Olha o que vais receber...
28.2.14
Mas é que isto é só mesmo muitooooo bonito!
É para quem vai este fim-de-semana aos workshops!
Lindo! Lindo de morrer!
Pela Mary Poppins Childcare - que eu recomendo porque a Ângela é doçura e atenção e detalhe, tudo ao mesmo tempo!
Sair de casa com calma, zen e sem birras em 8 pontos fundamentais.
27.2.14
Estas dicas foram testadas e comprovadas pelas pessoas que fizeram sessões de coaching e formação comigo. Este é um apanhado, em forma de resumo. Espero que te seja tão útil quanto tem sido para todas as famílias que as têm usado:
1. Deitar cedo
Parece elementar mas não é tão simples de acontecer quanto isso. Os miúdos, mesmo os que já são grandes, precisam de dormir e quanto mais cedo forem para a cama, melhor. Primeiro, porque o cérebro precisa de 'fechar' e processar toda a info. Segundo, porque também precisa de descansar. Terceiro por causa do crescimento e todas as conexões e cenas que acontecem - cenas boas - durante o sono. Finalmente, porque tu também precisas que eles se deitem para descansares ou tratares de outras coisas :)
2. Acordar cedo - tu
Acorda antes deles. Faz uma diferença gigantesca. Estas são as vantagens que tens em acordar cedo.
E estando pronta [completamente pronta a sair - com os sapatos calçados] vai acordá-los. Naquele momento só te vais focar neles. Não fazes mais nada a não ser estar com eles - é aqui que está a diferença - não os deixas por mãos alheias ou antes, não os deixas a andar à solta.
3. Prepara tudo no dia anterior
Toma banho no dia anterior. Se não der, acorda ainda mais cedo. Deixa tudo, mas tudo o que podes deixar pronto. Como a mesa do pequeno almoço, mala, mochilas, sapatos, roupas [deles e minha] lanches, pasta do computador, chaves, ... já pronto. Eu chego ao cúmulo, volta e meia, de preparar tudo e colocar as coisas no carro. Ah! E tenho sempre toalhetes no carro, caso repare que vão com bigodes de leite.
4. Acorda cedo - eles
Sim, acorda-os mais cedo. Faz uma diferença gigantesca. Está com eles nos miminhos, dá-lhes tempo de mandarem vir, que não querem sair da cama. Dá-lhes o gosto de ficarem mais 5 minutos na cama. Enquanto isso podes aproveitar e dar um arranjo à casa, se te apetecer. Eu tenho de fazer a cama - coisa que passou a ser obrigatória na minha vida e que, de facto, dá um boost à arrumação da minha casa.
5. Usa uma cartolina
e coloca imagens e mensagens (se souberem ler) das tarefas da manhã. Assim não tens de te chatear - está lá e é o quadro que manda. Não tens de estar sempre a fazer de má da fita - manda-os consultar o quadro. É também uma excelente forma de responsabilização. Este é um passo para a emancipação e para deixares de ter de picar o ponto 2 desta lista.
6. Veste-os primeiro e só depois dás de comer
Testado e aprovado! Coloca uma bata, babete ou guardanapo se tiveres receio que se sujem mas esta é a ordem que funciona.
Terminaram o pequeno-almoço? Leva-os para o quarto de banho para lavarem dentes, cara, mãos, etc. Depois, tudo para a entrada de casa para calçarem os sapatos, colocarem os casacos e as mochilas às costas.
7. O que falta?
Pensa alto e pensa com eles: 'O que é que falta?' Habitua-os a pensarem assim antes de saírem de casa. Daqui a uns tempos vais ver que te é super útil.
Se precisas de fazer alguma coisa, deixa-os ficar à porta de casa, sentados em cima do tapete com as perninhas à chinês e vai fazer o que tens de fazer. Normalmente eu vou arrumar a mesa do pequeno-almoço mas, no meu caso, e com um bebé, as perninhas à chinês não funcionam. Vale-me o tabuleiro e a mecânica toda que já tenho.
8. Vira o disco e toca o mesmo, na manhã seguinte
Fazes isto tudo e garanto-te que sais de casa em paz e até chegas adiantada ao trabalho. Não há um único ponto que eu retiraria mas o mais importante parece-me ser, sem dúvida, o número 2. Sorry... :)
Quando é que isto não funciona? Quando os vais acordar de pijama!
Imprime isto e coloca num sítio visível. Partilha e depois conta-me como foi!
1. Deitar cedo
Parece elementar mas não é tão simples de acontecer quanto isso. Os miúdos, mesmo os que já são grandes, precisam de dormir e quanto mais cedo forem para a cama, melhor. Primeiro, porque o cérebro precisa de 'fechar' e processar toda a info. Segundo, porque também precisa de descansar. Terceiro por causa do crescimento e todas as conexões e cenas que acontecem - cenas boas - durante o sono. Finalmente, porque tu também precisas que eles se deitem para descansares ou tratares de outras coisas :)
2. Acordar cedo - tu
Acorda antes deles. Faz uma diferença gigantesca. Estas são as vantagens que tens em acordar cedo.
E estando pronta [completamente pronta a sair - com os sapatos calçados] vai acordá-los. Naquele momento só te vais focar neles. Não fazes mais nada a não ser estar com eles - é aqui que está a diferença - não os deixas por mãos alheias ou antes, não os deixas a andar à solta.
3. Prepara tudo no dia anterior
Toma banho no dia anterior. Se não der, acorda ainda mais cedo. Deixa tudo, mas tudo o que podes deixar pronto. Como a mesa do pequeno almoço, mala, mochilas, sapatos, roupas [deles e minha] lanches, pasta do computador, chaves, ... já pronto. Eu chego ao cúmulo, volta e meia, de preparar tudo e colocar as coisas no carro. Ah! E tenho sempre toalhetes no carro, caso repare que vão com bigodes de leite.
4. Acorda cedo - eles
Sim, acorda-os mais cedo. Faz uma diferença gigantesca. Está com eles nos miminhos, dá-lhes tempo de mandarem vir, que não querem sair da cama. Dá-lhes o gosto de ficarem mais 5 minutos na cama. Enquanto isso podes aproveitar e dar um arranjo à casa, se te apetecer. Eu tenho de fazer a cama - coisa que passou a ser obrigatória na minha vida e que, de facto, dá um boost à arrumação da minha casa.
5. Usa uma cartolina
e coloca imagens e mensagens (se souberem ler) das tarefas da manhã. Assim não tens de te chatear - está lá e é o quadro que manda. Não tens de estar sempre a fazer de má da fita - manda-os consultar o quadro. É também uma excelente forma de responsabilização. Este é um passo para a emancipação e para deixares de ter de picar o ponto 2 desta lista.
6. Veste-os primeiro e só depois dás de comer
Testado e aprovado! Coloca uma bata, babete ou guardanapo se tiveres receio que se sujem mas esta é a ordem que funciona.
Terminaram o pequeno-almoço? Leva-os para o quarto de banho para lavarem dentes, cara, mãos, etc. Depois, tudo para a entrada de casa para calçarem os sapatos, colocarem os casacos e as mochilas às costas.
7. O que falta?
Pensa alto e pensa com eles: 'O que é que falta?' Habitua-os a pensarem assim antes de saírem de casa. Daqui a uns tempos vais ver que te é super útil.
Se precisas de fazer alguma coisa, deixa-os ficar à porta de casa, sentados em cima do tapete com as perninhas à chinês e vai fazer o que tens de fazer. Normalmente eu vou arrumar a mesa do pequeno-almoço mas, no meu caso, e com um bebé, as perninhas à chinês não funcionam. Vale-me o tabuleiro e a mecânica toda que já tenho.
8. Vira o disco e toca o mesmo, na manhã seguinte
Fazes isto tudo e garanto-te que sais de casa em paz e até chegas adiantada ao trabalho. Não há um único ponto que eu retiraria mas o mais importante parece-me ser, sem dúvida, o número 2. Sorry... :)
Quando é que isto não funciona? Quando os vais acordar de pijama!
Imprime isto e coloca num sítio visível. Partilha e depois conta-me como foi!
Escuta activa, vínculo, devolver
26.2.14
Confesso que adoro o que faço! É tão mas tão importante para mim fazer e dar o melhor nesta coisa deixar um mundo melhor.
Por esses motivos encho-me de alegria quando recebo emails como este [Obrigada, Carina!]
Por esses motivos encho-me de alegria quando recebo emails como este [Obrigada, Carina!]
"Nos seus workshops aprendi imenso, recebi uma informação em concentrado que agora tenho estado ao longo dos tempos a diluir e a aplicar com o meu filho de 3 anos e com os mais crescidos, pois as birras fazem-se em todas as idades :)!
Escuta activa, vínculo, devolver, são palavras que agora fazem parte do meu vocabulário e das minhas acções.
Um exemplo muito engraçado: o meu filho adora chocolate, por ele comia todos os dias, a todas as horas e em grandes quantidades. O que fiz foi criar um calendário com os dias da semana para colocar no frigorífico, onde em cada dia acontece uma coisa (dia de escola, dia de dormir até tarde, etc...) e combinei com ele um dia para ser o dia da gulosice, onde ele pode escolher as guloseimas e comer as que quiser. Acordamos que seria à sexta.
Então ele vai vigiando o calendário para ver quando chega o dia. Claro que como criança que é, há dias que quer comer chocolate, mesmo não sendo o dia da gulosice. Mas em vez de andar à volta das minhas pernas a dizer: "Mãe, dá-me chocolate, eu quero, eu quero, eu queroooooooooooooo!" - acabando pela certa numa birra, vem ter comigo e diz-me: "Mãe, não te importas que eu coma só uma barrinha de chocolate?" Confesso que com esta delicadeza, até me apetece dar-lhe o chocolate, mas converso com ele e digo-lhe que temos um acordo e os acordos são para se cumprir e ele aceita. No domingo passado viarem cá a casa uns amigos e trouxeram chocolates para lhe dar. Ele recebeu, agradeceu e veio guarda-los no armário, porque não era o dia da gulosice!
Muito obrigada Magda por me ter ensinado a fazer os meus filhos, a minha família e a mim mais felizes.
Carina"
Ainda há lugares nos workshops do Porto. Em Lisboa estão esgotados mas irei avançar com nova data.
Crianças felizes = adultos desencucados. Ask me how!
26.2.14
Sorrir com os olhos
25.2.14
É subliminar - é com os olhos! É agradável e não é invasor. É aqui que está a subtileza! :)
Sorrir com os olhos | Tive uma ideia!!
25.2.14
Gostava muito de me conseguir ver. Há alturas em que dava mesmo jeito ter um espelho à frente para conhecer a expressão que faço.
Não nasci com olhos que sorriem. Admito que é uma sorte ter desses olhos O meu filho tem desses olhos. Torna a vida dele e a dos outros - as dos que olham para ele - muito mais doce. É impossível não sorrir.
E a minha ideia é essa: sorrir com os olhos.
Como assim?, perguntas tu.
Hoje, enquanto estava na fila para pedir o meu almoço dei por mim muito séria. Por nada em especial. Estava à espera, avançava devagar, olhava sem olhar. Lembrei-me no que pensei ontem à noite e coloquei um sorriso nos olhos. Senti que arrebitei. E como sorri, só com os olhos, senti-me mais tranquila. Não sei porquê mas senti. E na hora de pedir o meu prato, lembrei-me do desafio Gentileza e perguntei ao rapaz 'Olá, boa tarde, bem disposto?' E, talvez porque levasse o sorriso nos olhos, ele não respondeu de forma automática. Senti mesmo que naquele momento desacelerou e respondeu-me. Parou e respondeu-me.
E eu pensei 'Uau, isto é espectacular'.
Nestes últimos dias do mês de Fevereiro gostava muito que levasses o desafio Gentileza mais longe.
Gostava muito que te lembrasses, a todos os momentos [mesmo quando estás sozinha] de sorrires com os olhos. E que registasses o que é que isso te provoca internamente. E quando decidires sorrir para os outros, mesmo [e sobretudo] desconhecidos, que vejas o que é que acontece.
Falamos na 6ª Feira? Deixas-me feedback aqui?
Estás nisto comigo? E se sim, partilha esta ideia também!!
Não nasci com olhos que sorriem. Admito que é uma sorte ter desses olhos O meu filho tem desses olhos. Torna a vida dele e a dos outros - as dos que olham para ele - muito mais doce. É impossível não sorrir.
E a minha ideia é essa: sorrir com os olhos.
Como assim?, perguntas tu.
Hoje, enquanto estava na fila para pedir o meu almoço dei por mim muito séria. Por nada em especial. Estava à espera, avançava devagar, olhava sem olhar. Lembrei-me no que pensei ontem à noite e coloquei um sorriso nos olhos. Senti que arrebitei. E como sorri, só com os olhos, senti-me mais tranquila. Não sei porquê mas senti. E na hora de pedir o meu prato, lembrei-me do desafio Gentileza e perguntei ao rapaz 'Olá, boa tarde, bem disposto?' E, talvez porque levasse o sorriso nos olhos, ele não respondeu de forma automática. Senti mesmo que naquele momento desacelerou e respondeu-me. Parou e respondeu-me.
E eu pensei 'Uau, isto é espectacular'.
Nestes últimos dias do mês de Fevereiro gostava muito que levasses o desafio Gentileza mais longe.
Gostava muito que te lembrasses, a todos os momentos [mesmo quando estás sozinha] de sorrires com os olhos. E que registasses o que é que isso te provoca internamente. E quando decidires sorrir para os outros, mesmo [e sobretudo] desconhecidos, que vejas o que é que acontece.
Falamos na 6ª Feira? Deixas-me feedback aqui?
Estás nisto comigo? E se sim, partilha esta ideia também!!
Casa cheia em Lisboa
25.2.14
Os workshops de Abril, em Lisboa, estão encerrados - vamos ter casa cheia e eu quero muito agradecer o teu voto de confiança! :)
Os workshops deste fim-de-semana [dia 1 ou dia 2 de Março] no Porto ainda têm alguns lugares e por isso aproveita esta edição de A Arte e Ciência de Educar Crianças Felizes. Podes vir no Sábado ou no Domingo. O programa está aqui [entra no dia que te interessa].
Não estás convencid@ ? Clica aqui a ver se está aqui aquilo que precisas para te decidires.
No dia 15 de Março de manhã vou fazer o workshop sobre A Auto-Estima da Criança, no Porto. E também ainda há alguns lugares. Programa aqui.
Caso te inscrevas com um amigo, tens um valor de promoção. Para isso basta clicares no workshop que te interessa e veres, no final da página, todas as infos sobre isso. Aqui.
Os workshops deste fim-de-semana [dia 1 ou dia 2 de Março] no Porto ainda têm alguns lugares e por isso aproveita esta edição de A Arte e Ciência de Educar Crianças Felizes. Podes vir no Sábado ou no Domingo. O programa está aqui [entra no dia que te interessa].
Não estás convencid@ ? Clica aqui a ver se está aqui aquilo que precisas para te decidires.
No dia 15 de Março de manhã vou fazer o workshop sobre A Auto-Estima da Criança, no Porto. E também ainda há alguns lugares. Programa aqui.
Caso te inscrevas com um amigo, tens um valor de promoção. Para isso basta clicares no workshop que te interessa e veres, no final da página, todas as infos sobre isso. Aqui.
Bom dia!
25.2.14
Tive uma ideia! Preciso de pessoas que alinhem... É so estar de olhos abertos... Quem alinha?
Amizades, expectativas e perdão
24.2.14
Sem querer, cliquei neste post... por vezes fico com a sensação que andamos ao contrário.
Sinto que partilhamos menos uns com os outros. Não sei se é medo dos outros, se é vontade de esconder ou se é puro desinteresse.
Temos, uns em relação aos outros, expectativas e algumas são demasiado altas. Eu tenho. Eu confesso que as minhas expectativas em relação à maior parte das pessoas são muito altas. É uma característica minha. Confesso que, até há muito pouco tempo achava que isto me prejudicava pouco.
Hoje penso diferente. Penso que, embora vá continuar a ter expectativas muito elevadas [that's me!], a verdade é que essas expectativas são só minhas. E isso não faz das pessoas melhores ou piores. Faz dela o que elas são. 'It is what it is'. A desilusão é minha. Não porque me possam ter feito A ou B mas, simplesmente, porque eu esperei algo delas que elas não podiam, não conseguiam ou não quiseram dar.
E hoje estou mais tranquila porque este pensamento é muito libertador. De alguma forma ajuda a perdoar o outro porque, ao fim e ao cabo, a história é sobre mim [e as ditas expectativas] e não sobre o outro.
Amanhã é um novo dia.
Sinto que partilhamos menos uns com os outros. Não sei se é medo dos outros, se é vontade de esconder ou se é puro desinteresse.
Temos, uns em relação aos outros, expectativas e algumas são demasiado altas. Eu tenho. Eu confesso que as minhas expectativas em relação à maior parte das pessoas são muito altas. É uma característica minha. Confesso que, até há muito pouco tempo achava que isto me prejudicava pouco.
Hoje penso diferente. Penso que, embora vá continuar a ter expectativas muito elevadas [that's me!], a verdade é que essas expectativas são só minhas. E isso não faz das pessoas melhores ou piores. Faz dela o que elas são. 'It is what it is'. A desilusão é minha. Não porque me possam ter feito A ou B mas, simplesmente, porque eu esperei algo delas que elas não podiam, não conseguiam ou não quiseram dar.
E hoje estou mais tranquila porque este pensamento é muito libertador. De alguma forma ajuda a perdoar o outro porque, ao fim e ao cabo, a história é sobre mim [e as ditas expectativas] e não sobre o outro.
Amanhã é um novo dia.
Depois não digam que não há nada do Porto
23.2.14
Sendo eu uma rapariga do Porto, volta e meia reclamo que as coisas giras acontecem em Lisboa. mas não sou só eu! Volta e meia recebo emails e comentários a perguntarem quando é que eu vou fazer um workshop no Porto. Sendo eu daqui, é lógico que faço sempre uma edição cá, não é?
Os workshops em Lisboa estão praticamente esgotados e só vão acontecer em Abril (há 2 lugares no de Auto-Estima, apenas)
Os do Porto são no próximo Sábado e ainda há lugares para
A Arte e a Ciência de Educar Crianças Felizes - podes vir dia 1 ou dia 2 de Março (9,30-17,00)
A Auto-Estima da Criança - dia 15 de Março, de manhã (9,30-13,00)
E se vieres com um amigo, tens desconto! Envia-me um email!
Inscreve-te aqui.
A dieta das princesas
21.2.14
Felizmente tudo se conjugou para dar um salto ao Norte Shopping. Na verdade, já tinha metido na cabeça que não ia estar com a Catarina. Fiz as rotinas normais do dia mas, no final, e como por magia, tudo se conjugou para estar no Norte Shopping. Não fiquei para o lançamento mas estive com a Catarina. E a minha filha, nem de propósito estava vestida a rigor.
Dei um beijo à Catarina, disse-lhe 'Felicidades' e o quanto estava feliz por ela. E apresentei-a à família - que nisto quando gostamos de alguém temos sempre vontade de lhe mostrar e partilhar os nossos.
Dei-lhe o meu livro, uma caneta e pedi-lhe uma dedicatória, como pede a ocasião.
Estava em pulgas para começar o livro.
Viemos para casa, deitamos os miúdos. Estive a trabalhar um pouco e levei o livro comigo. Estava ansiosa para sossegar e dedicar-lhe o meu tempo. Em exclusivo.
Era perto da meia noite. Fechei a luz do candeeiro quase às 2h da manhã.
De-vo-rei o livro do início ao fim.
O livro não é, de facto, sobre dietas. O livro é mesmo uma partilha e, ao mesmo tempo, tem algo de fé nele. Fé nas nossas capacidades em fazer acontecer a nossa vida. Está nas nossas mãos.
Adormeci - tive dificuldade em fazê-lo, confesso - porque fiquei cheia de vontade de ir fazer acontecer mais coisas na minha vida - com fé no amanhã.
É isso, Catarina. O teu livro também é sobre isso.
Obrigatório!
As crianças hiperactivas, a má educação, os limites e o sono e a facilidade com que se coloca uma etiqueta.
21.2.14
Ontem uma mãe dizia para outra:
'Este meu filho só faz asneiras! O professor já ameaçou que ele vai ficar fora da equipa e faz bem, porque ele é muito indisciplinado. Caso contrário nunca mais aprende.'
Antes desta queixa, tinha ouvido a mãe dizer-lhe, nos vestiários
'Tu porta-te bem que se não tiro-te o tablet e nunca mais vens à piscina, ouviste? Ouviste bem?'
O miúdo continuava aos pulos, a única coisa que ele queria era mesmo ir para dentro da piscina. É um miúdo difícil? É! Faz asneiras na piscina? Faz!
A senhora que estava ao lado da mãe do miúdo diz-lhe, já no final da aula, e do nada 'Se calhar vai ver, é hiperactivo'.
Silêncio do outro lado.
Não sei o significado daquele silêncio. Não olhei. Tive vontade de dizer qualquer coisa mas não soube o que dizer. Também não achei que devesse. Estava, por acaso, ao lado. Mas tive vontade de lhe dizer coisas.
E depois, hoje de manhã, vejo este título e digo 'Caramba! Ainda bem que há pessoas a escreverem sobre isto'.
Há hiperactividade? Há! Mas é tão, tão importante não classificarmos logo os nossos filhos porque há miúdos mais mexidos, mais indisciplinados, que dão cabo dos pais, da paciência deles. Há miúdos impossíveis, com falta de limites, que testam os pais mas que são só isso: miúdos indisciplinados, energéticos e longe de terem mais alguma coisa.
Lê estes dois textos:
Sobre o sono e a hiperactividade.(Sapo)
Sobre as crianças supostamente hiperactivas, a má educação e os limites. (mum's the boss)
Conflitos entre irmãos | Parte 1
21.2.14
Uma das formas que temos de mostrar aos nossos filhos que os amamos tem a ver com a nossa capacidade em aceitarmos quem eles são. E é muito mais fácil dizer do que fazer.
Conheço tantas famílias que me dizem 'ai os meus filhos são mesmo diferentes. São como da água para o vinho'. E sim, acontece com imensa frequência os irmãos serem muito diferentes. E porque são tão diferentes, é normal um estar mais próximo daquilo que os pais são ou, pelo menos, ter uma natureza mais fácil de lidar. E também é comum os pais darem-se melhor com um do que com outro. E comum é também ouvir os pais dizerem 'porque é que não és como o teu irmão', na esperança que o filho 'se toque' e pense para si 'é pá, vou é ser como ele e depois as coisas passam a correr bem.' Pois... era bom.
Mas a verdade é só uma: embora possamos estar cheios de boas intenções, é muito mais difícil para a criança mudar e procurar comportamentos adequados quando é comparada, de forma sucessiva com aquele que é o seu maior rival:o irmão. Rival porque, quer se queira quer não, os irmãos lutam sempre pelo amor dos pais. De forma mais ou menos consciente mas, por dividirem o tempo e a atenção dos pais, sentem que dividem também o amor.
É apenas quando eu consigo aceitar a natureza do meu filho e aceito a sua forma de ser [que é diferente do meu jeito - e por isso nem pior nem melhor] que ele sente que é amado.
E, não querendo cair num lirismo cor-de-rosa, a verdade é que é quando ele se sente amado que ele consegue arriscar, dar o melhor que há nele e desabrochar, encontrando as melhores decisões, não 'empatando' as relações e não criando conflitos.
Uma criança precisa de mais amor, sobretudo quando parece que precisa de menos. É o que esta frase quer dizer. Quando uma criança é mal comportada é porque não sabe ou não consegue ou não quer ter o comportamento adequado. E se isso está a acontecer, ela precisa da ajuda dos pais para lá chegar. E essa ajuda é dada em atenção positiva e consciente.
Conheço tantas famílias que me dizem 'ai os meus filhos são mesmo diferentes. São como da água para o vinho'. E sim, acontece com imensa frequência os irmãos serem muito diferentes. E porque são tão diferentes, é normal um estar mais próximo daquilo que os pais são ou, pelo menos, ter uma natureza mais fácil de lidar. E também é comum os pais darem-se melhor com um do que com outro. E comum é também ouvir os pais dizerem 'porque é que não és como o teu irmão', na esperança que o filho 'se toque' e pense para si 'é pá, vou é ser como ele e depois as coisas passam a correr bem.' Pois... era bom.
Mas a verdade é só uma: embora possamos estar cheios de boas intenções, é muito mais difícil para a criança mudar e procurar comportamentos adequados quando é comparada, de forma sucessiva com aquele que é o seu maior rival:o irmão. Rival porque, quer se queira quer não, os irmãos lutam sempre pelo amor dos pais. De forma mais ou menos consciente mas, por dividirem o tempo e a atenção dos pais, sentem que dividem também o amor.
É apenas quando eu consigo aceitar a natureza do meu filho e aceito a sua forma de ser [que é diferente do meu jeito - e por isso nem pior nem melhor] que ele sente que é amado.
E, não querendo cair num lirismo cor-de-rosa, a verdade é que é quando ele se sente amado que ele consegue arriscar, dar o melhor que há nele e desabrochar, encontrando as melhores decisões, não 'empatando' as relações e não criando conflitos.
Uma criança precisa de mais amor, sobretudo quando parece que precisa de menos. É o que esta frase quer dizer. Quando uma criança é mal comportada é porque não sabe ou não consegue ou não quer ter o comportamento adequado. E se isso está a acontecer, ela precisa da ajuda dos pais para lá chegar. E essa ajuda é dada em atenção positiva e consciente.
Sobre a auto-estima e os amigos
20.2.14
A questão da Auto-estima de uma criança tem muito que se lhe diga, ou antes, pouco tem a ver com palavras e muito mais a ver com o que a criança sente e viva.
Na verdade, é a qualidade das experiências que ela tem que contribuem para que a sua Auto-estima esteja em equilíbrio. Nesse sentido, há coisas a que devemos estar atentos. Entre elas, é fundamental que possamos escolher com muita atenção a escola que os nossos filhos vão frequentar, os amigos que eles têm e os amigos com quem eles estão, fora da escola. É uma forma de controlar as experiências que eles têm e de os fazermos viver experiências positivas.
Se é mau fazermos este controlo? Claro que não. Aliás, se não estivermos ‘nem aí’, e em determinadas idades, isso pode até ser visto como negligência [ui? Negligência? Ela estará bem?]
Quanto mais experiências positivas os nossos filhos tiverem, melhor será a sua auto-estima, a noção de auto-eficácia, a sua auto-imagem and so on. Estando com crianças boas, com pais que são pessoas com valores e decentes, as crianças aprendem e sentem que é bom ser-se bem tratado. Mas mais do que isso: sentem que há espaço para serem quem são e por isso, quando estão num espaço onde podem ser autênticos, sentem-se seguros e com vontade de cooperar.
Ora, o natural será procurarmos ser bem tratados nas outras relações que desenvolvemos e ficarmos de pé atrás quando não somos. Todos precisamos de quem nos trate de forma decente e que nos faça sentir bem. Por isso é fundamental estarmos junto de quem nos trate assim. E mais ainda os nossos filhos.
---------
No Porto, os próximos workshops do Porto vão ser em Miguel Bombarda, nestes dias:
Sábado - 13 de Junho [9h30 - 13h00] - A Questão da Autoridade e da Obediência
Sábado - 20 de Junho [9h30 - 13h00] - A Auto-Estima da Criança
Princesas chamadas à FNAC
19.2.14
Ao almoço o tema foi, inevitavelmente, a mudança do corpo dela, os filhos, a força de vontade, a preguiça em cozinhar e como, ainda assim, se pode comer o que se apetece.
A Catarina é a prova viva que há mudanças que nos tornam melhores e que só dependem de nós. Não há os outros, não há 'tenho filhos pequenos' ou 'não gosto de cozinhar', nem o 'não tenho tempo'.
Se queres fazer acontecer, faz. Não tentes. Faz.
Amanhã, 5ª Feira, 21,30. Na Fnac do Norte Shopping. A princesa e o livro mais bonito de todos!
Parabéns, és mesmo uma inspiração!
A Catarina é a prova viva que há mudanças que nos tornam melhores e que só dependem de nós. Não há os outros, não há 'tenho filhos pequenos' ou 'não gosto de cozinhar', nem o 'não tenho tempo'.
Se queres fazer acontecer, faz. Não tentes. Faz.
Amanhã, 5ª Feira, 21,30. Na Fnac do Norte Shopping. A princesa e o livro mais bonito de todos!
Parabéns, és mesmo uma inspiração!
A questão da Autoridade e da Obediência | Lisboa | Esgotado
18.2.14
Inscreve-te nos workshops que se seguem:
Porto
Sábado, 1 de Março
ou
Domingo, 2 de Março
Lisboa
Sábado, 12 de Abril
Workshop inicia às 9,30 e termina às 17,00
Crianças felizes são adultos desencucados e que fazem mais bem que mal. São crianças, adolescentes e futuros adultos que fazem melhores escolhas.
Neste workshop abordamos a importância dos rituais, da regra 'Pais felizes = Filhos Felizes', a questão da Inteligência Emocional e a evolução do cérebro da Criança, assim como a Autoridade Parental.
É um workshop cheio de exercícios práticos do dia-a-dia.
Porto
Sábado, 15 de Março - das 9,30 às 13,00
Lisboa
Sexta-Feira, 11 de Abril, das 18,30 às 22h00
Este workshop trabalha as questões da Auto-estima da criança e como é que conseguimos devolver-lhe a confiança no futuro e nela própria.
É um workshop em que conhecerá um 'twist' no pensamento convencional e compreenderá que ajudar uma criança a ter uma auto-estima saudável vai mais longe do que dizer-lhe 'acredita em ti'.
Uma auto-estima saudável é determinante para que uma criança consiga escutar os seus valores e ser fiel a ela própria e aos seus princípios.
Nota: ao inscrever-se em qualquer um dos workshops com mais outra pessoa, beneficia de um valor de promoção. Pergunta-me como.
Dia 23 é Domingo...
18.2.14
... e a Lego leva-te à Exponor!
Desce um bocadinho nesta página e espreita como!
Desce um bocadinho nesta página e espreita como!
O segredo de uma excelente educação
18.2.14
É muito vulgar ouvirmos coisas como 'na nossa altura não havia manuais, nem workshops nem nada e a gente safa-se e toda a gente cresceu, tornou-se homem e não descarrilou'.
Parece mesmo um paradoxo: numa altura em que temos cada vez mais informações, numa altura em que há cada vez mais informação, parece que não conseguimos encontrar o norte, em termos de educação.
A verdade é que cada vez menos escutamos a nossa intuição ou instinto.
Depois, temos dias em que não sabemos bem como havemos de fazer e damos 'uma no cravo e outra na ferradura'.
Finalmente porque as coisas já não são como antigamente.
Mas o segredo para educarmos os nossos filhos não está em técnicas ou no tipo de pai ou mãe que somos.
O segredo está no tipo de vínculo que temos com eles. Ponto final, parágrafo.
Quando os nossos filhos se sentem à vontade connosco, quando sabem que nós somos o porto seguro deles, quando se sentem 'tidos e achados' então eles criam uma ligação emocional que é fundamental para que possam crescer e sentirem-se amados - e é quando isto existe que eles florescem, conseguem escutar-se e fazer as melhores escolhas para a sua vida: escolhas em consciência, ainda que todas as escolhas sejam emocionais.
No entanto, a verdade é só uma: cada vez mais os nossos filhos afastam-se de nós e encontram nos amigos e colegas o modelo que devia ser o nosso - a propósito deste assunto, fica atent@ porque esta semana há um post que aborda o tema dos amigos.
Daí que eu acredite que estamos a precisar de rever a forma como nos relacionamos com os nossos filhos porque o nosso vínculo com eles está a apagar-se.
Uma das estratégias para aumentares o vínculo tem a ver com a forma como olhas para os teus filhos.
Proponho que leias mais, a propósito desse assunto, neste link da Pais & Filhos.
Vê aqui como podes fazer para aumentares o vínculo com os teus filhos
Vê aqui como podes fazer para os influenciares positivamente
Conhece aqui o workshop que fala sobre este assunto e sobre como se educa, lado a lado, uma criança para ser Feliz.
Parece mesmo um paradoxo: numa altura em que temos cada vez mais informações, numa altura em que há cada vez mais informação, parece que não conseguimos encontrar o norte, em termos de educação.
A verdade é que cada vez menos escutamos a nossa intuição ou instinto.
Depois, temos dias em que não sabemos bem como havemos de fazer e damos 'uma no cravo e outra na ferradura'.
Finalmente porque as coisas já não são como antigamente.
Mas o segredo para educarmos os nossos filhos não está em técnicas ou no tipo de pai ou mãe que somos.
O segredo está no tipo de vínculo que temos com eles. Ponto final, parágrafo.
Quando os nossos filhos se sentem à vontade connosco, quando sabem que nós somos o porto seguro deles, quando se sentem 'tidos e achados' então eles criam uma ligação emocional que é fundamental para que possam crescer e sentirem-se amados - e é quando isto existe que eles florescem, conseguem escutar-se e fazer as melhores escolhas para a sua vida: escolhas em consciência, ainda que todas as escolhas sejam emocionais.
No entanto, a verdade é só uma: cada vez mais os nossos filhos afastam-se de nós e encontram nos amigos e colegas o modelo que devia ser o nosso - a propósito deste assunto, fica atent@ porque esta semana há um post que aborda o tema dos amigos.
Daí que eu acredite que estamos a precisar de rever a forma como nos relacionamos com os nossos filhos porque o nosso vínculo com eles está a apagar-se.
Uma das estratégias para aumentares o vínculo tem a ver com a forma como olhas para os teus filhos.
Proponho que leias mais, a propósito desse assunto, neste link da Pais & Filhos.
Vê aqui como podes fazer para aumentares o vínculo com os teus filhos
Vê aqui como podes fazer para os influenciares positivamente
Conhece aqui o workshop que fala sobre este assunto e sobre como se educa, lado a lado, uma criança para ser Feliz.
A Lego vai à Exponor e quer levar-te com ela!
17.2.14
Gente bonita,
como sabes, a Lego é parceira dos workshops que vou realizar nos próximos meses sobre Felicidades, Autoridade e Auto-Estima.
E no passado Sábado, fomos convidados pela Lego a ir ver o espectáculo 'Quando for grande quero ser...' que está em exibição na Exponor, até ao final desta semana.
Estes espectáculo é mesmo espectacular e o Plano 6 começa a habituar-nos a alta qualidade!
Assim, tenho para oferecer 5 bilhetes duplos para dia 23 de Fevereiro, Domingo.
O que é que tens de fazer, para ganhar?
Tens de deixar os teus dados nesta BD, fazer like na página do Plano 6 e do Mum's the boss e partilhar este link no teu Facebook, tagando dois amigos.
Na 5ª Feira, anda à roda!
Facebook Plano 6
Facebook Mum's the boss
A auto-estima da criança e a sua importância
17.2.14
Inscrições nos workshops | Lisboa e Porto
17.2.14
Quem assinou a newsletter do blogue, já recebeu as informações sobre os próximos workshops e que se vão realizar em Lisboa e no Porto.
Não sabes em que workshop te deves inscrever? Por qual deves começar?
Pedi a algumas participantes do ano passado ajuda e todas dizem o mesmo.
Aqui fica um testemunho.
A Sara, que já fez 2 workshops meus e que vai agora participar no de Autoridade, deixa-te o mote:
Recomendo vivamente que faça o 'grande' workshop da Magda e que se chama A Arte e a Ciência de Educar Crianças Felizes. No ano passado fiz este e depois fiz o de Auto-Estima e aquilo que eu notei é que consegui ligar os pontos todos muito facilmente. O primeiro é a base de tudo e depois parte-se para o específico. Se pensa que vai encontrar mais do mesmo, está enganado. Cada workshop tem a mesma filosofia mas depois é muito específico. O melhor de tudo é mesmo a forma como a Magda dinamiza cada tema, responde às questões, contagia-nos com a energia dela e é muito específica em tudo. Ao contrário de alguns livros que li, estes workshops são práticos e, havendo mais, lá estarei! Obrigatório.
Por isso espreita tudo aqui e apressa-te!
Quando eu for grande...
17.2.14
![]() |
| Ver parte do espectáculo AQUI |
A Lego convidou-nos para irmos ver o espectáculo 'Quando for grande...', na Exponor.
A peça fala da importância de escolhermos uma profissão. Mas é só isto? Nop! A peça pega na escola como sítio que nos abre horizontes e nos ensina tantas coisas. E é quando aprendemos e experimentamos que começamos a perceber o que é que nos move e do que é que gostamos. Sim, aquilo que vamos fazer um dia, profissionalmente, tem um impacto determinante na nossa felicidade [felizmente, a Ana Sofia Rangel, que é quem escreveu a peça, sabe da vida e explica que um dia a resposta chega - e não é aos 10 anos que temos de saber logo o que queremos mesmo ser!]
Sem nos 'esfregar' na cara sobre a importância da escola e sobre a importância de identificarmos o que queremos ser um dia, quando formos grande, o 'Quando eu for grande...' está cheio de ritmo, bom humor e uns personagens vestidos de Lego que são uma loucura!
Tenho a certeza que os teus filhos vão gostar... e, embora sendo uma peça para miúdos, tu também vais abanar o pezinho e sair de lá a cantar :)
Pessoal do Porto: fica atent@ que vai haver surpresas!!
Ask Mum
14.2.14
É costume receber alguns e-mails com pedidos de opinião ou de ajuda sobre questões parentais.
Era costume responder aos que podia e, embora não recebendo, na maior parte das vezes, qualquer feedback, acreditava que o que tinha escrito teria feito sentido à pessoa que me lia.
Mas a verdade é que os pedidos são cada vez mais e, não podendo (e em muitos casos nem tendo elementos suficientes para emitir uma opinião) responder a todos, criei o Ask Mum.
A ideia é que eu possa escrever sobre o teu caso e partilhar com quem lê este blogue o meu ponto de vista. Logicamente alterarei o texto, os nomes (caso os deixes). É a minha forma de não negar uma resposta. É a minha forma de chegar à maior parte das pessoas.
Quando é que eu respondo? Quando puder.
Como é que eu respondo? Directamente no blogue, via post.
Espero que entendas isto.
O Ask Mum é aqui.
Era costume responder aos que podia e, embora não recebendo, na maior parte das vezes, qualquer feedback, acreditava que o que tinha escrito teria feito sentido à pessoa que me lia.
Mas a verdade é que os pedidos são cada vez mais e, não podendo (e em muitos casos nem tendo elementos suficientes para emitir uma opinião) responder a todos, criei o Ask Mum.
A ideia é que eu possa escrever sobre o teu caso e partilhar com quem lê este blogue o meu ponto de vista. Logicamente alterarei o texto, os nomes (caso os deixes). É a minha forma de não negar uma resposta. É a minha forma de chegar à maior parte das pessoas.
Quando é que eu respondo? Quando puder.
Como é que eu respondo? Directamente no blogue, via post.
Espero que entendas isto.
O Ask Mum é aqui.
Gratidão, pela Sara
14.2.14
A Sara, do blogue Definitivamente são dois [vale mesmo a pena a leitura] enviou-me um mimo enorme lá para casa.
E são coisas destas que me continuam a dar vontade de continuar.
Aina esta semana me disseram que há cada vez mais casas com o frasquinho ou o livrinho da gratidão. E eu fico babada.
Obrigada, Sara, pelo teu mimo. E espero que os pequerruchos já estejam melhores!
Workshops em Lisboa são em Abril
14.2.14
Gente gira,
quem se inscreveu numa das minhas newsletters [que estão aqui de lado], já recebeu todas as infos e as vantagens sobre os workshops de Lisboa.
São em Abril, no segundo fim-de-semana.
Sei que vou rever muitas caras conhecidas e vai ser muito bom!
Estou ansiosa!
Espreita o teu email e vê no Spam também!
O melhor para quem vai aos workshops [LEGO]
14.2.14
Á Fnac e à Vertbaudet junta-se agora a Lego.
Mimos para quem vem aos workshops em 2014!
Obrigada às marcas por este voto enorme de confiança!
Essie | Passatempo | Vencedoras!
14.2.14
Nota: São 121 partilhas mas apenas 114 eram públicas - esta era uma das condições
Parabéns à Mariana e à Sofia! Ganharam as duas um kit de vernizes Essie!
Depois quero fotos, sff!
#65 - ou a questão da obediência parental em 3 linhas.
13.2.14
Quando pensares que o teu filho não te obedece, substitui a palavra obedecer pela palavra cooperar e vê como uma série de novos recursos e estratégias aparecem à tua frente.
13.2.14
vao espreitar o blogue de uma blogger que me comentou, dei por isto... :)
You just made my day! Obrigada :)
aqui
You just made my day! Obrigada :)
aqui
Instinto maternal, in a blink of an eye
13.2.14
Se há um autor com o qual eu me identifico, é o Malcolm Gladwell. Até do nome dele eu gosto. É tal e qual como eu gosto de escrever. Claro, provocador ao mesmo tempo e munido de mil e um exemplos.
Não sei bem como é que fui dar ao livro dele, mas o primeiro que me veio parar às mãos foi o extraordinário Blink (que, by the way, emprestei a um amigo meu e não me recordo de ter colocado um V de volta).
E isto a propósito de haver instinto ou sexto sentido.
Então vamos lá ver se eu consigo explicar aquilo que me faz sentido, apoiado em estudos e livros que fui lendo.
Eu sei que nós herdamos muito dos nossos antepassados. A prova disso são os muitos estudos levados a cabo por cientistas como o nosso António Damásio que asseguram o que acabei de dizer. Não há por isso forma de fugirmos à genética - temos de ter sorte naquilo que herdamos, também!
Ora se herdamos tudo isso, herdamos também informação que passa no ADN. Como é que isto se processa exactamente eu não te sei dizer mas basta fazeres um google para conseguires informação interessante sobre este assunto.
E onde é que o Gladwell entra nisto tudo?
Ele diz muito claramente (e com base em imensoooos estudos) que não há sexto sentido nem instinto. Ele diz que o facto de 'sentirmos' que algo não está certo tem apenas a ver com a possibilidade de o nosso cérebro ter feito uma observação (ou ter já isso registado ) (com olhos ou ouvidos ou outro sentido qualquer) de que algo não está em conformidade com alguma outra coisa. Ele diz que nós sentimos que uma coisa é inadequada porque, em algum momento tivemos com (pelo menos um pedaço) a informação correcta.
E sinceramente eu estou convencida que o instinto maternal é isso - é a capacidade que nós temos em escutarmos uma parte de nós que nos diz que algo não está exactamente (ou está, depende, claro!) como deve de ser. Acredito que hoje em dia é mais difícil criarmos esse silêncio em nós e por isso muitas vezes se diz que as mães (mais do que os pais) já não têm sexto sentido. É que há tanta informação e contra-informação. É que há tantas coisas que são ditas e partilhadas que o silêncio perde caminho para os pensamentos ruminantes (como quando estamos sempre a pensar em coisas más e não conseguimos afastar esses pensamentos).
Por isso, e por este ponto de vista, instinto maternal é mais olhar com olhos de ver e analisar e escutar com atenção os nossos pensamentos. E é quando estamos realmente atentos e presentes que a verdade e as respostas se revelam.
Não sei bem como é que fui dar ao livro dele, mas o primeiro que me veio parar às mãos foi o extraordinário Blink (que, by the way, emprestei a um amigo meu e não me recordo de ter colocado um V de volta).
E isto a propósito de haver instinto ou sexto sentido.
Então vamos lá ver se eu consigo explicar aquilo que me faz sentido, apoiado em estudos e livros que fui lendo.
Eu sei que nós herdamos muito dos nossos antepassados. A prova disso são os muitos estudos levados a cabo por cientistas como o nosso António Damásio que asseguram o que acabei de dizer. Não há por isso forma de fugirmos à genética - temos de ter sorte naquilo que herdamos, também!
Ora se herdamos tudo isso, herdamos também informação que passa no ADN. Como é que isto se processa exactamente eu não te sei dizer mas basta fazeres um google para conseguires informação interessante sobre este assunto.
E onde é que o Gladwell entra nisto tudo?
Ele diz muito claramente (e com base em imensoooos estudos) que não há sexto sentido nem instinto. Ele diz que o facto de 'sentirmos' que algo não está certo tem apenas a ver com a possibilidade de o nosso cérebro ter feito uma observação (ou ter já isso registado ) (com olhos ou ouvidos ou outro sentido qualquer) de que algo não está em conformidade com alguma outra coisa. Ele diz que nós sentimos que uma coisa é inadequada porque, em algum momento tivemos com (pelo menos um pedaço) a informação correcta.
E sinceramente eu estou convencida que o instinto maternal é isso - é a capacidade que nós temos em escutarmos uma parte de nós que nos diz que algo não está exactamente (ou está, depende, claro!) como deve de ser. Acredito que hoje em dia é mais difícil criarmos esse silêncio em nós e por isso muitas vezes se diz que as mães (mais do que os pais) já não têm sexto sentido. É que há tanta informação e contra-informação. É que há tantas coisas que são ditas e partilhadas que o silêncio perde caminho para os pensamentos ruminantes (como quando estamos sempre a pensar em coisas más e não conseguimos afastar esses pensamentos).
Por isso, e por este ponto de vista, instinto maternal é mais olhar com olhos de ver e analisar e escutar com atenção os nossos pensamentos. E é quando estamos realmente atentos e presentes que a verdade e as respostas se revelam.
Manchester 97-98
12.2.14
Começo com o mug e com as saquetas que a Lipton me enviou para casa.
Começo com chá preto pingado com duas gotas de leite frio.
E este cheiro e este sabor enviam-me ao ano mais feliz da minha vida.
1997 | 1998.
O princípio de tudo.
É bom trabalhar com sabor e cheiros do passado, que me trazem tanta tranquilidade e energia.
A questão dos limites, visto de outra forma [dá-lhes uma mão e eles tomam-te o braço]
12.2.14
No outro dia ouvi uma senhora a dizer que 'comigo os meus piam fininho. A gente dá-lhes uma mão e eles querem logo o braço! Era o que faltava'.
Possivelmente o que aconteceu foi que esta pessoa recebeu niquinhos em termos de afectos... e não sabe, ou não quer ou não tem como dar mais. E se ela percebesse que a linguagem do amor é muito mais poderosa, ela perceberia que não tem de ter medo de dar porque ninguém lhe vai arrancar seja o que for. É de ficar de boca aberta com estes relatos porque, na verdade, eles apenas demonstram que quem tem esta necessidade de se defender [é disto que se trata - defesa] tem medo de perder... Fiz-me entender?
Possivelmente o que aconteceu foi que esta pessoa recebeu niquinhos em termos de afectos... e não sabe, ou não quer ou não tem como dar mais. E se ela percebesse que a linguagem do amor é muito mais poderosa, ela perceberia que não tem de ter medo de dar porque ninguém lhe vai arrancar seja o que for. É de ficar de boca aberta com estes relatos porque, na verdade, eles apenas demonstram que quem tem esta necessidade de se defender [é disto que se trata - defesa] tem medo de perder... Fiz-me entender?
Como aumentar a auto-estima do teu filho
11.2.14
Num mundo em constante mutação e aceleração, pode tornar-se angustiante educar uma criança. Sabermos que não conseguimos, nem tão pouco podemoscontrolar tudo na vida dos nossos filhos, torna a tarefa educativa num desafio ainda maior.
É por isso determinante que as crianças saibam fazer boas escolhas. Eboas escolhas são não só um processo de sorte como também o reflexo de um pensamento saudável sobre si e sobre o mundo. E porquê? Porque as escolhas são processos emocionais.
O workshop sobre a Auto-Estima da Criança tem como objectivo encher o seu saco ‘Sport Billy’ com muitas estratégias, lembretes, alertas e truques na comunicação do dia-a-dia. O workshop tem uma vertente prática grande, para que possa chegar a casa, abrir o seu saco e começar a ajudar a desenvolver uma auto-estima saudável e criar miúdos desencucados.
É por isso determinante que as crianças saibam fazer boas escolhas. Eboas escolhas são não só um processo de sorte como também o reflexo de um pensamento saudável sobre si e sobre o mundo. E porquê? Porque as escolhas são processos emocionais.
O workshop sobre a Auto-Estima da Criança tem como objectivo encher o seu saco ‘Sport Billy’ com muitas estratégias, lembretes, alertas e truques na comunicação do dia-a-dia. O workshop tem uma vertente prática grande, para que possa chegar a casa, abrir o seu saco e começar a ajudar a desenvolver uma auto-estima saudável e criar miúdos desencucados.
Queres saber mais? Envia-me um email. (clica na palavra email)
A Autoridade Parental
11.2.14
A preparar uma lista de exercícios (lista enorme, by the way) de questões que todos os pais colocam, para o workshop de Autoridade e Obediência.
Que tipo de questões?
O meu filho bate e morde.
O meu filho não escuta o que eu lhe digo e desafia-me.
O meu filho é um terrorista!
O meu filho está sempre a interromper-me.
O meu filho promete e não cumpre.
[...]
E muitas outras
E a desconstruir tudo isto, também!
Mais sobre os workshops aqui
Essie | Passatempo!
11.2.14
Meninas,
então é assim:
a Essie sabe que 'Pais Felizes, Filhos Felizes' e por isso contactou-me porque deseja oferecer às leitoras deste blogue um super mimo.
E que mimo?
2 Packs ESSIE Amor (contém FIRST BASE , verniz REALLY RED, verniz A LIST, verniz BORDEAUX e Top Coat GOOD TO GO!) no valor comercial de mais de €60,00.
Interessa? Claro que sim! E ainda por cima porque são 2 packs e isso quer dizer que aumentas as possibilidades de ganhar!
O que tens de fazer?
1. Partilhares o post no Facebook e tagares duas amigas.
E cruzares os dedos!
Mais infos sobre os vernizes, aqui
5ª Feira anda à roda!
Fotos de recém nascidos
11.2.14
Dá ou não dá vontade de encher de mimo?
Quem tira estas fotos é a Sónia Brito, aqui no Porto.
A Sonia Brito photography é um atelier de fotografia, localizado no centro do Porto, especializado em imagens de bebés recém nascidos (até 15 dias de vida), desde 2008.
É uma experiência única! A Sónia regista tudo em imagens que eternizam os primeiros momentos de uma nova vida.
A Auto-Estima da Criança
10.2.14
Uma auto-estima saudável abrange uma série de competências que vão desde a auto-confiança até à capacidade em auto-regular-se.
Na verdade, uma auto-estima saudável é muito mais do que a capacidade de
gostar de
si próprio.
Trabalhar a
auto-estima
dos nossos filhos vai mais além do simples ‘Boa, eu acredito em ti, meu amor!’
O desafio deste workshop é então encher o seu saco
‘Sport Billy’ com muitas estratégias, lembretes, alertas e truques na comunicação do dia-a-dia. O
workshop tem uma vertente prática grande, para que possa chegar a
casa, abrir o seu saco e começar a ajudar a desenvolver uma
auto-estima saudável e criar miúdos desencucados.
Aceita este desafio?
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