Instruções 'Berra-me baixo!'

28.2.13






Gosto de lhe chamar 'Instruções' que é para destacar o post. Mas não são nada 'instruções' e sim esclarecimentos.
Vamos lá perceber onde é que vamos colocar o foco, o que é que é suposto acontecer, qual é o objectivo do desafio e quando é que podes gritar e berrar... bem alto!!

Nas sessões de coaching com pais, sobretudo naquelas cujo tema é a Autoridade e a Obediência, a maior parte dos pais está angustiado não com o facto de bater (é bom saber que há imensos pais que não batem porque percebem que não leva a lado nenhum!) mas com o facto de estarem sempre a gritar.

Ouvi uma vez que gritamos porque os nossos corações se distanciam e por isso temos de falar mais alto. Gosto imenso desta imagem - e 'resgatar' um coração é feito com doçura e nunca com gritos.

1.
A ideia deste desafio não é deixar de gritar. A ideia é provar que, no final do mês, conseguiste um super alto controlo, que te dominaste naquelas situações em que te passavas e mandavas dois valentes berros. A ideia é que estejas feliz contigo.

2.Um outro objectivo é eliminar a tua frase 'gostava de não gritar tanto'. A ideia é pôr-te a dizer 'já não grito como dantes! Que tótozice que isso era!'

3.A ideia deste desafio é provar-te que educar miúdos não é fácil (disto não precisas de provas pois não?) e que não é porque gritamos mais ou menos que a coisa se torna mais fácil.

4.
A ideia não é que fiques entupida aí dentro. Há uma ou outra situação em que te sai falar mais alto? Ok, siga!Da próxima vez fazes melhor, não te recrimines, please!

Perigo eminente? Grita, berra, salta e faz o pino!Mas vai lá e salva a criança!!

- Passaste-te? Habitua-te a verbalizar de forma coerente e firme (a ideia não é não dizer as coisas, muito pelo contrário). 
Diz o que queres dizer. E este treino vai ser super importante para todas as outras relações.

- A ideia deste desafio é também eliminar as tensões aí em casa. Quase ninguém gosta de pessoal a berrar, pois não? E isso deixa toda a gente tensa.

Gritar é diferente de ralhar, de explicar, de se afirmar, de exigir, de educar. É difícil, eu sei que sim! E também sei que é possível. Um dia fazemos melhor e no outro parece que deixamos de saber fazer. É mesmo assim. Chama-se aprendizagem!

- Dicas? Não há! É um desafio e não é suposto ser fácil. Mas já somos bastantes e uma empurra a outra aqui no blogue ou no facebook ou em emails privados (que é o que mais acontece!) ! E daqui a uns tempos faremos mais outro desafio. E iremos todas juntas.

- Dizem que levamos 21 dias a eliminar um comportamento e 7 a criar e reforçar um novo. Anda daí então, este é o momento ideal para eliminar este... tique!

- Ah! Queres uma dica para isto resultar? Podes imaginar que te estou a observar, tipo big brother! É uma ideia que por vezes resulta!

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'Faz mal bater às crianças?'

26.2.13



A propósito do post do João - Pais de Quatro - este foi o texto que deixei ao post Faz mal bater às crianças?

Aqui no Mum's com direito a hiperligações.


Estou de acordo com quase tudo aquilo que escreves – que uma palmada nunca fez mal a ninguém. Não vem mal ao mundo com uma... Mesmo trabalhando na área da parentalidade positiva e fazendo o ‘walk the talk’ (ou seja, não batendo nos meus), a verdade é que não quero ser mais papista que o papa. Nesta matéria a minha posição é muito clara mas sei que há pessoas que não têm estratégias ou sabem como fazer diferente sem serem permissivas.

Desconhecia os estudos que provam que uma palmada pode ser benéfica mas conheço estudos que provam justamente o contrário. Como em tudo, há estudos para o que quisermos. E como em tudo, há meios termos.

Pais e filhos são seres humanos inteiros e iguais e a única diferença é que eles estão a aprender. A nossa missão, enquanto pais, é mesmo educá-los, fazê-los compreender quais são as regras da sociedade. E se calhar estamos a falar da mesma coisa mas educar para mim não é domesticar. Educar é humanizar. E nesta humanização encontro a tal castração de que tu falas (no sentido em que nem tudo é possível ou permitido). Educar é explicar as regras e as regras são para serem cumpridas – e a diferença entre nós e os animais é que é no cumprimento dessas regras que a vida em sociedade é possível. E são regras tão simples como não atirar a comida para o chão, como chegar a horas aos sítios, não atravessar no vermelho ou ainda não bater ou chamar nomes. Regras como obedecer a uma autoridade. E os pais são autoridade. Porque a autoridade sabe mais e protege. E quando eles começam a crescer há limites que passam a ser seguros e caem.


E é verdade que é a partir dos 7 anos que a palmada deixa de ser necessária
E porquê? Porque é nessa altura que uma grande parte dos circuítos neurais fazem conexão. E aqui está a informação que falta à maior parte de nós. O cérebro de um ser humano só fica formadinho lá pelos 20 anos. Ora se nós adultos de 30 e muitos anos temos dificuldade em nos controlarmos em muitas coisas, e já temos o cérebro todo formadinho, imagina uma criança de 2 anos que não sabe que não está bem em atirar comida para o chão ou um puto de 4 anos que não consegue gerir a frustração de não ter um determinado brinquedo. A função dos pais é ajudar a fazer essa gestão e pergunto-me se lá vamos com palmadas! Ok, vamos, claro que sim. Ali, logo ali, o puto pára e faz o que queremos. A questão é: o que é que ele aprendeu e o que é que eu lhe ensinei?


Por isso é que a questão do bater como ‘ferramenta educativa essencial’ faz-me torcer o nariz.



Se a palmada é a tal ferramenta educativa essencial, para mim só significa duas coisas:
1) Falta de respeito para com que a criança – porque bater é sempre uma falta de respeito, a quem quer que seja! Pode ver-se a palmada como a tal ferramenta educativa essencial mas antes de o ser estamos a faltar ao respeito a quem quer que seja.


2) Alguma preguiça – dá muito mas muito mais trabalho pegar na criança, explicar-lhe as coisas uma, duas ou três vezes. Dá muito mas muito mais trabalho pegar na criança e levá-la para outro quarto e conversar com ela – explicando que estamos decepcionados com a atitude dela ( e não com ela!) e procurando entender o que é que a criança tem ou o que é que lhe falta. Qualquer criança que esteja bem tem vontade de cooperar, de ajudar e não dificultar. É uma criança que se porta bem. Siiiiim, fazem birras, desafiam-nos, querem quebrar os limites mas caramba!isso é parte de ser criança. Tal como é esfolar os joelhos!

E lá está, as palmadas que mais doem são as mais injustas – claro que são – são aquelas em que nos saltou a tampa e não nos fomos capazes de controlar. E o nosso cérebro está todo formadinho! Não tivemos paciência, fomos levados ao limite. Ok, no problem, afinal somos humanos e isso é normal. Mas a bem da verdade, quem se passou fomos nós. E eu sei que há dias em que tenho mais energia e estou mais bem disposta que outros e consigo driblar o cansaço. E há outros que não...


Como expliquei na entrevista que dei para a revista Pais & Filhos, a questão da autoridade não se coloca. Os pais são quem mandam em casa. ‘O papel dos pais é estabelecer limites e regras, escutar a criança e dizer-lhe para atuar de uma determinada forma, mas explicando porquê, sem ameaças ou humilhações’. E porquê? Porque educar não é um jogo de poder.


Queres saber mais sobre Parentalidade e Educação Positivas?

Então clica neste link e fica a saber tudo sobre a Pós-Graduação que vai formar profissionais e todos os interessados nesta área.

Zzzzzzz...!!!

24.2.13
Desde o início da semana que me deito com o mesmo livro. O sono é tanto que ainda nao consegui sair da mesma pagina...
Mas continuo a acreditar que vou conseguir fazer imensa coisa nesta licença !!!

Passatempo Vertbaudet & Mum's the Boss - Como participar?

23.2.13



Ora então é assim:

a Vertbaudet associa-se ao Mum's the boss para mimar todos os leitores cuja missão é educar para a felicidade. 

Resultado: temos adultos mais felizes, mais desencucados e que farão deste mundo um local melhor.

E que mais?
40 euros para três sortud@s em compras na Vertbaudet na nova super colecção deste verão. 


By the way, já deste uma vista de olhos ao que aí vem? Com este tempo, dá gosto olhar para a colecção e sonhar com os dias mais quentes.

Por isso, e enquanto sonhas, o que é que tens de fazer?

1) Tens de fazer like na página do Facebook da Vertbaudet (mas aposto que já és seguidora e tudo!);
2) Tens de partilhar este post na tua página do Facebook
3) Tens de deixar os teus dados AQUI e o link 

E depois é esperar por dia 8 de Março pelo sorteio. São 3 prémios de 40 euros à tua escolha!

Obrigada Vertbaudet!

Nota: Só precisas de participar uma vez. Perfis falsos serão, obviamente, eliminados.
E boa sorte!

Workshop Algarve - with a little help from my friends

22.2.13
Gente gira do Algarve,

preciso da vossa ajuda! Estou a procura de um hostel acolhedor, em Faro, para realizar os workshops. O que sugerem?
Muito obrigada desde ja!!

What is love?

21.2.13

Vertbaudet & Mum's the Boss

21.2.13




Super passatempo para os leitores do Mum's the boss.
Amanhã vais saber mais!Keep tuned!











Tinha-me esquecido...

21.2.13


- de como fico sempre cheia de sono a meio do jantar (coma de sono, mesmo!!)
- de como as costas se curvam quando volto ao modo amamentação (e tenho de me obrigar a manter a postura durante o dia - not easy at all!!);
- de como é amamentar à noite (madrugada! e várias vezes! E mudar fraldas e pôr para arrotar);
- que não gosto de bodies de meter pela cabeça enquanto eles não são grandes o suficiente para se sentarem;
- das cólicas (detesto!);
- que antes da fase do 'come de tudo' há a fase de andar de papas e iogurtes na mala, com termos de água morna, guardanapos e pratos e colheres;
- de sentir a cabeça oca e o corpo leve por causa do cansaço;
- de me esquecer muitas vezes;
- de não dar importância a tanta coisa (menos mal!);
- de me sentir mais 'magra' mas a roupa teimar em não servir;
- de continuar a achar, malgré tout, que vou mesmo conseguir ler aqueles livros todos e fazer aquelas coisas todas;
- das 'subidas do leite (aiiii!);
- da pele do rosto e das mãos super desidratada.

Mas sei que daqui a uns tempo tudo isto passa ! Porque faz parte! E não vou dizer que é bom e que vou ter saudades... mas hoje apeteceu-me escrever sobre isto, da parte menos romântica da coisa.

EDUCAR PARA O FUTURO

20.2.13
O Clube do Autor lança amanhã, dia 21, um livro que me parece super interessante

O livro estará à venda na maior parte das livrarias, pelo valor de 15,50€

O autor reuniu os últimos estudos realizados nas áreas da neurociência, psicologia, sociologia, psicologia positiva e outros e pretende provar que mais do que o QI, aquilo que faz das nossas crianças adultos mais felizes tem a ver com a equação optimismo, auto-confiança, determinação. 
Em resumo, muito do que se vem a dizer aqui no blogue. 
E por tudo isto, estou super curiosa por lê-lo! Vai ser mesmo a leitura que se segue! Quem me acompanha?







COACHING PARENTAL - Feedback de quem já fez

20.2.13
Mais um feedback de quem já fez coaching parental

Fiz um workshop sobre parentalidade positiva com a Magda Dias. Escolhi participar porque o conceito não me era estranho e os princípios agradavam-me, e também por achar que estava num modo de muito ralhete e gritetes constantes com os meus filhos. Sou mãe de 3 filhos, e fui ao workshop sozinha e o meu marido ficou com os nossos filhos.

Quando começamos a falar sobre os conceitos, sobre a maturidade do cerebro, sobre como o que dizemos/fazemos chega à nossas crianças, além de tudo fazer imenso sentido, arrependi-me logo de não ter trazido o meu marido, porque como em todos os aspectos da parentalidade este também deveria ter sido partilhado por pai e mãe. O workshop foi um abrir horinzontes para uma nova maneira de pensar na educação dos nossos filhos, não nos princípios e valores, porque desses estamos certos, mas no modo do os transmitir, de como é posssível educar sem molestar ( sim eu sei que a palavra é forte, mas por vezes é o que fazemos aos nossos filhos, até porque o amor deles é incondicional, e usamos isso contra eles).
No seguimento do workshop agendamos 2 sessões de coaching parental, que foram totalmente dirigidas à nossa familia, com as especificidades dos nossos filhos, as nossas como pais, e com as nossas dinâmicas familiares. A Magda conseguiu perceber exactamente como são os nossos meninos e deu-nos ferramentas preciosas para conseguirmos pôr em pratica os conceitos da parentalidade positiva. A Magda trilhou conosco o início do caminho, sabemos que ainda temos muito que andar, mas às vezes o apontar a direcção tem um efeito impulsionador que faltava.

Hoje continuamos pelo caminho que escolhemos para educar os nossos filhos, certos de que não estamos lá ainda, mas lá chegaremos.

Obrigada, Magda


Sara Leite 38 anos, mae de Vasco 9 anos, Maria 6 anos e Clara 4 anos.

Carrosel

20.2.13


 Duas irmãs embrenharam-se num projeto muito especial, que reúne os seus gostos, a perspectiva através da qual olham para as coisas, os seus objetos de desejo e a sua visão do que consideram perfeito.
 Apesar de serem irmãs, a estética de cada uma é muito diferente da da outra. O que se pode comprovar através da simples observação dos seus blogs, respectivos layouts e imagens, todos representativos dos seus universos visuais.

Quem olha para o As Maravilhas da Maternidade, as suas boards do Pinterest, as suas imagens do Facebook, nota que o gosto da autora é romântico, neo-clássico, elegante, suave, pastel e sempre minimal. É doce.

Quem olha para o Redonda ou Quadrada?, para as suas boards do Pinterest, para as imagens que posta e tão bem fotografa, nota que o seu gosto é contemporâneo, colorido, enérgico, arrojado, audaz e sempre minimal. É salgado.



Apesar dos diferentes pontos de vista, ambas têm muitos gostos em comum. Um deles é o gosto pelos objectos tradicionais. Seja mobiliário, brinquedos, vestuário, jóias, casas. Objectos tradicionais revisitados pela estética que lhes agrada, é a cereja no topo do bolo. Adoram.


Desde que foram mães o gosto pelos brinquedos tradicionais cresceu, a par da dificuldade em encontrá-los ao seu gosto. E pelas pinturices que foram fazendo aqui, aquiaqui ou ainda aqui, foram juntando um mais um mais um e chegaram à conclusão que podiam materializar as suas ideias em objectos tradicionais que adoram ver nos seus dias e no dos seus filhos, desde que foram mães. Os brinquedos. Os brinquedos tradicionais de madeira.

E assim está a nascer uma linha de brinquedos, desde já uma coleção de cavalinhos de baloiço de pau.
Um Carrossel onde tudo pode servir como suporte para a nossa imaginação, onde tudo pode ser fantasia, visto sob vários ângulos, onde tudo pode ganhar vida.







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Eu e a televisão (ou a sua ausência)

19.2.13



aqui falei sobre a forma como lidamos com a TV, cá em casa (curioso, o post foi escrito em Fevereiro do ano passado!)

Porque é que decidimos viver sem televisão (atenção: temos televisor!!)?

Simplesmente porque há quase 4 anos atrás passou cá na rua um mini tornado e desmanchou-nos a antena da televisão – só tínhamos os 4 canais nacionais e uma parabólica com canais muito esquisitos...

Porque é que nos mantivemos com a antena avariada ao fim de quase 4 anos?
Porque não consumiamos TV de jeito para a mandarmos arranjar. Porque somos um bocadinho forretas... e pagar para ter TV cabo era um bocadinho demais. Não só pelo dinheiro que iríamos pagar mas também porque já que se pagava, teríamos de consumir. E consumir TV não era coisa que nos apetecia. Pelo menos não por obrigação.

Continuo sem TV porque:
-       Não preciso de saber uma série de coisas que me ‘espetam’ à frente e eu não pedi.
-       O que é hoje notícia amanhã já não é.
-       Tenho a certeza que saberei dos aumentos dos IVAs, tenho a certeza que saberei se voltarmos ao escudo.
-       Tenho a certeza que ouvirei sobre coisas más.
-       Não vejo TV que justifique ter a coisa a funcionar.


Leio os jornais online, oiço a TSF. Escolho a maior parte das notícias que chegam até mim. Sou eu que clico nelas. Não são elas que vêm a mim.  Ou pelo menos não vêm de forma tão leviana.

Se fujo da realidade? Se calhar fujo, um bocadinho. Mas pelo menos garanto alguma senilidade no meio disto tudo.

Ok, a TV entretem. Tem séries, concursos, filmes. E logo eu que adoro séries. Mas vou vendo as séries que quero – ao meu ritmo e quando quero e posso.

E as crianças, não têm direito?
Sim! Sim, a TV tem desenhos animados e ‘ai coitadinha da minha filha que não vê os desenhos animados que os amigos vêem.’. Por acaso até vê. Na avó. Ou na tia. Cá em casa vê os clássicos: Disney, Era uma vez a vida, As misteriosas cidades do ouro, Heidy e por aí fora. Se calhar, se tivessemos TV cá em casa, ela andaria a perder isto tudo.

Por outro lado, a TV é para se ver em momentos de descanso. Pelo menos cá em casa. Uma criança tem de fazer cenas. Brincar! Dar uso ao corpo! Às canetas, aos puzzles. A TV é para sossegar. Ou para aguentar, tipo babysitter.  Mas, a bem da verdade, cá em casa funciona mal. É o reverso da medalha. Podia ficar ‘colada’ à TV... mas não fica. E isso, volta e meia, dava imenso jeito! Mesmo!!

Mas o mais importante é que, não tendo TV temos mais tempo para cenas. Para falarmos uns com os outros, para brincarmos mais e fazer cenas giras. Para descansar a cabeça. Para ler e escrever.

Mas quando nos sentamos em frente à TV é uma festa! Entre o Natal e os Reis estivemos a ver a saga da Guerra das Estrelas com a mais velha. E foi só espectacular! E é este tipo de experiência que eu desejo para a minha filha. Eu tenho as melhores das recordações dos domingos em que vía, em família, o Dallas e o Kit (ou Justiceiro). Lembro-me de passarmos a tarde na brincadeira e de recolhermos à sala para ficarmos sossegados a ver estas séries. Ou de me sentir uma grande porque à terça feira à noite (salvo erro!) via o Dempsey and Makepeace, coisa rara porque ia sempre muito cedo para a cama.

Não tenho nada contra a TV. Dá-nos momentos óptimos em família! Com conta, peso e medida!


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Constipações e homeopatia

19.2.13



Se Fevereiro é um bom mês para se nascer – como são todos os meses e todos os dias! – é um mês chato porque está muito frio e qualquer resfriado pode dar origem a constipações e gripes.

O João, do E os fillhos dos outros, escreveu um post ontem com o título ‘Atacar a constipação’ com dicas caseiras e outras para tratarmos destas maleitas. E o post dele deu origem a este que lês, sobre homeopatia.

Se me lês há algum tempo, sabes que cá em casa fazemos uso deste tipo de medicamentos sempre que achamos apropriado. Claro que se for preciso dar algo mais forte, damos. Não somos fundamentalistas J

A conselho do nosso homeopata, partilho aqui o que se usa por cá (e que já deixei em tempos escrito no facebook).

Pingo no nariz - Allium Cepa 5ch (5 granulos, 3 vezes ao dia)
Ranhito amarelado – Kallium Bic 5 ch (5 granulos, 3 vezes ao dia)
Dentes, rabinho vermelho, gengivas quentes– Chamomilla 5ch (5 granulos, 3 vezes ao dia)
Para prevenção das constipações: 5 gotas de L52, 3 vezes ao dia
Quando constipado : 10 gotas de L52, 3 vezes ao dia

Este L52 é espectacular!!

Farmácias homeopáticas no Porto – Farmácia Barreiros, na Rua Serpa Pinto. São impecáveis e estão abertos non stop todos os dias do ano.

Excusado será dizer que deverás consultar um médico antes, certo?


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