WORKSHOP ALGARVE
31.1.13
Gente gira do meu coração,
eu tenho vontade, mas mesmo muita vontade de ir até ao Algarve com esta formação.
Se também tens vontade em assistir, envia-me a tua manifestação de interesse. Clica neste LINK ou envia um e-mail para info@parentalidadepositiva.com
O livro negro das cores
31.1.13
Já aqui falei deste blogue, o Planeta Zorp.
E este é mesmo um blogue a não perder, sobretudo para quem gosta de livros e deseja partilhar esse gosto com os filhos.
A Alexandra vai começar a publicar, com uma regularidade mais ou menos semanal, uma lista dos seus livros favoritos. Mas vai mais longe, não fosse ela especialista nesta área - vai explicar-te porque é que aquele livro vale mesmo a pena.
E vai começar por este, O livro negro das cores.
"É um daqueles livros excelente para as crianças perceberem, desde muito cedo, que nem todos são iguais!
É uma aventura a preto, no mundo das cores! "
E eu faço questão de, semanalmente, redireccionar-te para o blogue dela porque adoro livros e estou a adorar o Planeta Zorp!
Inspiração do dia #15
31.1.13
WORKSHOPS 2013 - A Arte e a Ciência de Educar Crianças Felizes
30.1.13
Caso tenhas interesse em participar e | ou receber mais infos, clica neste LINK ou envia um e-mail para info@parentalidadepositiva.com
Sem recompensas ou punições
30.1.13
Ser um Humanista significa comportar-se decentemente sem ter a expectativa que se vai ser recompensado ou punido quando se morrer.
Kurt Vonnegut
'O' bolo de laranja
29.1.13
![]() |
| Foto igualzinha ao meu bolo que está agora no forno!! |
Todos temos memórias sensoriais. Ou um cheiro, ou um som/música, ou o toque ou o sabor de qualquer coisa...
Há dias pedi à minha mãe a receita do bolo de laranja dela- entenda-se 'O' bolo de laranja. Era o bolo que ela fazia (e faz) sempre que havia uma ocasião para se celebrar. Um aniversário (então aqui era certinho direitinho), Natal, e aos Sábados, quando lhe apetecia. Na cozinha a minha mãe nunca ofi de inovar ou tão pouco de arriscar. Lembro-me muito bem do som do raspar da laranja, da batedeira. Mas do que eu me lembro mesmo mas mesmo bem é do sabor da massa.
Hoje fiz esse bolo - não foi a primeira vez, mas tirei a tarde para saborear o tempo - e voltei ao passado como nunca antes me tinha acontecido.
Logo à noite vamos comer 'O' bolo de laranja, à sobremesa. E eu certamente vou voltar à infância.
São coisas destas que eu gosto de partilhar com a infância da minha filha. Infância com infância.
Da próxima vez que fizer 'O' bolo, só há uma coisa que faço diferente da que eu fiz hoje - coloco-o numa forma redonda! Porque o original é servido assim, e com açucar em pó, por cima. Há coisas que não devem ser inovadas ou alteradas. 'O' bolo é uma delas.
Gostava tanto de saber o que é que tu também partilhas da tua infância com os teus - Infância com infância!
Kitschnet
29.1.13
Porque gosto de andorinhas, e isso é kitsch, porque gosto de louça da avó, e isso é kitsch, porque gosto de me ligar à world wide web e isso é net, porque adoro a minha rede de amigos, e isso é net, porque gosto de cozinhar e isso é :KITSCHNET!
Patrícia, criadora da Kitschnet
A mudança e o desafio Berra-me baixo
29.1.13
O desafio 'Berra-me baixo' está mesmo a terminar. Estamos a 2 dias dos 31 dias e o feedback e os resultados são mais que extraordinários.
Houve pessoas que assumiram publicamente o desafio, outras que o fizeram de forma mais discreta. O que é importante no entanto é o resultado final - a tua capacidade em gerires as tuas emoções, em melhorares relações e em usares e criares novas estratégias para conseguires aquilo que queres sem... berrar!
E porque as coisas boas são para repetir, há novo o Desafio Berra-me baixo em Março. Vamos espalhar a palavra? Aproveita Fevereiro para começares a treinar.
Este desafio é um desafio sobre mudança. Deixo-te por isso o texto que escrevi a propósito no portal dobebe.com Porque, na verdade, este desafio é mesmo sobre mudança.
E por isso mesmo decidi lançar o desafio do ‘Berra-me baixo’, que teve início a 1 de Janeiro deste ano. Os estudos provam que para mudarmos o nosso comportamento, necessitamos de aproximadamente 21 dias. Isso quer dizer que nesses 21 dias tomamos, a todos os momentos, a decisão de escolher uma atitude diferente daquela que normalmente escolhemos. Durante 21 dias estamos centrados na missão de fazer diferente, de fazer melhor. Por isso, este desafio dura um mês – dura os 31 dias de Janeiro – assegurando uma maior taxa de sucesso de quem participa. Durante 31 dias, as atitudes transformam-se, pouco a pouco, em comportamento.
Houve pessoas que assumiram publicamente o desafio, outras que o fizeram de forma mais discreta. O que é importante no entanto é o resultado final - a tua capacidade em gerires as tuas emoções, em melhorares relações e em usares e criares novas estratégias para conseguires aquilo que queres sem... berrar!
E porque as coisas boas são para repetir, há novo o Desafio Berra-me baixo em Março. Vamos espalhar a palavra? Aproveita Fevereiro para começares a treinar.
Este desafio é um desafio sobre mudança. Deixo-te por isso o texto que escrevi a propósito no portal dobebe.com Porque, na verdade, este desafio é mesmo sobre mudança.
É no final do ano que começamos a pensar nas resoluções que queremos empreender no ano novo que se aproxima.E, por coincidência, foi no final de 2012 que confirmei um feeling que tinha. É que se por um lado é verdade que as sapatadas e palmadas, como forma de punição estão a ser eliminadas, por outro verifiquei que os berros são a nova palmada! E que quanto mais um pai ou uma mãe berra, mais angustiado fica. A verdade é que muitos não querem fazê-lo, não gostam disso mas não sabem como parar e, mais do que tudo, perguntam-se como é que poderão impôr limites aos seus filhos de outra forma – mas isto é tema para outra crónica.
Mais do que explicar ou fundamentar teorias, muitas vezes o ideal é passarmos pelos processos por forma a vivermos as situações.
E por isso mesmo decidi lançar o desafio do ‘Berra-me baixo’, que teve início a 1 de Janeiro deste ano. Os estudos provam que para mudarmos o nosso comportamento, necessitamos de aproximadamente 21 dias. Isso quer dizer que nesses 21 dias tomamos, a todos os momentos, a decisão de escolher uma atitude diferente daquela que normalmente escolhemos. Durante 21 dias estamos centrados na missão de fazer diferente, de fazer melhor. Por isso, este desafio dura um mês – dura os 31 dias de Janeiro – assegurando uma maior taxa de sucesso de quem participa. Durante 31 dias, as atitudes transformam-se, pouco a pouco, em comportamento.
Quando queremos mudar um comportamento nosso, só há uma forma de o fazer. É fazendo. Não é racionalizando, não é pensando ‘ah e tal, eu da próxima vou fazer assim e assado.’ Não senhor. É fazendo. Já! Não há outra forma. A disciplina ajuda nos primeiros tempos mas não nos leva muito longe. O segredo está em fazê-lo todos os dias. Tal como lavar os dentes. Quando os nossos filhos começaram a lavar os dentes, tivemos de os ensinar, de lembrar constantemente dessa tarefa. E, de um dia para o outro, estão a fazê-lo sozinho. Não tem a ver com disciplina ou força de vontade. Tem a ver com hábito. E o hábito faz o monge, não é?
E a verdade é que ao fim da primeira semana todos os participantes perceberam que afinal têm mais auto-domínio e que conseguem controlar, na maior parte das situações, os seus berros.
A verdade é que no final da segunda semana todos os participantes perceberam que gritam mais quando estão cansados, com menos paciência.
A verdade é que o grosso dos participantes percebeu que se falar com calma, explicar as coisas (uma ou duas ou até três vezes), os filhos fazem aquilo que lhes é pedido sem guerras.
A verdade é que o grande objectivo deste desafio – ‘melhorar relações – está mesmo a ser alcançado.
Há uma história que diz que berramos uns com os outros porque por vezes os nossos corações afastam-se e por isso temos de falar mais alto para nos ouvirmos melhor.
A ideia é que os corações se mantenham juntos e próximos. E quando se berra baixo as coisas ficam muito mais fáceis!
Originalmente publicado AQUI.
Site AQUI
Facebook AQUI
Blogue AQUI
Inspiração do dia #13
29.1.13
Se andas neste mundo, deixa alguma coisa gira feita, criada ou modifica. Mas para melhor. Deixa a tua marca. A tua vida tem valor, não passes por ela sem deixares um legado. Nem que sejam sensações boas nos outros.
Já conheces o Projecto Amèlie? Inspira-te nele!
Já conheces o Projecto Amèlie? Inspira-te nele!
Site AQUI
Facebook AQUI
Blogue AQUI
PARENTALIDADE POSITIVA NA PAIS & FILHOS
28.1.13
Estive à conversa com a Pais&Filhos. Falámos sobre Parentalidade Positiva e Coaching Parental. Tudo, na edição deste mês - 4 páginas onde se explica tudo tim-tim por tim-tim', com direito a testemunhos de quem já faz disto uma filosofia de vida.
Site AQUI
Facebook AQUI
Blogue AQUI
A felicidade, a necessidade de ser ser elogiado, bajulado e as estrelinhas
28.1.13
Há umas semanas atrás escrevi um post sobre a moda do feedback positivo e das estrelinhas and so on, aplicada aos nossos filhos. Explicava que este tipo de metodologia ou estratégia deve ser utilizada com parcimónia e de forma inteligente e não porque está na moda e porque lemos e ouvimos que sim, que devemos fazê-lo a cada oportunidade. A ideia do post foi, como todos os posts que aqui escrevo, oferecer-te uma nova forma de ver as coisas para que possas reflectir sobre o assunto.
Hoje falo para ti, adult@ que és. Se acima somos nós que oferecemos esses elogios, hoje falo-te dos elogios que recebemos e dos quais somos dependentes (umas pessoas mais que outras).
Numa entrevista que lhe fizeram, a Gretchen Rubbin diz que decidiu não viver dependente dos elogios que lhe podiam tecer. A decisão tinha sido adiada durante muito tempo e ela sabia o quanto precisava de melhorar isso na sua forma de ser. Sabia também que a missão era difícil... mas nunca imaginou que seria tão dura. Diz que nunca imaginou que pudesse sentir-se tão furiosa ou magoada ou até ignorada por não lhe dizerem que ela ela era boa e que gostavam dela.
E então, uma das estratégias que decidiu utilizar foi lembrar-se, sempre que se sentisse daquela forma, de uma frase da Sta. Teresa de Lisieux que dizia que 'Quem ama, não mede'. Ou seja, quando amamos alguém, o que fazemos, damos sem esperar retorno. É a ideia do amor incondicional. Se esperamos nem que seja um pequeno 'obrigado' então já não é incondicional (mis-à-part a questão da boa educação, claro!).
A Gretchen diz que decidiu fazê-lo por ela, pela sua missão na vida. E acrescentou que não quer ter de pontuar, de amuar ou até de se sentir traída e de andar a pedinchar feedback positivo ao marido, filhas, editores e leitores, o que revelaria uma auto-estima baixa e uma necessidade de controlar tudo e todos...
Afinal de contas, a questão é com ela e não com os outros.
Decidiu fazê-lo por ela...
Inspiração do dia #12
28.1.13
Ainda a propósito do post "Pais que somos, todos poderosos"
27.1.13
"Mas quanto mais leio, com mais dúvidas fico com o que devo ou não fazer! Dou sempre por mim a pensar se estarei a fazer isto bem, isto é correcto? devo fazer isto?! Tenho um filho com 1 aninho e descobri o blog à pouco tempo e estou a adorar... mas estou a ficar com tantas dúvidas.....!"
Comentário no post
Céus... Isto é tudo tão complexo. Eu deixo rolar a espontaneidade...
Comentário no Facebook
Estes dois comentários foram deixados há pouco, a propósito do post Pais que somos, todos poderosos.
Vamos lá por pontos:
1) Pleaaaaase! Vamos ser espontâneas, au-tên-ti-cas! Quanto mais não seja porque se não o formos, tudo soa a falso! Sejamos quem somos, in the first place.
2) Comportamento gera comportamento. É elementar e já sabemos disso. Aliás, o Desafio Berra-me baixo é o reflexo disso mesmo. Lê AQUI o feedback que algumas participantes foram deixando publicamente - a constatação é brutal!
3) É claro que eu tenho o direito de estar de mau humor. É claro que por vezes atiro coisas à bruta ou bato com uma porta ou mando uma resposta 'torta'. So what? Sou humana, certo?
O problema aparece quando sistematicamente opto por um tipo de linguagem ou comportamento que é mais castrador ou punitivo. O problema surge quando não penso no assunto. O problema surge quando digo que o meu filho é feio quando na verdade o que é feio foi a acção que ele teve. É tão diferente dizer 'então? Nós não batemos, isso magoa. O que é que se passa?' ou dizer 'Mau, que menino feio e mau!'.
No primeiro a acção é que é condenável. No segundo estou a atribuir ao meu filho uma característica.
4) O homem é um ser social, constrói-se também com base naquilo que os outros dizem de si, pela sua noção de contar e ser importante. Sim, é verdade que há pessoas que tiveram uma infância difícil (lixada mesmo!) e que são casos de sucesso. A questão é: como é a paz interior que vivem? como é a sua auto-imagem?
5) Quebrar com anos de pensamentos diferentes destes, relacionados com a filosofia da Parentalidade Positiva é difícil mas não é impossível. Demora o seu tempo, é uma aprendizagem e não diz apenas respeito à nossa relação com os nossos filhos. Diz respeito a uma forma de estar com as pessoas e connosco também.
6) Vive, sê espontânea. Se hoje não saiu bem, não faz mal. Amanhã emendas e sairá mais próximo do que desejas.
Pais que somos, todos poderosos
26.1.13
Eu sei que a forma como atuamos com os nossos filhos lhes serve de modelo.
Eu sei que a forma como lhe digo as coisas tem um impacto brutal na forma como ele vai reagir a uma ou outra situação - afinal de contas somos 'animais' sociais.
Agora pensa comigo, sobretudo se os teus filhos estão na idade dos porquês:
- Mamã, de que cor é o céu?
- É azul.
- Sim, mas também pode ser cinzento ou preto, de noite.
- É verdade.
- E porque é que muda de cor?
- Não sei, filho...
- Mas porque é que não sabes?
- ... Não sei...
Claro que não tem importância não saberes. Mas isto mostra que os miúdos têm-nos como semi deuses todos poderosos, conhecedores da verdade.
Portanto a forma como eu trato os meus filhos significa, pelo menos aos olhos deles que eles são mesmo assim.
Quando eu escolho dizer 'menino feio' ou 'que palerma!' (agressivamente!) então, na cabeça deles, é porque ele deve mesmo de sê-lo.
Quando eu escolho dizer 'Estás mesmo com ar de quem quer ir fazer recortes!' mostra que eu sei do que é que ele gosta e estou atenta.
A forma como pego nele ao colo, a forma como o visto, tudo MAS tudo isto tem impacto na sua auto-imagem.
Já tinhas pensado nisto assim?
Eu sei que a forma como lhe digo as coisas tem um impacto brutal na forma como ele vai reagir a uma ou outra situação - afinal de contas somos 'animais' sociais.
Agora pensa comigo, sobretudo se os teus filhos estão na idade dos porquês:
- Mamã, de que cor é o céu?
- É azul.
- Sim, mas também pode ser cinzento ou preto, de noite.
- É verdade.
- E porque é que muda de cor?
- Não sei, filho...
- Mas porque é que não sabes?
- ... Não sei...
Claro que não tem importância não saberes. Mas isto mostra que os miúdos têm-nos como semi deuses todos poderosos, conhecedores da verdade.
Portanto a forma como eu trato os meus filhos significa, pelo menos aos olhos deles que eles são mesmo assim.
Quando eu escolho dizer 'menino feio' ou 'que palerma!' (agressivamente!) então, na cabeça deles, é porque ele deve mesmo de sê-lo.
Quando eu escolho dizer 'Estás mesmo com ar de quem quer ir fazer recortes!' mostra que eu sei do que é que ele gosta e estou atenta.
A forma como pego nele ao colo, a forma como o visto, tudo MAS tudo isto tem impacto na sua auto-imagem.
Já tinhas pensado nisto assim?
Site AQUI
Facebook AQUI
Blogue AQUI
Inspiração do dia #10
26.1.13
Comprar de forma consciente
25.1.13
Reduzir o tempo, os pensamentos, as coisas.
Reduzir as arrumações - a ideia não é arrumar melhor - a ideia é mesmo ter menos para arrumar.
Reduzir as opções.
Neste post escrevi sobre a angústia das crianças quando vão ao hipermercado com os pais e têm à sua frente 40 marcas de bolachas à escolha. A minha angústia é a mesma... E tentação, também!
Então esta semana andei a experimentar o Continente online. E gostei. Gostei porque eu sou daquelas que dá uso aos talões de desconto mas gostei sobretudo porque faço a minha lista, sento-me em frente ao computador e puxo os artigos pela relação preço/quantidade. E do meu lado esquerdo vou vendo o total a aumentar... E isso faz com que me questione 'preciso mesmo disto ou não?'. Mas há mais! Sabes quando sais das compras e vais a empurrar o teu carrinho e dizes 'bodega, esqueci-me de não sei o quê?'. Se fizeres como eu faço e não fechares logo a compra, podes adicionar os artigos que estão em falta. E se em vez de mandares entregar em casa fores lá levantar, então estás à vontade para adicionar, adicionar e adicionar... não pagas mais por isso...
Tenho a impressão que vou ficar cliente do online - menos para os legumes e carnes e peixe, como já falei AQUI.
Saio com a noção que comprei o que preciso, não trouxe o que não quero e vi mesmo as melhores opções qualidade preço. É certo que indo à loja vemos os produtos com olhos de ver - e o que eu gosto de lá ir! Mas para as compras 'banais', esta é sem dúvida (pelo menos para mim, pois claro!) a melhor opção.
O próximo passo? Fazer menús semanais! A ver vamos se de facto passo a comprar de forma ainda mais consciente!
E isto é mesmo um grande boost na minha noção de auto-eficácia e também um exemplo de controlo e não desperdício.
♥ A propósito do dia de S. Valentim ♥
25.1.13
![]() |
| Under the sycamore |
Só que eu disse que a vontade é incontrolável e por isso aqui estão aquelas coisas que estão ao meu alcance (e da minha Miss!) para fazer para oferecer no dia de S. Valentim. É que a ideia é mesmo esta - fazer com eles.
Quando vivi em Inglaterra, toda a gente recebia cartões no dia 14. E não, não era porque tinha muitos pretendentes. Era só porque alguém gostava daquela pessoa - como amiga, por exemplo.
Eu é que torno este dia mais ou menos comercial. Vou usá-lo como lembrança para oferecer muitos corações e mimos ao pessoal cá de casa. Ofereço nos outros dias mas neste vai saber-me mesmo bem!
Mais ideias aqui! E muitas começam já dia 01 de Fevereiro!
Under the Sycamore
Pink Pistachio
Elle's Studio
A Pumpking & a Princess
Uma vida por encomenda
25.1.13
Quando
decidimos mudar de vida, é bom que tenhamos a noção que muito está nas nossas
mãos e não nas mãos do acaso.
A Daniela
decidiu regressar às origens e deixar Lisboa e um emprego estável. E o que é
que decidiu fazer? Decidiu fazer uma coisa que sempre a deixou feliz: escrever.
Há um
provérbio que diz que quando o aluno está pronto o mestre aparece. E não é que
no caso dela apareceu mesmo? Não digo o mestre mas o que ela necessitava para
dar continuídade ao sonho. E
então, num curso de escrita criativa, conheceu uma empresa que fazia algo
semelhante ao seu projeto, mas numa versão mais massificada, talvez menos
pessoal, e ela foi adicionando alguns contornos e serviços que lhe faziam
sentido, como as histórias de amor e as histórias infantis personalizadas. “E
fui começando e ganhando uma grande identificação com o que faço porque me
sinto ligada às pessoas, é a forma que eu tenho de lhes dizer "compreendo
a tua vida", "a tua história é bonita".”
Eu
já vi alguns exemplos e amei! Fica aqui uma ideia de um trabalho-prenda para
nós ou para oferecer.
A
Daniela faz 3 tipos de livros: biografias aprofundadas , biografias simples e
conto infantil personalizado.
Sucessos, minha querida!
Site AQUI
Facebook AQUI
Blogue AQUI
Inspiração do dia #9
25.1.13
Comprar tempo na forma de filhos
24.1.13
'Esta noção de merecer o que se tem é algo que hoje faz falta às crianças: «Não se pode dar tudo, nem elas precisam de tudo! Muitos pais, com um complexo de culpa que não faz sentido, escravizam-se e estão a criar filhos birrentos, narcísicos, futuros adultos detestáveis!». Outros caem em excessos de projecção: «Querem que os filhos sejam uma extensão deles. É um erro comum. Mas não podemos comprar tempo na forma de filhos».'
Dr. Mário Cordeiro, Jornal Sol
Se puderes olhar, vê. Se podes ver, repara.
23.1.13
Se é verdade que as crianças são, por natureza,
irrequietas, barulhentas and so on, também é verdade que os tempos em que
vivemos não são iguais aos que eu vivi, há 30 anos atrás.
E sim, a essência das crianças quando nascem é a mesma
que há 30 anos atrás. Mas os tempos são outros e portanto é natural que o
produto final seja também ele, diferente.
É frequente os pais perguntarem-me ‘mas porque é que
os nossos filhos não são como os miúdos antigamente, como eu era?’ E eu
respondo “ É que
antigamente, só para teres uma ideia, os putos não faziam birras nos
hipermercados porque não havia hipermercados. Os pais tinham mais tempo. Havia
2 canais de TV. Sabiamos o que era apanhar uma seca monumental. Sabíamos que o
TV Rural começava por volta das 11,30, ao Domingo e já não havia desenhos
animados para mais ninguém. Podia-se brincar na rua. Não havia esta crise.
Acreditava-se que tudo se criava – fosse a que custo fosse. Uma palmada ou um
arraial de porrada eram normais e a maior parte dos pais não se questionavam
acerca de tudo aquilo que nós nos questionamos hoje em dia.
Antigamente as dificuldades de aprendizagem eram
maioritariamente explicadas ora por o aluno ter mais ou menos capacidade de
aprender, mais ou menos capacidade em concentrar-se, mais ou menos apoio em
casa. Hoje em dia adiciona-se a isso tudo a possibilidade de ter um problema
maior. Hoje em dia há mais informação, há mais gente a trabalhar nestas áreas.
Acredito também que se confundem as coisas com muita
facilidade. E um miúdo sem regras, um bocadinho ‘selvagem’, é rapidamente
catalogado como hiperactivo quando, na grande maioria das vezes não o é e está
longe de o ser. E tudo aquilo que ele precisa são regras, poucas e boas e
firmes. Por
isso, a verdadeira missão dos pais é colocar essas regras.
Simplesmente isso! Porque crescer sem elas é do mais angustiante possível. Uma
crianças que percebe que os pais não conseguem colocar-lhe limites, é uma
criança que percebe que os pais não a conseguem proteger.
E se por um lado isto é verdade, por outro também é
verdade que os miúdos (e nós também! - caramba, quantos de nós estamos em
frente à TV, com o computador no colo e a falar ao telefone?) estão rodeados de
‘incentivos’. A prova é que a Generation Y é uma geração que já tem uma
grande dificuldade em fazer só uma coisa ao mesmo tempo. Ora está a ler um
livro e a teclar no telemóvel, ora está a escrever um texto no computador e no
Messenger, por exemplo). Isto não é hiperactividade. São sinais do tempo.
Todos os dias temos acesso a demasiada informação. E
mesmo para alguém que, como eu, não tem nenhum canal de TV, a sensação pode ser
avassaladora. Basta-me ter Facebook. Separar o trigo do joio não é fácil.
O que é fácil mesmo é saltar de informação em informação e encontrar
informações contraditórias. E como é tão fácil aceder a qualquer tipo de
informação, tornamo-nos pequenos especialistas em determinadas matérias. De médico e de louco todos temos um
pouco, não é? E torna-se assim tão fácil chutarmos um ‘é hiperactivo, o
rapaz!’ ou ‘se aos 5 anos já consegue escrever/ler/fazer o jogo XPTO é porque é
sobredotado’. E pimbas, já levou com uma etiqueta em cima!
E quando as crianças passam a ter ou estão em vias de
ter uma etiqueta, a nossa angústia é tal que temos que consultar. Consultar e
saber o que é que ela tem. Consultar para saber se a etiqueta é cor-de-laranja,
salmão ou amarela.
E muitas das vezes não damos tempo ao tempo. Muitas
das vezes, com o cansaço, com o excesso de informação, com os conselhos dos
nossos amigos ou com o olhar desconfiado de pessoas que nem conhecemos mas que
nos mandaram um ar de reprovação, não conseguimos ver se aquilo é a natureza do
nosso filho ou se é uma fase. Não conseguimos pensar direito. Temos medo.
Sentimo-nos de tal forma pressionad@s em ter o filho perfeito, angustiad@s por
não conseguirmos modificar comportamentos que, mais cedo ou mais tarde,
deixamos de acreditar que talvez ainda possamos nós, sozinh@s, a resolver a
situação. E então enviamos os miúdos a uma consulta com o pediatra ou com o psi.
Estou a dizer que não deves ir ver um especialista?
Não, não estou! Estou a dizer que se isso é importante para ti, porque te pode
deixar mais tranquila, então vai. Isso não quererá dizer que tenhas de sair de
lá com um plano de consultas semanais ou quinzenais. E digo-te mais: caso saias
de lá com um plano para o teu filho, é bom que também tenhas um plano para ti.
Porque não é possível que um trabaho bem feito, nestes casos seja unilateral.
Estás implicad@ nisto até ao pescoço! Então que tenhas um plano também. Fala
com o especialista que consultares para verem qual é o teu papel. Tu tens um
papel fundamental de ajuda. Não podes ficar de fora pois não?
Mas estou também a pedir-te que páres e olhes com olhos de ver. Que páres para perceber se tens de ajudar o teu filho a gerir a frustração de não ter as coisas da forma que ele quer (ou a lidar com as birras dele). Se tens de te sentar ao lado do teu filho a fazer os trabalhos de casa e ensiná-lo a pensar. A encontrar estratégias para ele perceber uma determinada matéria. A ter métodos de estudo que lhe serão preciosos quando ele começar a estudar sozinho. Estou a pedir-te também que vejas se não há muita angústia tua aí no meio e um desejo de termos, todos, filhos perfeitos: bons alunos, meigos, que se portam bem, cómicos, empáticos e sensíveis. Quero que penses também há quanto tempo não tens tempo para ti, há quanto tempo não ‘limpas’ a cabeça e há quanto tempo andas em piloto automático, da casa para o trabalho, do trabalho para o supermercado, para a escola, para casa, para os banhos, os TPCs and so on and so on...
Quero que penses se podes poupar uma consulta e uma
etiqueta.
Não corras porque achas ou te dizem que tens de
etiquetar, porque achas que não és capaz. Não aches nada.
Pára! “Se puderes olhar, vê. Se podes ver, repara.”
E depois sim, aponta e dispara!
PRÓXIMAS ACÇÕES
PRÓXIMAS ACÇÕES
Subscrever:
Mensagens (Atom)





















