É por isto que eu quero continuar a fazer este trabalho!

18.3.13
É este tipo de feedback que faz com que eu tenha cada vez mais vontade de fazer melhor. É isto que move a minha vida. É esta a minha missão!

Muito obrigada Teresa, do blogue Quando for grande quero ser mãe:


"A minha primeira semana de "Berra-me baixo"

Eu não levanto a voz por levantar.
Não ponho de castigo por pôr.
Não dou uma palmada no rabo por dar.
Converso com os meus filhos, explico o que espero deles e dou sempre uma razão.
Chamo uma, duas, três vezes... À n ésima vez.... Aperto com força a minha perna para não os apertar a eles. Depois grito!

E até conhecer a Magda e o seu blogue sobre parentalidade positiva (Mum's the boss), confesso que, apesar de sentir o coração apertado por gritar, achava-me cheia de razão! Porque não vislumbrava outra solução!


Fez ontem uma semana que aceitei o desafio "Berra-me baixo" (aqui). No entanto,  ainda foi muitas vezes, assim:


MENINOS, VENHAM JANTAR!
VÃO FAZER OS TRABALHOS DE CASA!
DESLIGUEM A TELEVISÃO E VÃO TOMAR BANHO!
MENINOS, VENHAM JANTAR!

Poucas vezes, me tirei dos meus cuidados e, com calma e doçura, fui ao pé de cada um, chamei-os pelo nome (em vez de os chamar no coletivo, MENINOS!), abracei-os, reconheci, interessando-me pelo que estavam a fazer. Poucas vezes, levei para a brincadeira os seus "nãos" e corri atrás deles para fazer cócegas. Mas quando o fiz, estes minutos que para mim antes eram desnecessários (quando a mãe chama é para vir IMEDIATAMENTE!) resultaram em muito menos espera. Em metade do tempo estavam todos sentados à mesa (são três e um bebé), tinham o banho tomado e os trabalhos feitos.

Porque é que temos de explicar n vezes? Eu sei, porque são crianças! Mas às vezes distraio-me...

Como não me quero distrair com as pessoas pequeninas que me fazem sentir a mãe mais feliz do mundo, cá por casa, vamos continuar em mode "Berra-me baixo", para conseguirmos ser ainda mais felizes!"

2 comentários:

  1. Ainda não estou nessa fase, por enquanto a L. ainda não "obriga" a berrar. Mas tenho pensado sobre o assunto e vou lendo os testemunhos, porque acho que é algo que se educa interiormente. Pode ser que depois quando chegar à altura, já esteja tão interiorizado, que já consiga berrar baixinho. Continuação ;)

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  2. Já tinha lido o testemunho da Teresa e é de facto extraordinária a forma como descreve todo este processo.Não é fácil e engane-se quem pensa o contrário mas é possível, bem possível, basta querer :)
    Beijinhos e obrigada Magda.

    ResponderEliminar

Obrigada por leres e por comentares!
Todos os comentários são bem-vindos excepto os que 'berram alto'...Esses são, naturalmente, eliminados!

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