E quando o meu filho não quer comer...? (parteII)

9.3.13



Em menos de 24h, quatro mães falaram-me/escreveram a propósito dos filhos que não gostam de comer. Pediram-me dicas e truques.

Já aqui tinha escrito sobre o assunto - valerá a pena (re)ler.
Também me refiro muitas vezes a um livro: O método Estívil da Alimentação. AQUI um resumo do livro, em espanhol.

Mas hoje gostava muito que mães que:

1) Têm filhos que comiam/continuam a comer mal, partilhem as suas próprias dicas
2) Têm filhos já grandes mas que passaram por isto quando eram mais pequenos.
3) Comiam mal/não gostavam de comer em pequenas - o que é que sentiam nessa altura, porque é que não comiam.
4) Ele não come. E se for a natureza dele? Do que é que tens receio?

Acho que a resposta a estas quatro questões acima pode ajudar, e muito, quem tem filhos que são do tipo 'mais olhos que barriga'.


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27 comentários:

  1. Já deixei o meu comentário no facebook. É um desespero ter um filho, como o meu de 3 anos, que é dramático para comer. Até fiz uma sessão de coaching com a Magda sobre este tema. Tenho vários posts no meu blog sobre este assunto, que tantos nervos e dramas tem traziido às nossas refeições. Aparentemente melhorou tudo com umas vitaminas para abrir o apetite, mas o pediatra, que sempre desvalorizou a questão dizendo que era dele não comer, diz que a mudança deve estar a ocorrer porque o organismo está a mudar e não pelas vitaminas. Boa sorte a todas as mães e pais que passam por isto, que pode ser muito desgastante. Bjs

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    1. Oiço sempre que é desgastante quer para os pais como para os filhos... não sei se haverá muito a fazer - muita paciência, insistência e esperar que mudem. Um beijinho e obrigada pelo feedback!

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  2. Quando era mais nova odiava peixe cozido! O que a minha mãe começou a fazer foi esmigalhar o peixe e as batatas, juntar bocadinhos pequenos de alface e um bocadinho de maionese. Misturava aquilo tudo e assim eu devorada tudinho! :)
    O meu filho ainda está só a leite e papas, mas quando são mais crescidos acho que um grande truque passa por tornar a comida divertida, como fazer dos brócolos árvores, de bolas de arroz um coelho, etc.

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  3. Eu era tramada para comer. A minha mãe fazia desenhos no prato com a comida. Era um círculo e no meio estava qualquer coisa que eu gostava mais. Só podia comer o que gostava mais depois de comer o círculo todo.
    Às vezes resultava :D

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    1. Mas não comias por algum motivo? recordas-te disso ou nao?

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    2. Eu não comia porque não tinha apetite. Era um canivete.
      Agora controlo-me é para não comer mais :D

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  4. Eu quando era pequena comia muito mal, do tipo de fazer bolas de comida na bochecha e ficar a chorar sozinha na mesa porque todos já tinham acabado.Hoje em dia como bem, aprecio um bom prato, mas na maioria das vezes acho uma perda de tempo sentar-me para comer e sozinha então detesto!
    A minha filha tem 3 anos e é por fases, umas vezes percebo que não tem apetite ( a nós adultos tb acontece), outros é por preguiça e noutros come normalmente.O que eu faço é distraí-la com conversa para a ir convencendo e vou negociando, sempre sentada à mesa e sem bonecos para distrair, se ainda assim insistir em não comer explico-lhe que poderá ficar com fome e só na refeição seguinte é que voltarei a dar comida.Aconteceu uma vez, ter recusado comer a refeição toda e pouco tempo depois pediu uma torrada, custou-me horrores, mas expliquei porque não ia dar, e que ela teria de esperar pela hora do lanche...claro que o antecipei um pouco!Não quero que pense na hora da refeição como uma batalha, quero que perceba porque é que é preciso comer e de preferência que sinta prazer nisso.

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  5. Felizmente nunca tive preocupações com a alimentação da minha filha: adora comer e só a sopa é que é mais difícil. O meu truque foi nunca insistir quando começou nos sólidos (se não queria, não insistia) e não fazer aqueles truques do avião e por aí... isto porque quando eu era pequena odiava a refeição porque me obrigavam a comer e se eu não queria insistiam e às vezes acabava por vomitar tudo... acho que as crianças devem ser bem "resolvidas" com a comida desde cedo mas também posso ter tido sorte com a minha :) Tenho uma dúvida relativamente às birras dos 2 anos. A minha filha quando fica frustrada tenta bater-nos ou morder. Como podemos contrariar para ela não repetir? E as birras de se atirar para o chão? Hoje ia beliscando-lhe o rabo para ver se ela não fazia birra para se atirar do meu colo mas não é fácil. Obrigada

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    1. Insolente, as birras são normais. Vale a pena contrariar o bater com brincadeira, com um 'enganaste-te, querias fazer um miminho'. O morder dizer que não a deixa voltar a morder. Muitas vezes! quando se atirar para o chão ir lá buscá-la e procurar perceber qual é a frustração/incapacidade. Pedir para explicar o que sente em vez de se atirar para o chão. Vai acontecer várias vezes. Faz parte.
      Beijinhos, que corra bem!

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  6. Este comentário foi removido pelo autor.

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  7. Eu odiava comer quando era miúda, sobretudo a carne, mas adorava leite e sopa. Tentava negociar o que comia com a minha mãe, pois preferia comer 5 ou mais pratos de sopa a comer carne, mas nunca consegui nada, até vir o Snoopy cá para casa. Aí, deixei miraculosamente de ficar horas à mesa.

    O meu mais novo é como eu, não gosta de comer. Tento dar-lhe de tudo, mas se ele rejeita, não forço. Por vezes resulta esquecer o assunto uns minutos, porque ele pede a comida que antes rejeitou, outras vezes não. Só quando ele está doente é que lhe dou leite para compensar uma refeição mal comida. De resto, espera pela refeição seguinte.

    Passei a desvalorizar o drama da comida, se quer comer come, se não quer comerá melhor depois. Simplesmente não quero que ele tenha a relaçào de ódio que eu tenho com a comida.

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  8. Olá. Este tema vem msm a calhar :) Tenho 2 filhas a R com 7 anos, que mamou até aos 18 meses e sempre comeu muito bem, a F tem 20 meses, e é a minha loucura... Não come nada!! Desde que fez 17 meses passou a rejeitar completamente a comida. Vai penicando qnd lhe apetece. As vitaminas não fizeram nada. A avó é pediatra e disse que pode ser anorexia fisiológica, a tia médica tbm, diz que ninguém morre de fome com um prato de comida à frente, o que concordo :) . O mais curioso é que a piolha continua goduxa. Ao menos isto! Quero tirar lhe a mama porque ela já abusa, mas nem consigo :( com medo de piorar. Na hora da refeição continuo com as regras, sentar na mesa, pois nunca ando atrás para comer, não quer, guardo para quando pedir comida poder apresentar lhe novamente o prato. Dou sempre fruta. Come bem ou mal, depende. Quando vejo que tem fome apresento lhe o prato e nada. Quer mama! Desespero!!! Todos os dias este ciclo. Dou a mama... Não devia, eu sei. Mas o cansaço vence, embora assim continue alimentar esse cansaço. O tempo vai ser meu amigo.
    A minha sogra diz que o meu marido era assim. Ela desesperou durante anos, chegava abrir lhe a boca e enfiar lhe a comida pela guela abaixo e nada.Foi muito esquisito com a comida até casarmos. Hoje come de tudo e é super saudável. Muitas das vezes o que nos assusta é a carência de alguma vitamina ou algo mais.
    Ele sempre foi desportista e quem o ve ninguém diz que era um pisco para comer. Por isso, haja esperança!!!
    Alonguei me no testemunho, mas ficam aqui 2 histórias reais .
    Mas continuo em desespero lol
    Boa sorte Mamãs!

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  9. Olá Magda. Gosto Muito do teu blog mas confesso que fiquei um pouco surpreendida por indicares o método Estivil. Não pensei que fosse um método adequado para a parentalidade positiva! Não uso esse método com a minha filha nem para comer nem para dormir. se uma criança vomita é porque não consegue mais com essa comida! Ainda lhe vamos pedir para limpar e continuar a comer?! Bem, mas como em tudo na vida, há estudos científicos e métodos para todos os gostos e cada um toma daquilo que mais lhe agrada. Para mim e para a minha filha o melhor foi ter lido o Dr. Carlos González em "Mi niño no me come". A sério, pelo respeito às crianças vale a pena ler! Eu estava mesmo a passar-me! Foram meses de angustia, que se resolveram muito facilmente ao perceber o que sente uma criança, e o que nós (adultos) fazemos com isso.
    Beijinho
    Ana Margarida

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  10. Ooops! Desconhcia isso! Cm disse, ja ouvi dizer mto bem deste livro mas nunca. O resumo a que me refiro e cujo link encontras no post tb é mto equilibrado e nada radical cm o metodo do sono, q tb nunca li. Td aquilo q é proposto neste resumo dd comida ralada, a pures and so on parece me razoavel. De facto obrigar a comer nao o é. Tenho dar yma vista de olhos no que recomendas.

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  11. Olá Magda! Sou tua fã e sigo-te no facebook. Tenho uma menina de 27 meses e tu és a luz ao fundo do tunel quando chega a hora da birra!
    Quanto à comida tem dias... no infantário como sempre bem, em casa já vai assim, assim. De todas as formas, graças a ti :), já quase não existem birras à hora de jantar. Porque muitas vezes não comia nada porque tinha entrado em modo birra e acho que nem via o que tinha no prato. Não insisto muito, um bocadinho. Mas nunca uso o: não sais da mesa enquanto o prato não estiver vazio. Eu passei horas a fio à mesa, quase juntava lanche com jantar. Não tinha fome. E quanto mais me obrigavam, menos fome tinha. Hoje adoro comer! Mas se me obrigam já não vai! Creio que até tenho trauma e adoro comer! Confesso que cada vez que a minha princesita não come eu morro um pouquinho... Custa-me imenso mas sei por experiencia que obrigar não é solução.
    Ainda não li o método estívil da alimentação, mas também me impressionou recomendares. Pelo resumo não me parece tão assustador como o do sono. Mas não estou com vontade de ler porque abomino esse tipo ;) só a palavra método já assusta!
    Como foi dito em comentários anteriores, um autor que me dá vontade de ler é carlos gonzalez. Enquadra-se na educação positiva e os resumos dos dois livros parece-me deliciosos :)
    Obrigada pela inspiração de cada dia!

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    1. Eu nunca li nenhum livro do Dr. Estívil. O da alimentação foi-me referido algumas vezes por participantes nos workshops e dissera-me que, ao contrário do método do sono, este é bem mais equilibrado e muito razoável. O resumo também indica isso.
      O importante creio é respeitar a natureza dos miúdos, insistir, oferecer alternativas, não insistir demasiado e ver se têm a mesma energia que os outtos miúdos.
      E envolvê-los na escolha e preparação das refeições.

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    2. Não podia estar mais de acordo. Cada vez que implico a Sara na escolha de qualquer coisa, por mais insignificante que seja, a sua atitude é fabulosa! Fica calma, entusiasmada, feliz, amável e o mais importante de tudo: os seus olhitos brilham :)

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  12. Ola Magda, a mi foi um terror para comer, até aos dois anos e pouco, alias para comer e dormir ehhh. O Pediatra tentou vários remédios milagrosos e nós fizemos um curso intensivo de palhaços para usar na hora das refeições, e fomos tentando de tudo, o que me lembro melhor foi ir de caixa para a rampa da farmácia, ela descia e eu dava uma colher, mas fotos dela sentada a ver a rua, a dar de comer aos animais enquanto tentavamos que ela comesse e outra, fazem um album. Tentei sempre faze-lo de forma positiva, procurar variar, não criar um momento de tensao as refeições e depois tive a sorte de nessa altura ter mudado de pediatra, que é o homem mais calmo que conheço, as minhas questões respondia sempre com um, ela esta optima, come e dorme o que precisa, sem stress mãe e foi assim sem stress que ela começou a comer bem, a experimentar de tudo, a ter como se diz por ai, uma boca santa, contraria a mae que é bem mais esquisita para comer.
    Quando ela não comia muito, ou melhor não comia igual aos outros meninos com a mesma idade, tentava pensar sempre pelo lado positivo, ela brinca como eles, tem a mesma energia ou mais ainda, por isso não deve precisar de comer mais ou dormir.

    Espero ter ajudado com o meu testamento bjs Marisa

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    1. Olá Marisa, amei a tua expressão do curso intensivo de palhaços!! Gosto tanto quando conseguimos rir de nós! E hoje, como vão as coisas?
      Depois de tantos testemunhos, acredito que há naturezas diferentes e que devemos respeitá-las.

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  13. Olá Magda :)
    bem sei que a minha experiência é pequena, mas achei q poderia fazer sentido deixá-la. Qd a minha filha fez 3 meses, começámos a reparar q o meu leite já não era suficiente. fomos à farmácia comprar leite artificial e qual não é o nosso espanto quando nos apercebemos que ela não chuchava no biberão e mais estranho, qd ela tinha cerca de 1 mês tinha bebido pelo biberão algumas vezes e tinha corrido bem. Após vários dias a tentar, pr nós foi natural concluirmos "ela já não gosta de biberão", mas este foi um pensamento errado. (se quiserem ler mais ao pormenor http://aerworld.blogspot.pt/2013/03/biberon-para-quem-nao-gosta-de-biberon.html) A minha dica nos bebés é - não assumir q eles não gostam, mas sim ainda não conhecem, e por isso ir insistindo todos os dias mesmo q mt pouco a cada dia. Neste momento com 6 meses, além do biberão (só há poucas semanas) ela já come várias coisas, e já reparei q de cada vez q apresentamos algum alimento novo, há caretas, tentativas de vómitos e choramingueiras. Por outro lado, é raro ela comer a quantidade toda q colocamos. Em ambas as situações q já nos deparámos, sou da opinião de insistir qb, se percebo q está a tentar fazer manha, insisto tentando desdramatizar a manha, brincando e com mt paciência. Se é um dia q ela está meia doente, ou assim, fico contente por cada colher. Confesso q prefiro q ela coma feliz várias vezes ao dia, mm q pouco, do q ficar empanturrada e a comida tornar-se num tormento pr ela e pr nós. Com a avó, apercebemo-nos q nnc comeu fruta - a avó tenta pôr-lhe na boca e ela começa com vómitos até q no outro dia percebi q era manha - é tentarmos travar o q ela tenta fazer com um "não" firme, mas dp ter mt paciência, jogo de cintura e brincadeira. Tb confesso q não sei como os outro pais de pequerruchos fazem pr os obrigar a comer tudo, pq a minha qd não quer simplesmente fecha a boca - bem posso brincar com chucha, fazer força nas bochechas, o q for.
    Beijinho,
    R

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    1. AMEI esta ideia: A minha dica nos bebés é - não assumir q eles não gostam, mas sim ainda não conhecem, e por isso ir insistindo todos os dias mesmo q mt pouco a cada dia.
      Faz todo o sentido!! Obrigada, linda! Vou partilhar no FB!

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    2. :) olha q fixe! sp bom pensar q podemos ajudar alguém. e obrigada pela honra heheheh :)

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  14. Olá
    Eu fui a criança que não comia e claro que tambem fui brindada por uma criança que não comia (agora já come yay).
    Eu não comia porque simplesmente não tinha fome e sinceramente nada do que me colocavam à frente era apetecível o suficiente para comer quando eu não sentia vontade. Odiava sopa e peixe cozido. Continuo a odiar peixe cozido. Foram muitas as vezes que deitei comida para o lixo, que atirei iogurtes pela janela que fiquei sentada à mesa sem querer comer.
    O Gabriel tb sempre foi de pouco alimento. Desesperei muito a tentar que comesse as sopas e cheguei até a despejar-lhe sopa pela cabeça (ele já tinha atirado a sopa para todo o lado só faltava mesmo ali). Depois comecei a lembrar-me porque é que eu não comia e adaptei-me. Só insisto para que prove (ele agora come mas ainda faz as tipicas birras de nao quer só porque sim), se for algo que sei que ele até gosta posso até insistir para que coma um minimo, depois disso não quer não come. A verdade é que aos poucos ele lá começou a comer melhor.
    Já a mais nova sempre foi boa boca e está agora numa fase que essa sim, não sei lidar e dá comigo em doida - ela até quer comer mas porque quer algum controlo fica ali a engonhar e a brincar com a comida em vez de comer. Às vezes vai para a cama sem comer e outras acaba a ficar sozinha na cozinha a comer. O braço de ferro continua... para comer, para se vestir. Enfim, ha-de passar.
    Em conclusao, se os miudos estão bem de saude, se até comem tudo na escola, se nós até sabemos que realmente eles não são grandes apreciadores eu voto em não obrigar a comer, insisto para que provem mas não obrigo a comer. Espero ser bem sucedida em não criar traumas com a comida como eu tive durante anos.

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  15. E já agora uma nota, tanto o mais velho como agora a minorca passaram a pior fase para comer entre os 2 e meio e 3 anos. Cheira-me que é fase de crescimento tipica.

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  16. Olá Magda,
    Antes de mais quero dar-lhe os parabéns pelo blog e pela ajuda que dá a todos os pais todos os dias. Fazem falta estes espaços de partilha para os pais não se sentirem isolados na sua "luta" diária...
    Em relação a este assunto não me posso pronunciar muito, pois tenho um pequeno glutão de 2 anos e meio :), mas posso dizer que li o livro "Mi nino no me come" do Dr. Carlos González quando ele era ainda bebezinho de meses e ajudou-me bastante em diferentes perspectivas. Também outro autor que gosto particularmente é o Brazelton. Ambos falam da perspectiva da criança e do seus sentimentos, o que nos faz reflectir e tentar agir um pouco de acordo com o nosso bebé. Nunca insisti muito com o meu filho para comer, quando não queria não dava mais e explicava que não havia mais nada, por duas vezes foi para a cama sem comer... ainda pensei que ia acordar durante a noite "cheio de fome", mas não, dormiu normalmente. Sempre tentei variar bastante na alimentação e desde o ano de idade que come da nossa comida (muitos pais têm medo que se engasguem, ou acham que ainda não têm capacidade de mastigação, ou como não têm dentes não conseguem comer comida... errado, a "janela da mastigação" dá-se dos 7 aos 10 meses +/-, e se não oferecermos nessa altura alimentos sólidos não ralados eles perdem essa oportunidade de se adaptarem, correndo o risco de nunca mais "gostarem" de sólidos mastigáveis).

    Para mim o essencial é não insistir muito e haja bom senso! Só porque um primo ou filho de amigos come muito bem, não quer dizer que o nosso está doente... O que interessa são as curvas de crescimento do NOSSO filho e não das outras crianças.

    Beijinhos

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  17. Olá Magda, a minha postura também é, sempre, a de assumir que têm de aprender a gostar de tudo. Apresento as refeições de uma forma imparcial isto é, a ementa que escolho é a que acho ser a mais correta. E não a que eles preferem ou comem melhor. Sei que um vai gostar mais disto ou daquilo (são três e um bebé). Mas não comem mais, comem menos. E às vezes, até sei que nenhum vai gostar de nada (peixe cozido com batatas e legumes, por exemplo) mas eu finjo que não é nada comigo! Demooooooram, mas não faz mal. Da próxima vez correrá melhor com certeza. Ah e outra coisa, gosto de comida colorida! Por exemplo no arroz branco ponho ervilhas, ou cenoura aos bocadinhos. Eles refilam sempre e a tendência é "pôr de lado". Mas cá em casa é proibido "pôr de lado". Claro que, se vejo que está ser um massacre, também sou tolerante. Invento uma coisa do género: "ah pois foi, enchi muito o teu prato sem querer, podes deixar este bocadinho." ;). Beijinhos!

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  18. Uma das minhas criancas foi uma verdadeira dor de cabeca. Comia mto pouca comida, mas se fosse a um festa empanturrava-se em gomas e batatas fritas... o k é k isto dizia?!
    O metodo que adotei com ela e com todos os irmaos foi: a refeicao inicia-se com a sopa, so depois de terminar a sopa é k se passa p o prato principal e dp de finalizado da lugar à fruta. As quantidades k lhes apresentava eram pequenas e a regra era comer tudo o k estava nprato. Se quisessem repetiam. E so agua às refeicoes e em mto pouca qtd p nao tirar a fome. O objetivo era nao lhe permitir escolher o k comer, tipo "se eu fizer birra com a sopa dao-me a comida, se eu fizer birra com a comida dao-me a fruta k é o k eu quero. Ou se nao quiser, faco uma birra e dao-me papa ou iogurte p eu nao ficar sem comer". Vi tanto disto à minha volta!
    No final da refeicao todos se levantavam da mesa, mesmo ela se nao tivesse comido (tb passamos a fase de a deixar na mesa ate à hora de ir p a cama, mas acabava por nao comer na mesma. Nunca a deixavamos comer entre refeicoes e so em casos de obvia teimosia é k lhe apresentavamos novamente a mesma comida. A situacao foi melhorando gradualmente, mas curiosamente o 'volte face' aconteceu numa das mtas vezes em k provocava o vomito p o pai ter pena dela e a mandar sair da mesa sem comer. Certa vez, apos a avisar vezes sem conta k se puxasse o vomito a faria comer o vomitado (eu sem coragem!), ela acabou por babar ligeiramente o prato. E foi a oportunidade de a obrigar a comer 'o vomitado'. Olhou p mim de lagrima no olho e comeu o pouco k ainda estava no prato de uma assentada. Nunca mais deu problemas! Passou a comer tudo o k se lhe punha no prato, no tempo da refeicao. Repetia apenas os pratos favoritos e evitava provar coisas novas. Aqui a minha estrategia tambem foi sempre faze-los provar varias vezes. Acabam sempre por gostar, mesmo quando a primeira reaccao é uma careta.
    Hoje comem todos lindamente, em quantidade e em variedade!!!
    Margarida :o)
    Curiosa

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