Sobre este último mês e meio e o 'daqui para a frente'

28.6.12
Finalmente, e a partir de segunda-feira, entro no meu ritmo normal. Juro que tenho andado a olhar para o calendário... está quase!

Este último mês e meio mostrou-me, a nível profissional, o quanto é importante (para mim) manter as coisas simples, gerir bem o tempo, as pessoas e os seus desejos (e frustrações, também). Relembrou-me que eu gosto de trabalhar sobre pressão (qb) mas por períodos cada vez mais curtos. 
Relembrou-me que sou pessoa de projectos e não de coisas de longo termo. 

E embora tendo estado menos disponível no Mum's e também na leitura e comentários de outros blogues, este último mês e meio provou-me que o Martin Seligman tem razão quando diz que a felicidade é composta por 3 coisas: 
do prazer que retiramos, do compromisso que assumimos e do significado que isso tem na nossa vida. E por isso digo que a consistência do meu trabalho, a noção de missão e o gozo que eu tiro ao fazer este blogue fazem de mim uma rapariga muito feliz! Não são balelas, é mesmo isso tudo junto!!

Isto tudo para dizer que, ladies and gentleman, lá para 3ª feira, I'm back in business aqui no blogue, boa?
Isto tudo para dizer também que vou deitar a mão aos esboços das peças (boas boas!!) que tenho por aqui!

'Mi aguardem'!



Não há mesmo melhor forma de pagamento que esta...

28.6.12

Jogo de bola

26.6.12
Este é o meu primeiro 'Jogo de bola'!
O jogo de bola consiste em colocar   e-x-a-c-t-a-m-e-n-t-e   as mesmas questões a duas (ou mais) pessoas, e ao mesmo tempo. Este é o resultado que saiu entre o meu jogo e o da Catarina, da Ties, cujo trabalho também está aqui.
O dela fica aqui, e o meu está no dela!
Giro, hein?












Segunda-Feira #21 - 'Socorro! sou mãe...'

25.6.12
Dispensa apresentações! A Rita Ferro Alvim conta-nos t - u - d - o sobre o primeiro mês de vida do bebé, no livro 'Socorro! sou mãe...'.
De sorriso fácil e resposta rápida, a Rita fala, nesta entrevista, sobre parentalidade e educação positiva, de ser mãe em Portugal e de como equilibra a vida profissional com a familia.

Podes acompanhá-la através do blog do livro e também no Facebook!

Anda daí descobrir!

Obrigada, Rita :) 








LISBOA .:. Formação em Educação e Parentalidade Positivas

19.6.12
Gente gira do meu coração,

está a ser organizada, para depois de férias, uma formação em Educação e Parentalidade Positivas.
Quem está interessad@ em participar?
Menin@s do Sul (Alentejo, Algarve e... Coimbra - que é Sul para mim), quem vem também?
É um Sábado!

Atreves-te a dar uma lufada de ar fresco à educação dos teus filhos? 

Mais informações:
Será num Sábado de Outubro (temos a data quase fechada!) e o programa aborda questões como a autoridade dos pais, a inteligência emocional das crianças, a vinculação e o reconhecimento. Falarei também na questão das birras, dos castigos e da forma como podemos melhorar, todos os dias, a nossa relação com os nossos filhos.
O objectivo desta acção?
Sermos pais de miúdos mais felizes (logo nós também), mais centrados, capazes de fazerem melhores escolhas. Como é que isto é possível? Através da relação que desenvolvemos com eles.
Assim que tenha o programa fechado, divulgo aqui!
Está aberto a todos os interessados: pais, educadores (tios, avós, you name it!), educadores de escolas, assistentes de educação, professores!

Exigir dos pais

19.6.12
A propósito da crónica que deixei aqui ontem, recebi um comentário absolutamente genial no facebook do Mum's.


E o que é que este comentário tinha de tão espectacular?


Era o comentário de uma mãe que leu o texto ao filho e cujo filho remata com 'Se todos percebessem o que os filhos estão a pensar, então este seria um mundo melhor'.
Mas depois disse a parte mais importante.
É que se os filhos sabem que os pais devem respeitá-los e devem explicar-lhes as coisas, falar verdade (o ideal será mesmo leres o post para ficares contextualizad@) então é função do filho pedir/exigir isso mesmo dos pais. 


Brutal, foi o que eu pensei!

As Marias e os Joãos deste mundo

18.6.12
Tornar-se dador de medula óssea deveria ser obrigatório. Tal e qual como os mandamentos. Não matarás. Doarás medula óssea.

Se isto não é possível (não creio que dê para escrever na tal pedra), pergunto-me se os médicos de saúde não poderiam ter um campo lá nas receitas deles para que, caso o paciente aceitasse, e no dia em que fosse tirar sangue para fazer as ditas análises, pudessem ficar com um bocadinho do sangue daquela pessoa, para este efeito.
Enfim, se calhar era uma confusão mas podia-se explorar melhor esta questão.

Quanto ao resto... há tantas crianças a precisarem. Uma delas é a Maria João. 10 anos. Até ao momento, sem dador. O tic tac está a contar, e quanto mais tempo passa, mais os corações ficam apertadinhos.

Se ainda não foste, vai! Pela Maria João e por todos os meninos e meninas, grandes e pequenos, que precisam.

Doar medula óssea é devolver a vida! E não custa mesmo nada!


E se organizasses uma recolha aí na tua empresa? É grátis e podes até envolver empresas vizinhas. Chamas uma equipa e eles vão aí. 
Podes colocar isto no âmbito de um projecto de responsabilidade social, que só fica bem! É uma ideia! E todas elas são boas! Por isso, toca a fazer as coisas acontecerem!

Como 'educar' os avós

18.6.12
Estava aqui a pensar e lembrei-me que um post sobre 


"Como 'educar' os avós... podia ser giro.

'Educar', em que sentido? Sensibilizá-los para estas questões da parentalidade positiva.

O que dizes? Apetece-te ler sobre isto?

Se for o caso, deixa aqui exemplos do que é importante para ti ou envia-me um e-mail para eu saber o que te interessa nesta coisa sobre os avós.

Estamos combinad@s?

Afinal de contas o que são a Educação e Parentalidade Positiva?

18.6.12

Esta foi a crónica que escrevi para o Portal dobebe.com


Há umas semanas, uma leitora pediu-me para definir Educação e Parentalidade Positiva. E embora esta seja a minha área de estudo, a verdade é que esta questão tão básica e, aparentemente tão simples, não tinha estado no meu centro de interesses nem reflexões. E, sinceramente, não vejo porque arranjar uma definição, correndo o risco de a limitar. Prefiro explicar – torna tudo mais claro!


Então vamos lá!Que palavras é que me vêm à cabeça quando penso em Educação e Parentalidade Positiva?Penso em:Vinculação | Felicidade | Amor | Tempo especial | Humanização | Respeito 


A parentalidade positiva tem a ver com respeito. Mas que tipo de respeito? Aquele que acontece quando consideramos a criança que temos à nossa frente, desde o exacto momento em que nasceu, como um ser humano inteiro. Sim, um ser humano que já é capaz de entender, que é feito tal e qual como tu e eu. E respeitá-la é falar com ela, é explicar-lhe as coisas que acontecem e que vão acontecer. É dizer-lhe a verdade em todos os momentos. Esta é a base para que possamos ajudar o nosso filho a desenvolver-se de forma segura e emocionalmente estável.


O termo parentalidade positiva tem, associado a ele, o termo de vinculação. Na verdade, a relação mais importante que o nosso filho vai ter, na sua vida, é a ligação aos pais. E como é que eu mantenho uma vinculação forte com o meu bebé que, mais cedo ou mais tarde já é uma criança e que, sem que eu me tenha dado conta se torna num adolescente que se fecha no quarto, com os headphones nos ouvidos? Fazendo uso da empatia, escutando com muita atenção e, acima de tudo, respeitando a sua natureza única.Suspeito que já tenhas ouvido falar nos termos acima mas, na prática e no corre-corre do dia-a-dia, é muito difícil pô-los em prática ou até lembrarmo-nos de o fazer. Com exemplos vamos mais longe e é justamente isso que encontrarás aqui, nas próximas crónicas.


Hoje quero que compreendas o que é esta filosofia – sim, a parentalidade positiva é uma filosofia e não um método. Métodos são coisas pouco flexíveis e que nos retiram autonomia. Métodos são coisas que nos podem dar um sentimento de culpa porque, quando não funcionam, corremos o risco de pensar que não somos capazes ou que a situação não é possível de ser gerida.


Há inúmeros estudos que comprovam que esta filosofia e que este tipo de vinculação é determinante para que aconteça um crescimento emocional seguro. É determinante para que as crianças se sintam seguras e que, assim, possam fazer as melhores opções para as suas vidas. Quando respeitamos os nossos filhos ao ponto de confiarmos que são capazes de tomar as melhores decisões, mais auto-confiantes se sentem. É a chamada ‘pescadinha de rabo na boca’. Finalmente, e em jeito de resumo do que disse acima, deixo-te um desafio para este mês. E qual é ele? É seres genuín@. Não há nada que funcione se isto não estiver lá! Podes aprender a respeitar uma criança. Podes fazer um esforço inicial para escutares o teu ‘little one’, podes aprender a brincar mesmo que seja uma coisa que não te encha as medidas mas, se não fores genuín@ e espontâne@, nada resulta. Os putos percebem quando não estamos a ser autêntic@s e quando estamos a seguir um guião. E eles não querem pais que estejam a fingir. Sabes, ninguém disse que ser pai e mãe é uma tarefa fácil. Mas, ao mesmo tempo tenho muita dificuldade em aceitar que se possa dizer que tudo se cria. Sim, tudo se cria - a questão é mesmo como é que se cria e em que condições deixamos o ‘produto’ final.


No próximo artigo lerás sobre a diferença entre educação autoritária e permissiva e como é que esta mudança de paradigma educacional nos permite educar com base no amor e não com base no medo. Até lá, escuta mais, observa mais e sê genuín@.Até daqui a um mês!

O blog foi picado pelo bichinho do minimalismo/organização...

16.6.12







Picada pelo bichinho da organização da Rita, até o blog 'pia fino'! 
Estou a diminuir etiquetas e a juntar todos os posts por temas.Assim, fica muito mais fácil quando quiseres ler sobre um determinado assunto. Mais: se procurares alguma coisa específica, escreve-a no PESQUISAR NESTE BLOGUE!Espero que te seja útil, acima de tudo! 

Escolhe a tua palavra ;)

16.6.12

Castigo ou não castigo - eis a questão!

14.6.12

Acabei de ler isto:


'O recurso ao castigo só ajuda a criança a desenvolver um maior poder de resistência e provocação' - Rudolf Dreikurs


Também tens a mesma opinião?

Ah, with a little help from my friends

14.6.12
Gente gira do meu coração,

quais são os temas que vos apetece ler | saber mais aqui no blog?

Digam e peçam, que eu hoje estou uma mãos largas!

:P    :)))


;)

13.6.12

Que tal se anda por esses lados?
E como é festejar os Santos?
E o feriado? E o jogo logo?

É nestas alturas que eu gostava de viver em Lisboa... :)

Workshop Sábado Maia

13.6.12

Workshop, este Sábado, na Maia!
Vamos falar sobre Felicidade, Autoridade, Limites, Inteligência Emocional na criança e muito mais!
Das 14,30 às 16,30!



Ask Mum é uma cena muito 'private', tá?

12.6.12

Gente gira do meu coração,

ontem percebi que tenho mesmo de dizer-vos o seguinte:

O Ask Mum é mesmo uma cena muito privada! Confidencial! 

As vossas questões são enviadas para o meu e-mail blogmumstheboss@gmail.com

Por isso não se acanhem - enviem os emails à vossa vontade, combinado? Posso demorar um máximo de 48h a responder, até porque o faço com calma e, em dias em recebo 2 ou 3 questões, posso ter de deixar a última para o dia seguinte. Mas acuso recepção!

Quem já perguntou, sabe que é assim, certo?

E é tudo!

É hoje!

12.6.12
A Arte e a Ciência de Educar Crianças Felizes (R)



Telefones actualizados 

224 027 941 | 93 166 03 26

Segunda-Feira #20 'Melancia'

11.6.12

aqui dei a conhecer a Make a Wish e aqui, e aqui. Hoje, vamos conhecer a Ana, aka blogger ‘Melancia’, e que está por trás da Make a Wish. Conta com:sentido de humor refinado, energia contagiante, enorme autenticidade!
Falamos aqui sobre parentalidade positiva, procrastinação e felicidade, de voluntariado e esperança e também de muitos afectos e de um amor maior!
gente boa no mundo. A Ana é mesmo uma delas!
Obrigada, Ana! 





Hoje é assim

9.6.12
Ou pelo menos reduz aquilo que puderes... eu também adoro carne vermelha mas penso duas vezes antes de optar por esse prato! Não deixei de comer mas há muitos anos que reduzi brutalmente!

Hoje é assim

8.6.12

O mesmo se aplica aos homens... 

Sou queixinhas! Sou mesmo!

8.6.12
Há pouco dei um salto a uma escola, para pedir umas infos.

Como não estava ninguém na portaria, abrandei o passo, fiquei a olhar e decidi entrar. Ao fundo vi o porteiro que me diz :

- 'Ah tive de ir lá dentro.'
- 'Pois, é preciso fazer a ficha, não é? E para que é que ela serve? No outro dia fui-me embora e ninguém me pediu nada nem ninguém me barrou a saída.'
- 'Olhe, vou dizer-lhe com toda a honestidade: nós aqui até facilitamos mas o director é que gosta de saber quem é que anda aqui na escola... Se não fosse por isso, as pessoas podiam entrar e sair à vontade.'
- 'Aahhhhhh! Só por causa do senhor director? Ok! Sim, senhor... E as criancinhas, não? Já agora, como é que o senhor se chama?'

E pronto, vim de lá chateada e cheia de medo! É uma escola que tem alunos a partir dos 6 meses, e-n-o-r-m-e e qualquer pessoa pode lá entrar. Corrijo: nos dias em que o director anda por lá, têm de dar o nº ao porteiro (nem têm de tirar o documento, 'se souber de cor, diga-me, não se esteja a chatear').

Que merda de recrutamento é este? Quem é que coloca um irresponsável destes numa entrada de uma escola????????
Yep, vou enviar um e-mail à escola com a descrição dos factos. Não gostei! E embora a minha filha não ande lá, a verdade é que sinto que também é da minha responsabilidade alertar para este tipo de factos.

Qual é a tua missão? [ou o que é que andas aqui a fazer?]

5.6.12

Não sei se é de mim, mas dá-me a impressão que a maior parte de nós não anda aqui na terra por ver andar os outros. Pode não ter iniciativa, pode não ter força de vontade. Pode até ter de se contentar com o sítio onde nasceu e a família que lhe calhou. Mas a verdade é que muitos de nós já percebemos que viemos cá fazer alguma coisa... ou esta coisa toda não faria sentido nenhum.


A questão é: e tu, o que é que vieste cá fazer? 


Clica abaixo se queres duas questões ainda mais difíceis... !

Tou fartinha de provar que não sou robot!

5.6.12


A Duchess já tinha pedido aqui.
E agora sou eu quem peço também: tira lá os pedidos automáticos! Ainda há pouco estava a comentar um post e a dita 'validação' só me pedia para provar que eu não sou um robot! 5 vezes! Desisti, pois claro!
Faz moderação de comentários - sempre podes validar os comentários. É muito melhor. É que pelo andar da carruagem, o pessoal desmotiva e deixa de comentar. Pelo menos comigo é assim!

Obrigada!

Projecto Even Happier - apanhados!

5.6.12

Apanhar posts em atraso tem que se lhe diga. Vai daí, vou fazer uma promoção 'Leia um post, leve 3!' :) 

Agora a sério: a ideia é fazer o apanhado das peças do Tal Ben-Shahar, e que dão o mote a este projecto, até à semana certa. 

Vamos ser pessoas mais felizes? 'Siga a marinha!'

 

 

17 - Experiências extremas

'O carácter de um homem é perceptível na atitude moral ou mental, em favor de uma experiência única, onde ele sentiu-se o mais profundamente e o mais intensamente activo e vivo. Nestes momento, uma voz nele fala e diz "Isto sou mesmo eu!" William James

 

Existem experiências extremas tão cheias de significado positivo, tão intensamente belas que podem mesmo mudar a nossa vida. O Tal Ben-Shahar refere-se, por exemplo, ao momento em que temos um bebé, em que sentimos manifestações de amor, as grandes alegrias sexuais (!! yep, é ele que o diz e quem sou eu para o contrariar!!). E são estes momentos que nos darão mais inspiração e maior motivação para conseguirmos superar outros momentos mais difíceis.

Diz ele que a recordação de situações assim tem de ser mantida e exercitada. E recorre ao estudo elaborado por Chad Burton e Laura King [o que eu gosto de citar nomes!] para ilustrar esta peça. Ao que parece o estudo mostrou que essas pessoas, a quem foi pedido que relembrassem este tipo de situações, durante 3 dias seguidos, estavam em muita melhor saúde mental e física!

E agora pergunto eu: ter pensamentos positivos e celebrar as coisas boas dá azar? Hmmm... começo a ter sérias dúvidas! E isso são boas notícias!

 

 

18 - Relações amorosas: quando estamos num impasse

'O amor é tão sensacional como aquilo que a gente quiser[...] Vale mesmo a pena que lutemos por ele, que possamos ser corajosos, que arrisquemos tudo.' Erica Jong

 

O Sr. David Schnarch é o sexólogo de serviço para a peça da semana 18. Ele garante que todas as relações de longo termo são sujeitas a uma coisa a que ele chama de 'impasse'. E o impasse não é um conflito banal, daqueles que se resolvem facilmente. Não, não! O impasse é o verdadeiro 'sim ou sopas', naquela situação que parece insolúvel. E pode ter a ver com o baptizar ou não os filhos, pode ter a ver com a frequência sexual, pode ter a ver com mudar de casa... enfim, todas aquelas coisas que nos põe à prova se devemos, ou não continuar fiéis às nossas convicções ou se devemos assumir um meio termo para nos entendermos com o outro.

E naquele exacto momento em que todos os casais dizem 'passa pra cá a papelada do divórcio', a verdade é que deviam estar era a trabalhar bem na relação. Diz ele que as discussões e a não partilha da mesma opinião são perfeitamente normais. Uma relação a dois é mesmo isso: uma relação com duas pessoas distintas. E a resolução de todos estes tópicos deve ser feita através de uma maior e melhor aceitação do outro, de uma maior intimidade... ao fim e ao cabo, de um amor ainda maior!

 

 

 

 

19 - Actos de bondade

'Podemos acender mil velas com uma vela só, sem que essa vela fique mais gasta. Não diminuímos a felicidade quando a partilhamos.' Buddha

 

 

Já sabemos: Fazer o bem e ajudar os outros contribuí, e muito para a nossa felicidade! Não há paga maior e mais bonita! Falo-te frequentemente disto no 'Random Acts of Kindness'. Já aqui te falei da Make a Wish e do Verde Tília. E vou continuar a falar de muitos mais projectos que vale a pena apoiar.

Sermos mais generosos aumenta a nossa auto-estima. Dá-nos um sentido de honradez. E se é dinheiro que buscas também, é interessessante então que saibas que me passou pelos olhos um artigo que diz que há mesmo estudos que provam que as pessoas altruísta ganham mais dinheiro [mas não te posso explicar como porque não falavam das conclusões nem do como].

E quando é que foi a última vez que lavaste os pratos a alguém? E quando é que foi a última vez que deste sangue? E quando é que foi a última vez que foste bater à porta da velhinha que mora no piso acima do teu para saber se estava tudo ok?


4.6.12
dobebe.com

Gente gira,

É com muita satisfação e alegria que partilho esta notícia contigo: a partir de hoje, e mensalmente, poderás encontrar crónicas minhas, sobre o tema da Educação e da Parentalidade Positiva, no site dobebe.com

Neste site|portal encontras também informações sobre gravidez, cuidados do bebé e um fórum, onde podes partilhar as tuas questões com outras mães!

Espero que gostes, tanto quanto eu!

A primeira crónica está aqui.

Isto não é para brincadeiras!

4.6.12





Quando lidas com uma criança, coloca toda a tua sabedoria de lado, e senta-te no chão.


Austin O’Malley 1915


 A propósito do dia Mundial da Criança, os dois mais importantes pediatras portugueses – Mário Cordeiro e Eduardo Sá - referiram-se da importância do brincar, na vida das crianças, aqui e aqui. E isso é coisa que nós já sabemos há muito tempo, certo?, e que vale sempre ser lembrada!
 


Admito: muitas vezes tenho pouca paciência para brincar. Gosto mais de fazer colagens, conversar ou passear. Mas admito também que, à medida que vou investindo mais nesta coisa de brincar, mais vou gostando... Já lá diz o povo ‘O comer e o coçar vai do começar’.

 Acho que é igual em quase todo o lado. Quer tenha tido um bom ou um mau dia, aquilo que a minha filha espera que eu faça, assim que estou com ela, é que brinque. Mesmo que a última coisa que me apeteça naquele momento seja, exactamente isso: brincar! Mesmo depois de ter dado o meu melhor durante o dia, mesmo depois de ter despachado uma série de assuntos, chegar a casa significa, antes de tudo o mais...? Isso mesmo: brincadeira! Mas a verdade é que muitas vezes, com o cansaço do dia e com a desculpa que tenho de adiantar o jantar, vou fingindo que estou a brincar. E brincar é uma coisa muito séria. Só que, para mim, tem dias em que soa a uma grandessíssima seca... A ti, não? :)
 


Por vezes fico frustrada por a minha filha não conseguir pintar dentro do desenho. Outras vezes fico frustrada por ela não querer brincar de acordo com as regras de um determinado jogo. Mas, no fundo, no fundo, quem sou eu para pensar assim quando eu própria, tantas vezes, não consigo concentrar-me numa simples brincadeira com ela?


 Brincar é a forma mais importante e mais completa que uma criança tem para comunicar, para experimentar e para aprender. E é tão verdade que partilho aqui um exemplo. Durante umas semanas, a minha filha recusava-se a falar do que se passava na escola. Estava na cara que não estava a gostar da experiência mas concretamente eu não a conseguia ajudar porque ela não abria o jogo. Ao falar com a educadora, o feedback era sempre positivo. Em casa e nas viagens para e da escola, sentia a miúda tensa, triste. Até que decidi brincar com a situação. E como? Brincar às escolas. Ela seria quem quisesse e eu seria quem ela quisesse. E foi nessa altura que, ao fim de uns 5 ou 6 dias, a minha miss começou a explicar, através do ‘vamos brincar à escola’, aquilo que a fazia menos feliz.
 


A Laura Markham fala do ‘Special Time’ e foi exactamente através deste ‘método’ ou ideia ou dica (como lhe queiras chamar) que passei a gostar muito mais de brincar.
O ‘Special Time’ consiste em 15 minutos de brincadeira onde é a criança quem manda. Se ela quiser calçar os meus sapatos, se ela quiser alterar as regras de um jogo, se ela quiser saltar em cima dos sofás, ela pode. São 15 minutos em que eu e ela estamos juntas a brincar e é ela quem comanda. Não há regras nem excepções (bom, admito que se houvesse uma ou outra situação de risco físico eminente, o jogo ficaria anulado ou teria de ser alterado. Há uma idade para tudo. ).


Adiante! O que eu quero dizer é que se estivermos a fazer uma montagem de legos, ela é que vai dizer como é que se faz e eu só tenho de me controlar para não lhe dar pistas. She’s the boss not me!
E quando o cronómetro tocar, o ‘Special Time’ acabou (não tens de usar cronómetro, lógico!) Podemos continuar a brincar mas brincamos num tom diferente. Até porque também é importante que ela aprenda a brincar sozinha, certo?
 


E o que é que ganhamos com o ‘Special Time’?
   Maior e melhor vinculação. Naqueles 15 minutos não existe ninguém mais importante. Naquele momento, a nossa ligação é exclusiva!
   Menos stress. As crianças são muito físicas. Permitindo que brinquem e que gastem as energias, ficam muito menos tensas. As más energias saem e os putos ficam bem, sossegados!
   Fazemos aquilo que temos de fazer com elas e que é brincar!
   Preenchemos a necessidade que têm de atenção parental exclusiva. Estiveram o dia inteiro sem nós! Vamos celebrar o encontro!
  Queres um exemplo de como é tão importante esta coisa do brincar?
Há uns meses atrás, vinha com a minha little one para casa, de carro. E vinha a dizer-lhe ‘Assim que chegarmos a casa, vamos brincar. Queres brincar a quê? Desenhos, ok, então vamos brincar a fazer desenhos!’
E eu cheguei a casa, ajudei-a a tirar o casaco e disse que ia só pousar os sacos. Só que pousei os sacos, pus o jantar ao lume, arrumei a loiça do pequeno almoço, falei com a minha mãe ao telefone e, quando cheguei à sala para finalmente brincar, levei com uma sapatada. E, ao invés de ficar chateada e de lhe dar um valente sermão, percebi que a minha filha estava cheia de razão. Eu tinha prometido que ia brincar com ela e a verdade é que tinha estado a fazer outra coisa qualquer... E foi a forma que ela teve de me dizer que não estava contente.
Perguntei-lhe ‘Estás chateada comigo?’ e obtive um consentimento.  E porquê? Ela não me sabia dizer... sabia que estava triste e frustrada mas possivelmente não se lembrava. E eu perguntei-lhe ‘foi porque eu disse que ia brincar contigo e só venho agora?’. Ela acenou que sim. Pedi-lhe desculpas e fomos brincar. Se calhar, algumas de nós tinham castigado, dado outra sapatada ou até um sermão.
 


Da próxima vez, procura saber se não há ali alguma frustração e alguma necessidade de brincadeira não preenchida.


 E boas brincadeiras!


Nota: O Eduardo Sá é psicólogo e não pediatra! Obrigada Sylvia, pela correcção!

Mum's Corner - Blog da Carlota

1.6.12

Começamos com o blogue sensação do momento. É um blogue que acabou de nascer e que, ainda assim, já passou pelos olhos da maior parte de nós.

A Fernanda partilha diariamente dicas, nomes de lojas e outras informações que nos podem ajudar. Anda daí conhecer melhor a pessoa que dá vida ao Blog da Carlota e conhecer o resumo que nos faz para esta Primvavera/Verão '12!

Obrigada, Fernanda :)


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