O Facebook anda a armar-se em esperto...

31.5.14




Não soubeste que ontem houve uma conferência em Lisboa sobre a Auto-Estima da Criança?
Achas que não ando a publicar? Isso é porque não recebes os meus posts... porque o Facebook quer que as publicações sejam pagas e então *apagam-me* da tua página.
A forma de dar a volta a isto é ir com frequência à rodela que vês na imagem e clicares como lá está! E é isto!
Partilha com @s amig@s para que eles possam fazer isso também! É que já sei que há muita gente que não vai ver esta publicação!
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Somos Família: A auto-estima do seu filho e como o elogia cria crianças inseguras

25.5.14



A partir de amanhã, em Lisboa, no Altis Grand Hotel, vão acontecer os Dias Especiais do ‘Somos Família’.
As inscrições são gratuitas e limitadas e eu sei que a minha conferência está praticamente esgotada. Por isso, e se for do teu interesse, aproveita!
E fica a conhecer o programa da semana. Top!







Há segredos bons e há segredos maus

17.5.14


Há segredos e segredos. E há segredos que têm de ser ditos.

É fundamental que possamos ensinar aos nossos filhos que há segredos bons, como aquela surpresa que estamos a preparar para a avó e que a vai deixar muito feliz.

E depois há segredos menos bons, maus mesmo, que criam mau estar e que interferem com o bem-estar de uma criança.

Logo que possas e assim que ele entender, explica ao teu filho a diferença entre um segredo bom e um segredo mau.

Diz-lhe que tudo o que envolva 
-Toque no corpo dele
-A segurança dele e a de outros
-A troca de favores ou prendas

são coisas que ele deve contar-te. 

Mas como não sabes o que ele sabe [afinal é um segredo!], podes apenas perguntar-lhe se é um segredo bom ou mau. E a seguir perguntar-lhe o que é um segredo mau. Só para confirmar que ele sabe, só para que ele relembre.

Identifica quais são os adultos em quem o teu filho pode confiar e diz-lhe que ele pode contar com a ajuda daquelas pessoas. Explica-lhe que por vezes há situações que não conseguimos resolver sozinhos e que precisamos de contar com outras pessoas. Explica-lhe também que sempre que ele achar que uma coisa não está certa ou o incomoda, que deverá questionar-te acerca dela, na certeza que o vais ajudar e orientar.

E está próximo do teu filho. Cria um espaço de confiança e serenidade na vossa relação.
No vídeo acima tens uma canção que foi ensinada a estas crianças - a letra fica na cabeça delas e caso aconteça um 'mau segredo', elas sabem que deverão pedir ajuda.


Partilha este post! Fala com o teu filho!

[link aqui -  https://www.youtube.com/watch?v=4Z9ekMxUQC8 ]


Ludopolis - Parceiros dos workshops de Maio ! Lisboa

13.5.14



Ludopolis 2014 vai para 3.ª edição! O Festival dos Jogos e da Diversão é uma forma divertida de experimentar cerca de 1000 jogos e diversões para toda a família! Jogar pião, corridas de sacos, insufláveis, fazer construções, jogar golfe, andar de burro, jogos de tabuleiro inacreditáveis, consolas, etc., vão divertir pequenos e graúdos!(de 6 a 10 de junho de 2014 - Jardins do Museu da Cidade – Campo Grande – Lisboa).

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Maio, 17 [Sábado]
Pais Felizes, Filhos Felizes
Acção organizada pela Red Apple - podes ver tudo aqui e fazer a tua inscrição pelo mesmo link.

Maio, 18 [Domingo]
A Auto-Estima da Criança [de manhã]. Clica aqui
A Questão da Autoridade e da Obediência [de tarde]. Clica aqui

'Pára de chorar, pareces um bebé!'

13.5.14


'Pára de chorar, pareces um bebé!'
'Um rapaz não chora!!'

Ontem ouvi estas frases [procuro não adjectivar] ditas por uma avó, à porta da escola.
O miúdo não teria mais de 2,5 anos e chorava, chorava.
Entre entreter a criança, dizer-lhe estas frases, tudo aquilo que se estava a fazer era não olhar, de facto, para o que a criança precisava.
Pensa comigo: frases como estas humilham muito mais a criança do que a incitam a parar de chorar porque funcionam contra o objectivo principal e que é não só acalmá-la mas fazê-la sentir bem.





Maio, 17 [Sábado]
Pais Felizes, Filhos Felizes
Acção organizada pela Red Apple - podes ver tudo aqui e fazer a tua inscrição pelo mesmo link.

Maio, 18 [Domingo]
A Auto-Estima da Criança [de manhã]. Clica aqui
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A questão do falso feminimo e do falso masculino

12.5.14

 Há alturas em que o tipo de mensagens que recebo vão na mesma direcção. Nos últimos tempos tem sido a igualdade parental.
Quando escrevo, dirijo-me aos educadores e por educadores entendo: pai, mãe, avós, tios, professores e amigos – todos os que influenciam, directa e indirectamente as crianças. E sim, é verdade que na, na prática, e na maior parte das vezes escrevo e dirijo-me às mães exclusivamente. Provavelmente porque uma grande percentagem dos meus leitores serem as mães.
Por isso mesmo, de hoje em diante, vou passar a escrever para o pai e para a mãe e volta e meia troco o ‘sujeito’ da frase.
Que tal? Vamos em frente com isto? Obrigada pelo alerta!

A guerra das mães

9.5.14

Nós somos muito sacanas umas com as outras.
Em vez de nos apoiarmos, criticamos forte e feio.
Não é mito, é mesmo verdade e talvez faça parte da nossa natureza. Há muita frustraçãoacumulada, é o que é.
Adoro o blogue da Gwyneth Paltrow - gosto da senhora e daquilo que ela faz fora do ecran -o blogue, os livros, as causas que abraça. E sempre que recebo a newsletter do blogue dela leio, no mínimo, aquilo que ela escreve.
Desta vez é sobre a guerra das mães. Já não bastava a birra dos pais, as mulheres andam em guerra. E dou-lhe inteira razão.
Diz ela que há umas semanas, quando foi entrevistada e se referia ao facto de nos últimos anos ter feito muito menos filmes nos últimos anos. Ela explica que quando tem de fazer um filme, isso obrigada a muitas horas fora de casa, períodos longos e que não era isso que ela pretendia. De alguma forma as pessoas entenderam que ela dizia que o trabalho das 9h às 5h era mais fácil e ela foi super atacada. 
A Gwyneth diz que em vez de nos tentarmos ajudar e entender, preferimos logo criticar e atacar. Amamentou? Sim? Não? QUanto tempo? Só??? Ainda??
Já é tudo tão difícil e nós temos de tornar a coisa ainda pior? Somos mesmo lixadas, não é?
E podes, apenas por hoje, procurar compreender as ansiedades e frustrações de uma mãe perto de ti. Uma espécie de favores em cadeia. Só por hoje.

Queres ou precisas?

8.5.14
Estive a trocar meia dúzia de emails com uma mãe que conheci num dos workshops.
E, no final do email, como algumas vezes acontece, ela escreveu-me: 

'Obrigada por escutar.'

[eu não escutei, li, mas vai dar ao mesmo].

Mas desta vez fiquei a pensar que, se é verdade que é importante que escutemos os nossos filhos, é tão importante sermos escutados. A última frase desta mãe confirmou-me que a roda é redonda... mas vai mais longe do que isso.

Quando pensamos em tornar-nos pais, temos muitas ideias na nossa cabeça. Sentimos que vamos ser capazes de amar aquela criança, criamos imagens na nossa cabeça. Imaginamos férias em conjunto, o primeiro dente que nasce e logo a seguir aquele que cai... E depois esbarramos na realidade que é mais difícil. Que mete banhos, cansaço, berros, o vira-o-disco e toca-o-mesmo de manhã com o que é que vai vestir, e tantas vezes o desejo que  vão dormir cedo para termos tempo para nós. 

Então pergunto-te:

- Como é ser mãe?
- Em que tipo de mãe estás a transformar-te?
- Quem é que te escuta?


Na verdade, a parentalidade é muito pouco apoiada - não estou a falar de apoios do Estado. Mas parece que é suposto sabermos fazer sempre bem as coisas. É suposto não termos dúvidas e se andamos cansadas, é porque faz parte... E ainda assim, estamos tão sozinhas…
E é suposto para quem? E quem é que nos ajuda? E quem é que escuta as nossas frustrações? E algumas vezes damo-nos conta que estamos a transformar-nos naquele tipo de mãe de quem fugimos a anos-luz!
Quantas vezes imaginamos passar o serão a brincar com eles mas chegamos à hora do jantar e tudo aquilo que precisamos é que eles comam e vão dormir...?

Encontra alguém que te escute. Não é alguém com quem falar e sim alguém que te consiga escutar e te deixe serena e em paz só porque se interessou.

Participa em workshops sobre o tema: Conheceres que estratégias práticas tens ao teu alcance para lidar com as inseguranças do teu filho ou com o facto do mais novo não te escutar podem fazer a diferença quer na relação que estabeleces com eles assim como na satisfação que retiras do teu papel enquanto mãe/pai. E não, não é preciso um curso para ser-se pai, mas ajuda. Tal como se te interessas por cozinha, é normal que frequentes um workshop da área.

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Maio, 17 [Sábado]
Pais Felizes, Filhos Felizes
Acção organizada pela Red Apple - podes ver tudo aqui e fazer a tua inscrição pelo mesmo link.

Maio, 18 [Domingo]
A Auto-Estima da Criança [de manhã]. Clica aqui
A Questão da Autoridade e da Obediência [de tarde]. Clica aqui




 

3 dicas para ajudar a criança a comportar-se em condições

7.5.14


Nestes últimos tempos tenho escrito bastante sobre a questão do vínculo [já criei até uma etiqueta para o efeito, para ser mais fácil procurares].


Não há nenhuma criança que se queira ou possa comportar em condições se não tiver as necessidades básicas. E quais são elas? Alimento, descanso, amor. Simples.


Por outro lado, não é, de certeza, no meio de uma birra que ela vai conseguir comportar-se melhor. Por isso o trabalho tem de ser feito à nascença. No post anterior, disse que a Parentalidade Positiva previne os acontecimentos. É disso que trata este post.


Anda daí alinhar ideias.






1. Cria uma boa relação com os teus filhos. Não é uma relação de prendas, de dias cheios de actividades. É uma relação em que a maior prenda és tu e em que tu estás presente e atenta. Interessa-te por aquilo que eles fazem.






2. Dá tu o exemplo. Berra baixo se não queres que eles gritem. Ri-te e descomplica se queres que eles também o façam. Cria energia positiva em tua casa e um grito de guerra. Come a sopa e os legumes e não precisas de dizer sempre 'ai que bons que estão'. Se dizes ao teu de dois anos que 'e´ só mais uma colher, então que seja SÓ mais uma colher', caso contrário não digas.






3. Negoceia. Qual é o problema? Tens receio que assim ele não saiba quem manda em casa? É justamente quando tens este receio que, indirectamente te colocas mesmo em causa. Se souberes que és mesmo tu que estás a liderar não tens este tipo de receios... e não tens medo de negociar. E negociar ajuda a que a criança queira cooperar o que, na nossa linguagem de pais por vezes chamamos obedecer.






3 pontos simples e claros. Começa por aqui e aprecia a diferença. E depois, se te apetecer, anda contar-me neste post o que tem acontecido por aí. Prometo que vou continuar com estes posts porque o impacto que têm na nossa relação com os nossos filhos é mesmo enorme!




No Porto, os próximos workshops do Porto vão ser em Miguel Bombarda, nestes dias:

Sábado - 13 de Junho [9h30 - 13h00] - A Questão da Autoridade e da Obediência
Sábado - 20 de Junho [9h30 - 13h00] - A Auto-Estima da Criança


Como praticar a Educação Positiva em 10 pontos fundamentais

5.5.14
Queres começar a praticar Educação e Parentalidade Positiva?

Antes de tudo quero que saibas que estás à vontade para deixar o nome de lado. Quero dizer que não precisas de dizer que praticas este tipo de educação. Não é uma escolha que possa influenciar os outros, que implique alterações como quando somos vegetarianos ou intolerante ao leite e ao glúten. Se fores intolerante convém que avises aos teus amigos se fores jantar a casa deles. Mas se a tua filosofia educacional é esta, ninguém tem nada a ver com isso, certo?

Pois eu disse que isto é uma filosofia, é uma forma de se estar. Não se está hoje assim e amanhã de outra forma, conforme der mais jeito. É um caminho, certo, mas é uma forma de se estar e por isso convém que sejas consistente.

Vamos lá então:

1.       Colocar limites de forma empática – o que quer dizer que não precisas de berrar [by the way, este é o mês do desafio Berra-me baixo – adere aqui.] Não tens mesmo de fazer cara de má e gritar ou ameaçar.


2.       Previne. O que é que eu quero dizer com isto? Que tens de trabalhar à nascença, ou seja, se queres que o teu filho coopere contigo, tens de trabalhar a tua relação com ele. Depois, tens de ‘andar com atenção’ e não fingir que não viste. Quantas e quantas vezes ameaçaste, fizeste que não viste e depois levantaste-te, deste dois berros, duas sapatadas e eles até pararam… mas não precisas de chegar aqui. Dá trabalho? Dá! Mas é menos cansativo do que ralhar, ameaçar, deixar andar e depois fazer a tempestade. E aposto que vais sentir-te melhor.


3.       Eu não conheço os teus filhos? Pois não… também não conheces os meus, apetece-me dizer! O que vai no convento só sabe quem está dentro, não é? Pois é, mas é justamente porque cada criança tem a sua natureza que não podemos educar de formas iguais. Está atenta e responde de acordo com as naturezas deles.


4.       Respeita os sentimentos dos teus filhos. Eles têm o direito de estarem zangados, tristes, desconsolados, felizes, histéricos… são sentimentos e não têm moralidade nenhuma. O que tem moralidade são as acções. Respeitar os sentimentos não é dizer ‘sim, sim, amén’. É parar e escutar e fazer perguntas.


Queres uma dica? Faz de conta que em vez do teu filho que ali está és tu, pequenina. Como é que gostarias que te tratassem?


5.       Sê clara e concreta e específica naquilo que dizes. E dá alternativas.


6.       Não tenhas muitas regras – poucas e boas. Não são mesmo necessárias muitas. Pensa no que queres antes. É que no durante, e de cabeça quente, é bem capaz de dar estrugido…  


7.       Sê firme e consistente. Se disseres que quando se chega a casa se tiram os sapatos, tira os sapatos com eles. Não faças de conta, só porque te dá jeito, que hoje não viste. Dali a algum tempo eles vão passar a fazê-lo espontaneamente.


8.       Quando os teus filhos tiverem um comportamento que apreciaste, diz-lhes ‘Adorei o nosso jantar! Foi tão bom termos ficado à conversa, e na brincadeira, não foi?’


9.       Tudo na vida tem consequências. Se a tua filha quer usar aquela roupa bonita para ir brincar às donas de casa e vai por-se a lavar a loiça, é possível que se molhe. Se se molhar e for hora de sair, é possível que não possa levar o que quer… explica-lhe isso… talvez mude de ideias e vá trocar de roupa… ou mude de brincadeiras.


10.   Respeito mútuo – a base de tudo. Trata sempre os teus filhos com o máximo de respeito. E se não sabes bem se estás ou não a pisar a linha, pergunta-te como é que gostarias de ter sido tratado ou como é que gostarias que alguém de fora tratasse os teus filhos.


Aproveita esta oportunidade - os próximos workshops serão no final do ano

Maio, 17 [Sábado]
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Auto-Estima da Criança - aceita este desafio?

5.5.14



Num mundo em constante mutação e aceleração, pode tornar-se angustiante educar uma criança. Sabermos que não conseguimos, nem tão pouco podemoscontrolar tudo na vida dos nossos filhos, torna a tarefa educativa num desafio ainda maior.

É por isso determinante que as crianças saibam fazer boas escolhas. Eboas escolhas são não só um processo de sorte como também o reflexo de um pensamento saudável sobre si e sobre o mundo. E porquê? Porque as escolhas são processos emocionais.
 
Uma auto-estima saudável abrange uma série de competências que vão desde a auto-confiança até à capacidade em auto-regular-se.

Na verdade, uma auto-estima saudável é muito mais do que a capacidade de gostar de si próprio.

Trabalhar a auto-estima dos nossos filhos vai mais além do simples ‘Boa, eu acredito em ti, meu amor!’

O desafio deste workshop é então encher o seu saco ‘Sport Billy’ com muitas estratégias, lembretes, alertas e truques na comunicação do dia-a-dia. O workshop tem uma vertente prática grande, para que possa chegar a casa, abrir o seu saco e começar a ajudar a desenvolver uma auto-estima saudável e criar miúdos desencucados.

Aceita este desafio?

E para saber o que diz quem já veio, clique aqui.
Para conhecer a página do Facebook, clique aqui.
E para ir conhecer o site Parentalidade Positiva, clique aqui.





Boonzi - ou como gerir o orçamento para quem detesta juntar faturas!

5.5.14
Tenho uma relação estranha com o dinheiro.
Não sou daquelas que diz que o dinheiro não traz felicidade. Ao contrário: a sua ausência traz infelicidade. Sei também que a partir de um certo valor pode trazer chatices ou, pelo menos, não trará muitas vantagens. Mas isso é com valores altos.

Até há pouco tempo fazia uma gestão do orçamento a olho. Juntar faturas chateia-me. Achava que não tinha arquitectura mental para números. Mas aquilo que eu tenho é um desprezo por estes números - como se nada fosse impossível e que não deve ser o dinheiro um impeditivo. Mas é. E lá está, este é o meu lado aquariano a falar mais alto.

Até que finalmente recebi um convite para experimentar o Boonzi.
O Boonzi dizia-me para fazer a gestão das minhas contas, eu que não as juntava e eu que detestava olhar para números.
Confesso que pensei logo que seria mais um sistema igual a muitos outros. Conhecia o nome - sabia que a Rita já o tinha experimentado e tinha gostado. Decidi ver o que era. E confesso que fiquei espantada e radiante quando, entretanto, percebi que há uma aplicação para iPhone!

Dá um salto aqui para veres melhor do que se trata. Eu estou a adorar! Só me falta mesmo colocar a aplicação no telefone e começar a gerir isto tudo como um grande Economista!


Workshop
Pais Felizes Filhos Felizes – organizado pela Red Apple, em Lisboa – 17 de Maio. Ver todas as infos exclusivas aqui
A Questão da Autoridade e da Obediência - Expo – Lisboa – 18 de Maio




Lisboa em Maio - depois só no final de Outubro | Abertas as inscrições para os novos workshops

2.5.14
Vou a Lisboa agora em Maio e depois só voltarei perto do Inverno, em finais de Outubro. 

Por isso mesmo, e porque ainda há alguns lugares, deixo-te aqui o que vai acontecer e os links com o que vamos trabalhar nestes dias:

Maio, 17 [Sábado]
Pais Felizes, Filhos Felizes
Acção organizada pela Red Apple - podes ver tudo aqui e fazer a tua inscrição pelo mesmo link.

Maio, 18 [Domingo]
A Auto-Estima da Criança [de manhã]. Clica aqui
A Questão da Autoridade e da Obediência [de tarde]. Clica aqui


Aproveita agora! 




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