Harlem Shake - how to!
30.3.13
A propósito do post anterior, podes fazer muito facilmente um Harlem Shake aí em casa com uma destas aplicações.
Have fun! Vais ficar viciad@!
Harlem Shake: uma mão lava a outra e as duas lavam a cara
30.3.13
Tinha-te pedido ajuda AQUI e AQUI para ideias do que fazer com cerca de 20 crianças (afinal foram umas 15) durante uma festa de anos.
A verdade é que acabámos apenas por fazer dois jogos (e ainda assim) mas tivemos direito a um grande momento musical. Mas o grande grande momento da tarde foi o Harlem Shake. Tão bom!!
Há umas apps para telemóveis gratuítas que te permitem fazer um Harlem Shake super giro. O melhor de tudo desta brincadeira é... TUDO! Desde o fazer o Harlem Shake em si até vê-lo na TV.
E eu que olhava para esta coisa assim meia de lado...!
Obrigada pelas ideias espectaculares que me deste. Aqui fica a nossa, que fez um sucesso enorme. Como se diz 'Uma mão lava a outra e as duas lavam a cara.'
A verdade é que acabámos apenas por fazer dois jogos (e ainda assim) mas tivemos direito a um grande momento musical. Mas o grande grande momento da tarde foi o Harlem Shake. Tão bom!!
Há umas apps para telemóveis gratuítas que te permitem fazer um Harlem Shake super giro. O melhor de tudo desta brincadeira é... TUDO! Desde o fazer o Harlem Shake em si até vê-lo na TV.
E eu que olhava para esta coisa assim meia de lado...!
Obrigada pelas ideias espectaculares que me deste. Aqui fica a nossa, que fez um sucesso enorme. Como se diz 'Uma mão lava a outra e as duas lavam a cara.'
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Desafio Berra-me baixo... tic tac tic tac
27.3.13
Mais de 200 pessoas inscritas na BD, outras tantas mais tímidas que me foram enviando feedback, outras que partilharam assumidamente nos seus blogues e facebooks... e andamos tod@s a berrar muito mais baixinho.
É absolutamente inspirador ler os posts de quem está a participar.
É difícil? É! Vale a pena? Vale!
Porque, como disse aqui o desafio NÃO É deixar de berrar. Não é deixar de ralhar, não é ficar entupida cá dentro.
O desafio É arranjar estratégias para gritar menos e conseguir melhores resultados e mais rápidos. É possível? Claro que sim! Eu sei disso mas tu, que participaste, também sabes e estás a confirmar.
O desafio está a terminar agora este domingo. Terá sido este um mês santo ?
E para quando novo desafio? Para Maio! Quem está in?
Podes ler mais
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É absolutamente inspirador ler os posts de quem está a participar.
É difícil? É! Vale a pena? Vale!
Porque, como disse aqui o desafio NÃO É deixar de berrar. Não é deixar de ralhar, não é ficar entupida cá dentro.
O desafio É arranjar estratégias para gritar menos e conseguir melhores resultados e mais rápidos. É possível? Claro que sim! Eu sei disso mas tu, que participaste, também sabes e estás a confirmar.
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Workshops Inscrições abertas
25.3.13
Gente gira,
quem fez a pré-inscrição nos workshops já recebeu a ficha com tudo aquilo que necessita para participar. As inscrições estão portanto abertas.
- No caso de quereres mais infos sobre as acções do PORTO e LISBOA, clica AQUI para consultares o programa.
No Porto vão acontecer no Galery Hostel Porto, na Rua Miguel Bombarda.
Em Lisboa, no The House, junto ao Jardim da Estrela
Em Faro, estou a apontar para Outubro mas ainda a confirmar.
- No caso de quereres inscrever-te numa das edições, por favor, clica neste link.
- Outras infos e parcerias, envia um e-mail para info@parentalidadepositiva.com
Espero ver-te em breve!
The meaning of life is to give life a meaning...
23.3.13
Tenho andado à volta com este tema na minha cabeça,
sobretudo nos últimos tempos. Se calhar fui uma existencialista numa outra
vida... mas há uma série de questões que coloco sobre a vida de um ser humano,
sobretudo no fim.
Quando um senhor, já velhinho, sente que a sua hora chegou,
será que ele imaginou o fim? Será que ele relembra quando era miúdo e brincava
no quintal da casa dos pais? Será que nessa altura ele questionou-se sobre o
que ia pensar naquele último momento?
Quando olho para um bebé, seja ele qual for, coloco-me invariavelmente as mesmas questões – tu nasceste com que missão? E qual será a tua última memória, a tua última pergunta? Como é que vai ser a tua vida?
Pergunto-me também se, nesse último momento, a pessoa pensa
que a vida passou a correr, que a vida, na verdade, pouco valor e que, porque
se morre, ela não é justa...
E então espero que esse velhinho tenha um consolo ao pé de
si. Não a mãe, mas alguém que lhe pegue na mão e que o faça recordar quando
brincava no quintal da casa dos pais.
Por isso espero que nós mães e nós pais possamos contribuir para criar memórias felizes junto dos nossos filhos. Pode não ser muita coisa, visto assim de repente. Até porque as boas memórias dependem muito da interpretação de quem as cria. E lá está, o investimento será grande. Mas estou convencida que o retorno será gigantesco. Para que a sensação que a vida valeu a
pena esteja lá. Para que eles se habituem a ter memórias boas! Para que, quando deixarmos de ser presença querida (lá pelos 13 anos!), eles possam tomar as
melhores opções da sua vida! A partir desse momento, em diante.
Atirei o pau ao gato...
21.3.13
Gente gira,
preciso da tua ajuda. Então é assim: vou ter 20 crianças cá em casa com idades entre os 3 e 4 anos... a loucura, portanto!
E eu não sei bem o que fazer com elas. Por isso lembrei-me de jogos. Tipo a dança das cadeiras. E pintar as caras. E fiquei-me por aí! Não tenho mais ideias para actividades indoor e que não sujem...
E lembrei-me que podias ajudar-me... Sim? Plizzzz?
Muito obrigada ;)
Ficar com as dores...
21.3.13
A única coisa boa no facto dos bebés terem cólicas é o uso mais regular do sling.
No nosso caso, a posição no sling ajuda. Volta e meia vem cólica grande, ele lá esperneia, grita e depois acalma...
Continuo a desejar que chegue o terceiro mês para que isto passe... foi assim com a mais velha, será assim com este.
Sei que os bebés, até aos 12 meses (9 na barriga mais 3 cá fora) são tipo feto... e que o desenvolvimento dos intestinos é concluído nesses 3 meses após a saída da barriga. Há meninos que passam sem dores, outros que as têm... mas há uma questão que me intriga e que é esta:
'ah, ele ficou com as dores...?'
explica-me lá, tim tim por tim tim o que é que isto quer dizer? É que os meus pós-partos são muito maus e é normal dizerem-me 'ah, ficaste tu com as dores...!'
Afinal de contas, é possível dividir as dores? E quando nem mãe nem bebé têm dores... onde é que elas ficam?
Ás nove no meu blogue
20.3.13
Adoro o blogue da Sofia. E é com muito orgulho que te digo que hoje estou por lá :)
E ela também já esteve por cá! Lembras-te?
E ela também já esteve por cá! Lembras-te?
Obrigada, Sofia!
Quem ri por último...
20.3.13
Como já expliquei AQUI, o Facebook decidiu trocar-nos as voltas, mas eu não deixo.
Se também segues o Mum's the boss por lá, muda as configurações.
Assim, para estares actualizada sobre tudo e para receberes inspiração diária, vai à página do Mum's no Facebook e adiciona-a à lista de interesses. Tal e qual como na imagem.
Obrigada!
Limites e Autoridade
20.3.13
Tema quente, o de hoje. A autoridade… Desejada e ambicionada por muitos e, ainda assim, tão difícil de levar adiante.
Até a palavra é forte! Há quem goste de chamar autoridade, há quem lhe dê outros nomes. Não interessa. Hoje falo daquele momento em que ensinamos aos nossos filhos coisas fundamentais e onde impomos essa situação como obrigatória. Queres chamar liderança? Por mim, tudo bem. Desde que te faça sentido e consigas perceber que, neste caso, a semântica tem menos importância que o que abaixo se fala.
A palavra 'autoridade' está relacionada com o conceito de hierarquia e corresponde ao poder de comandar os outros e levá-los a agir da forma desejada. Constitui, por isso, a base para a responsabilidade. E podemos fazê-lo tanto pela força, como pela manipulação como pela modelagem. É uma questão de… estilo!
Palavras explicadas, vamos ao que interessa.
Aquilo que mais oiço é 'como é que faço para o meu filho' isto e 'para que o meu filho' aquilo?
A minha resposta é sempre 'não sei'.
E não sei mesmo. Cada caso é um caso, cada família é uma família. E nisto, é quase como num casamento… não meto a colher (embora muitas vezes tenha imensa vontade).
Adiante.
Aquilo que eu sinto é que, muitas vezes, nós não sabemos bem como fazer as coisas e qual é o nosso espaço e lugar, enquanto pais. Por isso é que este post se podia chamar 'uma explicação sobre o que é a autoridade parental'. Mas não se chama. Por isso, anda daí!
Nesta coisa de autoridade há uns quantos pontos que deixo abaixo, para leres, imprimires e até guardares para reflectires mais tarde.
Aqui vão eles:
- As coisas, sejam elas quais forem, têm de ser explicadas às crianças. Todas? Sim, aquelas que lhes dizem directamente respeito. Em qualquer idade? Sim! Sim! Sim! Com as palavras adequadas, com os detalhes necessários. Aproveita e lê o post Falar a Verdade, onde explico melhor isto de se falar a verdade.
- As crianças têm de compreender que a vida tem regras e essas regras são para serem cumpridas. Elas são necessárias e indispensáveis numa sociedade civilizada. Não se dá pontapés ao banco da frente, num avião. Chega-se a horas à escola. Não se atira comida ao chão. Não se atravessa a rua quando está vermelho. Não se bate. And so on.
- Nós pais também temos de compreender que estas regras são fundamentais e que somos nós aqueles que garantimos que os nossos filhos conhecem essas regras. Como? Enunciando-as e modelando-as. E exigindo que elas sejam cumpridas.
Autoridade é isto: é explicar a regra, impôr a regra e o respeito da mesma. Caso haja infracção, cada pai deve actuar de acordo com o que lhe parece útil naquela situação. Até pode abrir excepções à regra. It's our call. Se tiver de impôr uma sanção, que a imponha, na justa medida e com equilíbrio. Sinceramente, isto não tem nada de violento e o adulto não está a abusar do seu poder (e não, não me estou a referir a palmadas ou sapatadas.)
- Uma criança é um ser inteiro e que tem de ser tratada com respeito. Mas também é um ser em construção e, por isso mesmo, tem uma necessidade vital da autoridade dos pais para se construir.
- A criança é um ser pulsional. Isto quer dizer que o cérebro dos nossos cutchi cutchi ainda está em crescimento e que a gestão que têm sobre um impulso ou desejo é muito pequena. Por isso mesmo é que esta autoridade tem de estar em equilíbrio com aquilo que pedimos que ela faça. Para quê? Para que seja justa.
- Educar não é impôr. O objectivo da educação, entre outras coisas, é sobretudo o de fazer com que a criança compreenda o benefício das regras. Para quê? Ora bem, para que as possa aplicar sozinha, sem necessidade dos pais. E, compreendendo as regras, aceita-as. Por isso, e mais uma vez, falar a verdade, explicar a razão de ser das coisas é fundamental.
- Educar também é escutar. Queres que os teus filhos façam sempre aquilo que tu queres? Mesmo? Queres uma obediência quase cega? Eu quero filhos que me questionem sobre o porquê e o interesse de uma regra. Sinceramente, não acho piada nenhuma quando oiço 'os meus filhos fazem tudo aquilo que lhes peço'. Estão na tropa?, tenho vontade de perguntar. E quando forem maiores? E quando forem adultos? Vão andar a toque de caixa por causa dos outros, sem nunca questionarem? Lá está, equilíbrio, meus senhores. E respeito pela criança.
E nós? Costumo dizer que se compreendêssemos que é tão vital para os filhos a educação como é vital tomarem um medicamente para baixar a febre alta, talvez algumas coisas fossem diferentes.
Ao mesmo tempo, e como a Laura nos explicou na entrevista que deu aqui no Mum's, é importante que saibamos gerir as nossas frustrações e ansiedades. Elas são só nossas e de mais ninguém. Aposto que, quando isso acontece, somos mais capazes de enunciar e fazer respeitar uma regra sem que tenhamos de recorrer a sanções ou manipulações.
E porque é que isto tudo é importante? Pelas razões enunciadas acima e também porque é dentro dos limites que uma criança também se constrói.
Não andam nem deixam andar...
20.3.13
Gente gira,
mais vale só do que mal acompanhada?
Por vezes eles complicam mais do que ajudam, não é?
Nao andam nem deixam andar...
E tu, enquanto mãe (e pai ao mesmo tempo), estás melhor assim ou faz-te falta os braços dele?
Não posso contar para o que isto é mas, se tiveres algo a dizer sobre este assunto, envia-me um e-mail com os teus dados e eu explico-te melhor.
Obrigada!
blogmumstheboss@gmail.com
Today dad's the boss
19.3.13
Parabéns então, meus senhores! Que nós só somos mães graças a vocês!
Tchin tchin!
Quem adivinha o que é que isto é?
É por isto que eu quero continuar a fazer este trabalho!
18.3.13
É este tipo de feedback que faz com que eu tenha cada vez mais vontade de fazer melhor. É isto que move a minha vida. É esta a minha missão!
Muito obrigada Teresa, do blogue Quando for grande quero ser mãe:
Muito obrigada Teresa, do blogue Quando for grande quero ser mãe:
"A minha primeira semana de "Berra-me baixo"
Eu não levanto a voz por levantar.
Não ponho de castigo por pôr.
Não dou uma palmada no rabo por dar.
Converso com os meus filhos, explico o que espero deles e dou sempre uma razão.
Chamo uma, duas, três vezes... À n ésima vez.... Aperto com força a minha perna para não os apertar a eles. Depois grito!
E até conhecer a Magda e o seu blogue sobre parentalidade positiva (Mum's the boss), confesso que, apesar de sentir o coração apertado por gritar, achava-me cheia de razão! Porque não vislumbrava outra solução!
Fez ontem uma semana que aceitei o desafio "Berra-me baixo" (aqui). No entanto, ainda foi muitas vezes, assim:
Poucas vezes, me tirei dos meus cuidados e, com calma e doçura, fui ao pé de cada um, chamei-os pelo nome (em vez de os chamar no coletivo, MENINOS!), abracei-os, reconheci, interessando-me pelo que estavam a fazer. Poucas vezes, levei para a brincadeira os seus "nãos" e corri atrás deles para fazer cócegas. Mas quando o fiz, estes minutos que para mim antes eram desnecessários (quando a mãe chama é para vir IMEDIATAMENTE!) resultaram em muito menos espera. Em metade do tempo estavam todos sentados à mesa (são três e um bebé), tinham o banho tomado e os trabalhos feitos.
Porque é que temos de explicar n vezes? Eu sei, porque são crianças! Mas às vezes distraio-me...
Como não me quero distrair com as pessoas pequeninas que me fazem sentir a mãe mais feliz do mundo, cá por casa, vamos continuar em mode "Berra-me baixo", para conseguirmos ser ainda mais felizes!"
Não ponho de castigo por pôr.
Não dou uma palmada no rabo por dar.
Converso com os meus filhos, explico o que espero deles e dou sempre uma razão.
Chamo uma, duas, três vezes... À n ésima vez.... Aperto com força a minha perna para não os apertar a eles. Depois grito!
E até conhecer a Magda e o seu blogue sobre parentalidade positiva (Mum's the boss), confesso que, apesar de sentir o coração apertado por gritar, achava-me cheia de razão! Porque não vislumbrava outra solução!
Fez ontem uma semana que aceitei o desafio "Berra-me baixo" (aqui). No entanto, ainda foi muitas vezes, assim:
MENINOS, VENHAM JANTAR!
VÃO FAZER OS TRABALHOS DE CASA!
DESLIGUEM A TELEVISÃO E VÃO TOMAR BANHO!
MENINOS, VENHAM JANTAR!
Poucas vezes, me tirei dos meus cuidados e, com calma e doçura, fui ao pé de cada um, chamei-os pelo nome (em vez de os chamar no coletivo, MENINOS!), abracei-os, reconheci, interessando-me pelo que estavam a fazer. Poucas vezes, levei para a brincadeira os seus "nãos" e corri atrás deles para fazer cócegas. Mas quando o fiz, estes minutos que para mim antes eram desnecessários (quando a mãe chama é para vir IMEDIATAMENTE!) resultaram em muito menos espera. Em metade do tempo estavam todos sentados à mesa (são três e um bebé), tinham o banho tomado e os trabalhos feitos.
Porque é que temos de explicar n vezes? Eu sei, porque são crianças! Mas às vezes distraio-me...
Como não me quero distrair com as pessoas pequeninas que me fazem sentir a mãe mais feliz do mundo, cá por casa, vamos continuar em mode "Berra-me baixo", para conseguirmos ser ainda mais felizes!"
Olha o passatempo novo... quem quer colar lindo?
18.3.13
Pois é, desta vez é a Hottie que quer mimar os leitores do Mum's the boss. Já viram a sorte que temos?
Então o que é que é preciso fazer?
Exactamente o que está na imagem abaixo. Para isso tens de dar um pulo ao Facebook do Mum's.
Este é o link! Como o Facebook está a querer que as pessoas paguem para se fazerem ver, vou começar a postar mais coisas aqui no blogue.
Site AQUI
Facebook AQUI
Blogue AQUI
De mal a pior
17.3.13
Reparei que ha uma serie de posts que fui colocando no Facebook com baixissima adesao e feedback. Achei estranho. Sobretudo que é fim de semana. Cim chuva. A explicaçao esta aqui. Os sacanas!
http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/subscritores-ultimas-noticias-tvi24-feed-paginas-facebook/1429869-4069.html
http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/subscritores-ultimas-noticias-tvi24-feed-paginas-facebook/1429869-4069.html
bic bic bic...
16.3.13
Mini guerrinha caseira entre mãe e filha sponsored by Bic.
Tudo porque eu adoro esta caneta. E ela ama-a, de paixão.
Tudo porque eu adoro esta caneta. E ela ama-a, de paixão.
do nothing for 2 minutes
15.3.13
Precisas de relaxar? Mas não tens muito tempo?
Então clica neste link e durante D-O-I-S- (2) minutos, escuta as ondas e não faças MESMO mais nada.
É que a bem da verdade, se fizeres mais alguma coisa que ESCUTAR AS ONDAS, terás perdido dois (2) belos minutos para relaxares. O que é uma pena. E o que pode ser fonte de stress :)
Então clica neste link e durante D-O-I-S- (2) minutos, escuta as ondas e não faças MESMO mais nada.
É que a bem da verdade, se fizeres mais alguma coisa que ESCUTAR AS ONDAS, terás perdido dois (2) belos minutos para relaxares. O que é uma pena. E o que pode ser fonte de stress :)
Sleep baby sleep
12.3.13
A privaçao de sono é mesmo lixada!
Nao sei quando foi a última vez que dei de mamar, estou lenta nas tarefas, aparentemente muito calma (é o cansaço). Peço canecas de cerveja em vez de cevada, uso pleonasmos e desejo que ele passe a dormir mais horas seguidas. Ama o sling ( e eu também ) e anseio que a chuva passe para irmos os dois apanhar ar la fora. Sei que dormiremos muito melhor os dois.
Enquanto isso nao acontece, o menino aqui leva com o som do secador de cabelo, da maquina de lavar e deixa-se embalar. Totalmente recomendado!
Nao sei quando foi a última vez que dei de mamar, estou lenta nas tarefas, aparentemente muito calma (é o cansaço). Peço canecas de cerveja em vez de cevada, uso pleonasmos e desejo que ele passe a dormir mais horas seguidas. Ama o sling ( e eu também ) e anseio que a chuva passe para irmos os dois apanhar ar la fora. Sei que dormiremos muito melhor os dois.
Enquanto isso nao acontece, o menino aqui leva com o som do secador de cabelo, da maquina de lavar e deixa-se embalar. Totalmente recomendado!
E os 3 vencedores do passatempo Vertbaudet são...
9.3.13
... a Karina, a Isabel Santos e a Ana Caldeira. Muitos parabéns!
Serão contactadas directamente pela Vertbaudet!
Obrigada à Vertbaudet e a tod@s que participaram!
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E quando o meu filho não quer comer...? (parteII)
9.3.13
Em menos de 24h, quatro mães falaram-me/escreveram a propósito dos filhos que não gostam de comer. Pediram-me dicas e truques.
Já aqui tinha escrito sobre o assunto - valerá a pena (re)ler.
Também me refiro muitas vezes a um livro: O método Estívil da Alimentação. AQUI um resumo do livro, em espanhol.
Mas hoje gostava muito que mães que:
1) Têm filhos que comiam/continuam a comer mal, partilhem as suas próprias dicas
2) Têm filhos já grandes mas que passaram por isto quando eram mais pequenos.
3) Comiam mal/não gostavam de comer em pequenas - o que é que sentiam nessa altura, porque é que não comiam.
4) Ele não come. E se for a natureza dele? Do que é que tens receio?
Acho que a resposta a estas quatro questões acima pode ajudar, e muito, quem tem filhos que são do tipo 'mais olhos que barriga'.
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http://mumstheboss.blogspot.pt/
http://mumstheboss.blogspot.pt/2013/03/e-quando-o-meu-filho-nao-quer-comer.html
Such a perfect day!!
9.3.13
No dia em que aqui em casa se faz 'O dia da filha única', é o dia em que a Vendinha das Mães vem ao Porto. Melhor organização não podia haver. As Caves Ferreira estavam cheias de boas vibrações. É extraordinária esta organização, estas mulheres todas que se reúnem e organizam uma venda assim!
No dia em que aqui em casa se faz 'O dia da filha única'**, é o dia em que conheço pessoalmente as caras da Mães Reais Catarina, a Sofia e a Carina. E a Sofia. É o dia que reencontro a Carolina, a Ana e a Inês. É o dia em que revejo a Angel C, os Pontos de Açucar e a Kitschenet . É o dia em que revejo mães que estiveram nos workshops comigo ou que já fizeram coaching parental.
É o dia em que a mais velha escolhe onde vamos as três almoçar (a Pedra também foi). É o dia em que percebo que neste último mês (e uma semana, hoje) a Miss cresceu em termos de maturidade. Que usa expressões que não lhe conhecia ainda. Que estava a precisar de tempo exclusivo com a mãe. E eu com ela. É o dia em que eu confirmo que 'o primeiro é de vidro e o segundo é de plástico' e o deixo ficar, sem olhar para trás, sem remorsos ou culpa. E que me digo, de facto, que precisamos as duas de sair, de arejar!
No dia em que aqui em casa se faz 'O dia da filha única', chegamos a um número muito redondinho, no Facebook. Somos 5000! E é por ver este número crescer, por ver o teu feedback dia após dia, que a minha responsabilidade aumenta tal como aumenta o desejo de fazer mais e melhor. Muito mais e muito melhor. E, de alguma forma, a Vendinha das Mães aumentou ainda mais este desejo porque nós podemos acontecer às coisas. Tal e qual como a Ana e a Carolina, a Pipa e a Francisca fizeram.
Hoje não é o dia da mulher mas sinceramente estamos mais do que de parabéns porque hoje foi um bom dia. Por tudo! *
* só tive pena de não ter ficado mais tempo, ter tido mais tempo com cada uma daquelas mães que já faz parte da minha vida! Beijinhos a todas
** baseado numa ideia da Sónia
Passatempo Vertbaudet
9.3.13
Terminou ontem o passatempo Vertbaudet.
Reparámos que há participações em duplicado e mesmo quadriplicado por isso temos de rever a BD com atenção. No final do dia ou à noite anunciamos os 3 vencedores!
Reparámos que há participações em duplicado e mesmo quadriplicado por isso temos de rever a BD com atenção. No final do dia ou à noite anunciamos os 3 vencedores!
Artigo da Pais&Filhos (Parentalidade Positiva e Coaching Parental)
8.3.13
Lembras-te de ter dito que tinha estado à conversa com a revista Pais & Filhos acerca do tema Parentalidade Positiva?
Pois bem, podes ler a entrevista AQUI.
Boa leitura!!
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Vou ser pai
7.3.13
O Dr. Mário Cordeiro lança hoje o livro 'Vou ser pai'.
Neste link encontras o índice que deixa água na boca e vontade de ler mesmo por quem já esteve grávida. Sim, é um livro para pais mas é um livro que todas as mães vão querer ler, de certeza.
Eu estou super curiosa por tê-lo nas mãos.
Mas, ainda assim, continuo a dizer que somos nós the bosses, não é?
Neste link encontras o índice que deixa água na boca e vontade de ler mesmo por quem já esteve grávida. Sim, é um livro para pais mas é um livro que todas as mães vão querer ler, de certeza.
Eu estou super curiosa por tê-lo nas mãos.
Mas, ainda assim, continuo a dizer que somos nós the bosses, não é?
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Berra-me Baixo (Inspiração #4)
7.3.13
A Teresa, do blogue Quando for Grande Quero ser Mãe, aderiu ao desafio do Berra-me Baixo e colou, em forma de Banner, o autocolante que vês abaixo e escreveu sobre o assunto.
Pergunta ela, e cheia de razão
"Mas como é que eu chamo para virem sentar-se à mesa, pela 10.ª vez, sem levantar a voz?
E para irem tomar banho pela 12.ª vez?
E para irem fazer os trabalhos pela 22.ª vez?
Isto não vai ser nada fácil! Ai não vai não!"
Então o que é que tens de fazer para eles lá irem para a mesa?
Vais lá ao pé deles, baixas-te ao nível deles, olhas nos olhos, tocas no braço e dizes, com calma e normalmente (e com muita doçura) :
'Vamos jantar'
Mais nada. Faz isso tudo, sem excepção.
Experimenta. E depois conta como foi.
Ah! E se ele disser que não quer, por favor, reconhece!
Vais ver que funciona muitooooo melhor do que berrar. Vai uma aposta?
Quem esteve nos workshops do ano passado e está a ler, se faz favor de deixar feedback a esta dica. :)
Pergunta ela, e cheia de razão
"Mas como é que eu chamo para virem sentar-se à mesa, pela 10.ª vez, sem levantar a voz?
E para irem tomar banho pela 12.ª vez?
E para irem fazer os trabalhos pela 22.ª vez?
Isto não vai ser nada fácil! Ai não vai não!"
Então o que é que tens de fazer para eles lá irem para a mesa?
Vais lá ao pé deles, baixas-te ao nível deles, olhas nos olhos, tocas no braço e dizes, com calma e normalmente (e com muita doçura) :
'Vamos jantar'
Mais nada. Faz isso tudo, sem excepção.
Experimenta. E depois conta como foi.
Ah! E se ele disser que não quer, por favor, reconhece!
Vais ver que funciona muitooooo melhor do que berrar. Vai uma aposta?
Quem esteve nos workshops do ano passado e está a ler, se faz favor de deixar feedback a esta dica. :)
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Fala quem sabe - do desafio do Berra-me baixo
6.3.13
O que vais ler abaixo é um dos muitos testemunhos de quem participou no Berra-me baixo. Veio em jeito de feedback e passa a ser um post porque vale a pena ler! Obrigada, Sara!
"Venho finalmente escrever um "testemunho"!
Participei no desafio berra-me baixo de Janeiro e essa participação foi, sem dúvida, o primeiro(?) passo no caminho para a reflexão e alteração da minha relação com as minhas filhas. Desde logo senti que eu ter uma atitude mais calma e compreensiva contribuía para que elas estivessem calmas e bem dispostas.
Embora seja algo de que nao tenha particular orgulho vou contar-te um momento que nos aconteceu que também foi decisivo. Creio que ilustra muito bem todo o meu processo "berra-me baixo" e poderá ser útil a outras mães, caso decidas partilhar. Passou-se num dia de semana, em que eu estava sozinha com as duas (acorda-las, vesti-las, lava-las, alimenta-las, gerir conflitos, etc), já estávamos a sair de casa e, claro, atrasadas. Enfiei a mais velha no carro e meti o cinto, entre muitos "despachem-se" e "depressa" e "rápido" e "vá" . Não gritei propriamente, mas estava enervada. Depois de pôr o cinto a maior, dei a volta ao carro e apressei a pequenina. Para ser mais rápida, peguei nela ao colo e acelerei o passo. Ela começou a chorar. Sentei-a na cadeirinha e olhei-a nos olhos. Ela que, ainda fala tão pouco e tem tanta dificuldade em gerir sentimentos, comunicou TÃO bem! Parecia dizer-me, "porque é que estás assim? Porque estás a fazer isto?" e a resposta na minha mente foi um mero: não sei! Sim eu dependo do meu trabalho, sim não posso chegar constantemente atrasada. Mas a verdade é que por norma chego cedo, e se de vez em quando chegar 5 ou 10 min mais tarde não há problema. Vale a pena sacrificar as manhãs com as minhas filhas e a minha relação com elas por causa desses 5/10 min? É por me enervar que chego mais cedo?
Foi mais um ponto de reflexão e posso garantir que as nossas manhãs estão mais calmas e agradáveis. Elas continuam a fazer as suas birritas, a minha reacção é que está a ser diferente e isso, muda tudo!
Nada disto aconteceu overnight, ok? Como disse participei no desafio de Janeiro e estamos em Março! Mas tem sido um trabalho constante e diário. Afinal se elas são as pessoas mais importantes na minha vida, é na minha relação com elas que eu tenho de investir mais e sempre!
Ate quando a minha pequenina bate (sim, ela bate, dá pontapés, belisca, dá palmadas! E causa-me tristeza e preocupação), ate nesses momentos eu tenho sido mais empática, mas todos os dias lhe digo que mãe não gosta e fica triste com esse comportamento! Que não se pode bater aos amigos, à irmã ou à mãe... Todos os dias me pergunto se tenho as atitudes mais correctas com ela, mas se ela me bate e que FALO com ela e digo que não gostei que ela fizesse aquilo, e ela imediatamente me dá um abraço ou pede desculpa à irmã, sinto que estou a vencer a batalha e e efectivamente ensina-la a gerir as suas emoções! (de qualquer forma, toda e qualquer dica neste campo é muito bem vinda!)
Finalmente, que o texto já vai longo, não quero deixar de referir os últimos focos de mudança! Comecei a destralhar a casa (obrigada Rita@ the busy woman and the stripy cat) e com os destralhar reflecti sobre a influencia do excesso na minha vida. Sobre o excesso de preocupação com a arrumação da casa, o excesso de preocupação com a vida financeira. Sobre como estas coisas me esgotam e deixam sem espaço mental para aproveitar aquilo que me dá realmente prazer.
Desde então já libertei a minha casa de muita coisa, que dei para a igreja, dei a quem precisa, outras estou a vender e vou aproveitar esse dinheiro para trocar a cómoda - em vez de mexer nas finanças correntes. Este é mais um processo em desenvolvimento, nao se liberta uma casa de família de um dia para o outro, mas, já me dá paz de espirito sentir que a casa, e eu própria, está mais livre. Tenho pesquisado muito e pensado ainda mais acerca de quem eu quero ser/fazer.
Estou certa que já encontrei o caminho, agora é percorre-lo!
Tudo isto começou com a vontade de mudar, e foi o desafio berra-me baixo que me abriu as portas a mudança. Por isso muito obrigada! Nem sempre é fácil, mas tendo o objectivo ultimo em vista é muito mais fácil. Esse objectivo é apenas e tão só ser uma melhor Mãe, uma pessoa melhor e, acima de tudo, mais feliz, sempre!
Sara"
Dos desafios deste blogue
6.3.13
2013 é um ano de desafios
Temos o Desafio Berra-me Baixo e o DesafioGratidão num frasquinho.
E este é o feedback de uma família.
Na verdade, tudo começou com o Calendário do
Advento que passou a ser actividade semanal e que esta família baptizou de ‘O
que mais gosto em ti é...’. E assim, ao jantar, cada um diz uma coisa de que
gosta das pessoas que estão à mesa a jantar. Essas coisas são escritas no papel
e vão para o frasco. No final vai ser muito giro ler tudo o que se escreveu e
se disse.
A Margarida diz ‘Tenho
tido dificuldade em que os miúdos entendam o que é uma 'característica' de que
gostam nos outros. Eles focam-se mais em coisas que gostam de fazer com cada um
dos outros. Mas acho que também é bom, tendo em conta que os miúdos têm 5 e 12
anos e que até o de 2,5 anos diz de sua justiça!’
Mas
esta família foi mais longe. A ideia foi do Guilherme que disse "oh mãe,
posso dizer uma coisa que gosto de mim?". Claro que sim! Que ideia
fantástica!!! Fazer-nos pensar (e assumir) coisas que gostamos em nós próprios!
‘
Grande
rapaz! Grande ideia!
Cada um decorou o seu frasquinho – e estão que é uma riqueza!
O pai embora não entre no jogo, tem
lá um frasquinho com ‘o que mais gosto de ti’ e assim vai sendo metido na
coisa.
‘A experiência com o que
se tem dito e ouvido tem sido muito engraçada!!!
Posso destacar uma em que
o Guilherme (5 anos) disse «O que mais gosto na Carolina é o seu sorriso.». «Ai
é?! Então porquê???» perguntei eu espantada. «Porque o riso dela é
fan-tás-ti-co!!!». O Miguel (2 anos) também disse um dia destes «O que mais
gosto na Mãe é… os olhos.». Porquê? «Porque são muito lindos!» e fez-me uma
festinha no olho :)
Lindo!! E por aí como vão os desafios?
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