Gostei imenso do artigo e agradeço por tê-lo partilhado aqui :) No entanto,ao ler, vi que hoje "meti os pés pelas mãos" ao tentar solucionar um problema com o meu filho mais velho. Não utilizei a estratégia mais correcta, o que deu origem uma birra enorme e à angustia de ambas as partes...também dei comigo a "berrar" com ele coisa que já não fazia há alguns dias, o que me deixou triste, muito triste. Ler, esta noite, o seu artigo fez-me pensar sobre a minha atitude.Confesso que me sinto mal mas, por outro lado, ajudou-me a reflectir à cerca do modo como por vezes tento educá-los ou o modo como lhes estabeleço limites. Amanhã, com calma, falarei com ele sobre o que se passou, sobre as razões pelas quais não o deixei fazer o que queria e procurar perceber o porquê do seu comportamento.Para a próxima procurarei uma outra alternativa sem ser privá-lo de algo que goste ou sem recorrer a um "castigo". Estou triste, mas consciente e isso não me faz desistir. Beijinho.
Ótimo texto! Apenas fiquei um pouquinho triste porque aqui no Brasil ainda não ouvi notícias sobre coaching parental, pareceu-me tão útil e interessante... Enquanto a novidade não cruza o Atlântico, nem chega à minha cidade, vou me informando, claro, como sempre, e vc tem me ajudado. Obrigada e um beijinho.
Obrigada pela partilha! (tenho um passatempo muito simples no meu blog, participa!) Bjinho
ResponderEliminarGostei imenso do artigo e agradeço por tê-lo partilhado aqui :)
ResponderEliminarNo entanto,ao ler, vi que hoje "meti os pés pelas mãos" ao tentar solucionar um problema com o meu filho mais velho. Não utilizei a estratégia mais correcta, o que deu origem uma birra enorme e à angustia de ambas as partes...também dei comigo a "berrar" com ele coisa que já não fazia há alguns dias, o que me deixou triste, muito triste.
Ler, esta noite, o seu artigo fez-me pensar sobre a minha atitude.Confesso que me sinto mal mas, por outro lado, ajudou-me a reflectir à cerca do modo como por vezes tento educá-los ou o modo como lhes estabeleço limites.
Amanhã, com calma, falarei com ele sobre o que se passou, sobre as razões pelas quais não o deixei fazer o que queria e procurar perceber o porquê do seu comportamento.Para a próxima procurarei uma outra alternativa sem ser privá-lo de algo que goste ou sem recorrer a um "castigo".
Estou triste, mas consciente e isso não me faz desistir.
Beijinho.
Ótimo texto! Apenas fiquei um pouquinho triste porque aqui no Brasil ainda não ouvi notícias sobre coaching parental, pareceu-me tão útil e interessante... Enquanto a novidade não cruza o Atlântico, nem chega à minha cidade, vou me informando, claro, como sempre, e vc tem me ajudado. Obrigada e um beijinho.
ResponderEliminarAssim k soube fui a correr comprar a revista, k adoeo alias. Gostei mto, Magda!
ResponderEliminarMargarida :o)