Berra-me Baixo (Inspiração #4)

7.3.13
A Teresa, do blogue Quando for Grande Quero ser Mãe, aderiu ao desafio do Berra-me Baixo e colou, em forma de Banner, o autocolante que vês abaixo e escreveu sobre o assunto.

Pergunta ela, e cheia de razão


"Mas como é que eu chamo para virem sentar-se à mesa, pela 10.ª vez, sem levantar a voz?
E para irem tomar banho pela 12.ª vez? 
E para irem fazer os trabalhos pela 22.ª  vez? 
Isto não vai ser nada fácil! Ai não vai não!"


Então o que é que tens de fazer para eles lá irem para a mesa? 
Vais lá ao pé deles, baixas-te ao nível deles, olhas nos olhos, tocas no braço e dizes, com calma e normalmente (e com muita doçura) : 

'Vamos jantar'

Mais nada. Faz isso tudo, sem excepção.
Experimenta. E depois conta como foi. 
Ah! E se ele disser que não quer, por favor, reconhece!
Vais ver que funciona muitooooo melhor do que berrar. Vai uma aposta? 

Quem esteve nos workshops do ano passado e está a ler, se faz favor de deixar feedback a esta dica. :) 



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10 comentários:

  1. Por aqui não tem corrido lá muito bem o desafio :( Tenho que me esforçar mais.
    Era tão bom que eles se esforçassem também....

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  2. Esta dica é maravilhosa!! A Carlota ainda só tem 18 meses e não há muito que consigo pô-la em prática. Na altura lembro-me que questionei a Magda pelo facto de a C. ser muito pequena e eu achar que não fazia sentido "reconhecer"! A resposta foi rápida e eficiente: "Começa Já". E assim foi. Acredito que nem sempre ela pode estar a entender o que digo, mas aos poucos começa a prestar atenção e a acalmar-se!! Que é no fundo o que queremos!!

    Funciona com os adultos, funciona com as crianças! ;))

    Um beijinho*

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  3. Obrigada Magda! Eu depois conto como correu...

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  4. Há dicas que correm muito bem com uns... e não tão bem com outros.
    Depende da idade e depende da personalidade de cada um...

    Penso que o maior desafio de ser mãe-de-muitos é saber adequar-me às suas personalidades: saber que com o V. tenho que moderar o "excesso" de auto-confiança e chamá-lo à Terra de vez em quando, com o A. tenho que o elogiar mais vezes e relativizar a exigência que faz de si e dos outros, com a M. tenho que brincar mais, rir mais, dançar mais, respirar mais e mostar-lhe (mais) que é bom ser criança e que tem muito tempo para ser adulto,com o P. ainda estou a ver como vai ser... :)

    Abraço e parabéns pela iniciatva!

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  5. Eu, que não estou a participar neste desafio, venho apenas confirmar que aquela dica do "baixar ao nivel dos olhos, tocar e falar calmamnete funciona muma boa parte das vezes e, o reconhecimento, funciona quase sempre! Mesmo pequenos (lá em casa o rapaz tem 2 anos , quase quase) e o reconhecimento fá-lo pensar e perceber que eu me importo com o que ele quer... no entanto faz o que eu quero na mesma! Ahahahahaha

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  6. Eu já pus essa tactica em práctica e funciona, o pior é que a Cria tem um "ginete" daqueles... e pura e simplesmente não me olha nos olhos...vou conseguindo que vá fazendo algumas coisas, mas por aqui continuo muito á base da "Birra dos Pais", e agora que reconheço isso, e sei o quanto é errado, não gosto do meu comportamento.
    Digo que não se fala assim com a Mãe porque eu não falo assim com ela, que fico triste, que gostava que ela fizesse de forma diferente...mas nada...
    Margarida

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    Respostas
    1. Margarida, o que é que tem de fazer? dizer à filha o que é que espera que ela faça. Não adianta de muito (no limite até está ali a trabalhar a culpa da filha) dizer 'ah e tal eu fico triste, ou nao gosto...) Diga exactamente que comportamento quer, como quer. Não quer dizer que ela faça mas pelo menos fica a saber o que se espera. Eles nao nascem ensinados. Era bom!

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    2. Obrigada tanto!
      Margarida

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  7. Duas miúdas já crescidas (11 e 8 anos) e confirmo, baixar-me e tocar-lhes e reconhecer faz diferença e fez mais com a mais nova que é mais expansiva e emocional (e portanto mais dada a birras e ficar tão irritada que não ouvia mais nada) ... hoje em dia, às vezes esqueço-me que ainda precisam disto (assim como os adultos ;))
    Em relação a chamar para jantar ... quando muitas vezes estão a ver televisão ... é mesmo melhor ir lá e olhar nos olhos porque de resto até podem abanar a cabeça e responder mas não estão de facto a prestar atenção nenhuma ;) outra coisa que costumo fazer é avisar uns minutos antes que está quase na hora disto ou daquilo, assim não tem tanta tendência em responder logo que não.

    ResponderEliminar
  8. Duas miúdas já crescidas (11 e 8 anos) e confirmo, baixar-me e tocar-lhes e reconhecer faz diferença e fez mais com a mais nova que é mais expansiva e emocional (e portanto mais dada a birras e ficar tão irritada que não ouvia mais nada) ... hoje em dia, às vezes esqueço-me que ainda precisam disto (assim como os adultos ;))
    Em relação a chamar para jantar ... quando muitas vezes estão a ver televisão ... é mesmo melhor ir lá e olhar nos olhos porque de resto até podem abanar a cabeça e responder mas não estão de facto a prestar atenção nenhuma ;) outra coisa que costumo fazer é avisar uns minutos antes que está quase na hora disto ou daquilo, assim não tem tanta tendência em responder logo que não.

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Obrigada por leres e por comentares!
Todos os comentários são bem-vindos excepto os que 'berram alto'...Esses são, naturalmente, eliminados!

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