O que te faz gritar?

18.2.16
Ontem estive a trabalhar com uma mãe na sua autorregulação. 
Tal como todas nós, é uma super mulher e, ao mesmo tempo, cheia de fragilidades. O que mais a deixa de rastos é gritar com o filho.

Ontem estivemos a ver juntas quais são essas situações. E a ti, o que te faz gritar com os teus filhos? 

Deixa o teu testemunho, mesmo que de forma anónima,para eu me dedicar a escrever um post sobre ele.

28 comentários:

  1. Bom dia,

    Eu tenho dois filhos, de 2 e 6 anos, são muito teimosos e implicativos um com o outro, tento ter paciência e calma, mas é muito complicado depois de um dia de trabalho stressante, ainda chegar a casa com o jantar para fazer e tratar de todas as outras coisas é muito complicado. É muito difícil nos autorregular com o ritmo de vida que temos e não deixar de dar um berro para sermos ouvidos.

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  2. é tão difícil ao final do dia com 1001 coisas para fazer sozinha!
    o meu marido tem turnos e nem sempre está ao fim do dia, portanto entre banhos, fazer jantar etc há lugar a muita pouca paciência!
    o que me faz ir ao topo do stress nesses momentos com o meu filho:
    - fazer birra ao comer a sopa, empurrar-me o braço e o prato
    - gritar porque não quer ir tomar banho e só parar de gritar quando já está seco (é desgastante)
    - gritar a chamar pelo pai quando já lhe disse que este está a trabalhar e vem mais tarde (note-se: Quando o pai está em casa, ele grita porque só quer a mãe (grita por tudo, porque quer aquele carro que perdeu à meses, porque não quer aqueles desenhos animados….)
    - os gritos constantes
    - usar a expressão aos gritos "vai embora!"
    sim... os finais de dias por vezes são terríveis!!

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  3. Bom dia! As situacoes que mais me fazem gritar com a minha filha de 5 anos e quando a mando fazer alguma coisa (tomar banho, vestir, comer, sair do carro...) e ela demora imenso tempo. Comeca a inventar outras coisas para fazer e perdemos muito tempo nisto.
    Desde ja agradeco a ajuda.
    ;)

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  4. Tenho a certeza que é a falta de tempo que tenho para estar com eles. Ter um trabalho que me paga pouco e me ocupa tantas horas do dia a desenvolver uma tarefa que considero que se faz em metade do tempo, mas está instituído que as 40 horas semanais dão jeito... para ter alguém disponível nesse horário... porque sim...

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  5. O que me faz gritar com eles (4 e 11 anos) é quando sei que a conta bancária já está quase ou a zeros. Quando me lembro que tenho 45 anos e esta maldita crise e me permite não ganhar o suficiiente para ter uma vida estável, mesmo estando sempre a tentar rennventar. Eles não tem culpa, as birras do de 4 anos são proprias da idade e as atitudes pré adolescentes da de 11 também são proprias para a sua idade. A minha paciencia é que outra quando vejo a minha vida (financeira a andar para tras (ou não andar nunca para frente). São nessas alturas em que berro e perco a paciência. Grito com eles pelas minhas contrarieradades. Não são filhos perfeitos (isso nem existe), têm as suas coisas e defeitos como toda a gente. Mas quando a vida corre bem é mais fácil rir, tal como a Madga contava no outro dia, quando o seu filho fugiu para de baixo da mesa com um ovo kinder. Sorry pelo testamento ;-)

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  6. hello! O meu marido trabalha e eu estou em casa então as coisas de casa, as meninas (tenho duas: uma com 4 anos outra com 3 meses), pagar contas etc... fica tudo sob a minha responsabilidade. Acabo por ficar frustrada quando parece que elas não coloboram, principalmente a de 4 anos. É um trabalho sem fim e por muito que o marido ajude, faz o que pode, não percebe que nem sempre tenho as noites para dormir. e isso ainda me deixa mais frustada. E quando dou por mim já estou aos berros.
    Tento ao máximo controlar-me mas também não sou de ferro.

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  7. Aprendi muito com o desafio "Berra-me Baixo", no ano passado, mas a realidade é que não temos tempo para lhe dar o tempo que ela precisa para desenvolver as suas capacidades: tomar as refeições sozinha, vestir-se sozinha, arrumar as suas coisas sozinha. Contra nós, temos sempre o maldito relógio que parece que nos controla a vida. Muitas horas fora de casa, ordenado que não compensa o esforço e o desgaste, mas que faz falta para pagar contas. A frustração é minha e extravaso com os gritos, que odeio! :(

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  8. Eu grito quando explico a mesma coisa n vezes a minha filha de 6a e ela responde com gritos e berros, beijo, abraço, volto a explicar e continua a berrar comigo porque n quer dormir sozinha ou porque n quer vestir o pijama, ai.... Salta a tampa :(

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  9. Tenho um filho com 11 anos e outro com 3, não se dão mal ( têm os arrufos naturais de irmãos e natural para a diferença de idades), mas chegar a casa fazer jantar, tratar da roupa ( devem imaginar a roupa que se lava e passa em minha casa) ir arrumando a casa para ter o minimo de organização, apoio aos trabalhos de casa... depois de um dia a fazer de gestora de crédito em contas de clientes caluteiros, com os seus problemas pessoais misturados com as contas e falta de pagamentos. A aturar as mil e uma desculpas para não pagarem, a par da pressão para cumprir objectivos...a ganhar uma miséria...É A LOURCURA. Não há pai e mãe juntos que consigam estar ZEN sem berrar. Claro que há que controlar, mas quando o meu filho mais novo acha que tem sempre de ser á sua maneira no momento em que ele quer, eu juro que tenho de respirar fundo.é preciso tempo para os pais, não devem haver propostas para as crianças ficarem na escola até tarde, devem haver propostas para que pelo menos um dos pais possa sair cedo do trabalho e possa estar mais tempo com os filhos e eles sejam mais acompanhados para que no regresso a casa não haja tanto stress.

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  10. Ana Luisa Brito18 fevereiro, 2016

    É fundamentalmente a falta de paciência e o tempo de resposta dos meus filhos às solicitações: seja para se vestirem mais rápido, seja para comer. seja pararem de implicar um com o outro. E também porque foi assim que lidaram comigo. Damos por nós a fazer aquilo que condenávamos enquanto filhos e a meu ver temos hoje muito mais ajuda do que os nossos pais na altura (em termo de tarefas). Confesso que expludo com facilidade...

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  11. Olá Magda.A verdade é que os meus filhos são o melhor de mim , fazem - me todos os dias tentar ser melhor mãe. ..já aderi muitas vezes ao "berra - me baixo" sem grandes sucessos. Porquê ? Porque não sei gerir as minhas exigências com as necessidades das minhas crianças ? Porque sou muito exigente e não consigo tolerar pormenores nos outros? O fato de trabalhar por turnos e o tempo junto deles ser pouquíssimo , as ideias das crianças (6 e 2 anos), as personalidades. ...tudo influencia ! A verdade é que desde que me apercebi que queria mudar , queria gritar menos , dar menos palmadas...isso por um lado entristeceu - me por ser esse tipo de mãe e por outro lado tenho consciência de que quero mudar...e ontem apercebi - me que há 15 dias que quase nem sequer ralhei...quanto mais gritar...nem houve castigos para a minha filha , que acredito ser a mais sacrificada visto ser a mais velha. Fiquei tão feliz tão serena...e no nosso abraço da noite...ambas percebemos isso. Sei que tenho uma longa caminhada mas tenho força de vontade qb para mudar. Obrigada por existir e escrever os seus ensinamentos.

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  12. O cansaço! Sempre que me sinto drenada de energia tenho menos capacidade de gerir coisas como elas não me ouvirem (ter de chamar várias vezes ou pedir que façam alguma coisa várias vezes) o fazerem barulho ou desarrumarem tudo e/ou sujarem. Elas têm 8 e 3 anos e agora temos um bebe com 2meses o que faz com me sinta por vezes assoberbada é culpada e frustrado de não conseguir ter a assertividade necessária para esquecer o tempo e as regras e ouvir e estar realmente presente

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  13. Também tenho 2 filhos, com diferença de 4 anos entre si, uma menina e um menino. Adoram-se e detestam-se! Ela é a irmã super protetora com os outros e a irmã implacável diretamente com ele, acabo eu por ser a defensora do mais novo e perco pontos com ela.
    Tenho um trabalho que exige muito de mim, um marido ausente porque infelizmente a solução que o nosso país apresenta a quem quer fazer pela vida é separar famílias... vivo para o trabalho e para eles e isso não me faz feliz. Procuro todos os dias fazer o melhor por eles mas deito-me todos os dias com a sensação de que fiz tanta coisa mal. Noto a minha filha triste também, triste na escola porque as colegas não a integram, triste em casa porque percebe o meu cansaço, a minha falta de tempo para brincar, a minha frustração. O nosso final do dia é aos berros uma com a outra. Há dias em que para não passar dos limites me recuso a discutir ou falar... outros dias em que me recuso a admitir faltas de obediência e respeito e acabo por usar a solução palmada para encerrar o assunto. Amo demais a minha filha, e sei que ela me ama também. Ela é uma criança doce, que valoriza a amizade, o amor, a família. Quero muito ajudá-la mas sinto estamos cada vez mais afastadas. O que menos quero fazer é que deixe de falar comigo sobre os seus problemas, que tenha medo de mim, pelo contrário, quero ser o seu porto de abrigo.

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  14. o que me faz gritar é o cansaço e a falta de tempo. claramente grito mais com os meus filhos quando estou cansada e vejo tudo o que (ainda) tenho para fazer: banhos, arrumações, jantar, roupas, o costume. quando vejo o tempo a apertar e os horários e rituais normais a descarrilarem por causa disso, a voz aumenta. e já tenho o meu filho mais velho (3 anos) a dizer 'mãe não se grita, não é preciso' que é exactamente o que eu lhe digo.

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  15. Perceber que não sou a única a tentar ser melhor mãe, faz-me perceber que este é um map geral. O problema não está em nós, está na sociedade. Ser mãe é maravilhoso, mas também é horrível. Não ter tempo para eles, não ter tempo para nós. Exigirem de nós, exigirmos deles. É um ciclo vicioso. Um ciclo do qual queremos sair e não conseguimos. Ainda me lembro de sair da escola (cedo) e ficar com a minha avó. E agora querem escola a tempo inteiro! Os nossos filhos passam o dia a cumprir regras (a tentar ou a serem obrigados) e quando precisavam de desanuviar, pumba, mais regras d ordens. Quantas vezes não tivemos vontade de sair do trabalho e fazer o que nos apetece? Pois... Penso muitas vezes que quem podia aproveitar, não o faz e quem gostava de o fazer, não pode! Quero deixar de gritar, mas será qus vou conseguir?

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  16. E quando quem grita não somos nós mas são os nossos filhos? constantemente? Por tudo e por nada? e nós o tentamos acalmar, tentamos perceber o que se está a passar e só ouvimos um "Pára" em altos berros, só levamos com pontapés e empurrões para nos afastar... isto é normal? com 4 anos?... Não gritamos com ele, não batemos e porque é que então é esse o comportamento que vemos da parte dele?? Se nunca gritámos com ele porque é que ele grita connosco??Depois de todo o nosso esforço é este o resultado? que frustração!!

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  17. Tal como nos outros comentários tambem penso que seja a lufa lufa do dia a dia. Tenho plena consciencia que nunca é culpa deles... Eles são crianças e felizmente tem as suas birras e a sua enorme vontade de continuar a brincar sem pressas nem horários! Mas nós infelizmente temos horários e pouco tempo livre. Pouco tempo para fazer as tarefas domésticas (o que nos deixa com um sentimento de sermos as piores donas de casa do mundo e de estarmos a dar-lhes um pessimo exemplo), pouco tempo para brincar com eles (que nos deixa o sentimento de não os aproveitarmos como eles merecem), pouco tempo para estarmos só em casal (principalmente se não os podemos deixar com avós ou outra pessoa) e também pouco tempo para estarmos sozinhas connosco mesmo (última prioridade de sempre, mas que nos deixa frustradas por já não termos tempo para nada... Tantas vezes que sinto que nem posso adoecer como deve ser, sentir aquela necessidade de estar de cama, porque eles precisam de mim seja para fazer jantar, para os deitar, para brincar com eles...) E no meio de tantas emoções e frustações acabamos por descontar e não ter a paciência que os nossos filhos merecem! Eu tenho tentado evitar muito o berro! E acho que consegui mesmo abolir a palmada! Tentado aplicar a parentalidade positiva! E noto que quando estou com mais paciencia e tento levá-los a bem eles acabam por colaborar! Mas finais de dia principalmente são muito dificeis até porque eles também chegam cansados de tarem tanto tempo de escola e têm mais ataques de frustação e nós cansados do dia que muitas vezes foi terrivel nem sempre temos energia para lidar com tudo isso!

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  18. Grito... Grito tantas vezes e às vezes nem sei o motivo! Porque estou cansada, porque me dói a cabeça e estou aqui sozinha com os dois que fazem tudo ao contrário do que eu lhes peço.
    Se tenho noção que a culpa é minha? Tenho plena...
    Que o adulto sou eu e que eu é que tenho que me controlar? Sim eu sei...
    Mas como é que isso se faz? Como é que se engole todo o turbilhão que vai dentro de uma mulher? Mulher que acorda arranja os filhos, leva-os à escola, vai trabalhar, leva-os ao futebol e ao ballet, faz o jantar, deita os miúdos, arruma a cozinha, estende a roupa, arruma a sala... Olha para si antes se dormir e pensa: "Estás um caco... vai dormir que amanhã recomeça tudo outra vez".

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  19. Eu faço um esforço eminente e constante para não o fazer... Mas ainda grito!
    Até porque o meu filho tem quase 12 anos e ele próprio não gosta e diz-mo sem receios e eu nessa altura retraio-me porque sei q nao é correto.
    Grito porquê?
    Porque nessas situações é um ato desesperado para ele me ouvir(porque parece não o fazer).

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  20. O que mais me faz gritar com o meu filho é o demorar imenso a fazer tarefas tais como vestir-se e tomar o pequeno almoço de manhã antes de sairmos de casa, o que faz com que quase sempre nos atrasemos e o olhar desafiador que me lança como se quem mandasse fosse ele e não eu. Parece que só com gritos obedece. Falando com ele normalmente e estar calada causa o mesmo efeito. É extenuante.

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  21. Descobri acompanhando seu desafio de parar de berrar que meu grito sai, na maior parte das vezes, em momentos que os pequenos não fazem as coisas da maneira que eu gostaria. Ou quando não atendem minhas solicitações quase de imediato. Nessa fase de tentar controlar o grito, minha paciência tem ido de 8 (paz) a 80 (grito) de forma não gradual. Não raro, depois de um grito, me pego questionando a mim mesma se teria sido realmente necessário tal descontrole. O grito também sai quando eles choram muito e eu não consigo acolher nem entender o motivo. A pediatra já brincou uma vez dizendo que o ouvido do adulto não está mais preparado para suportar o choro e gritos das crianças e por isso perdemos a paciência tão rápido e por motivos totalmente desnecessários. Ela disse em tom de brincadeira, mas não nego que isso ajuda a não sentir tanta culpa quando grito e sim a procurar me policiar mais para não gritar.

    Seu blog foi uma descoberta maravilhosa pra essa família brasileira aqui. :)

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  22. E eu que me culpo tanto por gritar com os meus filhos, porque achava que era só eu, e que não era lá muito normal...tantas vezes que me sinto culpada. Realmente é muito stressante depois de um dia de trabalho, cuidar de 3 filhos (2 adolescentes de 15 e 14 anos e um de 18 meses), tendo o marido a trabalhar à noite a maior parte dos dias. Realmente grito (só com os mais velhos) e nem sei bem porquê...às vezes porque já falei tantas vezes baixo e eles ignoram, ou pela tipica e constante resposta quando se pede para fazerem alguma coisa: "já vou", e nunca mais vão...enfim..Depois fico a pensar: deve ser tipico da idade..e lá vem a culpa..
    Isto não é nada fácil ser mãe/pai...

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  23. O stress é tramado. Se tiver tido um dia calmo, corre tudo bem com as minhas filhas. Por muito tempo que demorem a fazer as coisas, desobedeçam ou façam birras, lido sempre muito pior com isso se o meu dia no trabalho tiver sido mau, tiver prazos apertados ou muita coisa para fazer. Está em mim, não nelas, a necessidade de autoregulação.

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  24. Eu mesma! Descobri isso graças a ti, ao que leio por aqui, e ao que me fazes pensar sobre o assunto! E hoje voltei a escrever sobre isso e a deixar o mote a quem me lê, para que venham aqui partilhar contigo os motivos pelos quais gritam! Beijinho grande minha querida Magda! Tens sido uma inspiração!

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  25. Obrigada Magda pela partilha e pelos conselhos. Tenho uma filha de 8 anos e comecei o desafio "berra-me baixo" há 2 semanas e sinto uma melhoria significativa no meu comportamento. Sempre que me dá vontade de falar mais alto com a minha filha penso no que tenho lido e na enorme vontade que tenho de ser diferente, mais tolerante e menos agressiva. A minha filha é o meu maior tesouro e esforça-se diariamente por me agradar e corresponder às minhas expectativas, mas claro que tem o seu feitio e personalidade. A cada dia tento respeitar isso e procuro ser melhor mãe. Também sei que apesar de muitas vezes perder as estribeiras sou boa mãe e só quero o melhor para a minha filha. Quero muito que seja feliz, por isso tento melhorar. Obrigada pela tua preciosa ajuda.

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  26. Olá Magda. O que me faz gritar com o de 6 e o de 10??? Porque o de 10 não é como o imaginei, como eu quero que ele seja: bom aluno, bom desportista, amigo do amigo, bom irmão, etc... eu sei que o amo incondicionalmente mas penso que erro em tanta coisa, onde e quando é que ele se tornou ele? Eu sei que tenho de o aceitar como ele é. E aí tudo parava...
    Quando não fazem logo o que eu peço...
    Quando o de 6 é malcriado, dizendo palavrões que nunca ouviu cá em casa...
    Quando.... quando....
    Obrigado.

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  27. Olá Magda. O que me faz gritar com o de 6 e o de 10??? Porque o de 10 não é como o imaginei, como eu quero que ele seja: bom aluno, bom desportista, amigo do amigo, bom irmão, etc... eu sei que o amo incondicionalmente mas penso que erro em tanta coisa, onde e quando é que ele se tornou ele? Eu sei que tenho de o aceitar como ele é. E aí tudo parava...
    Quando não fazem logo o que eu peço...
    Quando o de 6 é malcriado, dizendo palavrões que nunca ouviu cá em casa...
    Quando.... quando....
    Obrigado.

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  28. Olá.
    As vezes pergunto a F. porque me faz gritar|berrar?
    Será ela ou eu?
    As vezes penso que ela me esta sempre a colocar-me a prova.
    Sempre que lhe peço algo é sempre : "já vou","tem calma" e afins...
    As vezes digo que tenho saudades dela antes de ela ir para a escola primária... Quando estávamos a mesa era muito mais "certinha" do que é agora...
    Pergunto-lhe o porquê de fazer tais coisas.
    Estou sempre a fazer as coisas de maneira a agradar ... Mas...
    As vezes o meu marido "bufa"... Tipo estou farto... Mas não toma uma atitude.
    Eu pergunto:"por que é que tenho que ser eu a chamar sempre atenção?"
    Fico triste, muito triste... Muitas vezes de depois de ralhar, berrar... Acabo sempre a chorar. E ela sabe deste meu ponto fraco por isso, é que eu acho que ela não me liga nenhuma. Depois acabo agarrada a ela. E eu é que lhe peço desculpa.
    Sei que berrar não resolve... Mas também não sei como fazer...
    Falo falo e acho que falo para o boneco... Tanto para ela como para o pai.
    Se sabem o correto porque é que fazem ao contrário?!

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Obrigada por leres e por comentares!
Todos os comentários são bem-vindos excepto os que 'berram alto'...Esses são, naturalmente, eliminados!

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