Random acts of kindness

29.3.12


Esta é uma semana cheia! De festas! A minha Miss e o meu Mister fazem anos. Vai daí, festeja-se à maneira dos ciganos. Mas nós por cá começámos na 2ª Feira, depois foi ontem e agora é a mega festa de Sábado. Por isso é que os posts aqui no blogue são menos!

Mas hoje faz todo o sentido colocar este, que até devia ter saído ontem. O da gentileza.
E eu sei que há momentos em que é difícil, quase impossível. Sai do corpo. Porque quando não são educados comigo o que mais apetece é devolver na mesma moeda.

Por isso, o meu maior acto de gentileza desta semana foi aguentar e não dizer nada. Porquê? Primeiro porque não ganho nada (com aquela pessoa e naquele caso). Segundo, porque tal como com as crianças, não é no calor do momento que se resolvem as coisas e porque finalmente, eu sei que há algumas pessoas que não mudam. Aquela é uma delas... já lá diz o ditado 'burro velho....' Eu é que posso mudar as minhas formas de sentir, pensar e actuar. É só isso. E é um grande isso.

Esta semana fui gentil desta forma... mas caramba se não me apetece (ainda!) mandar-lhe dois berros e dizer-lhe para ir àquela parte :) Afinal de contas, sou gente!

Não sabes como ser gentil esta semana? Eu dou-te uma ideia: Faz aí umas rezinhas para haver sol e calor no Sábado... é que há festa cá em casa... :) Plizzzzz! :)

O Tempo Vale Muito Mais do que o Dinheiro

27.3.12


Perder tempo não é como gastar dinheiro. Se o tempo fosse dinheiro, o dinheiro seria tempo. 
Não é. O tempo vale muito mais do que o dinheiro. Quando morremos, acaba-se o tempo que tivemos. Quando morremos, o que mais subsiste e insiste é a quantidade de coisas que continuam a existir, apesar de nós.
O nosso tempo de vida é a nossa única fortuna. Temos o tempo que temos. Depois de ter acabado o nosso tempo, não conseguimos comprar mais. Quando morreu o meu pai, foi-se com ele todo o tempo que ele tinha para passar connosco. As coisas dele ficaram para trás. Sobreviveram. Eram objectos. Alguns tinham valor por fazer lembrar o tempo que passaram com ele - a régua de arquitecto naval, os relógios - quando ele tinha tempo.
As pessoas dizem «time is money» para apressar quem trabalha. A única maneira de comprar tempo é de precisar de menos dinheiro para viver, para poder passar menos tempo a ganhá-lo. E ficar com mais tempo para trabalhar no que dá mais gosto e para ter o luxo indispensável de poder perder tempo, a fazer ninharias e a ser-se indolente.
A ideologia dominante de aproveitar bem o tempo impede-nos de perder esses tempos. Quando penso no meu pai, todas as minhas saudades são de momentos que perdi com ele. Uma noite, numa cabana no Canadá, confessou-me que o único filme de que gostava era «Um Peixe Chamado Wanda«. Todos os outros eram uma perda de tempo. Perdemos a noite inteira a falarmos e a rirmo-nos disso. Ainda hoje tem graça."

Miguel Esteves Cardoso

13 A lei do 80/20_ Semana 13 - Projecto Even Happier 52

27.3.12


A melhor forma de prever o futuro ainda está em criá-lo.

Stephen Convey





Ele há cada uma... hoje dei de caras com um texto do Miguel Esteves Cardoso, que vais encontrar acima deste post. É genial e ilustra o meu sentimento em relação à ‘receita’ que o Tal Ben-Shahar nos deixa esta semana.

Mas vamos ao que interessa!

Diz-nos o Tal que esta lei, inventada pelo italiano Pareto (também conhecida pela lei de Pareto) que se eu tiver de fazer um relatório, irei fazê-lo numas duas ou três horas. E essas duas ou três horas equivalem a um relatório quase que perfeito. Só que a verdade é que ele ficaria mais que suficiente nos primeiros 30 minutos.
Se eu aplicasse isto à minha vida, ganharia imenso tempo em muita coisa e, sobretudo, tempo para o lazer. Com efeito, esta teoria foi aplicada à gestão do tempo por uns senhores chamados Richard Koch e Marc Mancini. Claro que isto obriga-me a estar inteiramente concentrada no meu trabalho e a fazer uma coisa de cada vez. Logo eu, que sou perita em multi-tasking embora tenha um ‘hidden secret’ que é reduzir, reduzir, reduzir e fazer menos. Não é só fazer mais em menos tempo. É também fazer menos, tout court. Pronto, isso é um caminho e, com a inspiração da Rita e de outros, vou chegando lá. É que o multi-tasking já deu e é completamente avassalador! E fora de moda, já agora J

E qual é o exercício desta semana?
Escreve ou pensa naquelas actividades que te dão mais prazer e, ao lado de cada uma, indica quanto tempo é que dedicas a cada uma delas. Pode ser cozinhar, ler, fazer pilates, correr, ir ao cabeleireiro, ficar a ver TV, dormir fora dos horários tradicionais. Há quem goste de passar a ferro, fazer malha ou outros crafts, passear. You name it!
Depois, determina quais são as que te dão mais prazer, num total de 20%, e voilá! estão identificadas aquelas que te dão 80% de prazer. Fácil, hein?!

Eu? É ler! E depois, é escrever. E depois? É organizar... Até há pouco tempo via isto como uma obrigação mas, na verdade, eu sou uma pessoa que gosta das coisas arrumadinhas, direitinhas, enquadradas. Não sou organizada naturalmente mas gosto dessa organização. E isso também me dá prazer. Também gosto de correr, mas neste momento isso não é fonte de prazer por causa de uma lesão. E isso quer dizer que esta lista é oscilante... E convém, por isso, estar actualizada.

O que é que eu e tu podemos concluir desta lista?
Muito sinceramente, parece-me um excelente upgrade nas nossas vidas. A cada passo estamos a queixar-nos que não temos tempo para nada. E não. Mas, quando olhamos bem, há sempre uma ou outra actividade que conseguimos realizar. Nem que seja ir arranjar as mãos, ao fim-de-semana. E se isso é fonte de prazer e se enquadra naqueles 20%, tanto melhor. Faz isso, faz o que tens na tua lista, afinal são 20%! O ideal mesmo é que, uma vez identificadas as tais actividades possamos fazê-las, logo que possível. E aí páras de dizer que não tens tempo... porque, na verdade, fizeste uma delas. Yeiiii!


Hoje é assim #53

27.3.12

Para quem não sabe, ando a ler a biografia do Steve Jobs.
Há dois spots que se tornaram grandes. Um deles é este (o outro é o 1884).
Como tudo o que o Steve Jobs produziu, tem classe, é claro e altamente inspirador. E tem 1 mnt, claro está!
No final, era ele que estava para ter lido o texto mas, como depois explicou 'se fosse eu a lê-lo, as pessoas iam pensar que isto era sobre o Steve, e não era. É sobre a Apple'.

Think Different!

As birras dos pais

26.3.12



Nesta coisa da Parentalidade Positiva, existe uma coisa que me faz sempre sorrir: a birra dos pais! Ah pois é, senhoras e senhores! Nós também fazemos as nossas birras... Queres ver?

-       Se não vens comer já, não há mais playstation!
pimba, vais já ver quem manda aqui!

-       Dá-me lá um beijinho! Não dás? És feio!
que maldade e que mentira, ainda por cima! Os miúdos têm fases (de beijos e não beijos)e, vá lá, já há mais gente a perceber isso!

-       Pára de bater! Só os meninos feios é que batem!
maldade, mentira! Não se bate porque isso magoa os outros, eu não quero e não resolve nada. Ainda por cima, os putos, quando têm sono, fazem destas coisas. Ok, há alturas em que a coisa passou um tal estágio que já pode ser mais do que isso MAS há sempre, mas sempre uma falta qualquer e tu, enquanto pai e mãe, tens de descobrir o que é. Por aquilo que tenho vindo a ler (e faz todo o sentido) um miúdo que está bem emocionalmente não bate!

-       Pára de brincar com o pacote do açúcar! Olha que vem aí a polícia     esta farto-me de a ouvir – dá mais trabalho explicar porque é que aquilo não se faz, tirar o pacote ou eu sei lá do que dizer que vem aí o fiscal, não é?

-       Tira o dedo da boca que vais ficar com ele desformado/vais ficar sem dedo
E se disseres a verdade? E se disseres que os dedos têm micróbios? E se o tiveres de repetir mil vezes, vem mal ao mundo? E se disseres que estás cansad@ de lhe pedir isso? E se lhe disseres apenas ‘dedo!’? Experimenta! É que eles também se esquecem, tal e qual como nós... ainda para mais, é fonte de prazer...

-       Bates-me? Pega lá que é para aprenderes! O quê? Eu sou fei@? Vamos já ver se me voltas a falar assim!
E pronto, é isto... bater está mal, pois claro, mas se o faz é porque se calhar está chateado e não sabe explicar... em vez disso, age com calma e faz o que gostarias que te fizessem numa altura em que estás zangad@ É que bateres por cima, acho eu, não resolve grande coisa, pois não? Achas que o teu filho te está a desrespeitar? Procura ver mais longe do que isso, boa?

-  olha que vem aí o bicho mau que te leva se não estiveres a dormir
A verdade é que os miúdos precisam de descansar e dormir. Precisam. E é isso que lhes temos de dizer e explicar. E explicar que é assim que eles crescem (em altura e na cabecinha). E quando acordarem, vão estar cheios de energia para continuarem a brincar. Não há bicho mau, ok? Não há!


O que é que ganhas com isto tudo?

Primeiro, não estás a fazer com que actuem com base no medo. Estás a falar a verdade e estás a respeitá-los enquanto seres humanos que são. E, compreendendo a verdade, vão aceitar. ‘Ah e tal, tu não sabes como é o meu filho.’ Pois não, não sei. O que sei, é que eu prefiro falar verdade com a minha do que saber que ela faz o que quer que seja porque tem medo de uma coisa qualquer. E isso faz, pelo menos para mim, toda a diferença. Claro que dá trabalho, claro que demora mais mas, depois de ela entender, ela aceita e, muitas das vezes explica o motivo ;). Sê firme, clar@. E repetitiva!

Segundo, é com isto que eu construo uma vinculação ainda maior porque, a cada passo que dou, a cada falar verdade com ela, estou a fazer com que a nossa casa seja um lugar seguro. Porque a trato como uma pessoa, com base no respeito e tendo em conta a idade e a maturidade dela. Não a trato como um ser menos capaz nem tão pouco faço com que actue com base no medo. Mas também não faço dela um mini-adulto porque não o é. É uma crianças que precisa de orientação. Educar é isso, é o-ri-en-tar!
E, aqui entre nós que ninguém nos ouve,  se há alguém ‘menos capaz’ sou eu se tenho de usar estratégias como o medo ou a punição.

Mas, e se eu não os punir, como é que eles aprendem?
Com os nossos comportamentos, estamos sempre a modelar e a influenciar os comportamentos dos nossos filhos. Eles aprendem porque te sabem justo, sério e coerente. Aprendem porque sabem que falas a verdade. Aprendem porque, no respeito que tens por eles, na empatia que mostras, eles devolvem tudo isso em igual respeito e empatia.
Ah, isso não deve ser bem assim, pensas tu... Pois... ;) Vá lá, give peace a chance e segue, sem medos... Com persistência, firmeza e muito amor. E depois partilha aqui!

Nova Sondagem

24.3.12


Aí do lado direito...
A questão parece fácil mas não é bem... 
Vamos começar por sondar... ;)

E, caso te apeteça, explica o porquê da tua escolha!
[vou lembrando e redireccionando para esta página, para que possas ir vendo os comentários]

Bom fim-de-semana!

A nova Branca de Neve

22.3.12
E eis que chega a nova branca de neve, aos cinemas... Estive a ver os trailers... e acho que vou ver ao cinema! Ora espreita!


dos livros que podes (e devias) ler

22.3.12


Em finais de 2010 li um dos livros que mais me ficou na memória! Não pelo carácter literário, mas pelo entusiasmo da escritora em contar um ano seu a fazer coisas que lhe traziam mais felicidade. O livro chama-se Projecto Felicidade e está à venda em todas as livrarias.
Este fim-de-semana, voltei a lembrar-me dela. E porquê? Andamos a fazer um downsizing, cá em casa. Basicamente, a triar e a doar o que já não nos serve e acumula espaço e tempo. Sim tempo! Tempo a arrumar, a limpar, a manter. E espaço mental, também. Mental, dizes tu? Sim, sim! Li no 'The Joy of less', recomendado pela Rita (obrigada!!), que as coisas também ocupam espaço mental e faz sentido. Quando o nosso cérebro nos dá a imagem do objecto, está a processar informação. E poderia estar a processar outra ou a descansar. Mas não! Está a processar aquela coisa.
Vai daí, libertei-me de tanta coisa, mas de tanta coisa, que nem queria acreditar. E lembrei-me de uma frase Gretechen que diz:


O cúmulo do luxo é ter uma gaveta do armário vazia. 

E não é que é mesmo! Eu tenho uma prateleira (não tenho gavetas, no meu armário). E estou desejosa por ter outra... É profundamente libertador e fonte de felicidade. Nós não somos, de facto, o que temos!
E agora que já me libertei do 'grosso', vamos lá partir para esmiuçar o 'fino'. Isto quando começa, é um bichinho a apoderar-se...

Hoje é assim #52

22.3.12

“Happiness is itself a kind of gratitude.” 
Joseph W. Krutch

e não é que é mesmo...!

Random Acts of Kindness

21.3.12
Lembrança semanal, em forma de bandeirola! Printa, oferece e usa, tu também!

retira o pequeno triângulo e ficas com uma bandeirola bem gira!

do blogue e dos próximos posts

20.3.12
Para as meninas que pediram, e às quais já respondi, e para aquel@s que, embora não tenham pedido, gostam de passar por cá e ler...




Do pôr em prática o que se diz, da feist, da guitarra vermelha e dos espíritos que a acompanham

20.3.12
É que por aqui também se fazem outras coisas que pensar em educação, parentalidade positiva and all the rest.

Num dos posts do 'Random Acts of Kindness', dizia que é importante termos tempo para nós.
E, como tal, fui ver a Feist... Ah, a Feist...
Ontem à noite, no Coliseu do Porto.  

[ Para quem não foi, só tenho uma coisa a dizer: não percam o próximo! ]

Foi bom, mas mesmo muito bom! Estou até tentada em dizer que um álbum ‘live’ teria um sucesso enorme.

Para desgosto dos puristas, a nova versão que esta senhora dá em palco é a forma que tem de respeitar quem vai a um concerto! E eu amo! Para ser uma versão igualzinha ao do Cd eu ponho a música no máximo, certo?

A Feist é dona de uma elegância e de um magnetismo que é raro ver. A Feist é dona de uma voz hipnótica e, mesmo não conhecendo as músicas todas, fui embalada pelo swing e pela voz meia destruturada
.
A Feist tem uma ‘joie de vivre’ que eu aprecio. Tem um ar de menina-mulher que invejo! É divertida e tem um grande sentido de humor. É aquela Canadiana de estilo hippie-chic, meio afrancesado e que gosta de puxar pela guitarra. As duas coisas juntas parece que destoam, mas não. Prova disso foi o momento entre ela e o baterista - de puro rock! Como ouvi alguém dizer lá dentro ‘il n’ y a rien de plus sexy qu’une femme qui joue du rock, surtout avec une guitarre rouge!’

Quem chegasse a meio do concerto dava com uma tela no palco raiada de cores  e, se fechasse os olhos, sentia que a voz da Feist ecoava, muitas das vezes. A acompanhá-la estavam 3 mulheres. Diferentes. Igualmente magnéticas mas num outro estilo. 3 mulheres que se assemelhavam a 3 espíritos. 3 mulheres um bocadinho assustadoras. Quem lá esteve, sabe ao que me refiro.

Tive pena, mas mesmo muita pena de uma coisa: o público que a foi acolher. Amorfo, chato, não vibrante. A Feist veio à frente algumas vezes puxar por nós. Os que lhe deram aquilo que ela queria, eram poucos, em relação aos tímidos (ou envergonhados ou a fazerem-se de cool) que se deixaram ficar. E eu fiquei a pensar que se é para isso, mais vale ficar em casa a ouvir o cd. A Feist disse que nós somos um bom público. Melhor assim, para ela. Mas eu, muito francamente, fiquei um bocadinho embaraçada!

Mas caramba, se foi um concerto dos bons!

12 Perfeccionismo e Optimalismo_ Semana 12 - Projecto Even Happier 52

20.3.12
Passaram 12 semanas desde o início do ano. Sabendo que são 52, contas feitas, faltam mais outras 40 até ao dia do Reveillon. E pondo isto  de outra forma, faltam mais ou menos 4 blocos de semanas idênticas... Assusta-me a velocidade a que os dias e as horas passam.


Mas como este post não é sobre estas coisas, vamos ao que interessa!

Esta semana, o meu amigo Tal Ben-Shahar explica-nos que a diferença entre o perfeccionismo e o optimalismo reside no facto de o primeiro recusar a realidade, enquanto que o último, aceita-a. Ok, explicação apreendida! E mais?

Trocando a coisa por miúdos, isto quer dizer que um perfeccionista é um chato! Pelo menos é o que me apetece dizer, depois de ter lido a explicação do Tal Ben-Shahar. O perfeccionista quer que tudo seja perfeito. Pois claro que quer, onde é que está a novidade? E, se for contrariado, ou as coisas não correrem da forma como ele quer, fica desmotivado e amuado. Como se diz agora, tem uma dificuldade grande em gerir a frustração. Já o optimalista sabe que a vida é feita de ‘ups and downs’ e recebe aquilo que não corre tão bem como...oportunidades! A sério? Yep! Mas, aqui entre nós que ninguém nos ouve,  eu já estou fartinha de ouvir que ficar no desemprego é uma boa oportunidade! Eu sei, eu sei! Eu sei que há cenas que acontecem que são uma excelente oportunidade para outras mas... Mas a verdade é que nem sempre eu consigo ver assim. E sobre isto já falei aqui.

Adiante! Se as coisas nem sempre acontecem como queremos é porque a vida é mesmo assim – faz parte, digo eu e diz o Tal. E eu tenho é de conviver, da melhor forma com isso, arranjando estratégias que me satisfaçam para dar a volta. Se vejo isso como uma oportunidade, ou não (falo de se ter a noção que é uma oportunidade), isso não interessa. O que interessa é que fracassar é normal – não que eu goste, longe disso, mas faz parte.

Na verdade, um optimalista é aquele que aceita os limites e as contrariedades, estabelecendo objectivos à sua altura para os saborear depois. Capisce, agora?

Exercício da semana:
1)   Já deste as graças esta semana? Eu tenho dado por mim a dar mais, com mais naturalidade – é uma cena que já me assiste quase automaticamente. Eles dizem que nós levamos 7 semanas a criar um hábito – deve ser...

2)   Quando és confrontad@ a uma situação chata, qual é a tua tendência? Negar as evidências, procurar fazer mais e melhor ou, analisando bem as coisas, deixas cair ou/e mudas de rumo? Qual é a tua tendência natural? Qual é o teu padrão de comportamento?
Eu? Eu sou mesmo optimalista, até porque a minha tendência natural está longe de ser perfeccionista – angustia-me! Eu sou mais do tipo borboleta, hoje aqui, amanhã acolá!

Segunda-Feira#014 - Tripping Mom

19.3.12
Encontrei o blogue da Marília há algum tempo. Li-o avidamente mas não o guardei nos meus favoritos. Uns tempos depois, voltei a reencontrá-la e não a deixei fugir. 
Descobrir o que escreve, a forma como pensa o mundo e a maternidade é entrar num maravilhoso mundo novo! Sim, sim, mistura Parentalidade Positiva com umas ideias muito giras sobre frugalidade e minimalismo!
Por isso, vem daí conhecer esta mulher de 33 anos, mãe da Luísa. A Marília tem um swing doce, de quem faz surf todos os dias e educa a filha, agora, na Costa Rica. Tudo isto, com um (bom!) sotaque brasileiro.
Aposto que, para a maior parte de nós, é uma lufada de ar fresco!
Muito obrigada, Marília! Um bjinho para as duas :)





Plantar Feijões Mágicos

18.3.12
hoje de manhã, na soleira de casa


Eu plantei, tu também! Toda a gente plantou feijões! 

Mas nós, cá em casa, temos os feijões mágicos do Gato das Botas. Ah, pois é! 

Como é que temos feijões destes? Comprei-os? Não, nem pensar! Estes feijões não se vendem. Encontram-se! É um golpe de sorte só para alguns. Eu? Eu encontrei-os no caminho para casa. Devo ser sortuda, por isso! Fica atenta, eles andam por aí!

E mais sortuda sou porque fiz um google para ver se entretanto tinha havido alguma actualização na forma de os plantar. Encontrei o 'Cantinho da Yoko' e uma ideia simplesmente espectacular. Gravar palavras e pequenas mensagens nos feijões. Ora diz lá que não é um mimo...
E pronto, vamos agora lá pra fora adorar os ditos feijões, regá-los e dizer palavras mágicas para os ver crescer.

(utensílios de jardinagem comprados na Miss Cacahouète)

Mudanças no blogue

17.3.12





A partir de hoje, o blogue ganha uma nova dinâmica. E qual é ela?

As entrevistas à Segunda-feira passam a ser quinzenais. Isto porque é complicado fazê-las semanalmente quando também se faz outras coisas. É difícil conciliar o meu tempo e o tempo dos entrevistados que são, sempre, tão disponíveis e rápidos! Ao mesmo tempo, quero começar a ter mais tempo em família e quero ler e comentar mais blogues. De outra forma não dá. E quero muito escrever mais, muito mais.

E então o que é que passa a acontecer à Segunda-feira, perguntas tu? Numa delas tens as entrevistas (ou achas mesmo que ia deixar de as fazer?) E na outras passas a saber mais sobre isto da Parentalidade Positiva e Felicidade, afinal esse é o tema do blogue.
Á Terça-feira continuas a receber as dicas do nosso amigo Tal Ben Shahar, o grande homem da Psicologia Positiva, num projecto aqui do blogue, o Even Happier 52.
Quarta-feira é dia de Gentileza, com o outro projecto ‘Random Acts of Kindness. Uma imagem, uma frase, uma dica, um site ou um blogue. Tudo para te lembrares de seres mais gentil contigo e também com os outros.
Quinta-feira e Sexta-feira são dias livres em que coloco o que me apetecer. Por norma serão frases ou imagens criadas aqui o Mum’s. Queres copiar a imagem e postá-la no teu blogue ou facebook? Força, ‘rouba’ todas! Queres fazer ‘like’ no facebook do Mum’s? É só clicares aqui.
Nestes dias também encontrarás sondagens, no lado direito do blogue. O objectivo é perceber as ideias de quem passa por cá. As mesmas vão andar pelo facebook, também, com a vantagem de lá ser permitido colocar comentários.
Ao Sábado e ao Domingo quero passar menos tempo em frente ao PC. Por isso é natural que haja menos posts ou post mais pessoais.

Com tudo isto, quero mesmo que este blogue seja mais do teu agrado e que possas rir, reflectir e passar um bom bocado. Afinal, um blogue é pessoal mas também vive, e muito, das tuas visitas e dos teus comentários.

Hoje é assim #51

15.3.12
"Há pais que morrem em vida, devagarinho. Serão, entre todos, os mais dolorosamente ausentes. Acompanham a vida dos filhos, desde sempre. Mas desconhecem-nos. Demitem-se de lhes ler o coração ou de se colocar, por instantes que seja, no lugar deles. Imaginam valer pelos bens que transmitem e nunca pelos sonhos que conquistam (esquecendo que os pais mostram um caminho sempre que o percorrem, nunca se o indicam). Mas morrem um bocadinho se não abraçam. Morrem quando não brincam. Morrem sempre que decepcionam. E são tantas as decepções que os seus gestos acumulam que, quando morrem de facto, os filhos atestam um óbito (mais que desmoronam num choque). E, ao morrerem, deixam a pior de todas as saudades: a saudade pelo que não se viveu. Não são pais pelos gestos que dão mas por tudo o que os filhos desejavam que dessem." 
Eduardo Sá

Random Acts of Kindness

14.3.12
ser gentil connosco também faz bem - a ti e aos que estão à tua volta!
Imprime a etiqueta, usa-a como marcador de um livro, usa-o como fundo de ecran ou cola-a onde precisares para te lembrares de ser, todos os dias, gentil contigo própria (adoro a palavra 'kind', em inglês, soa-me mesmo a gentileza!).


14.3.12
1 estrela por cada criança


Não há títulos possíveis, não há palavras...
Ouvi há pouco na rádio - 22 crianças...
Se há um Deus, devias vir explicar como é que uma coisa destas faz sentido ou é possível.
Porque tem de haver uma ordem natural das coisas e que é os pais partirem mais cedo. Ai, e aqueles pais, e aquelas famílias todas...
Ninguém, mas ninguém tem o direito de roubar crianças!
É demasiado...
Estou triste, não tenho palavras...

Paz, é o que eu posso desejar. Paz! Ou que amanheça de novo e que recomeçemos do zero...


Random Acts of Kindness

13.3.12
Lembrança semanal! Eu quero ser mais gentil! E tu?

Deixa o teu lado bitchy descansar esta semana, que tal?

Pole Position - I

13.3.12


Gente gira,

está lançada a primeira grande questão sobre parentalidade, educação e felicidade, na página do Facebook, que é onde dá para votar.

O tema de hoje: 'Bater, palmadas e sapatadas'. Passa por lá, vota e, se te apetecer, comenta!
Está renhido, muito renhido entre o 'Não' e o 'Não, mas...'

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