Castigo ou não castigo - eis a questão!

14.6.12

Acabei de ler isto:


'O recurso ao castigo só ajuda a criança a desenvolver um maior poder de resistência e provocação' - Rudolf Dreikurs


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9 comentários:

  1. Sobre filhos não opino, agora quanto aos meus alunos, definitivamente!
    Quanto mais eu lhes ralho, os repreendo ou castigo, pior eles fazem!! Há dias em que já não sei o que fazer mais para melhorar a minha relação com eles e os comportamentos deles...

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    1. I know the feeling...
      tb dei aulas a jovens e percebi que a lógica é a mesma, B.Cérise

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  2. Eu não sou a favor dos castigos. Para mim, castigos só os que estão directamente ligados com a asneira, para serem interpretados como uma consequência do que a criança fez. Mas sei que por vezes, não é possível encontrar o castigo certo e temos que recorrer a outros que, pessoalmente, não me parecem fazer grande efeito.
    Bjs

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    1. E recorres ao quê, Mammy? que alternativas encontras?

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  3. Um castigo na hora certa pode fazer a diferença ms sempre com um castigo bem pensado, que não prejudique a criança psicologicamente e fisicamente.

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  4. Mas afinal o que se considera castigo? Uma semana sem televisão? Uma nega àquela festa de aniversário do final de semana? Uma ida mais cedo para a cama para pensar no assunto?
    Acredito que o castigo, tal como disse a Mammy, tem de ser coerente e relacionado com a asneira, mas talvez nem sempre seja fácil. Um castigo é apenas uma maneira dos pequenitos aprenderem que os actos t~em consequências e isso dá-lhes bagagem para a vida toda.
    Li algures uma ideia que penso utilizar daqui a uns tempos quando se justificar, "o banco do pensamento". Um banquinho pequeno qualquer onde pedimos á criança que se sente quando faz asneira, e não tem de ser isolado ou longe de nós. Pareceu-me engraçado e, quando a minha criança tiver essa capacidade de entendimento, talvez seja uma boa técnica... ou não, logo se vê!
    Acima d etudo, acredito que um castigo despropocional e mal fundamentado pode ser encarado como provocatório e aí ninguém ganha nada com ele!

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    1. Olá olá!
      gosto da tua ideia quando dizes que o banco não tem de ser isolado!
      E gosto mais ainda quando dizes que um castigo pode (e é!) entendido como provocatório! E até pode ser humilhante!
      É claro que este é um tema na nossa formação ;)

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  5. pensar na frequência do castigo e na sua intensidade. pensar ainda que não pode o castigo ser alternativo à demonstração da falta... ajudar uma criança nas escolhas que faz não pode passar unicamente pelo castigo como consequência... mas demonstrar uma falta, uma má escolha, uma asneira, é importantíssimo. devemos aprender a escolher fazer bem, nunca pelo castigo, mas sim, pelo facto de se fazer bem "per si"... — raios, a minha construção frásica de hoje não está pelos ajustes...

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    1. Yep, tá um bocadinho complicada... a ver se eu cheguei lá! ;)
      O que dizes é que, independentemente do castigo resultar ou nao, os pais devem fazer com que o filho perceba onde falhou, é assim? Ou seja, orientá-lo na aprendizagem... será isto ou tb compliquei ? :)

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