Comenta, AQUI
A minha amiga Sandra postou isto no seu mural. E tu, o que pensas?
"Testes Intermédios para o Afonso. No início tentei não me inquietar, mas nos últimos dias tem sido quase impossível gerir as emoções, afinal só tem 7 anos
Eu pergunto vale a pena? As minhas melhores recordações da escola são precisamente deste tempo, o da primária... não sei se para o meu filho será assim. O meu ATL era com os meus primos todas as tardes... ele, depois das aulas, tem sala de estudo.
Será que assim estamos a educar melhor os nossos filhos?"

Pois... Felizmente o meu filho estava medianamente preocupado, tentei sempre que encarasse estes teste como mais um teste, não queria msmo passar-lhe mais ansiedade do que a já causada pela professora...
ResponderEliminarRealmente os míudos começam desde cedo a terem de passar por situações de stress que não sei se são benéficas e acima de tudo, não entendo bem para que servem...
Nem eu nem o Gustavo estamos minimamente stressados ou preocupados com estas provas. Ele encara como uma avaliação igual às outras (se bem que esta não conta para nada e as outras sim). Há uns meses comprámos um livro de preparação para as provas, que eles têm feito nas aulas e em casa, como TPC, e as provas parecem-me mais fáceis que as avaliações que eles já fazem na escola. O único problema que vejo nestes testes é o tempo que eles têm para os fazer, que me parece pouco para a quantidade de exercícios... Mas a ver vamos... Hoje é a prova de português e na sexta a de matemática.
ResponderEliminarBoa noite.
ResponderEliminarA minha opinião é muito simples e a mesma enquanto mãe e professora do 1ºciclo: as crianças passam demasiadas horas na escola e ficam com pouco tempo para brincar, que é o que mais precisam nestas idades. De ano para ano, sinto a desmotivação dos miudos a aumentar, porque o tempo que deveria ser de aprendizagem e crescimento, intercalado com camaradagem e aprender-fazendo, assumiu um papel demasiado formal nas suas vidas, ocupando-lhes tempo demais e obrigado a uma responsabilidade e maturidade que ainda não têm. E não têm de ter... são crianças e terão muitos anos para isso quando cresceram. Preocupa-me bastante esta tentativa, cada vez maior, de reduzir a infância.
Beijocas