Instinto maternal: sim ou não?

10.2.14
O que é? 
Existe?
E como é que o explicas?
Estou a escrever sobre isto e gostava mesmo muito de ter muitas opiniões!
Partilha aqui ou envia-me um email.

Obrigada!!

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5 comentários:

  1. Ola Magda!
    Olha, eu não acredito no "instinto" maternal. Acho que se floreia e romanceia o assunto, para que as mulheres queiram ser mães (até porque só elas o sao hihiihi) e para que se sintam valorizadas por esse facto. tanto que nos é socialmente e familiarmente, quase imposto o ser mãe. (quem nunca ouviu que não é "natural" não desejar ser mae?)

    Voltando ao assunto: quando cada um dos meus dois filhos nasceu, apenas senti aquela sensação de "isto já esta. Quero descansar." Alias, da segunda, como tive hemorragia, estive até meio da tarde sem conseguir olhar para ela que nao tinha força para o fazer. Foi a minha mae que ma mostrou quando veio visitar-me.

    Depois, sim, é um facto que quando olhei o bebe, fui cativada, seduzida, apaixonada por ele. Ambos se pareciam com o pai o que me deixou muito contente (bem tola... pois se eram obra minha!! porque nao parecidos comigo?)
    Dia a dia o amor que se sente é "inundante" apesar dos desesperos de quando choram de quando estao doentes e dessas coisas assim.

    Mas, esse dito instinto, nasce e cresce depois do bebe e com o bebe... não o sinto de geraçao espontanea ;-)

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  2. Olá Magda,
    Na minha opinião, existe sim instinto maternal.
    É o que me faz ter confiança na acções enquanto mãe, é o que me diz, baixinho sem ninguém ouvir, que está certo o que estou a fazer, o que me dá a segurança que aquilo é o melhor para o meu bebé, o que me garante que o conheço e que sei o que quer, principalmente nas alturas em que tenho mais dúvidas.
    Acho que se deve à postura que temos perante os nossos filhos, muito na linha de pensamento defendida aqui neste blogue: se os soubermos ouvir, eles dizem-nos o que querem e o que precisam. Esta atitude pressupõe confiança da nossa parte, confiança e serenidade que estamos a dar o nosso melhor, e que se assim for, tudo se resolve e tudo está bem.

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  3. Olá Magda,
    Na minha opinião, existe sim instinto maternal.
    É o que me faz ter confiança na acções enquanto mãe, é o que me diz, baixinho sem ninguém ouvir, que está certo o que estou a fazer, o que me dá a segurança que aquilo é o melhor para o meu bebé, o que me garante que o conheço e que sei o que quer, principalmente nas alturas em que tenho mais dúvidas.
    Acho que se deve à postura que temos perante os nossos filhos: se os soubermos ouvir, eles dizem-nos o que querem e o que precisam. Esta atitude pressupõe confiança da nossa parte, confiança e serenidade que estamos a dar o nosso melhor, e que se assim for, tudo se resolve e tudo está bem.
    E atenção, não é só instinto maternal, é instinto paternal também!

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  4. Eu acredito no instinto maternal e no que as hormonas nos formatam para fazer (felizmente) mas também acredito que ele é mais apurado numas pessoas do que noutras. Por outro lado, acho que a nossa vontade é soberana e que querer aprender supera qualquer falha do instinto ;)
    Sempre fui uma pessoa intuitiva e sempre confiei na minha intuição e nos meus instintos, mas quando a minh filha nasceu o medo de a estragar fez-me duvidar do que o instinto me dizia. Dei demasiada atenção a conselhos e bocas e duvidei vezes demais de mim.
    Depois decidi calar o ruído e dar voz à minha intuição e tudo começou a correr melhor.
    Claro que continuo a esforcar-me por aprender mais e ser uma mae melhor todos os dias.

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  5. acho que sim porque:

    - toda a vida fui fã do cor de rosa, toda a gente sempre apostou que eu teria meninas e eu também, achava até injusto se não acontecesse e assim que engravidei do Manel só pendia para os (poucos) cabides de rapaz nas lojas, sentia-me toda eu azul bebé, apercebi-me depois que a minha roupa de pré-mamã era toda em azuis e eu sabia, só porque sim, que era rapaz;

    - estou grávida outra vez e desde que vi o segundo risquinho a aparecer senti que, então sim, seria menina. e é;

    - porque quando o meu filho chora às quatro da manhã eu sei dizer se é porque tem xixi ou febre a incomodar e levanto-me certa disso ou se é só porque é caguinchas e pode bem resolver sozinho e nem sequer abro o outro olho;

    - porque percebo que ele precisa de uma ida às urgências quando os outros acham que se pode resolver em casa e no fim precisava mesmo;

    - porque insisto na amamentação mesmo quando a médica só olha para os números do peso que não estão lá no nível que ela quer e ele mo confirma ao cuspir o leite adaptado;

    - porque sinto que a prioridade da vida mudou e coisas a que dava imenso valor e dizia que nunca havia de querer deixar hoje são meros acessórios.

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Obrigada por leres e por comentares!
Todos os comentários são bem-vindos excepto os que 'berram alto'...Esses são, naturalmente, eliminados!

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