Are you mom enough? Say again? Como é...?

10.5.12

A Time desta semana tem um título provocador e que mexeu comigo. Por isso, dei um salto e fui ler.
Are you mom enough? Say again?

ACTUALIZAÇÃO
Ao que parece, o artigo está parcialmente disponível, agora. Deixo este link para as interessadas e assim que o tiver inteirinho, volto a este post para actualizar.

16 comentários:

  1. é preciso subsrever a TIMES, certo?

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    1. Em princípio, com este link, consegues ler TUDINHO! ;)
      Mas sim, em princípio deveria - isto é um exclusivo para as leitoras do Mum's (na esperança que o link continue a funcionar tão bem quanto ontem).

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  2. Não acho mal uma criança com 3 anos mamar. Eu mamei até aos 3 e a minha filha já fez 2 e continua a mamar. É um assunto que só a nós duas diz respeito e ai de quem nos critique, não vai sem resposta!!! ;) Beijinho

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    1. Yep, Full-time Mom, se vocês estão bem assim, então continuem. It's your own business, certo?
      Já agora, que tipo de resposta dás?

      Bjitos

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  3. olaré Mum! queria muito ler o artigo, mas quando acedo ao link diz que só está disponivel para subscritores da Times... faz ai um malabarismo para conseguirmos ler tudo, por favor!

    beijinhos da costa alentejana, Xana

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    1. experimenta agora no novo link que deixei... Estou a ver se consigo o artigo antes da prox.semana, com link e tudo... acho difícil, vamos ver :)

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  4. Rita da Costa Martins11 maio, 2012

    Olá!

    Amamentei as minhas 2 filhas até aos 10 meses. Acho que foi o tempo que achei ideal para mim. Houve momentos muito dificeis, mas consegui superá-los! Acho que o que "incomoda" mais é a exposição do acto em si. Nunca amamentei em público sem me tapar com uma fralda e fico sempre pouco à vontade quando vejo mães com mamas ao léu!

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    1. Eu percebo o que dizes, Rita! Embora seja um acto natural também é um acto íntimo e nem todos estamos tão à vontade com o nosso corpo quanto mais com o dos outros.
      Como em tudo, requer equilíbrio e descrição. A minha liberdade termina onde começa a do outro - é assim que se diz?

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    2. Então neste caso qual é a liberdade que termina rimeiro: a da mãe qque amamenta a criancinha sem usar a fralda, ou a da pessoa que sente ofendida ou melindrada - e tem sempre a alternativa de mudar de canal, ou seja, de olhar para o outro lado?
      Escrevi aqui --> http://donadecasa.blogs.sapo.pt/406258.html, sobre o assunto.
      Acho, e lamento se firo suscetibilidades, que amamentar é um ato não só natural como belo. Só quando o meu filho tinha três anos, e estava com uma otite dupla, e eu com uma bronquite não tratada, para o poder amamentar (porque dado que quando estava doente só mamava, não comia, e como tal eu não podia tomar antibiótico...)notei alguns olhares reprovadores nas pessoas que dividiam a sala de espera da mesma clínica.
      Tomei quando ele se curou, e a mama esquerda (que era a única que estava a serviço) se "estragou", como a direita - à conta de ter desistido de mamar nela, secou, e ele tinha verificado que ela estava "avariada". E de repente o meu filho teve a notícia de que estavam as duas igualmente avariadas, e aceitou bem a coisa; só me pediu mais uma vez. Eu estava já a fazer uma pneumonia, mas com duas caixas de antibiótico, curei-a.
      Quanto ao assunto, é muito mais abrangente de que a amamentação. No post que escrevi estão uns quantos links que ajudam a entender o que está por trás do attachment parenting
      B'jinhos

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    3. Olá Fátima,

      eu não sei onde é que termina e começa a liberdade de cada um. Falo por mim. Eu amamentei sempre sem fralda porque não gostava, e em todo o sítio, até em cafés :)
      Agora, à distância, penso que poderia tê-lo feito de outra forma, porque de facto ninguém tinha de levar com o meu à vontade. Tenho a mesma opinião: amamentar é muito bonito e bom e foi das coisas que mais gozo (depois dos primeiros tempos) que me deu e fico feliz por tê-lo feito durante muito tempo.
      Amamentar em público, claro que sim, mas protegendo o meu corpo e assim respeitando os outros que podem não querer ver. Será que me fiz entender?

      Um bjinho! (escrevemos bjinhos quase igual, que giro!)

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  5. Olá Mum!

    Pelo que tive oportunidade de ler, e mesmo no post seguinte, PARA MIM, não concordo de todo com esta teoria da attachment approach. Acho que se eu andasse sempre agarrada ao meu filho, dormisse com ele, deixasse de trabalhar para ficar com ele, amamentasse além do ano de idade, anulasse todos os meus interesses em prol da passagem de todo o meu tempo com o meu filho, sairíamos todos a perder. Eu, o meu filho, o meu marido, a minha família, os meus amigos, todos. Acho que criaria dependências perniciosas nele, em mim, afastaria todos os demais, arruinaria o meu casamento, sentiria culpa por estar com o filho, por não estar, acabaria por ressentir-me dos efeitos e acabaria por criar alguém que, das duas uma: ou seria um ser totalmente dependente de mim, cheio de ansiedades e parco em ferramentas que o ajudassem a autonomamente vencer o mundo, ou seria um ser que não me poderia ver pela frente e me culparia por sufocá-lo e aliená-lo. Das duas formas, seria uma má mãe, faria um péssimo serviço à minha vida, à do meu filho e dos demais que me rodeassem.

    À pergunta do Times eu respondo YES Eu sou mãe o suficiente (sou mais que suficiente, sou satisfaz plenamente lol) para criar o meu filho para o mundo, a largar mão dele para que possa desde cedo dar passos sozinho. A dizer não a extremismos para que crie o seu mundo e nele eu seja uma espectadora privilegiada, um maestro, mas não um deus de barro.

    Vejo o meu filho e fico muito feliz por ver que até agora, tenho acertado nas nossas escolhas pedagogicas e criado um menino feliz, audaz, tranquilo, curioso e inteligente

    Beijinhos e keep up the good work!

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    1. Mais uma vez, peço desculpa por discordar. Não discordo da sua maneira de estar, de todo: acho que de fato o que diz é real:"se eu andasse sempre agarrada ao meu filho, dormisse com ele, deixasse de trabalhar para ficar com ele, amamentasse além do ano de idade, anulasse todos os meus interesses em prol da passagem de todo o meu tempo com o meu filho, sairíamos todos a perder. Eu, o meu filho, o meu marido, a minha família, os meus amigos, todos. Acho que criaria dependências perniciosas nele, em mim, afastaria todos os demais, arruinaria o meu casamento, sentiria culpa por estar com o filho, por não estar, acabaria por ressentir-me dos efeitos e acabaria por criar alguém que, das duas uma: ou seria um ser totalmente dependente de mim, cheio de ansiedades e parco em ferramentas que o ajudassem a autonomamente vencer o mundo, ou seria um ser que não me poderia ver pela frente e me culparia por sufocá-lo e aliená-lo. Das duas formas, seria uma má mãe, faria um péssimo serviço à minha vida, à do meu filho e dos demais que me rodeassem".
      Porque só se deve fazê-lo se se desejar MESMO. Porque o tempo das mães sacrificadas, o vento, graças aos deuses, levou.
      No entanto, eu fi-lo. Deixei de trabalhar para ficar com os meus filhos a tempo inteiro. Dei de mamar à mais velha até aos 2 anos e meio, e ao mais novo até aos três. Adormeci-os - i.e, deitei-me com eles até estarem completamente ferrados, até sentir ser necessário - e cantei todas as noites até adormecerem, muitas vezes, até me doer a garganta.
      Estou casada há quase 19 anos. No meu caso, o meu casamento não acabou por tal decisão, de todo.
      A minha filha mais velha tem agora 21 anos e está há praticamente dois anos a viver em Londres. Partiu para lá com uma morada no bolso, o mapa do tube na cabeça (a parte que lhe era necessária), e dinheiro para se aguentar pouco mais de um mês. Nunca tinha estado em Londres e não conhecia lá ninguém. Tinha entrado para a universidade, e fez-se à aventura. 48 horas depois tinha trabalho. Hoje está integrada no sistema, trabalha no BFI com contrato sem termo, e está feliz. Se falamos? Sim, principalmente quando lhe acontece alguma coisa má. Aí é o 'ó mããããããe!' Partilhamos novidades no Facebook, vêmo-nos no skype, já lá fui, já cá veio, e está para vir em breve com o namorido. Não lhe parti as pernas nem a fiz fugir.
      O meu gajo de quase 16, está bem e recomenda-se, e quando tiver feito o 12º, está na dúvida se vai estudar para Londres se para a Suécia.
      Mais um que não ficou hiper dependente, nem se isola e/ou foge.
      Com isto eu só quero apelar ao fato de que as generalizações estão, per si, erradas. Cada caso é um caso, e no que diz respeito a educaçao, cada um pensa por si, decide por si, e vive com as decisões que toma.
      Abraço.
      (se quiser ler o que escrevi sobre a notícia da Time, pode ir ao meu blogue (o hiperlink do post está num comentário acima)

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  6. Respondi-te no post acima. Eu acho que, como em tudo na vida, tem de haver um certo equilíbrio. Ando a ler coisas sobre o co-sleeping e a verdade é que não me encaixo com aquilo. Penso como tu. Aliás, a cama dos pais é a cama dos pais. Tenho uma visão totalmente oposta mas respeito quem o faz porque, se funciona ali, tudo bem.
    Pergunto-me também se, em matéria do co-sleeping, o que é que faz os pais e as mães optarem por isso. Foi uma coisa natural ou foi porque a criança não queria dormir? foi porque queria amamentar mais confortavelmente ou foi porque razão?
    E naquelas situações em que o pai ou a mãe estão com uma gripe? Onde dorme cada um? E aos 5 anos ainda dormem com os pais? Dizem uns que os filhos saem da cama dos pais quando querem? e se os pais decidirem que já está na hora da criança sair? Como é que se passa?
    Se há de facto uma ligação mais estreita entre pais e filhos, o que é que acontece à vida íntima dos pais?
    Ui, tantas perguntas...

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  7. Olha nem li mas a opinião de quem defende a amamentação tardia tem de ser muito bem fundamentada para me fazer mudar de opinião. Uma criança passa por diversas fases de desenvolvimento psicológico que se vão dando ao mesmo tempo que ganha controlo nas suas necessidades básicas: a mama-alimentação, o controlo dos esfíncteres, a comunicação interpessoal... umas vez superados esses desenvolvimentos NÂO ACREDITO que um filho se mantenha mais unido a uma mãe só porque ela continua a dar-lhe a mama. A idades avançadas (2, 3, 4... anos) as ligações prendem-se com outro tipo de actividades. A criança evolui e assim evoluem também os seus modos de ligação. Dar a mama já não é uma necessidade, é um vicio como o da chucha, o do dedo, o de dormir com fralda... Desde o ponto de vista nutricional o leite materno também já não faz qualquer sentido (aliás, há quem defenda que os seres humanos não precisam de leite na idade adulta, tanto que muitos até desenvolvem intolerância à lactose) por isso, para mim, a amamentação tardia é mais um fonte de satisfação da mãe, do filho ou de ambos e cada um faz com o seu corpo e com os seus filhos o que bem entender, mas não uma necessidade que tenha de ser defendida desta maneira.

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    1. Não concordo nada que diga que a amamentação é um vício. Quem come ou bebe por vício são as pessoas com perturbações do foro psicológico e não uma bebé de 2 anos como a minha.

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    2. Full-time Mom, claro que não. Quando a criança mama para comer é uma coisa mas quando mama para adormecer, porque está choramingas, porque gosta e lhe apetece... já não está a usar a mama como fonte de alimentação e sim como fonte de conforto, ou não?

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