A ver com som...
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A MENSAGEM DO AMOR EM 5 PONTOS
11.2.16
Fiz anos - 38!! - na Segunda-Feira e acho que a festa está para durar porque não me organizei em condições e falhei a inspiração de Terça! Mas aqui está ela, à Quinta! E que te inspire, mesmo!
1. Acalmar e serenar - nunca falar de cabeça quente
Como fazer isto quando estás ao ponto de explodir? Respira fundo e pensa que não é o fim-do-mundo. Lembra-te de como é que desejas ser e como é que desejas que o teu filho te veja. É só isso? Para começar, sim!
2. Ouvir antes, falar depois e perguntar muito
Ouvir antes - o que pressupõe fazer perguntas... das boas! Nada de coisas tipo 'Tu queres mesmo que me zangeu contigo? ; 'Tu queres apanhar?'... Nada disto! Boas perguntas!
3. Antes do ponto nr.2, coloca-te ao nível do teu filho.
Pois, é mais fácil criares empatia com o teu filho e elimina ou atenua aquela vontade que por vezes temos em desfazê-los :) E nos momentos em que estamos serenas, ajuda-nos a ficarmos mais próximos ainda!
4. Reconhece os sentimentos dos teus filhos
Estás tão feliz por teres conseguido apertar as sapatilhas sozinho! Olha só para ti, rapaz!
Estás muito zangada comigo porque não te deixo comer o chocolate e deixo ao mano. Eu sei, e não é nada simpático ter de se ficar a dieta mas o doutor explicou que nestes dias tinha mesmo de ser assim. Quero que saibas que o teu fica aqui bem guardado!
Não é porque reconheces os sentimentos que tens de ceder ou fazeres algo que não queres.
5. Orienta e explica-lhe como é
Orientar é diferente de convencer ou explicar milhentas vezes. Orientar é mostrar o caminho.
Dias 13 e 14 de Maio vou estar na Madeira! Se quiseres mais infos, deixa-me aqui o teu contacto!
3 dicas imediatas para trabalhares a Auto-Estima do teu filho
2.10.14
Não sei se sentes o mesmo, mas o mundo tem-se tornado num sítio estranho, cheio de radicalismos e ameaças. Há coisas maravilhosas, claro que há, e não podemos deixar que estas coisas todas nos tirem o sono ou nos criem medos constantes. Mas creio que é impossível não pensar no nosso futuro, e sobretudo no futuro dos nossos filhos, sem nos questionarmos de como é que vai ser...
Uma coisa é certa - os nossos filhos vão 'à vida deles', e por isso aquilo que podemos fazer é desejar e ficar a torcer que corra tudo pelo melhor.
A verdade é que a sorte conta mas não é tudo. Conta saberem e conseguirem tomar as melhores decisões e em parte isso reside numa auto-estima saudável. E auto-estima não é só gostar de si.
Auto-estima envolve uma série de conceitos como a capacidade de dizer a sua verdade, de respeitar os outros e de se respeitar a si. A resiliência, o auto-disciplina e a auto-imagem são também outros conceitos.
Dicas para trabalhar a auto-estima do seu filho, todos os dias
1. Brinca com ele
Brincar é estar num mundo bom e melhor e fazê-lo com os pais é incrivelmente especial para os miúdos. Acredita que eles gostam mesmo de nós [nascem com um chip do amor incondicional] e quando nós entramos no mundo deles, eles ficam ainda mais felizes. Porque é que isto importa? Porque somos nós que vamos ao mundo deles e isto significa que damos valor àquilo que eles gostam, àquilo que eles são. Quando gostamos de alguém, estamos interessados no que a pessoa faz, naquilo que ela é e damos-lhe valor. Auto-estima é o valor que temos. É ou não é?
2. Ensina-lhe coisas
Ensinar coisas a um filho é das formas mais valiosas de lhes dizermos. sem ser por palavras, que os amamos. E parte da auto-estima constrói-se na forma como a criança se sente amada. E se neste fim-de-semana fores procura de folhas com ele e construíres um herbário? Que tal a ideia?
3. Oferece-lhe um caderno e uma caneta e inaugura o caderno da gratidão
A Auto-estima passa também por estarmos gratos com o que a vida nos dá [não estou a dizer satisfeitos e sim 'gratos']. Um coração sossegado, que é feliz por si não escolhe por reacção ou por confronto. Trabalhar a gratidão é por isso fundamental para que a criança [e futuro adulto] possa decidir da melhor forma.
E no próximo fim-de-semana [11 e 12 de Outubro] vou estar em Lisboa para os últimos workshops do ano, na Capital. Num deles vou falar exclusivamente sobre a Auto-Estima.
Ainda te podes inscrever no workshop da Auto-Estima [Lisboa | Porto ] e no Pais Felizes = Filhos Felizes.
Uma coisa é certa - os nossos filhos vão 'à vida deles', e por isso aquilo que podemos fazer é desejar e ficar a torcer que corra tudo pelo melhor.
A verdade é que a sorte conta mas não é tudo. Conta saberem e conseguirem tomar as melhores decisões e em parte isso reside numa auto-estima saudável. E auto-estima não é só gostar de si.
Auto-estima envolve uma série de conceitos como a capacidade de dizer a sua verdade, de respeitar os outros e de se respeitar a si. A resiliência, o auto-disciplina e a auto-imagem são também outros conceitos.
Dicas para trabalhar a auto-estima do seu filho, todos os dias
1. Brinca com ele
Brincar é estar num mundo bom e melhor e fazê-lo com os pais é incrivelmente especial para os miúdos. Acredita que eles gostam mesmo de nós [nascem com um chip do amor incondicional] e quando nós entramos no mundo deles, eles ficam ainda mais felizes. Porque é que isto importa? Porque somos nós que vamos ao mundo deles e isto significa que damos valor àquilo que eles gostam, àquilo que eles são. Quando gostamos de alguém, estamos interessados no que a pessoa faz, naquilo que ela é e damos-lhe valor. Auto-estima é o valor que temos. É ou não é?
2. Ensina-lhe coisas
Ensinar coisas a um filho é das formas mais valiosas de lhes dizermos. sem ser por palavras, que os amamos. E parte da auto-estima constrói-se na forma como a criança se sente amada. E se neste fim-de-semana fores procura de folhas com ele e construíres um herbário? Que tal a ideia?
3. Oferece-lhe um caderno e uma caneta e inaugura o caderno da gratidão
A Auto-estima passa também por estarmos gratos com o que a vida nos dá [não estou a dizer satisfeitos e sim 'gratos']. Um coração sossegado, que é feliz por si não escolhe por reacção ou por confronto. Trabalhar a gratidão é por isso fundamental para que a criança [e futuro adulto] possa decidir da melhor forma.
E no próximo fim-de-semana [11 e 12 de Outubro] vou estar em Lisboa para os últimos workshops do ano, na Capital. Num deles vou falar exclusivamente sobre a Auto-Estima.
Ainda te podes inscrever no workshop da Auto-Estima [Lisboa | Porto ] e no Pais Felizes = Filhos Felizes.
Cenas da [minha] vida real
28.4.14
Há dias em que, de um momento para o outro, as
coisas complicam-se. 5ª Feira passada foi o dia.
Por norma, a 5ª feira é um dia bom - é dos dias que a minha filha mais velha mais gosta. É dia de piscina e é dia [sobretudo isso!] de moche ao professor de natação no final da aula [professor altamente, leia-se!!] . Saem todos felizes. É o dia em que eu também vou nadar para a piscina dos grandes e que, cada uma na sua, partilhamos uma actividade e nos sentimos mais próximas.
Depois da aula é normal irmos buscar o mais novo e passarmos na mercearia que há ao lado. Porque íamos trazer algumas coisas, decidi colocar o rapaz no carrinho. Mas este carrinho é pequenino e não cabe mais nenhuma criança [ou bebé] lá dentro. Foi o descalabro. A mais velha insistia que queria ir lá para dentro, para brincar com o irmão. E insistia entre ‘não sou mais tua amiga’ e uns choros pequeninos.
Quando a coisa estava a acalmar e estávamos as duas a escolher maçãs, vem uma senhora que, na melhor das intenções [e que nunca tínhamos visto antes] lhe diz: 'então tu já és tão grande e agora queres ir para dentro do carro com o mano?'. E vira-se para mim e diz 'é o problema de ter dois - o mais velho tem sempre ciúmes...'.
Eu não consegui responder… [tem-me acontecido com alguma frequência nos últimos tempos não conseguir responder a algumas coisas simplesmente porque acho que não há resposta possível].
----
Por norma, a 5ª feira é um dia bom - é dos dias que a minha filha mais velha mais gosta. É dia de piscina e é dia [sobretudo isso!] de moche ao professor de natação no final da aula [professor altamente, leia-se!!] . Saem todos felizes. É o dia em que eu também vou nadar para a piscina dos grandes e que, cada uma na sua, partilhamos uma actividade e nos sentimos mais próximas.
Depois da aula é normal irmos buscar o mais novo e passarmos na mercearia que há ao lado. Porque íamos trazer algumas coisas, decidi colocar o rapaz no carrinho. Mas este carrinho é pequenino e não cabe mais nenhuma criança [ou bebé] lá dentro. Foi o descalabro. A mais velha insistia que queria ir lá para dentro, para brincar com o irmão. E insistia entre ‘não sou mais tua amiga’ e uns choros pequeninos.
Quando a coisa estava a acalmar e estávamos as duas a escolher maçãs, vem uma senhora que, na melhor das intenções [e que nunca tínhamos visto antes] lhe diz: 'então tu já és tão grande e agora queres ir para dentro do carro com o mano?'. E vira-se para mim e diz 'é o problema de ter dois - o mais velho tem sempre ciúmes...'.
Eu não consegui responder… [tem-me acontecido com alguma frequência nos últimos tempos não conseguir responder a algumas coisas simplesmente porque acho que não há resposta possível].
Escusado será dizer que voltámos ao mesmo 'eu quero ir
para dentro do carrinho!', com choro à mistura e bate pé,
Escusado será dizer que me passou muita coisa pela
cabeça acerca das frases da senhora ainda que eu saiba que as intenções eram as
melhores [mas caramba, não havia mesmoooo necessidade!]
E quando finalmente consegui chegar ao carro,
pousar os sacos, colocar o cinto ao mais novo, fiz aquilo que sei e que cura
tudo isto:
Disse-lhe que tinha ficado triste por não a ter podido
pôr no carrinho,
Disse-lhe que não o fiz não porque não goste dela ou
para ser mazinha, mas simplesmente porque não dava [eu sei que ela sabia]
Abracei-a e ela chorou mais um bocadinho. E então
dei-lhe um beijinho e arrancamos, sem dizer muito mais.
Quando olhei para o retrovisor, ela tinha adormecido.
E eu concluí
que aquilo que eu sei funciona: o amor e o carinho resolvem tudo [e a calma e a paciência]----
Workshop
Pais
Felizes Filhos Felizes – organizado pela Red Apple, em Lisboa – 17 de Maio. Ver
todas as infos exclusivas aqui
Irmãos
27.12.12
Ainda sobre o tema das sessões de coaching desta semana, pergunto-me se um pai pode amar de forma igual os seus dois filhos...
É possível amar dois filhos de forma igual?
É possível amar dois filhos de forma igual?
Site AQUI
Facebook AQUI
Blogue AQUI
Kiss more, hug more, touch more
3.9.12
18/10/11
Adoro beijos, sobretudo os da minha filha. Amo! O meu favorito? Receber e dar um beijo na testa. Para mim, é o mais delicado de todos.
E tu, como é o teu beijo favorito? E já agora, abraças muito e dás mimos?
Para obteres mais e melhores resultados, promoveres o o bom-humor, aumentando os laços emocionais entre ti e os outros, a dica é fazer durar aquele abraço por, pelo menos, 6 segundos [e quem diz abraço diz beijo e mimo!].
E porquê 6 segundos? Porque 6 segundos é o tempo que o nosso cérebro precisa para activar a oxitocina, químico natural que provoca bem-estar. Ah, pois é! Então aguenta o abraço, com força, e saboreia!
E que tal usares um minuto do teu dia, todos os dias, para dares uns 4 beijinhos bons, uns 3 miminhos e uns 3 abraços? É só um minuto e é tão fácil e tão bom...!
Adoro beijos, sobretudo os da minha filha. Amo! O meu favorito? Receber e dar um beijo na testa. Para mim, é o mais delicado de todos.
E tu, como é o teu beijo favorito? E já agora, abraças muito e dás mimos?
Para obteres mais e melhores resultados, promoveres o o bom-humor, aumentando os laços emocionais entre ti e os outros, a dica é fazer durar aquele abraço por, pelo menos, 6 segundos [e quem diz abraço diz beijo e mimo!].
E porquê 6 segundos? Porque 6 segundos é o tempo que o nosso cérebro precisa para activar a oxitocina, químico natural que provoca bem-estar. Ah, pois é! Então aguenta o abraço, com força, e saboreia!
E que tal usares um minuto do teu dia, todos os dias, para dares uns 4 beijinhos bons, uns 3 miminhos e uns 3 abraços? É só um minuto e é tão fácil e tão bom...!
22.8.12
A propósito da tabela de ontem, muita gente disse
'e depois dos 5 anos, como é?'
Deixo-te abaixo a resposta possível :)
' Há muitos autores que defendem que dos 5 em diante é comportamento que se adquiriu, personalidade, educação. E quanto mais leio sobre o assunto, mais me quer parecer que assim é. A partir dessa altura os dados estão lançados! Aí é trabalhar a relação e continuar a amar, escutar e orientar. Aquilo que lá está já é parte dele :)'
in facebook, Mum's the Boss3 requisitos para se exercer a Parentalidade Positiva
6.8.12
A questão é mais: ‘Se houvesse algum ponto importante a melhorar na atitude ou na forma de estar dos pais, que lhes facilitasse a vida, qual seria ele?
Não seria nem um, nem dois e sim três!
E quais são eles? Vamos lá então!
Primeiro, os pais e as mães têm de saber o que é que se espera deles. E o que é? É amarem os seus filhos, de forma incondicional. E, ao mesmo tempo, é saberem que existem para educar e humanizar os seus filhos. E como é que isso se faz? Preparando-os para serem adultos responsáveis, sãos e capazes. Como? Mostrando-lhes quais são as regras que existem na vida. E não são assim tantas quanto isso. Podes ler sobre isso aqui.
Depois os pais precisam de perceber que todos os membros da família têm o seu lugar. O pai e a mãe são pessoas. A criança é pessoa. Mas a criança não entra na intimidade da vida dos pais nem o filho entra nas discussões entre pai e mãe, mesmo que ele seja o tema do debate. A criança tem direitos e deveres tal e qual como os pais. Tem o direito (e o dever, até!) de brincar e também tem horas de ir para a cama, por exemplo. Para descansar e para que os pais possam fazer a sua vida de adultos. Uma criança não se levanta 50 vezes da cama. Isso não acontece. Se os pais souberem disto, conseguem actuar com maior firmeza. E é isto que muitas vezes falta – a firmeza.
Finalmente, a mãe (mais que o pai, na maior parte das vezes), precisa de se libertar de uma coisa que vem no pacote, quando se torna mãe, e que é a culpa. Precisa de ter momentos seus e que são fundamentais para que esteja em equilibrio e feliz, na sua relação com a família e com os filhos. Uma mãe cansada, frustrada e que deixa de ter vida para tratar dos filhos não consegue ter a energia necessária para desvalorizar o que é desvalorizável, para brincar mais e com mais vontade, para ser firme em vez de ralhar, castigar ou bater. Por isso mesmo, a mãe precisa de tempo para ela. Que tenha uma actividade extra-laboral. Se não pode, que vá tomar café com uma amiga, que vá passear com o marido ou com as amigas. E que aproveite os momentos em que está sem o filho, sem um pingo de culpa. Se o filho estiver bem e com alguém que sabe cuidar dele, então que aproveite! E que volte para casa com vontade de trincá-lo e enchê-lo de beijos. E feliz! Porque a primeira regra da parentalidade positiva é mesmo: pais felizes = filhos felizes.
Projecto Even Happier - apanhados!
5.6.12
Apanhar posts em atraso tem que se lhe diga. Vai daí, vou fazer uma promoção 'Leia um post, leve 3!' :)
Agora a sério: a ideia é fazer o apanhado das peças do Tal Ben-Shahar, e que dão o mote a este projecto, até à semana certa.
Vamos ser pessoas mais felizes? 'Siga a marinha!'
17 - Experiências extremas
'O carácter de um homem é perceptível na atitude moral ou mental, em favor de uma experiência única, onde ele sentiu-se o mais profundamente e o mais intensamente activo e vivo. Nestes momento, uma voz nele fala e diz "Isto sou mesmo eu!" William James
Existem experiências extremas tão cheias de significado positivo, tão intensamente belas que podem mesmo mudar a nossa vida. O Tal Ben-Shahar refere-se, por exemplo, ao momento em que temos um bebé, em que sentimos manifestações de amor, as grandes alegrias sexuais (!! yep, é ele que o diz e quem sou eu para o contrariar!!). E são estes momentos que nos darão mais inspiração e maior motivação para conseguirmos superar outros momentos mais difíceis.
Diz ele que a recordação de situações assim tem de ser mantida e exercitada. E recorre ao estudo elaborado por Chad Burton e Laura King [o que eu gosto de citar nomes!] para ilustrar esta peça. Ao que parece o estudo mostrou que essas pessoas, a quem foi pedido que relembrassem este tipo de situações, durante 3 dias seguidos, estavam em muita melhor saúde mental e física!
E agora pergunto eu: ter pensamentos positivos e celebrar as coisas boas dá azar? Hmmm... começo a ter sérias dúvidas! E isso são boas notícias!
18 - Relações amorosas: quando estamos num impasse
'O amor é tão sensacional como aquilo que a gente quiser[...] Vale mesmo a pena que lutemos por ele, que possamos ser corajosos, que arrisquemos tudo.' Erica Jong
O Sr. David Schnarch é o sexólogo de serviço para a peça da semana 18. Ele garante que todas as relações de longo termo são sujeitas a uma coisa a que ele chama de 'impasse'. E o impasse não é um conflito banal, daqueles que se resolvem facilmente. Não, não! O impasse é o verdadeiro 'sim ou sopas', naquela situação que parece insolúvel. E pode ter a ver com o baptizar ou não os filhos, pode ter a ver com a frequência sexual, pode ter a ver com mudar de casa... enfim, todas aquelas coisas que nos põe à prova se devemos, ou não continuar fiéis às nossas convicções ou se devemos assumir um meio termo para nos entendermos com o outro.
E naquele exacto momento em que todos os casais dizem 'passa pra cá a papelada do divórcio', a verdade é que deviam estar era a trabalhar bem na relação. Diz ele que as discussões e a não partilha da mesma opinião são perfeitamente normais. Uma relação a dois é mesmo isso: uma relação com duas pessoas distintas. E a resolução de todos estes tópicos deve ser feita através de uma maior e melhor aceitação do outro, de uma maior intimidade... ao fim e ao cabo, de um amor ainda maior!
19 - Actos de bondade
'Podemos acender mil velas com uma vela só, sem que essa vela fique mais gasta. Não diminuímos a felicidade quando a partilhamos.' Buddha
Já sabemos: Fazer o bem e ajudar os outros contribuí, e muito para a nossa felicidade! Não há paga maior e mais bonita! Falo-te frequentemente disto no 'Random Acts of Kindness'. Já aqui te falei da Make a Wish e do Verde Tília. E vou continuar a falar de muitos mais projectos que vale a pena apoiar.
Sermos mais generosos aumenta a nossa auto-estima. Dá-nos um sentido de honradez. E se é dinheiro que buscas também, é interessessante então que saibas que me passou pelos olhos um artigo que diz que há mesmo estudos que provam que as pessoas altruísta ganham mais dinheiro [mas não te posso explicar como porque não falavam das conclusões nem do como].
E quando é que foi a última vez que lavaste os pratos a alguém? E quando é que foi a última vez que deste sangue? E quando é que foi a última vez que foste bater à porta da velhinha que mora no piso acima do teu para saber se estava tudo ok?
Os nossos filhos querem-nos!
4.5.12
A Laura Markham, que já entrevistei aqui, partilhou no facebook um texto absolutamente genial, e que me faz lembrar um outro que a Muxy, que também entrevistei aqui, partilhou esta semana.
Diz esse texto que um belo dia, todas as mães dão de caras com o pinterest, com fotos no facebook e que até chegam a twitar. E, nesse momento, percebem que podem dar mais cor às suas casas. E então desejam ter jardins com decorações temáticas, frasquinhos de especiarias etiquetados (eu tenho! Oh!) e prometem fazer dos seus dias ilustrações perfeitas de uma revista de decoração.
A autora deste texto cujo blogue se chama power of moms (esta tem o poder e quem manda sou eu - é tudo igual!!! :) ) diz que os nossos filhos não querem saber (se é que sabem!) do que é que vemos no pinterest. Não imaginam o que é que partilhamos na rede. Os nossos filhos não querem saber disso. Os nossos filhos querem-nos a nós. Mais nada. Só isso!
E o texto remata a lembrar-nos que, nos dias em que nos olhamos ao espelho e pensemos que deveriamos estar a fazer uma cena bonita qualquer para a nossa casa, que nos possamos lembrar que os NOSSOS FILHOS QUEREM-NOS! A NÓS! E não ao pinterest and so on!
Diz esse texto que um belo dia, todas as mães dão de caras com o pinterest, com fotos no facebook e que até chegam a twitar. E, nesse momento, percebem que podem dar mais cor às suas casas. E então desejam ter jardins com decorações temáticas, frasquinhos de especiarias etiquetados (eu tenho! Oh!) e prometem fazer dos seus dias ilustrações perfeitas de uma revista de decoração.
A autora deste texto cujo blogue se chama power of moms (esta tem o poder e quem manda sou eu - é tudo igual!!! :) ) diz que os nossos filhos não querem saber (se é que sabem!) do que é que vemos no pinterest. Não imaginam o que é que partilhamos na rede. Os nossos filhos não querem saber disso. Os nossos filhos querem-nos a nós. Mais nada. Só isso!
E o texto remata a lembrar-nos que, nos dias em que nos olhamos ao espelho e pensemos que deveriamos estar a fazer uma cena bonita qualquer para a nossa casa, que nos possamos lembrar que os NOSSOS FILHOS QUEREM-NOS! A NÓS! E não ao pinterest and so on!
Hoje é assim #50
11.3.12
Se achas que não, então a pergunta é: pensas que é assim que os teus filhos te respeitarão e farão aquilo que queres que eles façam?
To Valentine or not to Valentine...
14.2.12
Há anos que não celebro o dia de S. Valentim.
Ou melhor... celebro, mas não tanto...
Vou explicar: o meu pai oferece sempre uma flor às mulheres da vida dele. E como eu sou uma delas, tenho esse prazer! Giro e fofinho, hein?
Também é verdade que houve um ano que recebi uma avalanche de postais (quando isso ainda se usava). Vivia em Inglaterra e por lá é tradição oferecer cartões a quem gostamos. A rapazes e raparigas, sem intenções de namoro! Giro, também, hein?
Mas com o meu mais que tudo, não o fazemos. Dizíamos que era piroso, ridículo, essas coisas.
Mas este ano passei a ver este dia como mais um dia, mais uma oportunidade para celebrar o amor e o bem e o prazer de estarmos uns com os outros. Não vamos ter ida ao restaurante como manda o protocolo mas cá se há de arranjar qualquer coisa.
E ainda mais inspirada fiquei com a animação deliciosa do google e com esta cotoveleira. É que é mesmo, mas mesmo muito gira!
Happy Valentine's Day!
Madly in love with... me!!
13.2.12
O meu melhor amigo... sou eu !
Há cenas giras! Então não é que hoje é o dia Internacional do 'auto-amor'.
Há cenas giras! Então não é que hoje é o dia Internacional do 'auto-amor'.
Que é como quem diz, de gostar de si próprio... Interessante!
Pena ter descoberto isto só hoje à noite...
A celebrar todos os dias da vida!
Diário de uma mãe solteira
1.2.12
Ando a ler-te... e hoje gostei especialmente disto:
"Eterno é tudo, até o que dure apenas uma
fração de segundo, mas cuja intensidade se petrifique, e jamais
alguma força resgate...
Sabedoria antiga
Um dia descobres que beijar uma pessoa para
esquecer outra, é perca de tempo [e de outras coisas]. Não só não se esquece
a pessoa, como se pensa muito mais nela. Um dia descobres que apaixonar é
inevitável. Um dia percebes que as melhores provas de amor estão nas coisas mais
simples. Um dia percebes que o comum não atrai. Um dia sabes que ser a
"boazinha" não é bom. Um dia percebes que a pessoa que nunca liga é a que
mais pensa. Um dia percebes que somos muito importante para alguém, mas não
damos valor a isso. Um dia percebes como "aquele amigo" faz falta,
mas tarde demais...
Enfim...
Um dia descobres que apesar de se viver quase
um século, todo esse tempo não é suficiente para realizar todos os sonhos nem
para dizer tudo o que tem de ser dito...
A solução é: ou nos conformamos com a falta de
algumas coisas ou lutamos para realizar todas as loucuras... "
Hoje é assim #29
3.1.12
![]() |
| Life is short |
Acabei de fazer a minha lista de resoluções e de coisas que quero mesmo fazer em 2012.
É um bocadinho extensa mas procurei que fosse exequível. E parece-me que sim.
Inspirei-me no Projecto Felicidade, um livro que li há coisa de um ano e tal, e coloquei cenas a fazer em cada mês. A ideia é começar devagar [embora Janeiro seja o mês que tem mais coisas - enfim, é já um acumular de coisas que tenho vindo a fazer nestes últimos meses] e a cada mês que passa ir adicionando mais coisas.
Se em Janeiro quero beber mais água, quero organizar e vender coisas que tenho cá em casa, em Fevereiro continuo a fazer tudo isso e mais aquelas decisões que adicionei. And so on, and so on...
E este ano fiz uma lista bonita aos olhos, bem bonita. Vou imprimi-la, colá-la no meu armário e olhar para ela todas as manhãs e todas as noites. Porque a tendência é esquecer e continuar na rotina, na vidinha. E porque eu não quero uma vidinha mas sim uma VIDA, já está!
Todas as manhãs vou saber o que prometi a mim mesma fazer, para este 2012.
Todas as manhãs vou saber o que prometi a mim mesma fazer, para este 2012.
Because life is short [by the way, já leste bem a imagem aí em cima? Lê! ]
E esta música não me sai da cabeça...
Hoje é assim#28
28.12.11
é este o link que me faz muito sentido, hoje. O texto, fica abaixo:
Aproveito a boleia das festas de Natal e fim de ano e esta fotografia que importei doblog da Mariana Sabido, um dos meus blogs favoritos, para desejar a todos o melhor neste ano de 2012. Quando desejo o melhor também estou a desejar forças, ânimo, coragem, esperança, sentido construtivo, saúde e paz. Todos sabemos que vai ser um ano difícil, exigente, muito duro para muitas pessoas, e não podemos ser levianos ao ponto de nos desejarmos uns aos outros 'apenas' um ano feliz. Sinto que aquilo que podemos fazer uns pelos outros é darmo-nos força e coragem, influenciarmo-nos de forma positiva e estarmos particularmente atentos aos mais frágeis à nossa volta. Estamos todos muito conscientes da precaridade dos empregos e do espectro de mais desemprego e, nesta lógica, temos a obrigação moral de contribuir, ajudar, colaborar, não desisitir. Martin Luther King disse que tudo o que se constrói no mundo é construído pela esperança e acredito profundamente nisso. Na esperança de dias melhores, na esperança de estarmos a criar um mundo melhor, na esperança de sermos mais solidários e mais capazes de mais iniciativas com impacto transformador na sociedade. Tudo começa dentro de cada um de nós, mas é essencial ter consciência de que a nossa atitude, as nossas intenções e motivações e tudo o que fazemos tem impacto na nossa família, nos nossos amigos, nos nossos pares no trabalho, no nosso bairro, na nossa cidade e ... no mundo. E é assim, nesta lógica, que as coisas se mudam e o mundo avança.
Aproveito a boleia das festas de Natal e fim de ano e esta fotografia que importei doblog da Mariana Sabido, um dos meus blogs favoritos, para desejar a todos o melhor neste ano de 2012. Quando desejo o melhor também estou a desejar forças, ânimo, coragem, esperança, sentido construtivo, saúde e paz. Todos sabemos que vai ser um ano difícil, exigente, muito duro para muitas pessoas, e não podemos ser levianos ao ponto de nos desejarmos uns aos outros 'apenas' um ano feliz. Sinto que aquilo que podemos fazer uns pelos outros é darmo-nos força e coragem, influenciarmo-nos de forma positiva e estarmos particularmente atentos aos mais frágeis à nossa volta. Estamos todos muito conscientes da precaridade dos empregos e do espectro de mais desemprego e, nesta lógica, temos a obrigação moral de contribuir, ajudar, colaborar, não desisitir. Martin Luther King disse que tudo o que se constrói no mundo é construído pela esperança e acredito profundamente nisso. Na esperança de dias melhores, na esperança de estarmos a criar um mundo melhor, na esperança de sermos mais solidários e mais capazes de mais iniciativas com impacto transformador na sociedade. Tudo começa dentro de cada um de nós, mas é essencial ter consciência de que a nossa atitude, as nossas intenções e motivações e tudo o que fazemos tem impacto na nossa família, nos nossos amigos, nos nossos pares no trabalho, no nosso bairro, na nossa cidade e ... no mundo. E é assim, nesta lógica, que as coisas se mudam e o mundo avança.
Como amar a Maternidade
3.12.11
Respira...
Deixa a loiça empilhar e faz uma festa. Ri às gargalhadas. Sobe às árvores. Canta alto e desafinadamente. Dança como uma doida. Dá beijoquinhas e abraços. Diz-lhes que podem ser o que eles quiserem. Diz-te isso, também. Agora, acredita.
E lembra-te de respirar.
Rituais #5 - das bolachas de Natal
2.12.11
Bolachas de noz, com cobertura fina de açucar
Eu
diria que, de há uns 5 ou 6 anos para cá, sempre que chega Dezembro, chegam com
ele as bolachas de Natal. O grande ritual do ano, aquele onde invisto mais
tempo e também mais amor.
As
bolachas de Natal são bolachas de canela, de limão, de manteiga, de anis, de
amêndoa, de chá verde, de nozes e outros tantos ingredientes. São bolachas
feitas à mão e com recurso à bimby para amassar. São bolachas que ofereço como
prenda de Natal àquelas pessoas que marcaram o ano, que me marcam a vida. São
bolachas feitas por mim. Só para elas.
Este
ano comecei mais cedo, em Novembro. Não sei porquê, mas tenho a impressão que
este ano os dias são mais curtos e o tempo passa a correr.
Faço-as
à noite, quando está tudo em repouso e assim ainda aqueço a casa, com cada uma
das fornadas.
As
minhas bolachas de Natal são colocadas em grandes caixas de plástico e, na hora
de oferecer, ora vão para sacos cheios de estrelas douradas, ora vão para
caixas prateadas, com papel a forrar e um cartão hand-made. E embora eu não
seja prendada no que toca às artes manuais, a verdade é que é nesta altura do
ano que uso todos os meus melhores recursos e dou
conta que a paciência é uma arte que até habita em mim.
É
por estas e por outras que adoro rituais...
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