaaa.....

Tentar não é fazer... | Berra-me baixo

3.1.15
Juntei muita coisa por lá e deixei-o solto.
Não publico lá há imenso tempo mas tenho pena de o deixar assim. Ao mesmo tempo, se tocar nele, é para o deixar ainda melhor.

Quero muito que este projecto do Berra-me Baixo dê certo também contigo e por isso deixo-te aqui uma inspiração do blogue Fazer Acontecer.

Há uma coisa que eu quero mudar no vocabulário das pessoas. É a palavra 'tentar'.
- "Vou tentar pôr essas dicas em prática", dizem-me com frequência.E eu repito logo a seguir:- "Isso dá muito trabalho. Ponha-as em prática."
É normal olharem para mim com um ar estranho ['oi, o que disseste?']  e então eu explico melhor. 


Tentar não é fazer. Tentar é sabotar a acção mesmo antes de a ter experimentado. Tentar é quase uma sentença de morte à tentativa que ainda não foi tentada.


Então o desafio Fazer Acontecer 2014 é para isso - é para eliminar o tentar e fazer acontecer a nossa vida.
Manifesto | Exposição (geralmente escrita) em que se manifesta o que é preciso, ou o que se deseja que se saiba. | [Dicionário Priberam da Língua Portuguesa]

Adere, aqui

#1 | Semana 1 | Berra-me Baixo | Como tudo começou

2.1.15







Que sejas muito bem-vind@ a esta 1ª edição do Desafio Berra-me Baixo 2015. Estou muito feliz por teres aderido! Obrigada pela confiança!

Nos últimos anos houve outras edições e os resultados são absolutamente encorajadores.

Na primeira edição penso que seríamos cerca de 100 pessoas. Neste momento somos muitos, muitos mais e, por isso, estamos de parabéns! Porque? Porque na base deste desafio está a vontade de construirmos relações familiares mais saudáveis, com maior significado e também a nossa própria transformação – sermos melhores pessoas! E, no final do desafio é muito possível que deixes totalmente de berrar. Estás pront@?



Como nasceu o Berra-me Baixo?
A Maria tem uma grande responsabilidade pelo nascimento do Berra-me Baixo. Conheci-a primeiro por email. Depois veio ao meu primeiro workshop, em Lisboa e entretanto fizemos algumas sessões de coaching e aconselhamento parental. E numa dessas sessões surgiu o Berra-me Baixo.
E por isso, e para que te possas inspirar e perceberes que de facto é possível deixar de gritar, pedi à Maria que escrevesse como é que foi fazer este desafio.
Quando fiz o coaching com a Magda sabia que precisava de acabar com gritos, com os "zumbidos" e com mil e outras coisas que me faziam ir dormir cheia de culpa e que sabia estarem a minar a minha relação com os meus filhos e o ambiente em casa. Eu sabia que tinha de parar, tinha lido os livros, consultava os sites, os blogs, as newsletters, mas não estava a consguir. Com o coaching da Magda não aprendi nada de novo, nada que não tivesse lido nos livros, nos sites, nos blogs e newsletters que seguia, mas a Magda ajudou-me a descobrir as minhas ferramentas, aquelas que eu tenho e que fazem de mim quem eu sou. O primeiro mês sem gritos é alucinante, tanto estamos motivadas e eufóricas como só apetece abrir a boca e gritar outra vez. Mas a Magda foi a minha ajuda incansável: quantas vezes em SOS lhe mandei um mail "Magda, vou explodir, aconteceu isto isto e isto..." E do outro lado chegavam logo imensas ideias ( agora óbvias), sugestões e rotinas que me ajudaram tanto e que tanto fizeram ( fazem) pela minha família.

Maria, mãe de 3 crianças com 1, 3 e 5 anos



Toma nota do seguinte:
  1. Reparei que os maiores casos de sucesso aconteceram quando @s participantes faziam parceria com um@ amig@. Quanto maior for a tua rede de apoio, melhor! Junta o teu marido ou a tua esposa, a tua mãe e até o teu colega de trabalho! Reencaminha este email e diz-lhes que se inscrevam aqui.
  2. Vais ter a oportunidade de registares a tua evolução. Onde? Na tua ficha de inscrição e cujo link está abaixo. A cada semana ficará disponível o campo respectivo – a ideia é que registes a tua evolução, as tuas angústias e as tuas conquistas.
  3. Fica atenta aos teus emails [retira-me do Spam] e também ao facebook do Mum’s the boss. Porquê? Porque sempre que uma nova newsletter for enviada, eu vou informar a partir dali.
  4. Gostava que tivesses o teu caderno da gratidão. É um caderno qualquer – é especial porque vai estar cheio de coisas maravilhosas. Clica aqui para saberes o que é.

É já no dia 5 que começa a grande transformação! Are you ready?


blog | Mum’s the boss

site | Parentalidade Positiva

facebook | Mum’s the boss


Para aderir, clica aqui

Berra-me baixo - as informações do que vai acontecer!

28.12.14
Somos tantos a querer ser melhores! A prova disso é o nº de pais que estão a aderir ao desafio Berra-me Baixo.
Como sabes, o objectivo não é deixar de berrar - o que acabará por acontecer - mas antes ter uma relação com maior significado com os nossos filhos.
O que é que vai acontecer?
A partir da Segunda-feira, dia 5 de Janeiro vais receber semanalmente um email. Todas as semanas há um tema a trabalhar, há dicas e exercícios para fazeres.
O ideal mesmo era juntares a este grupo pessoas com quem é bom partilhar esta evolução. Se isso faz sentido para ti, reencaminha este post e convida-os a aderirem a este desafio.
2015 vai ser seguramente um ano mais espectacular ainda!

Lê mais sobre o desafio Berra-me Baixo aqui.
Adere aqui ou directamente no formulário abaixo.

Berra-me baixo 2015

26.12.14
Os inícios do ano estão cheios de boas energias. Por isso mesmo vamos aproveitar todas as boas intenções para fazermos acontecer magia, nas nossas vidas.
Qual é o desafio? Berrar baixo!
Descobre mais sobre as edições anteriores, aqui.
E adere aqui às 4 espectaculares semanas!


O grande segredo para se ser melhor mãe

15.4.14
Todas nós queremos ser melhores mães. Já sabemos que mães perfeitas não existem e que até possivelmente seriam uma grande seca. Mas melhores podemos sê-lo sempre.
 
Nos últimos tempos tenho escrito imenso sobre a questão do vínculo. O vínculo é a qualidade da relação que estabelecemos com os nossos filhos e é com base nessa relação (e na sua qualidade) que influenciamos os mais pequenos. Para o melhor e para o pior, dependendo da qualidade dessa relação.

A maior parte dos autores vê então o vínculo como O grande truque, A grande dica. Eu estou de acordo que é uma das mais importantes, sim.
Mas, do meu ponto de vista, podes ter e dominar bem todas as dicas. Caso não estejas bem tu, nada tem impacto. Nada mesmo. Se estiveres em situação de 'burnout' parental, esquece. Já não podes ver os teus filhos à frente, já lhes gritas por tudo e por nada. Esquece, nada feito. Todas as técnicas que possas usar não serão eficazes porque, em menos de nada, e por causa do cansaço acumulado, por causa das noites sem dormir, por causa de não teres tempo de qualidade para ti, salta-te logo a tampa. É ou não é?


Sabes, por algum motivo, a primeira regra da Educação e da Parentalidade Positiva é 'Pais Felizes, Filhos Felizes'.

A culpa judaico-cristã, que nos trama muito, impede-nos muitas vezes de fazermos por nós. Um exemplo é quando os nossos maridos nos dizem que vão ao futebol. Avisam em cima da hora e lá vão, felizes, como se nada os pudesse impedir. E é que não impede mesmo. Mas no dia em que eles nos dizem 'olha, sim, vai lá sair que eu fico com os miúdos', algumas vezes não fomos. Não fomos por motivo nenhum importante, apenas por causa da dita culpa judaico-cristã, apenas porque talvez nos tenha passado pela cabeça, ainda que por um momento muito pequenino, que não eramos merecedoras.

Está na hora de começar a abrir o olho.
Esta é uma verdade inevitável - e vale a pena relembrá-la: o tempo passa a correr. Nunca vamos ter tempo para tudo. Pensa no que é importante para ti. E se estás em situação de 'burnout' parental, então please pára. E pede ajuda: vai dormir para a casa de uma amiga, oferece-te uma noite num hotel. Pelo menos uma vez concede-te um mimo... :) E depois aí sim, terás condições para berrares mais baixinho e para gerires a tropa toda lá de casa.

By the way, o novo desafio Berra-me baixo começa já no mês que vem. Para participares e caso ainda não o tenhas feito, inscreve-te aqui.

As novas edições dos workshops de Lisboa estão aqui. Dia 18 de Maio. Inscreve-te!

Berra-me Baixo

10.2.14

Feedback do primeiro Berra-me Baixo do ano!

Também podes ler Aqui

Olá Magda,

Primeiro que tudo vou dizer-lhe que o Desafio Berra-me Baixo está a produzir resultados muito bons, já superou as minhas expectativas:
a tendência para me desesperar com a população lá de casa (não acontecia apenas com as miúdas, mas também com o meu marido) desapareceu e foi substituída por estratégias para restabelecer a comunicação serena. É escusado dizer que se vive com mais felicidade em minha casa. E se há coisa que me deixa satisfeita é precisamente isso, quero que as minhas filhotas sintam que a nossa casa é o porto seguro, um lugar onde elas gostam de estar.

Fico impressionada ao constatar como a chamada à consciência, que a Magda "clicou", foi o mote e a causa de alterações tão grandes. Só posso agradecer por me ter cruzado com o seu blog, os seus workshops e a sua motivação para ajudar.

Sofia Gomes
Olá Magda,

este é o meu 1º feed back do desafio fazer acontecer.

O berra-me baixo tem corrido bem, já trabalhava este assunto há algum tempo, e continuo a achar que esto no bom caminho mas que ainda me falta muito para conseguir, educar os meus filhos sem nunca ser preciso gritar. Sinto que controlo muito melhor o momento onde sei que a seguir vou berrar, então actuo preventivamente, respiro, e baixo o tom na frase seguinte. Também sinto que preciso de mais argumentação, onde antes um berro acabava a discussão e punha os meus filhos em sentido, agora tenho de os convencer, educar, levar a fazer o que quero, pela via da conversa e argumentação. É mais trabalhoso, mas implica que tenho de pensar bem naquilo que quero transmitir e consequentemente sinto-me mais segura das minhas posições como mãe.

O desafio da gratidão faz parte da minha vida também por convicção religiosa, todos os dias agradeço por aquilo que tenho.

Por isso estou confiante que vou conseguir, com a sua ajuda e inspiração, chegar às minhas metas neste desafio.

Um beijinho
Sara

Olá Magda!
De facto este desafio é espectacular!
Acho que melhorei muito e as principais conclusões que retiro são:
- De cada vez q vou "berrar" lembro-me do desafio e tento controlar-me...acho q consigo mm controlar
- No outro dia, estava mesmo sem paciência e pensei porquê? tinha sido um dia que tinha esgotado toda a paciência no trabalho...quem pagou ou ía pagar era o desgraçado do meu rebento!
- Agora chamo a atenção ao meu marido por ele "berrar" com o míudo, antes era ele q dizia que eu estava sempre a ralhar com o filhote, agora só eu que digo hihihi. Já o aconselhei a entrar também no desafio :)
Estou muito satisfeita com os resultados!!!
OBRIGADA
bjs

Bárbara


Os workshops vão começar em Março! 
A Arte e a Ciência de Educar Crianças Felizes
A Auto-Estima da Criança
A questão da Autoridade e da Obediência
Podes escolher vir dia 1, dia 2 ou dia 15 de Março [Porto]
E até dia 10 de Fevereiro tens um preço de promoção!
AQUI

Chamada aos participantes do Berra-me Baixo

20.12.13




Olá gente bonita do meu coração!
Preciso da tua ajuda.
Quem participou no desafio Berra-me Baixo em 2013 que me deixe aqui o seu feedback ou que me deixe o link dos posts que escreveu (ou links!)
É mesmo muito importante - estou a preparar um post e gostava de deixar testemunhos, links and so on.

Obrigada!

Berra-me baixo, tá?

23.11.13



O Berra-me Baixo volta em força já no dia 01/01/2014.
Hoje, ao fazer uma pesquisa no Google com as palavras Berra-me Baixo, fiquei mesmo impressionada.
Tantos resultados!

Tudo entupido. Ou bloqueado. Pra não dizer outras coisas...

14.8.13



O post que segue por email está feito mas, por algum motivo, está a dar erro de envio a todos (T-O-D-O-S) os endereços de email que se inscreveram.


A ver se consigo perceber o que se passa... Por isso gente bonita, nas próximas 24h, a inspiração para este desafio Berra-me baixo estará na tua caixa de email.


Feedback Berra-me Baixo

8.8.13




É neste post - the one and only - onde podes deixar os teus comentários, questões e links onde partilhas como está a ser o teu desafio.


Inspira mais gente a aderir!

Muito, muito obrigada!


Magda

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