Qual é a tua missão? [ou o que é que andas aqui a fazer?]

5.6.12

Não sei se é de mim, mas dá-me a impressão que a maior parte de nós não anda aqui na terra por ver andar os outros. Pode não ter iniciativa, pode não ter força de vontade. Pode até ter de se contentar com o sítio onde nasceu e a família que lhe calhou. Mas a verdade é que muitos de nós já percebemos que viemos cá fazer alguma coisa... ou esta coisa toda não faria sentido nenhum.


A questão é: e tu, o que é que vieste cá fazer? 


Clica abaixo se queres duas questões ainda mais difíceis... !




e as questões são... : 

como é que sabes que é isso que vieste cá fazer?

O que é que já estás a fazer para que isso esteja a acontecer?

23 comentários:

  1. I know you do... queres partilhar?

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  2. Eu acho que também já sei :) Não sei é se será muito fácil explicar!

    Beijinhos*

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  3. eu cá estou em estágio... para o próximo nível...

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    1. Só tu para responderes isso, pá! ahahahahhaha! Espero que tenhas boa nota :)

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  4. Não sendo crente, sei que nasci por mero acaso de combinações genéticas.
    Mas já que aqui estou, estou para deixar algo, ser importante para alguém, ao ponto de, mesmo quando um dia já cá não estiver, poder ser lembrada.
    Sei que é essa a minha missão porque me empenho nisso todos os dias. Tento não deixar nada por dizer, nada por fazer, procuro contemplar alguém que me merece com pequenos gestos, pequenas frases, ou grandes feitos e enormes surpresas. Dou-me ao trabalho, não sei se me faço entender. Mas sou mesmo boa (modéstia á parte) a dar-me ao trabalho.
    E o que de melhor fiz nessa minha missão foi o meu filho, sem qualquer dúvida.

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    1. Lindo! Dar-se ao trabalho, coisa rara!...
      Se calhar é isso! Mesmo!

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    2. a ana por certo que me perdoará... mas um filho não pode ser obra do acaso. eu como filho, e pai em potencial, custa-me aceitar o acaso. não saí em "sortes"... perdoa-me, não perdoa?

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    3. Mano velho, nem preciso de perdoar.
      O que quis dizer, e se calhar a falha é minha, é que a pergunta deixa transparecer uma conotação algo religiosa, como se o nosso papel fosse pré-definido, como se tivessemos por incumbência de alguém superior fazer algo. Daí ter introduzido o meu comentário daquela forma.
      Um filho não deve ser obra do acaso, infelizmente alguns são, mas isso é outra história.
      No meu caso nem eu nem o meu pequeno somos obra do acaso, somos obra de um amor maior. Mas o que sou, para lá do muito que me foi deixado por quem me antecedeu e mesmo por quem me sucedeu, resulta também desta aleatoriedade(ou acaso) que a vida nos dá.

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    4. se não religiosa, mum's coloca, com sorriso malandro, uma questão metafísica... nem sempre o meu metafísico é religioso. anulei desde cedo que sou este aqui confinado... tenho que algo de mim esquecido em qualquer lado... sinto-me falta do todo... sei lá... em missão vimos todos aqui passar uma temporada, como que para fazer o "sétimo ano"... e não creio que não tenhamos vindo com um intuito muito definido... não proposto por alguma entidade mágica, mas por nós mesmos. só assim consigo entender esta ânsia que tenho, como uma recordação, do que procuro aqui. e o que procuro já conheço, senão não saberia da sua existência. infelizmente não sou ainda pai. gostava de o ter sido muito cedo, mas não calhou. e quando me negaram a paternidade, acabei um casamento. sei que vou ser pai... tenho quase a certeza que será de uma menina... acho mesmo que já a conheci. por isso respondi "estágio"... vim para aprender com ela... logo que apareça. não por acaso, mas por escolha dela e minha. digo eu que sou tolo e gosto de dizer coisas... isto merecia era um cognac e uns cigarros... e umas horas de conversa. beijo ana. não sendo necessário perdoar, ao menos desculpe-me o atrevimento. :)

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    5. adoro as tuas respostas, meias a sério, meias a non-sense! Mas que dão que pensar, ai isso dão! Desejo que encontres o teu caminho e nele, que sejas o pai que tanto anseias!

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    6. Mano velho,
      Nem tão pouco é atrevimento. Adorei a resposta. Não estamos tão afastados como poderia parecer. Recuso o cognac e os cigarros, mas o tema dava para uma conversa mediada pela Magda e ao sabor de um café e de uns chocolates... ;)
      Beijinhos

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  5. I'm still wondering... tenho muitas dúvidas, embora pense no assunto com alguma frequência e me indague acerca das alternativas que me vão passando pela mente! a ver vamos se encontro resposta.

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  6. Acho que tendo tido professores inspiradores, não foi difícil perceber que gostava de estar do outro lado, de partilhar o meu conhecimento com crianças como aquela que eu era. Dou por mim uns quantos anos depois a achar que é mesmo isto, apesar de todos os problemas.
    Adoro aqueles dias em que os olhos dos meus alunos brilham quando falam de algo que aprenderam nas minhas aulas, ou quando ou oiço a trautear uma música que lhes mostrei. É para esses dias que trabalho e é nesses dias que tudo vale a pena :)
    Era isto:)?

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    1. Lindo, lindo, lindo!!!
      É o que tu quiseres, Andreia! E sim, era mais medo de não responder com as palavras tdas! :)
      Muito obrigada!

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  7. eu sei...vim cá ter duas miudas giras de morrer, que amo de paixão e que juntamente com o meu marido me fazem muito feliz!
    pergunta dificil: E o que te falta fazer? Também sei, ter um S. para completar o fantático que já são os nossos dias.

    contente?

    Beijinho :)

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    1. Então vieste para a sublimação! Porque é só prazer...! Lucky you!!!!!
      mtos beijos!

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  8. Pronto, eu digo! Primeiro, vim cá à terra dar o meu contributo para a ciência portuguesa - e tenho feito por isso, e já contribuí muito! Segundo, recentemente descobri que posso ser uma boa influência na vida das outras pessoas - e tento fazer por isso no blog! Como é que eu sei que são estas coisas que vim cá fazer? Porque são estas as coisas que me dão prazer e um feeling de dever cumprido! Mas claro que a minha maior, mais importante e desafiadora missão é ser mãe de 2 rapazes e educá-los para serem pessoas como deve ser!

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    1. "Como é que eu sei que são estas coisas que vim cá fazer? Porque são estas as coisas que me dão prazer e um feeling de dever cumprido! "
      Acho que é mm isso, Rita! Estar próximo da sublimação!
      O Martim Seligman diz que o cúmulo da felicidade, e que se deve aproximar da nossa missão na terra é o sentido de significado. Ou seja, tu tens prazer numa/com uma coisa (fixolas!). E depois aceitas o compromisso que queres estabelecer com ela (tipo divulgar cenas, de forma regular, no teu blog). E quando é que atinges o estado perfeito? Quando isso tudo conjugado tem um significado maior!
      E voilá!

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  9. Como é que se faz isto ? Não faço ideia do que estou aqui a fazer, ando há 30 e muitos anos à procura do sentido da vida e não faço a minima ideia de como o procurar. Ando às apalpadelas e de cada vez que me convenço que encontrei alguma coisa, zas ! percebo que estava a forçar e que não é bem aquilo.

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    1. @Carla - sim, o forçado significa que não é bem isso... mas tb ninguém disse que seria algo fácil. É algo que tem de ter significado para nós... mas tb dará trabalho, acho eu! :)

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