Estou sem palavras... ou antes, tenho duas!

30.9.13
Só tenho duas palavras para falar acerca deste post:

Obrigada 
Felicidade

Obrigada por ter vindo, pelas suas palavras e pelo seu carinho.

Felicidade porque é mesmo verdade o que o outro senhor diz: prazer, compromisso e missão...:) É o que as suas palavras, querida Neide, siginificam para mim: Felicidade.

Muito, muito obrigada. Vemo-nos em 2014, combinado? E aí jogamos conversa fora.

:)

O que a gente diz pela boca fora [o seguimento do post anterior]

26.9.13
Há uns anos fiz uma formação em PNL – Programação Neuro-Linguística e aprendi que, ao contrário daquilo que se possa pensar, o QUE EU DIGO tem tanta importância quanto O COMO digo.

Por outras palavras, a ESCOLHA das palavras é MESMO determinante para o sucesso da comunicação.

Não é que venha mal ao mundo mas se eu quero passar uma mensagem boa aos meus filhos acerca do impacto das suas acções, então convirá PARAR PARA PENSAR e PENSAR DUAS VEZES NAQUILO QUE vou dizer.

Vou explicar-te melhor – sabes, já há muito que andava para escrever sobre isto e ontem presenciei uma situação que me fez pensar ‘Se estás à espera de um sinal, este é O sinal ‘ :)

Ontem uma mãe, ao tirar a filha de 1 ano (acabado de fazer) da piscina diz-lhe
‘Pronto, já chega. Pára lá de chorar que da próxima vez não te levo mais à água. Mas pára, já te disse! Ai a minha vida.’

E eu fiquei a pensar numa série de coisas.
Primeiro que muitas daquelas palavras são ditas sem pensar – é a repetição de padrões, de comportamentos e de frases que ouvímos quando erámos nós crianças.
Depois, porque na verdade não vem tanto mal ao mundo quanto isso de dizer estas coisas. Mas como desenvolvo o meu trabalho nesta área, há momentos em que é impossível desligar.
Terceiro, se a pessoa se ouvisse era capaz de ‘ou nem dar pelo discurso negativo’ ou ‘sentir-se embaraçada.’

Anda aqui pensar comigo:
Então a tua filha adora água e quando tem de sair da piscina (que ADORA), não vai chorar? Claro que vai! Ainda para mais com 1 ano, que pouco controlo emocional tem.
Que coisa espectacular ter um filho que gosta da água e que não tem medo dela.
É o primeiro passo para aprender a nadar e saber comportar-se caso algo corra menos bem.

‘Da próxima vez não te levo mais à água’.

E que tal experimentares reconhecer?

‘Gostas mesmo da água, não gostas? Querias ficar lá mais um bocadinho, não era? Pois eu imagino que sim. Agora temos de secar e ir para casa. Pronto, pronto...! ui que esta miúda gosta mesmo da piscina. E de coceguinhas, também gostas?’

Olha que diferente, não é?

Tão diferente. Que raio! Mas porque é que temos tanta necessidade de mostrarmos má cara quando os nossos filhos, em casos como estes, mostram que querem continuar a fazer uma coisa que lhes dá prazer? É porque  não sabemos fazer diferente daquilo que fizeram connosco? Será que foi assim que aprendemos a exercer autoridade?

Pronto, então para ficar bonito,

Think again,
Think twice.
Change your words
Change your mindset

Feel and make others feel better.

Ask me how

26.9.13

Think Again. 
Think Twice. 
Change your words. 
Change your mindset. 
Feel better and make others feel better. 
Ask me how.

Entrevistas em pausa - a vez dos guest posts

25.9.13
Os guest posts não são uma coisa inventada por mim.

Já existem há muito tempo e não são novidade para quase ninguém.

Esta ideia surgiu-me já há algum tempo. Primeiro porque gosto da ideia de ver outras pessoas passarem por cá e escreverem sobre o mesmo tema que eu, mas à sua maneira. Por outro lado, sentia que precisava de fazer uma pausa nas entrevistas. Há muita gente a ser já entrevistada e a minha sensação era que eu não estava a adicionar nada de novo. Era mais do mesmo. E não é nada disso que eu pretendo com o meu blogue.

O objectivo sempre foi dar a conhecer a visão dos convidados sobre a educação e a parentalidade positiva, a felicidade, o ser-se pai e mãe.

Agora isso continua a acontecer mas num registo muito diferente - e à vontade de quem é convidado para o fazer.

À Rita agradeço o convite que me fez há muitos meses - e por me ter deixado a vontade de fazer o mesmo aqui no Mum's the boss. Gostei muito mas muito de ter escrito aí. Toda a gente sabe, sou fã do que fazes. Porquê? Pela entrega, pela qualidade e seriedade do teu trabalho e também, e sobretudo, pela tua independência.

Prá semana há mais guest post.

Stay tunned!

O que te enche o coração

25.9.13
GUEST POST 



Post by As Maravilhas da Maternidade AKA Maria de Lurdes :)



Eu não sou a pessoa ideal para uma introspecção sentida e um texto inspirador ou arrebatador. Talvez seja demasiado cínica, ou demasiado pragmática, ou me falte o verbo, ou o que me (co)move não corresponda ao que (co)move os outros. Eu detesto lamechice, reviro os olhos a textos arrebatadores e piegas, não tenho pachorra para inspirational speeches, sou mais pela punchline e pela pragmática.
Mas um guest post de reflexão a pedido da Magda, nunca seria com as velas viradas à lamechice, seria virado à profundidade, ao saber de prática e experiência feito, a mexer um pouco no que nos vai cá dentro, sem filtros e arabescos.


Posto isto, vamos a uma introspecção - Do céu para a terra. À ideia de felicidade suprema, vejo-a mais como algo conceptual, algo perfeito, e portanto, inatingível. A “felicidade” seria ter a família sempre em paz, com saúde, um trabalho 100% satisfatório, marido amantíssimo com disponibilidade de tempo, muito tempo para viajar para sítios fantásticos, ler e estar com quem gosto, ganhar o euromilhões e fazer apenas o que me apetece, não levar qualquer crap de pessoas que não me agradam, um walking closet de estrela, horas de spa por semana. Mas isso nunca irá acontecer. Pelo menos nunca tudo junto ou ao mesmo tempo. Há uma máxima que eu adoro e que é um óptimo alívio para a alma – tu podes ter tudo, mas não ao mesmo tempo. Por isso, ser num dado momento feliz em todos os quadrantes é uma utopia, há sempre alguma coisa que falta. E nunca é constante.
De facto, a felicidade para mim é o somatório dos momentos de felicidade conscientes ou inconscientes que vivo ao longo dos anos e que consigo coser na minha memória como uma linda manta de retalhos. Ter imensos retalhos é a minha felicidade suprema. Sinto que sou felizarda na minha vida, sei que as coisas em geral me têm corrido muito bem e que sou feliz. Porque tenho uma manta de retalhos linda, grande e muito colorida, feita de momentos só meus, com o meu amor, com o meu filho, com a família que eu criei, com a que me criou, com os meus amigos, com os meus projectos, com a minha casa, com o lugar e tempo em que nasci.
Ainda há pouco vi ser criado mais um dos meus retalhos. O meu filho apareceu-me na sala, ainda estremunhado da sesta e embrulhou-se nos meus braços, suadinho, a responder às minhas perguntas com um sussurro de ternura. As minhas perguntas eram doces, porque ele tem quase três anos e é todo feito de inocência e marotice, e assim ficámos, num abraço calmo, a conversar docemente. Até aparecer o meu marido e nos apanhar nesse namoro e rirmos mais um pouco e irmos lanchar, simplesmente. Aperceber-me que esse momento tão singelo era um momento de felicidade, perfeitinho, que criei ali mais um retalho para a minha manta, é uma enorme felicidade em si, porque este não me escapou. Ele aconteceu, eu vivi-o bem, eu percebi que era um momento de felicidade e vou sempre lembrá-lo com essas honras. Outros momentos me podem ter escapado, por não me aperceber deles ou por não os ter vivido por um triz, porque o miúdo está mal disposto, ou o marido está a trabalhar, ou simplesmente por não os valorizar como momentos de felicidade. Para outras pessoas pode ser pouco, para outras pode ser isso mesmo. Para mim, são momentos assim, aparentemente pequeninos, que se juntam a momentos grandiosos que nos fazem felizes, ainda que não sejam perfeitos.




Também momentos pequeninos são os que me trazem angústia e infelicidade. Não são apenas as fatalidades, não são apenas as grandes questões, os grandes problemas. São momentos maçadores os que nos moem, os que nos vão lapidando até achegarmos ao fim do dia e pensarmos “Que dia horrível e em que é que o gastei?” É o computador que demora a desenvolver e nos tira tempo e paciência, são as mil coisinhas que temos para fazer, é a papelada acumulada, é o e-mail que não pára de apitar, é o telemóvel salvador-carrasco, é a minha desorganização patética, é o meu filho que não me obedece à primeira, nem à segunda, é o marido que nunca mais chega, é a casa que se desarruma sozinha, é a nortada que me estraga o cabelo mal penteado e os planos longínquos de praia, é os outros a queixarem-se sem fim das mesmas coisas ou de outras que eu considero ainda mais patéticas e eu só penso, “mas se eu não me queixo, tenho que te ouvir a toda a hora porquê? Suck it up!”
Essas pequenas coisas são as que me exasperam, deixam-me mais afectada do que gostaria, e elas verdadeiramente interferem com a minha felicidade. Porque toldam outros momentos, ou fazem com que eles não aconteçam. Um pequeno momento não preenchido de infelicidade, é um momento que se pode preencher de felicidade, necessariamente.
E muitas vezes basta mudar a nossa reacção aos factores externos para sermos mais felizes, para estarmos mais contentes. Eu, por exemplo, não sou uma pessoa paciente, nem resiliente, mas estes são aspectos que tenho tido oportunidade de contrariar com a chegada do meu filho. Haja paciência! E eu lá vou tricotando muita dela. O meu filho e o seu comportamento é o factor externo que mais me mobiliza, que mais me afecta, mas que ao mesmo tempo mais depende de mim para mudar ou moldar. Curiosamente, o facto de eu não ser paciente nem resiliente faz com que eu não tenha uma paciência infinita com o meu filho, faz com que eu não seja demasiado elástica com ele, o que até joga a seu favor. Eu não digo as coisas muitas vezes, ele sabe que se pisa o risco e abusa da minha boa vontade, vai ter consequências certinhas como o destino, ele sabe que a estrutura está lá, e que essa estrutura é dinâmica, mas que não é elástica. A minha falta de paciência é transformada pelo meu filho em estrutura, em firmeza, em “eu sou mais teimosa do que tu, a minha vontade é mais constante e consciente, eu sou a mãe”, apenas porque não estou para prolongar a situação, e fazer-lhe a vontade é prolongar a situação, a médio e longo prazo, não se corta o mal pela raiz.



A parentalidade positiva entra na minha vida para dar um nome à minha mudança de atitude, é o rótulo desta transformação. Parentalidade positiva é criar felicidade pelo nosso comportamento, em família. É algo que tem de ser trabalhado, é algo que tem de estar consciente em nós, que nós temos de apre(e)nder, mas é algo que pode surgir não apenas por filosofia de vida, mas por conveniência, porque é o que na prática nos torna uma família mais feliz, não apenas pela felicidade em si, mas pelo evitar de infelicidade, pela estrutura que gera calma, pela estratégia que substitui o improviso, pela acção em vez da reação, pela segurança, não caos e incerteza. Pode ser gerada por conveniência, e pode ainda surgir pela transformação dos nossos defeitos, ninguém precisa ser bonzinho ou “fofinho” para praticar a parentalidade positiva, basta estar consciente dos seus defeitos ou limitações e tentar moldá-los a favor do que mais desejamos, a calma e a felicidade, e a favor de quem mais amamos, os nossos filhos, a nossa família, a nós próprios. Assim, a impaciência transforma-se em estrutura e limites bem estabelecidos, e nunca chega a ser uma perda de controlo. A preguiça transforma-se em não estarmos sempre disponíveis para todas as vezes que eles queiram fazer a mesma brincadeira connosco, mas lhes proporcionemos momentos de brincadeira a sós no seu espaço, que os ensinemos a estar sozinhos, ou que aprendam a apreciar o silêncio, e nunca chega a ser negligência ou indisponibilidade. A ira transforma-se em saber dizer não, e não é não, e nunca chega a ser um ataque de fúria, ou uma agressão. A avareza ou as carências económicas transformam-se em frugalidade, em qualidade em vez de quantidade, em resistência aos caprichos, deles e nossos, e nunca chega a ser uma frustração ou vergonha. A vaidade e egoísmo transformam-se em fazermos questão de termos momentos apenas para nós, de nos cuidarmos, para que o espelho continue a reflectir uma imagem que nos encoraje, e nunca chegamos a ser narcisistas ou desencantadas. E por aí fora. Todos os nossos defeitos, ou todas aquelas coisas que nos fazem bem humanos e limitados, podem ser acolhidos e viradas do avesso, por forma a serem os activadores de comportamentos que venham a beneficiar a todos.



Vejo e tenho muitos momentos A-ha! com a parentalidade positiva, mas também vejo muitas reacções de “isso é inexequível, isso é tudo muito bonito, mas…”  Eu sou uma pessoa bem limitada, cheia de defeitos e, no entanto, a parentalidade positiva transforma as minhas limitações em mais-valias e eu continuo eu com os meus defeitos, mas virados do avesso pela positiva.

Guest posts

24.9.13
Amanhã começa uma série de guest posts com uma visão sobre o que é isto de ser mãe e pai, de educar. Partilhar experiências.
Questão para queijinho: quem é a primeira convidada?


A questão da autoridade na sala de aula

23.9.13



Para a maior parte de nós, a escolha da escola é um momento de difícil decisão, sobretudo quando se tem a possibilidade de optar... Para outros é o ‘seja o que deus quiser.’

Mas o mais importante não é apenas o ambiente da escola. O mais importante é quem está dentro da sala.  E, depois de ter falado com algumas pessoas sobre o assunto, com profissionais de hoje, de ontem e mães de hoje e de ontem, confirmo as ideias que tinha há uns tempos: quem manda na sala de aula é o professor mas alguns professores têm medo de exercer a autoridade por causa de pais que não sabem onde é o seu lugar. 

Senhores professores: que não haja dúvidas ou medos. Quem manda na sua sala é o professor. E se dúvidas ou medos houver é porque o professor não está certo da sua autoridade nem do que está ali a fazer. Repito: o professor lidera dentro da sala de aula. Ponto final.

[parece-me contudo compreensível e muito aceitável que os pais que sentem a insegurança ou a inadequação do professor, metam a sua colher e queiram saber mais. A propósito vale a pena ler este post da Calita!]

Se sabe o que está a fazer, qual é a sua missão, os objectivos, então sabe levar os alunos com ele. E os pais, também. Exigência na sala de aula devia ser obrigatório. Não há necessidade de castigar ou de humilhar. Mas há uma enorme necessidade de pedir aos miúdos para cumprirem com o que lhes é pedido. E se os pais, por um motivo ou outro não sabem exigir então é possível que os miúdos esperneiem na escola. Aos pais compete pedirem aos filhos para fazerem o que o professor pede na sala de aula quando, é lógico,  aquilo que ele pede é justo e fundamental para o crescimento da criança. E eu quero acreditar que é isto que o professor pede.

Mas o caos está instalado e já nem pais nem professores se ajudam. É bom falar mal, é bom falar na incompetência destes e daqueles e esquecemo-nos todos que estamos do mesmo lado da questão e que cada um de nós, pais e professores, temos como objectivos educar e ensinar, respectivamente. Mas é tão bom haver um bode espiatório...

Tenho muito receio de professores subservientes. Que pedem desculpa por não conseguirem falar mais alto. Que pedem desculpa por tudo e por nada. Que não são afirmativos. Que, para estarem sempre do lado dos pais, e nunca contra, usam um discurso pantanoso, que tanto dar para ir para a direita ou para a esquerda. Que hoje dizem A e amanhã já dizem que disseram B. Eu sei, já o escrevi AQUI, a profissão é das mais instáveis e das mais sérias. Mas se isso te faz pôr em causa a tua opinião, a forma como vês as coisas, então valerá a pena passares em revista quem és tu e o teu carácter. Repito: se sabes o que é suposto fazer, se sabes onde é que tens de levar os miúdos que estão na tua sala de aula, então porque raio tens medo?
Eu quero para os meus filhos um professor que saiba o que faz e quem é dentro da sala. Eu quero um professor que me chame à atenção se continuamente a minha filha chega atrasada à escola porque eu me atraso de manhã. Sem medos! É uma regra para o bom funcionamento? Então porque é que eu tenho direito a excepções? Porque sou simpática? Fala sério, professor! E sem medos.

Confirmei que os professores não têm cadeiras de liderança. Ora bolas, uma função que tem tanto disto e ninguém ensina este grupo de profissionais?
E formação em comunicação? Sim, todos os dias falas para os teus alunos, com os pais deles e nunca aprendeste nada sobre comunicar para grupos? Em estratégias para lidar com os conflitos?

Mas estás à espera que te paguem estas acções porque as coisas estão difíceis... Eu percebo, claro. Provavelmente, o tempo e os recursos poderiam ser melhor aproveitados. Sim, é possível. Mas pensa nisso: em fazeres uma formação em competências comunicacionais e de gestão de conflitos. Há por aí ainda muita formação financiada nestas áreas e sais a ganhar: enquanto profissional e pessoa.


Mas que não te restem dúvidas: tu és autoridade dentro da sala de aula. E só acontece o que tu permitires que aconteça. Ou seja, um pai ou uma mãe mandam na tua sala apenas quando não és afirmativ@, quando tens dúvidas em relação ao teu papel ou não sabes bem o que andas a fazer. Mas se isto estiver bem coberto, então podes ter a certeza que tu mandas. E que cada macaquinho estará de volta para o seu galho. E podes ter isto tudo a sorrir antes do Natal, a ser simpatic@ com os pais e a brincar com os miúdos. Lá está, se apenas souberes como...

ESGOTADO :: A ARTE E A CIÊNCIA DE EDUCAR CRIANÇAS FELIZES | PORTO | 26 e 27 OUTUBRO

18.9.13
E as boas notícias é que o de Auto-Estima ainda tem lugares.
Vai acontecer a 2 de Novembro, da parte da manhã.

Para mais infos, espreita as imagens abaixo!



Tu inspiras-me!

18.9.13
Confesso:
sigo poucos blogues - sou fiel a poucos, muito poucos. Fiel no sentido em que lá vou com muita regularidade, releio posts, inspiro-me e tenho uma séria admiração e respeito pelo trabalho daquela blogger.
A Rita é um dos casos.
Porque ela é MESMO muito boa no que faz :)
Bravo, girl!



Modo férias...

17.9.13
Os meses de verão foram a trabalhar. E enquanto Setembro significa a "rentrée"para muitos, para nós é igual a férias. ;)
Resumo da manhã de hoje, com direito a rede!! ;)))


ESGOTADO :: 26 de Outubro - A Arte e a Ciência de Educar Crianças Felizes

16.9.13
Gente bonita,


Estou de férias esta semana e a verificar os emails apenas uma vez por dia, uma vez que o acesso é muito fraquinho onde estou. Seja como for, as novidades são estas:

o workshop de dia 26 de Outubro, no Porto, está fechado uma vez que se atingiu o número máximo de inscrições.

Boas notícias? Dia 27 ainda tem lugares e dia 2 - o da Auto-Estima da Criança - também!



A bela é um monstro

14.9.13


Conheço a Alexandra há quase 10 anos. Foi por esta altura do ano que começava o curso de Técnico Superior de HST em que nos inscrevemos as duas e que durou cerca de um ano e meio. À chegada à sala sentei-me ao pé dela. Perguntei-lhe o nome, disse-me que era a Xana. Tornamo-nos muito amigas, daquelas que passam horas ao telefone e sabem tudo uma sobre a outra.

Acompanhei-lhe o percurso profissional (e de vida) e é de pé que aplaudo a carreira que está a criar.

A Alexandra é o monstro da peça 'A Bela é um Monstro'. A Olga do 'Rei vai nú ' disse-me que as expressões dela são espectaculares - e eu sei disso porque a capacidade de se transformar, de imitar e de criar personagens nasceu com ela. Lembro-me da vez que cantou Re-Tratamento, dos Da Weasel ou imitava uma senhora do povo com pronúncia de Guimarães. Continuo a dizer que tem uma voz belíssima para rádio e que podia explorar essa característica. Continuo a adorar o ar sério com que diz coisas a brincar e nos faz rir. 

E porque te falo da Alexandra Rocha? Porque a Alexandra está com a peça 'A Bela é um Monstro.' Possivelmente vou vê-la esta noite ou no último dia que está em cena. 
Quando lhe perguntei porque razão devemos ir ver esta peça, ela foi muito clara e disse-me que a resposta estava no blog da Angel Luzinha e que podes ler aqui.

A peça mostra aos teus filhos (porque eles são tipo o outro, precisam de ver para acreditarem!) que não precisamos de ter esta mochila, ou aquele sapato para sermos boas pessoas. A beleza, a verdadeira, vem de dentro. Para além de ser uma excelente forma de passares o teu fim-de-semana com eles, estás a passar uma excelente mensagem, cheia de valores. E nem estás a falar - sabes, muitas vezes santos da casa não fazem milagres. E o início do ano lectivo é uma boa ocasião para o fazeres.

Ainda nos encontramos por lá! E depois diz-me lá se a Alexandra não está um espectáculo!




Teatro Turim.

A Arte e a Ciência de Educar Crianças Felizes + A Auto Estima da Criança - half way there, Porto

13.9.13


Ao fazeres a tua inscrição até 20 de Setembro em qualquer um dos workshops de Outono, beneficias de um valor especial.

A Ed.14 A Arte e a Ciência de Educar Crianças Felizes já tem mais de metade da sala completa.
A Ed. 1 A Auto-Estima da Criança está a chegar a meio.

Por isso, caso queiras vir, entra neste link e pede as infos que necessitas - e eu envio-te um email com tudo o que precisas de fazer para te inscreveres. Neste link tens também o programa de cada um dos workshops.

Se não sabes se deves vir ou não, podes ler alguns testemunhos aqui, no final da página.

E Lisboa, perguntas tu?
Os de Lisboa serão em Novembro. E as inscrições abrirão no início de Outubro. 

Ao deixares os teus dados aqui, receberás, em primeira mão, toda a informação para beneficiares dos valores especiais e garantires o teu lugar.

Em breve deixarei as datas definitivas para os de Lisboa.






Yoga para crianças - e jantar à luz das velas para os pais - no Porto :)))))

12.9.13



Com o início do ano lectivo, começam as actividades extra curriculares.
Se quiseres que o teu filho experimente uma sessão de Yoga, é amanhã, no Porto, no final do dia, 18h, no Pinheiro Manso.
Onde?
No DePantufas - um espaço dinamizado pela Teresa, que é uma doçura de pessoa.

Mas há mais, no DePantufas :)
Sabes quando queres ir correr, ou ir a uma aula ou mesmo frequentar uma formação?
Pois é, podes deixá-los no DePantufas - é um babysitting fora de horas.


Tens dúvidas, não sabes se o deves fazer ou não? Então nada melhor que ires amanhã com o teu filho, conheceres a Teresa e o espaço e já sabes... podes sempre enfiar o contacto na carteira do teu marido, assim como quem diz 'deixa os miúdos ficarem lá e rapta-me para jantar à luz das velas'. 
Depois do jantar lembra-te de os ires buscar :))))
AQUI
12.9.13


... or choose to be the Queen!

Pais na Rede - Lisboa

11.9.13


Eu fui ao do Norte.
A missão é sempre a mesma - ajudar quem ajuda! E que missão mais nobre!
E no meio disto tudo conheces os teus bloggers favoritos, num ambiente lindíssimo, pelas mãos das extraordinárias Ana Varão e da Ana Manta, da RED APPLE

Vai! Vais ver que gostas!

Mais infos, AQUI e AQUI



Mestre em Ciências Gastronómicas

11.9.13
Podia ser mestre em ir atrás dos sonhos. Não importa. Fez acontecer e criou o que não havia. Bravo!

Publico. Link aqui

No meio do nada

10.9.13


Conheci a Teresa Fraga no Sábado passado.

A Teresa chamou-me à parte e, segredando-me ao ouvido que tinha percebido a minha genica, disse-me que me queria falar de uma associação, criada por ela, chamada No Meio do Nada.

Confesso: assim que olhei para ela, gostei do olhar. Vivo, meigo, esperto, acordado. É o tipo de mulher que faz acontecer as coisas, sem quase que se dê por ela. A Teresa tem um olhar que sorri, que abraça.

A Teresa falou-me da No meio do nada, enquanto enrolava os tubinhos por onde é recolhido o sangue de quem se torna dador. Assim, cheia de genica também!

E tal como o olhar meigo dela, a No Meio do Nada aconchega os pais dos pequeninos que estão internados no hospital e em situações muito complicadas

A No Meio do Nada precisa de ti. Como?
Pedindo que arredondes sempre que vás ao Lidl. Em Setembro e Dezembro o valor reverte para esta associação. 





E sim, é preciso apoiar quem faz este trabalho! Porque nenhum pai deveria passar por situações destas.


Um beijinho especial para a Teresa Fraga e para toda a equipa.

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