Berra-me baixo... chamada a todos os participantes!!!

15.1.13



O desafio berra-me baixo começou a 01 de Janeiro e termina no final deste mês.


Tenho recebido semanalmente feedback vosso via e-mail mas esta semana quero que o façamos de forma diferente.
E como?
Deixando feedback neste post. E porquê?

Porque assim inspiramos mais pessoas e empurramo-nos umas às outras.

Como deixar o feedback? Tens duas formas:

Ou escreves o que te apetecer?
Ou respondes a estas questões:
1. O que foi mais fácil;
2. O que foi mais difícil;
3. Quando sentiu que estava a controlar-se e ficou feliz;
4. Reacção dos filhos e das pessoas à volta;
5. Impacto do desafio com outras pessoas;
6. Impacto geral


É importante que partilhem. Em anónimo, com o vosso nome, não interessa. A ideia não é saber quem são mas sim o que estão a fazer para que este desafio esteja a ter esta taxa de sucesso e de adesão. A ideia é mesmo contagiar mais gente! Porque está decidido, em Março há novo desafio para quem não entrou.

Posso contar contigo?


Mais links sobre este desafio:

- O facebook AQUIAQUI 
- Instruções do desafio AQUI

40 comentários:

  1. Olá! :)
    Ok, assumo, estou a participar, mas assim quase que como... ilegalmente, lol
    Não me inscrevi, apenas estou a "participar"
    Penso que posso fazer um ponto da situação na mesma, certo?

    O que foi mais fácil?
    Perceber que a minha filha precisa de atenção, que gosta de estar comigo. Perceber que se faz tudo para me fazer gritar acaba por ser uma chamada de atenção. Enquanto lhe "grito" estou focada nela, e é exactamente o que ela quer.

    O que foi mais difícil?
    respirar fundo algumas vezes para não lhe gritar...

    Quando senti que me estava a controlar e fiquei feliz?
    Quando comecei a ver que a cada dia, menos vontade sentia de gritar ou apressar. Quando vi que estávamos a passar tempo de qualidade juntas, quando vi que ela estava mesmo a atenção de que precisava (e merecia)

    Reacção dos filhos e pessoas à volta?
    A minha filha (tem 4 anos) já não tem necessidade de fazer disparates para me chamar para pedir atenção. Acaba por falar mais comigo, fazer menos birras e noto que lhe está a dar mesmo gosto estar comigo.
    O meu marido notou que eu e ela estamos mais cúmplices, e "desculpou-me" ter deixado o jantar quase queimado, porque eu e ela decidimos que íamos dançar na sala! ;)

    Impacto do desafio com outras pessoas?
    Pois, essa parte é que não posso dizer muito. Por enquanto só partilhei com o marido...


    Impacto geral?
    ainda temos um longo caminho pela frente, mas ajudou-me a perceber que o facto de não lhe faltar comida, roupa lavada nem nenhum bem essencial/material não é o que a faz mais feliz. Que ela prefere mil vezes estar connosco (seja a brincar, conversar, aos saltos pela casa, ajudar-me a fazer um bolo, etc) do que o resto. Que precisa de atenção e de cumplicidade. E que... nós também precisamos! Não sou "só" a mãe que arruma, limpa, cozinha. Sou (ou vou ser) a mãe que faz isso tudo, mas que ainda arranja tempo (e paciência) para a ouvir, brinca com ela e partilhar!


    Por isso tudo, o meu OBRIGADA!*

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    1. Obrigada a si por participar com esse entusiasmo todo!

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  2. Só agora tive conhecimento do desafio e vou tentar a partir de hoje pois se à coisa que me deixa zangada/triste comigo própria é quando fico mais descontrolada e "berro" com o meu filho mais velho quando me tira do sério com as suas provocações.

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  3. Não resisto! Claro que podes contar comigo.
    Vou ler melhor como faze-lo.
    Beijinhos

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  4. Comentário da Ana Barbosa, deixado no Facebook:

    Ana Barbosa Por aqui está a correr... o que me marcou mais, foi um acontecimento que aconteceu com o meu marido.
    Estavamos no carro, e a minha filha, estava sempre a tossir (pois ela puxa a tosse, quando tem impressão na garganta) , o pai começa a berrar com ela, a manda parar com aquilo. Eu disse-lhe que não era assim, que não precisava de berrar. E ele diz, então fala tu... eu pego e digo que não pode fazer aquilo, porque vai fazer doi doi na garganta. Ela ainda puxa mais uma vez:) o pai faz um sorriso maroto, mas eu não desisto. Viro-me para ela e digo assim, "oh filhota, estas constipada? pareces o patinho... e começo a cantar a musica de "todos os patinhos sabem bem nadar... atchim, atchim, estão constipadinhos". ela começa a cantar e nunca mais puxa a tosse:)
    Vou ter que começar a acertar os ponteiros também com o pai:)

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  5. Nesta segunda semana, continuo a respirar fundo, e a controlar me em não berrar :)Mas os berros já estão a diminuir;)
    Agora o q realmente se fez luz para mim, é como é impressionante como se em vez de berrar gastar o mesmo tempo em dar atenção aos meus filhos eles fazem o que eu quero. Ou seja é muito mais rentável (se é que posso usar esse termo) canalizar aqueles segundos em que berro e convertê-los em um pouco de atenção que dou aos meus filhos. Olhá-lo nos olhos (o que implica eu baixar-me para estar ao nível deles) e simplesmente falar com eles.
    Ainda ontem o meu filho mais novo (3 anos e meio) fez uma birra enorme para jantar, há uns tempos atrás manda-lhe quatro berros,ontem porém bastou começar a conversar com ele sobre comida saudável e não saudável que ele lá se sentou à minha beira e começou a comer. Só queria atenção :) Muito mais fácil, sem chatice e até nos divertimos.
    Com a minha filha mais velha (7 anos) é mais difícil controlar-me nos berros, porque sou exigente com ela, no sentido de ela já perceber bem as coisas (talvez até demais para a idade dela) e perco a paciência mais depressa, mas claro não deixa de ser uma criança.
    Em suma, um passo de cada vez, mas ficamos todos a ganhar :)))

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    1. Minha querida, mto obrigada pelo seu feedback. Vou colá-lo no FB para inspirar mais gente! Um beijinho! Siga para mais uma semana :))))

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  6. olá, as usual (in me) i'm a bit late... however. Confesso que penso diariamente neste desafio a que me propus, é um facto que todos os dias o interiorizo, tal qual um mantra, mas a verdade também, é que tem resultado! Por vezes sinto-me a descontrolar e lá salta um berro, mas o seguinte já não salta :):). Tenho feito um esforço, no sentido de me reeducar, e tentar dizer-lhes o mesmo 20.000x sem perder as estribeiras... normalmente, acabo com um "por favor!" e deu-se-lhes o clique. Sabem que quando digo "por favor" é bom que se despachem porque a paicência está em red line. É a minha muleta para me acalmar :):)acresce que tento ( estou a conseguir) guardar uns minutos de atenção exclusiva para cada um deles, assim que entro em casa e imediatamente antes de deitar. Não sei se há correlação ou não, mas o certo é que ao entrar e depois dos minutos deles me deixam "atacar" as tarefas domésticas sem tantas interrupções, e ao deitar a coisa flui sem tanto disparate. Quanto à reacção dos outros, não sei/consigo avaliar, mas pessoalmente está a ser uma boa escola de autocontrole, que sei, vai educar melhor os meus filhos.Até porque antes deste desafio, fazia-me impressão ver a minha filha mais nova, a brincar com os bebés e a ralhar-lhes/falar muito alto - mas eles são o nosso espelho, right?? Pois é!!... mas agora já a tenho visto a dar-lhes colinho, beijinhos e falar-lhes de outra forma. Embora, ainda ralhe muito com os bebés :(:(.... concluindo, acredito que com esforço e empenho chegamos lá. Eu e eles.

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    1. Que inspiração! Que bonito! Siga para a próxima semana!

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  7. Na 2.ª semana continuo a encontrar o mesmo problema... o fim de semana.
    Parece incrível mas, principalmente ao domingo, a pequena parece que gosta de me "tirar do sério", não berro, mas chateio-me.
    No geral não berrar tem sido fácil para mim, conversar com ela e fazê-la, ou pelo menos tentar, que compreenda as coisas, mas agora com 3 anos, está complicada... imita-nos constantemente, repetindo tudo o que dizemos e fazendo "orelhas moucas" ao que solicitamos.
    A experiência tem sido boa e manterei pois pretendo que ela cresça feliz e que lá em casa também nós possamos ser mais felizes.

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  8. Olá.
    Vou juntar-me hoje ao desafio. Vem mesmo na hora H!
    Depois partilho as experiências.
    Obrigada pelas dicas.
    Ana

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  9. Aqui vai o meu feedback a meio do desafio.
    Abolir os berros não foi muito difícil, mas continua a haver um ou outro de vez em quando - mas:
    a) consigo identificar quando e o que me faz gritar, o que me leva ao extremo e me toca no nervo, e portanto a partir daí tento auto controlar-me porque já sei que determinada coisa me vai enervar
    b) tento que o grito não seja a minha primeira reacção, ou seja, tento falar/explicar porque não devem fazer determinada coisa, e repito uma ou duas vezes, quando salta o berro pelo menos não são apanhados desprevenidos, foram avisados antes.
    Fico triste quando berro com eles, e acho estranho pensar que o fazia com frequência até há pouco tempo.
    As manhãs era um bocado caóticas, estão muito melhores e eu fico muito feliz com isso.
    O pai cá de casa estava sempre a chamar-me a atenção e a pedir para eu berrar menos, e combinámos isso como resolução de ano novo, dias antes de ver este desafio aqui - por isso digo que às vezes parece que escreves para mim lol!
    Temos ainda um longo caminho pela frente, mas acho que chegamos lá!
    :)

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  10. Olá Magda,

    Não pude deixar de te vir contar que tenho tentado a tua "experiência" do berra-me baixo.

    Não me "inscrevi" mas resolvi tentar! Sem tentar não saberia se conseguia ou não e qual o resultado!

    Para meu ENORME espanto estou a conseguir e está mesmo a resultar!!!!!!!!

    A minha filha tem 6 anos e é muito senhora do seu nariz e filha única (não posso ter mais devido a problemas de saúde complicados). Dá-me cabo da cabeça e é de uma persistência como eu nunca vi em ninguém mesmo! É de uma perseverança, tenacidade ou nem sei o que lhe hei de chamar que dá cabo dos meus nervos e ela sabe-o bem... Não há dia que não tenha que me zangar com ela 20 vezes e pô-la de castigo, porque me desafia constantemente. Uma canseira!

    Agora tento respirar fundo e não gritar nem me zangar e ela anda mais calma, embora terrível na mesma! Mas menos terrível! Sim menos terrível!

    Estou muito contente! Vamos ver se me aguento e se ela entra no jogo e colabora! Estou confiante que sim!

    Eu acredito que não é preciso gritar nem castigar constantemente, pelo menos isso foi o que aconteceu comigo em criança, mas ás vezes é mais forte do que eu porque ela me consegue descontrolar e "tirar do sério". Agora acredito que estou no bom caminho!

    Bj e OBRIGADA!

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  11. Neste desafio o que tem sido mais fácil, é mesmo a minha motivação para que resulte. Penso todos os dias nele, e faço um esforço para me controlar e não gritar. Sinto alguns progressos...lentos, mas acho que vou no bom caminho.
    Continua ser difil e deixa-me triste quando ainda não me controlo como gostaria, mas já são vários os dias que correm bem, e isso deixa-me MUITO feliz.
    Beijinhos

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  12. 1. O que foi mais fácil;
    - Tomar consciência de que estava a "gritar" mesmo sem levantar a voz.

    2. O que foi mais difícil;
    - Continuo a ter alguma dificuldade em perceber se estou a "cair na tentação". Poucas vezes levantei a voz, mas acho que ainda estou presa a frases "erradas", tipo "chantagem emocional".

    3. Quando sentiu que estava a controlar-se e ficou feliz;
    - Principalmente na hora de sair de casa, de manhã. Confesso que, às vezes, ao sairmos todos à pressa, acabava por levantar a voz ou dizer coisas pouco agradáveis, como "já vou chegar atrasada porque não te despachaste" ou "todos os dias é a mesma coisa, que fartura!". Fiquei feliz quando, na segunda-feira, ia a dizer algo como isto e consegui controlar-me. Acabei por dizer: "Oh filhos, temos mesmo de fazer um esforço por se levantarem logo que a mãe vos chama, para ninguém sair daqui à pressa nem irritado." Depois combinei com eles que iamos comprar despertadores para os 2 e assim o fizemos, ontem à tarde. Hoje acordaram com mais facilidade.

    4. Reacção dos filhos e das pessoas à volta;
    - Os meus filhos andam uns "melgas", no bom sentido. Acho que sentem a minha tranquilidade e têm andando menos tensos.

    5. Impacto do desafio com outras pessoas;
    - Todos têm notado as melhorias, principalmente o marido e os miúdos. Acho que tenho de escrever qq coisa sobre isto no blogue.

    6. Impacto geral
    - Começo a perceber que o meu marido tem muito menos paciência do que eu. Grita mais, ralha mais e é menos "coerente" no discurso. Não sei se é uma fase ou se sou eu que estou masi disperta e atenta às nossas formas de atuar. Começo a ver "erros" na sua ação. E ele é dos dificeis de admitir o que faz mal!!! LOLOL

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  13. Magada parabéns pelo desafio e juntar-nos a todas torna-o ainda mais interessante.

    Este desafio surgiu no momento certo. Cá em casa somos 3 (pai, mãe e filho com 6 anos) e por estranho que pareça (ou talvez não) o campeão do “Berro” é o pequeno.
    Não quero com isto dizer que nós os adultos nunca berramos, mas é preciso muito para o fazermos. E o muito pode ser os berros dele. confuso? Eu explico: O pai é uma pessoa muito calma, fala pouco, mas quando “se passa” sai daqueles berro… irra de fugir….. já eu sou impulsiva, falo muito e depressa, quando “ me passo” começo por fazer o discurso do que é justo, boa educação e patatipatata … e se depois disto tudo do outro lado me ignoram aí reconheço que aumento mesmo o volume e com cara feia.
    O Manuel quando entrou para o colégio foi difícil para nós constatar que berrar era um habito lá do sitio, de tal forma que mais parecia uma técnica educativa. Constatar este mau hábito e tenatar resolve-lo foi complicado e que exigiu de nós especial atenção e cuidado e até uns aborrecimentos com a educadora, uma vez que ela tinha em conceito do berro diferente do nosso.
    Agora que o Manuel está na primária, no mesmo colégio mas com uma professora que não usa o berro, pensamos que a "coisa acalmava" e ficamos felizes da vida. Porém, engano nosso, pois o Manuel habituou-se de tal forma a ouvir falar alto que facilmente recorre ao berro como forma de se fazer ouvir . E gera-se assim um ciclo vicioso: ele berra, nós por reacção e aversão ao berro dele reagimos com berro, às tantas estamos todos a berrar.
    Não se assustem! Não somos sempre assim. Tb somos pessoas civilizada. :)))
    Magda o quadro está na parede da cozinha no final do mês vamos ver qual a cor que predomina. Eu gostava que fosse o verde até porque o verde combina melhor com a decoração da cozinha. Estou a brincar.
    Deixem dizer-vos que cá em casa, os acontecimentos mais instigadores do berro são hora de deitar: ele está ainda mais ativo e com uma criatividade que me faz trepar pelas paredes; e a hora de sair de casa para o colégio: está muito calmo, sem pressa e sem disposição para nada. E nós quase a perder o controle.
    Magda, falei demais não foi. Eu disse que falo muito, pois é :)
    Beijinhos

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  14. Olá Magda! 2ª seamana: Foi uma semana atípica com vários programas fora da rotina o que acaba por os destabilizar e por isso tendem a existir mais pontos de tensão ou críticos.
    O mais fácil continua a ser a identificação das situações em que me "passo" o que faz com que de antemão me consiga controlar...nem sempre fui bem sucedida mas mesmo numa semana atípica creio que dei 1 ou 2 berros o que é bom apesar de ter ralhado mais do que o habitual...criei uma amiga imaginária para me ajudar a controlar-me na 1ªsemana e mantive-a nesta embora com menos peso do que na 1ª. a motivação é grande neste desafio e por isso acho que é um passo em frente porque penso sempre antes de agir.
    O mais dificil é de facto a capacidade de autocontrolo em algumas situações e o ter q contar até 10 antes de reagir a um comportamento menos adequado e a birras.
    Continuo a achar que o impacto é muito positivo uma vez que dou por mim a ser capaz de dar as voltas às situações em berrar e a fazer-me melhor ouvida, mesmo falando mais baixo.
    Ainda há muito para fazer e melhorar mas como o caminho se faz caminhando, acho que vamos conseguir!

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  15. Ola Magda!
    Com o atraso na minha resposta, diria k este meu balanco ja engloba tb a 3. semana ;)
    O desafio nao tem sido nada facil e sinto k tenho melhorado mto mais lentamente do k eu gostaria... melhorar é bom portanto vou no bom caminho!!!
    O k me foi mais facil foi identificar o k me leva a gritar: dizer a mesma coisas varias vezes e ser ignorada; a frustracao k me causa a nao-atitude do pai. Mas isto eu ja sabia ha mto tempo.
    O k me tem sido mais dificil é arranjar alternativas aos gritos nas situacoes em k os miudos se portam mal, a ponto de nao poder 'deixar a coisa ficar por isso mesmo'. Castigar nao posso, po-los a pensar na vida tb nao, dizer k dp nao terao isto ou aquilo tb nao posso. Faco o que?!
    O filhotes andam (ainda) mais mimosos e amigos da mae, o k me mostra k eles sentem a diferenca. E eu tb! Sinto-me menos frustrada por nao 'levar a agua ao meu moinho' pois Estou a aprender a relativizar algumas coisas menores k ainda sobrevalorizava.
    Agora reparo imenso nos 'erros' do pai provavelmente por estar mais desperta p o assunto. Fico feliz (por mim, claro, e apenas por isso) por haver situacoes em k eu estou a conseguir controlar-me facilmente e vejo o pai a entrar naquela reacao habitual k a mim ja nao me faz sentido. Talvez com o tempo o pai possa fazer o mesmo caminho.
    A um nivel mais alargado nao tenho tido oportunidade de ver, mas no outro dia o meu pai comentou algo do genero: gostei mto de vos ver, calmos e sem levantarem a voz.
    Para mim o desafio vai continuar em Fevereiro!!!
    Mto obrigada Magda por nos inspirares e por nos orientares
    Bjk
    Margarida :o)

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  16. Olá!
    Disciplina parece ser a palavra de ordem. Parabéns a todas. Revi-me nas vossas frustrações,já tentei aplicar algumas das medidas que aqui li, também já identifiquei alguns dos pontos que me levam a berrar e alguns deles revi-os aqui e se há momentos em que consigo controlar outros há que me passo completamente. Detesto perder o controlo, sei que perco mais do que o ganho e também revejo nos meus filhos os meus comportamentos... :( Muito mau ;)
    Ler todos estes comentários fez-me perceber que não estou sozinha e vou tentar começar os meus 31 Dias!!!
    Vou dando notícias e ... FORÇA para todas ;)

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  17. Olá!
    Para mim o desafio começou mais tarde, por isso estou na 3ª semana.
    O balanço tem sido muito positivo pois tenho tido muito mais :-) do que :-( no meu calendário.
    Sinto-me muito menos cansada por não gritar e vejo que a minha mudança se está a refletir também no resto da família.
    Apercebi-me como é importante isto ser um desafio com data de início e fim e em que nos vamos acompanhando mutuamente. É que pela experiência percebi que basta perdermos um bocadinho o foco do nosso objetivo de não gritar para regressarmos aos velhos hábitos.
    Obrigada mais uma vez Magda pela ideia e a todas as pessoas que estão no desafio pelo feedback que vão dando e que funciona como motivação e para nos mantermos "na linha"!
    Os nossos filhos e nós merecemos este esforço!
    Ana

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  18. Olá
    Aqui estou eu para contar como foi e como será!!! Estou a operacionalizar, desde o mês de março, diversas estratégias potenciadoras de uma melhor relação com a minha filha (19 anos), sem exaltações. Tenho utilizado métodos ligados ao auto-controle e auto-análise, antes da ação. Claro que estes procedimentos têm altos e baixos, mas com o tempo, os altos são mais do que os baixos:)Melhoramos consideravelmente e torna-mo--nos mais tranquilas. Quanto ao desafio na minha escola (jardim de infância), após conceber uma rotina que inclui meditação (yoga para crianças)com auxilio de mantras musicais acompanhados de pequenas histórias e auto-massagem corporal, este ritual favoreceu o comportamento das crianças da minha turma(dos 4 aos 6 anos), notando-se mais calma e concentração bem como respeito pelos outros e pelas regras. Tenho pena de não ter ainda contaminado todas as minhas colegas do primeiro ciclo, mas com o tempo talvez chegue lá.
    Mais uma vez reconheço o positivismo deste desafio, a corrente tem cada vez mais elos de ligação,o que significa que a vontade de melhorar, reconhecendo os erros, ajudando-nos e ajudando os outros, isso sim é ser humano:). Bem-haja Magda pela sua positiva aventura de mexer com pequenos e graúdos.
    Abraços
    Rosa Lima Barreto

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  19. ora cá estou eu no 2º round, o 1º correu melhor do que esperava apesar de terem havido uns berritos pelo meio.
    Arranjei umas muletas para quando me estava a passar de falarmos de alguma coisa que ela gostasse... "Ora este fim de semana vai estar sol, onde é que gostavas de ir?", "o teu amigo que fez anos hoje levou bolo para a escola? de que era?"
    Expliquei-lhe (á Cria de 4 anos) que a Mãe não queria berrar tantas vezes nem zangar-se com ela, mas que precisava que ela me ajudasse, sei que aparentemente parece uma grande responsabilidade para eles, mas ela de vez em quando dizia-me que não podíamos falar alto nem zangar.
    Depois de lhe dar razão e agradecer o lembrete consegui entrar facilmente em modo "Berra-me baixo" no fim do dia faziamos o balanço.
    No meu caso correu muito bem porque ela foi uma companheirona, agora já quase que não há gritos nem berros, há conversas. Percebi que dizer-lhes:"Foi Filha?", "Espectacular a Mãe está tão orgulhosa de ti", "Boa meu Amor" "Vá,estivemos até agora a brincar, agora tens que fazer um bocadinho a minha vontade, é assim que são as melhores amigas não é?" ´são palavras mágicas para ela, precisa da minha aprovação e fica feliz por eu a manifestar!
    Agora a ultima é perceber que eu me rio das piadas dela, finge que me diz segredos e diz "A mãe agora ri-se" e eu dou uma gargalhada babada desta cumplicidade tão boa e que afinal era tão fácil encontrar!
    MZ

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  20. Olá
    Eu estou a participar e aqui fica o feed da primeira semana do desafio de maio
    Desde março que venho tentando manter o que adquiri com o desafio, mas confesso que não tem sido nada fácil... Sim é verdade que já consegui mudar em mim muitas reações, mas estou longe de me sentir no caminho certo de forma segura.
    O mais fácil é neste momento ter "ferramentas" mentais para tentar encarar as situações...
    O mais difícil é conseguir chegar à minha filha mais nova, de três anos....
    Com a mais velha, de 5, as coisas têm corrido bem. Bastante bem. Desde Fevereiro que venho pondo em prática o "berrar baixinho" e a minha relação com ela, a relação dela comigo e com ela mesma teve alterações por demais de positivas. Ela ganhou auto-estima! Eu sinto-me realizada como mãe por conseguir ser assim com ela.
    Mas a de 3 anos.... digamos que tem uma personalidade muito especial. Eu não consigo sequer falar com ela. Ela não me olha nos olhos, não me deixa passar para lá da barreira das birras, dos berros, da teimosia... eu já percebia que as raríssimas vezes que ela se distrai na permanente atitude de desafio e provocação (só COMIGO), e eu consigo chegar a ela, as coisas correm bem. Ela adere às coisas, torna-se uma menina doce, disciplinada mas alegre, brincalhona, colaborante... Mas são exceções. O padrão é o contrário. De tal forma que não durmo uma noite completa há mais de 3 semanas, acordo com pesadelos (ela a gritar, a espernear no chão, etc), estou à beira do esgotamento, nem a medicação ajuda, e naquele ponto terrível em que olho para ela e apetece-me... nem vou verbalizar.

    Fico orgulhosa sempre que consigo com alguma delas controlar os decibéis do berro que se está a formar na garganta; quando me lembro de as escutar., de respeitar os timings delas explicando que há a fazer e porquê e consigo essa negociação com elas (com a mais velha vá...)

    A reação da mais velha como já disse tem sido fantástica. Ao principio acho que estranhou, mas já me disse que gosta da mãe assim mais :)a falar mais baixinho e a fazer mais coisas com elas...
    No meu serviço tenho tentado manter a atitude positiva e levar as contrariedades sem berros... está a resultar. Até ver...

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  21. Este comentário foi removido pelo autor.

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  22. Olá Magda,
    O início do desafio coincidiu com uma fase mais pacífica cá em casa, ou seja, com uma altura em que o Lourenço, o meu mais velho que tem 8 anos, não trouxe praticamente trabalhos para casa e os TPC's são, de facto, a principal fonte de conflitos por aqui. No entanto, ter-me inscrito no desafio trouxe-me uma coisa muito boa, que é ajudar a focar-me no objectivo. Tenho essa meta - do não gritar ou do "berrar baixo" - mais presente e isso ajuda-me a tomar uma atitude mais positiva no momento de crise. Acho que normalmente reagimos no automático, sem pensar, e este exercício faz soar o alarme e ajuda-nos a ganhar novos hábitos :). Por coincidência, sexta-feira passada assisti a uma palestra fantástica com o psicólogo Vítor Teixeira, que nos deu dicas óptimas acerca do estudo e do nosso papel enquanto pais, informações que de alguma forma vou poder potenciar com este desafio. Acho que ainda tenho um longo caminho pela frente, mas para já o balanço é positivo. Obrigada e parabéns pela iniciativa!
    Teresa

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  23. Olá Magda,
    O início do desafio coincidiu com uma fase mais pacífica aqui por casa, ou seja, com uma altura em que o L., o meu mais velho que tem 8 anos, trouxe pouco trabalho para casa e os TPC's são, de facto, uma das principais fontes de conflitos cá em casa. No entanto, o desafio trouxe-me uma coisa muito boa, que foi manter-me focada no objectivo. Tenho a meta do não gritar ou do "berrar baixo" mais presente, e isso faz soar o alarme no momento de crise. Acho que normalmente reagimos (ou gritamos) de forma automática, sem pensar, mas o desafio obriga-nos a que lentamente mudemos de hábitos (pelo menos é o que eu espero!). Por coincidência, sexta-feira passada assisti a uma palestra fantástica com o psicólogo Vítor Teixeira sobre aprendizagem e (in)sucesso escolar, que nos deu imensas dicas sobre o estudo e sobre o nosso papel de pais, informação que poderei cruzar com esta experiência. Ainda tenho um longo caminho a percorrer, mas para já o balanço é positivo. Obrigada e parabéns pela iniciativa!
    Um beijinho
    Teresa

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  24. Bom dia Magda,

    Sinto-me frustrada! Não tenho sido bem sucedida no desafio!
    Tenho um casal de gémeos com 6 anos, que andam no 1º ano. Têm atravessado uma fase de desafio à minha autoridade e o que eu digo entra a 100 e sai a 1200. Como sou birrenta, e quero marcar posição (autoritária) insisto e acabo por gritar e distribuir castigos!
    Sinceramente acho que o problema deve ser meu, que devo andar com pouquíssima paciência, e eles coitados, levam comigo! Para ser franca, eu até achava que estava a berrar menos, mas o meu marido discorda e cobra-me o desafio! (maldita a hora que lhe contei do desafio!)
    sabes, Magda, a teoria eu até entendi, mas na prática, não está a ser fácil!
    Agora que li comentários de outras mães que estão a ser bem sucedidas, vou ali dar-me umas 100 chicotadas e já volto :)
    Beijinhos e parabéns que trabalho

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    1. Calma...eu junto me a este clube...sim, a coisa esta semana correu menos bem...
      Eu treinei antes de entrar no desafio e sentia me mais calma, tranquila e capaz. Aceitei o desafio e as princesas traquinas (5 e 2 anos) resolvem esticar a corda...Eu mantenho a calma...explico...e elas esticam até que de respente salta aquele estrondoso... e ...elas obedecem...ja lhes perguntei se querem que eu salte a parte simpatica e va direta aos berros para nao perdermos muito tempo
      Analisando considero que que a ultima fase que vivi exigiu muito de mim (a minha mae partiu fruto de uma doença oncológica) e eu portei me a altura...e de repente o guerreiro precisa de descansar...
      Se calhar em muitos e deiversos momentos algumas batalhas que travamos por exemplo no trabalho, com familiaresc com companheiro(a) "debilitam nos" e não podemos querer ser SUPER (inconscientemente eu ate quero)...importante seria, a meu ver, ter onde descarregar...isso aponta me para a pratica de exercicio físico nomedamente fora de um ginasio, ou uma boa almofada em forma de saco de boxe...
      ...EU VOU CONSEGUIR...o bem estar que se adquire justifica este esforço de mudança

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    2. Olá Raquel,
      lamento a perda da sua mãe... :(
      Ao ler o seu comentário acho que já tem a resposta,. comece por si. E dp, se houver alguma questão, avise. um beijinho

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    3. Hummm...este grupo é realmente terapeutico.
      Simplesmente ao ler as partilhas de todas consigo aprender, redesenhar caminhos...
      Sim, a minha mae partiu...e eu estou calma e tranquila...demais segundo aqueles que me rodeiam...mas também estive demasiado perto ate à sua partida, mais do que qualquer um daqueles que me rodeiam podem imaginar...acredito que me fui preparando para este momento.
      Mas...porque estou bem todos depositam em cima de mim o seu mal estar e é um saco muito pesado o deles para ser eu a carregar. E porque estou bem fico magoada pois a minha volta, comigo comportam-se como se nada tivesse acontecido...a minha mae partiu, eu também tenho os meus momentos frageis, também preciso de um ombro...
      Bom...agora a minha prioridade sao as minhas princesas...um acontecimento como esta partida abana nos as estruturas...nao é nada que eu nao soubesse mas sinto o de forma diferente...a felicidade é o mais importante, o bem estar...a familia...as minhas princesas...mas às vezes as coisas nao correm exatamente como planeamos e quando mais precisamos de descansar depara se nos outro desafio...as minhas princesas sao um desafio...
      Parece que nao consigo um tempo para me desafiar a mim...esta sempre outro primeiro nas minhas opçoes...e mesmo consciente que primeiro tenho de estar eu equilibrada desvio sempre o meu foco, os outros sao sempre mais importantes e talvez por isso mesmo eles achem que nao preciso do dito ombro...
      O Desafio BERRA ME BAIXO faz me bem pois sinto me mesmo muito bem quando de repente "aquele estrondoso" nao sai...e recebo de retorno um sorriso malandreco...
      Berrar nao é solução, temos antes que melhorar os nossos argumentos - li isto algures e gostei

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  25. Esta semana fui posta à prova... O meu filho mais velho resolveu cantar mais alto do que nunca, por horas intermináveis, tornou cada refrão em disco arranhado e tudo num inglês arábe... Foi duro, duro... E com as hormonas das 21 semanas de gestação baralhadas. Não correu tão bem como desejava, mas acho que a tomada de consciência se fez e sem ela nada feito. Agora é arranjar os malabarismos necessários para ultrapassar os desafios, pois dentro de algum tempo a rotina estará instalada. E como dizia um velho sábio " A melhor maneira de fazermos bem, é treinar, treinar, treinar e quando achar que estamos lá, treinar, treinar e treinar".
    Não foi a semana que desejava, mas será a semana que quero melhorar :) agora já treino uma nova etapa!

    Andrea Queirós Teves

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  26. olá Magda,

    Comigo as coisas têm corrido mal! Não estou a conseguir ser bem sucedida no desafio e sinto-me frustrada! Eu tenho um casal de gémeos com 6 anos, e ultimamente estão a testar os meus limites ao máximo. Reconheço que sou bastante exigente com eles, e que as regras são muito bem definidas e para cumprir.É neste ponto que entram as minhas birras! Quando não me escutam à primeira, nem à segunda e eu sinto que eles se estão pouco importando para o que eu digo, eu respondo com gritos! Maravilhoso, não é? Tenho os conhecimentos teóricos todos, ou quase todos, mas na prática faço sempre a mesma treta! Na volta, os meus filhos é que sofrem comigo e com a minha falta de paciência! mas aquelas respostas parvinhas, com ar de gozo, tiram-me do sério! depois ponho castigos, e bla bla bla, mas sinto que não adianta nada. Berro, e não adianta nada. E ignorar vai fazer o quê? acho que nada...Acho que lhes dou carinho e atenção, fazemos atividades diferentes com eles, vamos ao parque, passear, picnics, tentamos proporcionar-lhes bons momentos, mas claro as regras estão lá para cumprir. E regra nº 1 é terem respeito! E têm que ter boas maneiras, serem educados, dizer por favor, dizer obrigada, estarem à mesa como deve ser. E todos os santos dias me zango à mesa, ou porque não mastiga, ou porque fala de boca cheia, ou a faca anda no ar, etc etc E pergunto-me: é assim tão importante para me chatear com isto? se calhar não devia ser tão chata c estas questões, mas a verdade é que sou e não me vejo de outra forma! Tenho um medo enorme de não se tornarem miúdos bem educados!
    Mas não desisto, pode ser que consiga melhorar o meu comportamento:)
    Agora vou ali chicotear-me 10000 mil vezes, porque depois de ver tantas mães bem sucedidas no desafio, leva-me a acreditar que o mal está em mim!

    beijinhos e bom trabalho

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    1. Sofy, como em tudo na vida, temos fases melhores e outras mais difíceis. Fases em que as coisas nos parecem fáceis e noutras impensáveis ou difíceis de ultrapassar.
      Sim, parece-me boa ideia começar a desvalorizar algumas coisas. Aos 6 anos já deviam fazer essas coisas todas mas, enqto n acalmar, se aproximar deles e tornar-se mais empática, vai continuar a haver resistência. Eu percebo o que diz pq eu tb gosto dessas coisas todas mas se calhar, neste moment e no seu caso, estaria na altura de se focar noutras coisas para dp alcançar essa. melhore o vosso relacionamento. vai ver q chega la num instante.
      espero ter ajudado. um beijinho

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  27. Hum..."...a criança deve ter a certeza que esta aser educada por um adulto...alguém que têm autocontrolo e que sabe gerir as suas emoçoes..."-ups...eu tenho ainda dificuldade em gerir as emoçoes que manifesto...aalgumas vezes o autocontrolo falha e o impulso marca um golo...mas nao ganha o campeonato, certo?

    Correr bem...bem, bem eu nao diria mas seguramente estou muito conscienciente que há um comportamento que consiste em berrar com as minhas filhotas que nao é o caminho...eu nao me sinto bem comigo depois de o por em pratica, elas nao sorriem, e eu nao consigo que elas se comportem bem...portanto definitivamente é perda para todos e o caminho nao é por aqui.


    Sem dúvida concordo que a saturação, a pressao do dia a dia, o corre corre...nos esgotam e quando terminam um round inicia se o outro: "canalha ao ataque"...nao ha bateria que aguente com qualidade...então sei que tenho que ter um espaço para respirar ao meu ritmo...tantas vezes senti que era "pecado" nao canalizar o meu tempo so para elas...hoje e cada vez mais penso que prefiro estar menos tempo do que muito e sempre aos berros. Compreendem me?

    Assim na minha agenda tenho agora compromissos incanceláveis...umas AMIGONAS ofereceram me no aniversario uma ida a um SPA, uma massagem relaxante que ja esta marcada para a próxima semana...esta semana tenho um almoço que ja foi um café, um lanche e vem sendo remarcado à quase um ano e vou participar em 2 congressos sobre tematicas que me deslubram...se vao ser uteis na minha area profissional...espero que sim mas definitivamente vou adorar aprender o que me vao trazer

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    1. Lindo, lindo, lindo, Raquel! És a prova que é possível :)
      Adoro-te! Um beijinho enorme!
      E a ver se marcamos um cafe que se tornará em almoço!

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  28. A iniciativa é fantástica, mas o desafio quase nos engole de tão grande que é :-). Pelo que percebi, a iniciativa decorreu em Janeiro, certo? Ainda assim, atrevo-me também!

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  29. Fernanda Gonçalves15 maio, 2013

    Isto até estava a correr bem, mas pouco antes de ficar com a casa de banho mudar de cinza para amarelo: ACONTECEU! Isto depois da sala ter quase 50% do chão da mesma cor...Amanhã será outro dia e o esforço terá que ser redobrado, para mais parece que se avizinha uma noite de tosse...

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  30. Olá..Só agora cheguei ao teu blogue com a curiosidade desta iniciativa.
    Sou mãe de 3 filhotes, dois rapazes de 5 e 2 anos e uma menina de 7 meses.
    Vou mostrar as regras ao meu marido para nos propormos a este desafio. Sinto que precisamos de impor regras a nós pais para conseguirmos que os nossos filhos cumpram as regras, normas que lhes propomos.
    Sou sincera, cá em casa há um certo de clima de exaustão e como queremos que tudo corra mais ou menos bem, que se deitem cedo, que comam tudo, que não façam asneiras, que brinquem em "sossego", que não gritem,gritamos nós. E cada vez mais alto, sem muitas vezes nos apercebermos de como o fazemos..Ficamos exaustos, stressados, não desfrutamos nada dos momentos em família (a bebé é que fica mais prejudicada!) e não conseguimos resultados positivos porque amanhã acontece tudo igual.. e voltamos de manhã andar a correr e a chegar em cima da hora à escolinha.
    Adoramos a companhia uns dos outros mas precisamos de menos berros, porque isto é uma bola de neve! Acho que vamos tentar enfrentar este desafio e propor-nos a berrar baixo!
    Depois dou notícias do ínicio e de como está a decorrer.. Obrigada

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Obrigada por leres e por comentares!
Todos os comentários são bem-vindos excepto os que 'berram alto'...Esses são, naturalmente, eliminados!

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