Segunda-Feira#013 - Aha! Parenting [continuação]

12.3.12
Uma conversa de quase duas horas - um relato intuítivo, fácil e sobretudo inspirador e motivador. O que é e sobretudo como é a Parentalidade Positiva? Esta é a parte da entrevista onde a Dra. Laura Markham, do Aha Parenting! conta tudo! Imperdível! Boa leitura!






3 comentários:

  1. Epá, tenho que ler estas entrevistas com muita atenção. Isto é mesmo muito bom!

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  2. só comento agora porque quis ler a entrevista na integra e com tempo... e ainda bem que esperei! esta entrevista está espectacular...! ainda não sou mão, mas é um pouco assim que me vejo educar os meus futuros filhos. a minha educação foi na base do respeito por mim e pelos outros e isso moldou a mulher que sou hoje. na escola, os meus alunos dizem-me que vou ser uma boa mãe, pois ao contrário dos outros professores, eu nunca grito com eles nem os mando calar... calo-me eu e espero que eles o façam. depois pergunto-lhes se estão dispostos a ouvir o que tenho para lhes dizer. enfim, espero, um dia mais tarde ser assim com os meus filhos. no entanto, os meus amigos pais estão sempre a dizer-me que esta minha forma de estar com os míudos é muito gira, mas que, quando tiver filhos a fazer birras por tudo e a não quererem fazer o que eu quero, então aí acabasse.me a paciência e dou uma palmada como todos. espero que não... acho que não vou ser assim! obrigada pela maravilho partilha desta entrevista e desculpa o mega longo comentário!
    Beijos da costa alentejana, Xana

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  3. Até que enfim que consegui ter tempo para ler a entrevista com calma (ainda bem que colocaste d enovo os links Mum, senão provavelmente já não voltaria atrás).

    De tudo o que li destaco a importância que se da à influência que devemos exercer sobre os nossos filhos e achei muita piada a firmeza com que garante que essa influência será necessária quando eles forem adolescentes. Não tenho filhos mas fui uma irmã-mãe. O B. nasceu quando eu tinha 10 anos e sempre o acompanhei muito enquanto cresceu. Por ser irmã a minha influência nele era mais próxima, mais amiga, mais companheira, por não ser mãe as minhas palmadas (que eram poucas, nunca me bateram e não tenho esse hábito) não devem ter tido o mesmo impacto adulto-criança. Além da cumplicidade que nos é natural e que tem mais a ver com a maneira de ser do que propriamente com a educação, ele cresceu sem barreiras comigo e nos momentos mais cruciais da vida dele, a quem mais ouviu foi a mim e quando tem algum problema é a minha porta à que bate primeiro (como acaba de fazer neste preciso instante!).

    Adorei a entrevista. Aliás, adoro o blogue!

    Beijo

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