Desafio Berra-me baixo! 1ª chamada

6.1.13





Quase todas as pessoas que estão a participar neste desafio já enviaram um email com o nome e o endereço e-mail. Quase todas elas receberam também um e-mail meu a pedir para me responderem ao que segue abaixo. Quem ainda não recebeu, vai receber, claro!

Mas para a carruagem não perder velocidade e para fazermos um ponto de situação, peço-te que repesques o e-mail que me enviaste (ou se não enviaste, envia!)  e que respondas a estas questões, semanalmente, e até ao fim deste mês.

1. O que foi mais fácil;
2. O que foi mais difícil;
3. Quando sentiu que estava a controlar-se e ficou feliz;
4. Reacção dos filhos e das pessoas à volta;
5. Impacto do desafio com outras pessoas;
6. Impacto geral

2 comentários:

  1. Tento sempre não gritar, detesto gritos, sempre detestei! Mas por vezes lá sai um!
    De vez em quando lembro de um professor de história de arte que eu tive durante os 3 anos do liceu, quanto mais barulho a turma fazia mais baixo ele falava, tinhamos-lhe um respeitinho, às vezes também uso essa tática com o Simão.
    BOM ANO
    Joana

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  2. 1. O que foi mais fácil;
    - Aperceber-me da forma como resolvo as coisas com os miúdos, sejam elas quais forem. Parece que este desafio me deixou mais atenta e tudo ficou muito claro para mim.

    2. O que foi mais difícil;
    - Lidar com as vezes em que caí na tentação e perceber se havia outra forma de regular o comportamento dos miúdos sem recorrer ao grito. As vezes em que elevei a voz, fiquei sempre na dúvida: "Será que esta é uma vez válida ou não?"

    3. Quando sentiu que estava a controlar-se e ficou feliz;
    - Durante a semana fiquei feliz muitas vezes por perceber que já há uns meses que me controlo com mais facilidade e que este desafio me fez reparar nisso. Mas houve um dia em que o meu filho mais velho estava a tomar banho há já mais de um quarto de hora e eu ia para gritar "Já chega!!", como fiz algumas vezes, e nem cheguei a abrir a boca. Lembrei-me do desafio, cheguei à porta do wc e disse:
    - Simão, não te lavaste já?
    Ele respondeu que sim e eu argumentei:
    - Então, sai já da banheira, filho. É que estás a gastar muita água e muito gas e se estás despachado não há razão para estares aí tanto tempo.
    (Acho que agora vamos começar a "cronometrar" os banhos porque parece que ele entendeu. Tenho é de ensinar o pai também!)

    4. Reacção dos filhos e das pessoas à volta;
    - Por enquanto não houve assim muitas reações. Comentei com o meu marido que achava que andava a gritar menos e ele disse que não achava diferença. Veremos!

    5. Impacto do desafio com outras pessoas;
    - Os miúdos e o pai estão na expetativa, mas dizem que não precisava. (Eu acho que sim!). Parece que já deixei a ideia em mais algumas pessoas... mas há quem tenha muita dificuldade em admitir que grita.

    6. Impacto geral
    - Quero mesmo mudar isto em mim e penso que esta será a ajuda preciosa para me desabituar por completo de erguer a voz.

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Obrigada por leres e por comentares!
Todos os comentários são bem-vindos excepto os que 'berram alto'...Esses são, naturalmente, eliminados!

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