Para levares quando fores dormir.

6.2.14
Hoje tenho muita vontade de te dizer isto:
1) Desiste de querer mudar o teu filho. Aceita a natureza dele porque é quando a aceitas que ele desabrocha e cresce.
2) Depois de aceitares a natureza dele, sossega. A perfeição não existe. A maternidade não é uma competição. Todos os miúdos, mais cedo ou mais tarde farão as mesmas coisas. Há miúdos que surpreendem mais tarde, quando se tornam maiores e mais independentes. Deixa-os ser.
Até lá, faz aquilo que é bestialmente importante: olha para o teu filho com olhos de ver. Olha para ele, porque de facto ele existe. E é quando tu páras para olhar de facto que percebes o que é que ele te está a pedir, a cada instante.
Hoje apetece-me dizer-te para não passares ao lado da tua vida com os teus filhos porque é nas pequenas coisas, no quotidiano da vida que o mais importante e o que mais influencia, acontece.
Boa noite.


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3 comentários:

  1. Bom dia :) Citei-te no meu blog devidamente identificada claro está! :) Gostava que espreitasses. deixo-te convite porque por vicissitudes da vida tenho o blog privado. beijinhos e bom fim de semana*

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  2. Enviei convite p parentalidade positiva, espero q aceites;)

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  3. Que texto tão bonito Magda!
    Quando o li tive a sensação imediata de sentir qualquer coisa dentro a palpitar, como que a dizer: "Espera aí! Põe aí a pausa e pensa lá um bocadinho. É isto!"
    Estas suas palavras fizeram-me perceber que alguns dos conflitos lá em casa são porque é difícil para nós, pais, aceitar que eles são "assim" e que por vezes esse "assim" não era exatamente o que nós queríamos ou gostaríamos que fosse. E lá andamos nós a "dar-lhes" na cabeça porque deviam ser ou fazer assado e não cozido, porque assado é que é bom! Mas será que cozido é assim tão mau? Se calhar é apenas diferente. As expectativas são mesmo tramadas!
    E depois ainda há a falta de confiança no impacto que nós temos neles, o receio de que aqueles valores e princípios que nós nos esforçamos tanto por transmitir não fiquem lá, não tenham sido integrados na pessoa que eles são.
    Isto não é um assunto nada simples, mas ter tomado consciência disto acho que já é um primeiro passo para por exemplo começar a olhar para eles e para aquelas situações repetidas que nos "encanitam com o sistema" com um novo olhar e com uma postura diferente para as resolver.
    Obrigada pela ajuda e inspiração Magda!

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