Livro: O grande livros dos Medos e das Birras

29.2.12

Como já disse uma ou outra vez, recebo feedback  (aqui refiro-me a mensagens por e-mail) de quem lê o ‘Mum’s’ e isso é, para mim, fantástico! Adoro! Esse é o alimento que preciso para querer continuar. Em muitos casos, pedem-me sugestões de livros porreiros para ler sobre estes temas.

Há um que eu sugiro e que é, de facto, muito interessante. É ele ‘O grande livro dos medos e das birras’, do Mário Cordeiro.

E porque é que eu gosto tanto deste livro?

Então é assim:

1)      O foco é no comportamento e não na criança. Trocando por miúdos, o pediatra acha mesmo que as crianças não têm má índole. Têm é comportamentos menos adequados. E quando tu te focas nisso (no comportamento) consegues abrir uma série de alternativas e consegues ir buscar ainda mais paciência (e até ideias) para lidares com a situação.  Por outro lado, a criança não se sentirá mal e perceberá que é o comportamento que tem de melhorar e que ela não é má.
Queres um exemplo? Em vez de dizeres ‘És feio!’, podes dizer ‘Pára, por favor de riscar as paredes (e pegas no teu ‘Miguel’ ao colo, ou pela mão) e dás-lhe uma folha de papel e dizes ‘Agora desenha aqui’. O ‘Miguel’ não é feio, pois não? É sim muito criativo... Sabes, eles ainda não conseguem perceber a nossa necessidade em termos a casa toda direitinha. Pode ser que tenhas de lhe dizer e mostrar isto umas quantas vezes – é mesmo assim, sabes? Lembra-te disto :)

2)      Tem uma escrita doce, meiga e serena. É por isso que gosto tanto dele porque quando pego num livro destes procuro serenidade e quem me ‘oiça’ ;)

3)      É escrito por um português e, como bom português, conhece a nossa cultura, de onde vimos e para onde devemos evoluir. Não encontro nele uma ponta de presunção, uma ponta de acusação. Pelo contrário, sinto que se importa e que respeita a nossa forma de ser. Acredito que quando aceitamos o que somos, aceitamos mais depressa, e com maior motivação, o caminho que temos a fazer. Um passo de cada vez, certo? E, mais uma vez, isso serena-me. Vamos no caminho certo!

9 O prazer da viagem_Semana 9 - Projecto Even Happier

28.2.12
'Fomos concebidos para progredir e não para nos encostarmos, quer se esteja na crista da onda quer se esteja em períodos prósperos.'

John Gardner

Desejar ser-se feliz o tempo todo é estar, inevitavelmente, condenad@ ao fracasso e à desilusão. Por vezes é preferível sacrificar-se o momento presente e investir. Para o quê? Pois claro, para depois se saborear. Seja poupar dinheiro para a reforma ou umas férias, seja dormir menos porque se está a estudar, seja a fazer uma dieta para te sentires melhor de saúde depois, eu sei lá. 
Claro que sabe bem ter momentos de puro prazer. Curtir uma praia, comer uma pizza e terminar com um gelado com topping de caramelo. 


Por isso, os exercícios desta semana são dois:
1) Estás grata pelo quê?
2) Se estás numa fase de investimento, investe. A vida é mesmo assim! Pensa naquilo que realmente queres fazer todos os dias (como passar um pouco de tempo a brincar ou a cuidar d@s filh@s ou a ir a uma aula de ginástica. Ou a deixares de comprar aquele top maravilhoso para pagares outra coisa, e relaxa.) E, no final, ou perto dele, concede-te um prazer!
Vou contar-te um segredo: de manhã procuro sair a horas de casa. Vou levar a pequena à escola e faço alguns recados antes de chegar ao trabalho. Mas antes de lá chegar, e se não estiver atrasada, recompenso-me: vou tomar um expresso, o melhor expresso daqui da zona. E garanto-te: ter dormido um pouco menos vale a pena - saí de casa descansada e o meu prémio é esse... Sinto-me top!


O futuro...

27.2.12
Hoje estive uns minutos à conversa com a Marília, do blogue Tripping Mom [sim, sim, faz parte das entrevistas a publicar muito em breve ;) ].
E numa parte do seu blogue está aquilo que define um dos motivos da existência do Mum's the Boss. Eu não diria melhor e quem o disse foi o biólogo e filósofo chilêno, Humberto Maturana


The future doesn´t lie with kids, but with the adults taking care of the kids


'O futuro não está nas mãos dos miúdos e sim nos adultos que tomam conta dos miúdos'.

Já viste o poder que temos? Para o bem e para o mal...

Dos livros

27.2.12

É só para avisar que, a pedido de alguns leitores aqui do Mum's, vou passar a recomendar alguns livros sobre estes temas... E quando formos 1000 (upa upa, que havemos de lá chegar!) irei oferecer um dos meus livros favoritos - resta saber qual :) Mas até lá, eu selecciono, combinado?
Está dito!

Segunda-Feira#011 - 'Paracuca'

27.2.12
Muxy Muxy, ladies and gentlemen, é a senhora que se segue. Uma escrita clara, por vezes crua, sempre verdadeira e divertida. O que não encontramos? Floreados ou tiques! É por isso que gosto tanto dela.
Muxy Muxy, muito obrigada!





Da TV

24.2.12




Hoje ligaram-me da Zon a oferecerem-nos um serviço de Internet+telefone+tv (4canais) por um valor simpático.

E diz ele:
- ‘Temos os canais de filmes, de desenhos animados.... Tem filhos?’
- ‘Sim, tenho’.
- ‘Pode aderir e ter canais de desenhos animados xpto’.
- ‘Entendo. E diga-me, plano sem tv, têm?’
O senhor fez um silêncio grande e perguntou
-‘Mas não vê tv?’
- ‘Não’.-
Silêncio, de novo...
-‘Nem os 4 canais, nem os serviços informativos?’
-‘Não’.
- ‘Pois... se calhar está melhor assim’.

E eu dei por mim a pensar que, de facto, estou! Ora pensa comigo: não é que escolho as notícias que quero ler nos jornais digitais, vejo os filmes e as séries que me apetecem (e poucas) e tenho muito mais tempo para outras coisas, como ler, escrever no blogue, namorar e brincar?

Não ver TV (leia-se os canais de televisão – porque vejo filmes e séries) não foi uma decisão que tomei. Foi acontecendo. Nunca tívemos TV por cabo e na outra casa onde estávamos o consumo já era pouco. Quando viemos para esta, colocámos uma parabólica mas mesmo assim não foi o suficiente para nos fazer ver mais TV. E um dia, depois de uma brutal tempestada em que tua ficou desconectado, desligámos tudo.
Ainda assim tenho a certeza que se tivesse um serviço de cabo seria consumidora. Porquê? Primeiro porque quando vou para fora em trabalho, fico deliciada com a fox e canais do tipo. Depois, porque se pagasse pelo serviço ia querer consumir. E depois, porque eu sei que me vicio facilmente numa série. Tendo essa noção, decidimos não aderir a nada... E sinto-me muito feliz por isto porque evito poluíções extras e invisto o meu tempo em coisas que gosto mais.

Á pergunta ‘mas não sabes o que se passa no mundo’ e à ‘andas a perder programas espectaculares’, respondo ‘enquanto eu souber que continuamos a usar o Euro e enquanto tiver acesso a jornais e a pessoas, estou informada’. E depois, os programas podem ser interessantes para ti e menos para mim, certo?’ Não me faz falta nenhuma... E tenho a certeza que cá em casa somos bem mais felizes assim ;)

E tu, sentes-te tentada em reduzir o consumo de TV? O que é que te motiva?

nova etiqueta

24.2.12
Amo esta revista! Que fonte de inspiração!

Hoje é assim #46

24.2.12
Hoje é assim # 46
Aceita a tua realidade.
Está presente. Sê ousad@.
Cria algo entusiasmante.
Bebe muita água. Dança.
Faz exercício diarimanete. Come comidas frescas.
Sente as tuas emoções. Enfrenta o medo.
Vai lá para fora e observa a natureza. Dá.
Abraça com frequência. Ajuda os outros.
Inflama as tuas paixões.
Salta da tua zona de conforto.
Beija apaixonadamente. Continua a olhar para a frente.
Ri. Ama. Aprende a deixar para lá.
Medita diariamente. Cria objectivos.
Nunca desistas daquilo que queres.
Tem um animal de estimação. Observa a natureza.
Reza. Pinta. Toca um instrumento.
Desiste de um mau hábito. Sossega a tua cabeça.
Lê. Relaxa. Reinventa-te.
Sorri. Dorme. Simplifica.
Faz boas sestas. Fala com juízo.
Revela as tuas forças.
Contagia. Visualiza os teus sonhos.
Caminha. Escreve. Vê um pôr do sol.
Fotocopia o teu rosto a sorrir.
Grita menos. Resiste a certos pensamentos.
Livra-te do negativo.
24.2.12
O melhor de se ter um blogue é mesmo o feedback dos leitores. Fico feliz por ir conhecendo melhor quem por cá passa regularmente.
Hoje recebi dois e-mails a pedirem-me uma compilação de alguns textos já aqui publicados.
Por isso, deixo aqui a resposta [imagem] que enviei. Para quem quiser ler o que se vai publicando aqui, sobre um ou outro tema, pode ir às etiquetas. A maior parte dos posts está ordenado e 'etiquetado'.

Bjinhos e boas leituras!



nova etiqueta

24.2.12

24.2.12
No primeiro post do 'Random Acts of kindness' eu disse que ia pedir à minha mãe umas mittens.
Pois é, já as tenho! Lindas, não são?

Obrigada, Mamã ;)

nova etiqueta

24.2.12



Nesta nova etiqueta, poucas coisas sobre parentalidade positiva se encaixam... à primeira vista, pois claro. Que isto da parentalidade positiva tem muito que se lhe diga.
Passo a explicar:
Um dos pontos importantes nesta 'filosofia' é os pais gerirem-se a nível emocional. Gosto e uso muito a expressão 'colocar a máscara de oxigénio antes', tal e qual como nos dizem de fazer nos aviões.
E, antes de ser mãe, eu sou euzinha, certo?
Como tal, gosto de outras coisas para além desta. Pois então, esta etiqueta é dedicada a esse meu 'eu'. E aqui eu vou postar cenas que gosto, muito 'nonsense' e outras coisas que me tornam mais leve, mais feliz. Conta com coisas idiotas, palavrões e afins. Em data e hora não prevista.

Tenho dito!

Se eu tivesse de me descrever...

23.2.12
... esta seria a minha melhor descrição! Não acreditas? Juro-te que coloquei no meu CV, no final:
'Google - a melhor invenção para mentes curiosas como eu'
;)

Hoje é assim #45

❽ Toma o teu tempo_Semana 8 - Projecto Even Happier

23.2.12

Eu sou naturalmente desorganizada mas adoro ordem, o que faz com que tenha períodos ora de muita ordem ora de muito caos (pronto, há um pouco de exagero aqui!)

Ao longo dos anos fui desenvolvendo algumas técnicas que me ajudam a contrariar a minha natureza e, cada vez mais, obrigo-me a fazer pequenas coisas que me simplificam a vida e a tornam visualmente mais ordenada: a cama logo que possível, menus para a semana, lista de compras de supermercado, wish lists*, preparar a roupa e as coisas todas para o dia seguinte.

E porque eu acredito que ter a minha casa organizada e com fácil acesso às coisas me deixa mais tranquila, este verão organizei o roupeiro da minha filha. Assim, de manhã, não andamos à procura daquilo que lhe vou vestir. Aliás, com esta técnica, a minha Miss passou a querer vestir-se sozinha, com a roupa que lhe coloco em cima da cama, logo de manhã (sim, eu sei que podia perguntar-lhe o que lhe apetece levar, bla bla bla. A verdade é que eu também existo e nos dias da semana isso não é exequível).

[A foto abaixo é a foto do armário da minha filha. O suporte vermelho foi comprado no Ikea. Originalmente era onde eu guardava os sapatos de uma estação para a outra (tinha umas gavetas pretas). Tirei as gavetas de tecido e os 5 espaços dão, sem tirar nem pôr, para os 5 dias da semana. Do lado esquerdo, está uma caixa branca onde estão os sapatos dela. Tudo à mão!]

Arrumação por dias da semana!

A Rita também colocou uma dica destas no facebook dela e é vem verdade – preparar as nossas coisas todas para o dia a seguir, ajuda a começar a manhã como ela tem de ser: sem stresses!

Esta semana, o nosso amigo Tal Ben Shahar fala-nos em ‘Tomar o nosso tempo’. Diz ele que nos anos em que ajudou os seus estudantes universitários a elaborar o seu CV, apercebeu-se que, à medida que os anos passavam, todos eles faziam cada vez mais coisas. Resultado? Não saboreavam as coisas, não as aproveitavam.

Na minha vida, também eu tive muitas vezes essa sensação. É avassalador e assustador. Sentia, muitas vezes, que o meu tempo era curto e que tinha tanto que aprender. Corria, corria e não chegava lá. Pior: quando chegava, não saboreava porque já pensava na ‘next big thing’. Até ao dia em que disse basta! Agora quem manda aqui sou eu, ora bolas!

Admito que é um processo lento. As mudanças são para acontecer devagar, são para ficar coladas à pele. E também são difíceis. Dizer ‘não’ é difícil, dizer ‘não preciso disto’ pode chegar a ser doloroso mas também sei que é libertador.

O que fazer então para saborear a vida num mundo que nos obrigada a evoluir a 100 à hora? O Ben-Shahar diz que não existe remédio milagroso. A solução parece então consistir em simplificar a vida e a desacelerar. As boas notícias é que, se fizermos menos, garantimos que essas coisas ficam bem feitas... pois é, ‘depressa e bem, há pouco quem...’

[Hoje deu-me para comer uma maçã bem devagar... até me meteu impressão porque até nisto eu corro...! Corria, corria (passado!) ]

O exercício:

Identifica as actividades que te tomam demasiado tempo e que não te trazem valor acrescentado. Muito facebook? Muita Internet? Muito tempo a arrumar? (Tenho uma amiga que diz que arrumado não é quem arruma e sim quem não desarruma... ;) ).

E que actividades queres ter e que são importantes para ti? Ler, escrever, meditar, namorar, jardinar?

A Rita (ainda e sempre – que inspiração!) colocou um link no seu facebook onde fala de uns senhores que praticam o minimalismo. Dizem eles que deixaram de ter uma ligação à Internet em casa e que a produtividade deles aumentam. Pois... imagino! Alíás, li um dia destes que uma casa organizada e limpa é uma casa sem ligação à Internet ( o que me ri!...)

Eu sei disto há muito tempo e penso que este post deu-me ainda mais coragem para deixar o PC de lado mais vezes... além disso, enquadra-se neste exercício. Nunca saberei, se não tentar, por isso, siga! Começo agorinha mesmo! ;) E tu, estás à espera do quê?



*volto a este tema em breve!

P.S. Obrigada, xtrelinha* por te lembrares ;)

A minha casa está sempre desarrumada...

22.2.12
E a tua? Também?

'Random Acts of kindness'_2

22.2.12

No dia a seguir a ter lançado este projecto*, fui sorrida (isto diz-se??) por duas pessoas distintas, na rua.
E sabes que mais? É mesmo terapeutico! É mesmo muito bom!

Então o desafio que te lanço esta semana é: sorri mais! Porque boas coisas acontecem a quem sorri. 
Sorri! Sem medo! 
Sorri! E aposto que te sentirás bem! E imagina na sensação que o outro terá quando vir que tu estás a sorrir para ele ou para ela? Wow! Que poder!!
Sorri! ;)

P.S. Esta semana foi semana de 
1)limpar o meu escritório e doar os dicionários que lá tinha, a quem mais precisava;
2) sorrir mais (já tinha feito este e sei que resulta);
3) Organizar os menus desta e da próxima semana - assim, ando menos stressada, faço comidinha gostosa e boa e ficamos mais aconchegados e felizes? Partilhas desta ideia, também?
4) Brincar mais - com a filha e com as pessoas, em geral. Brincar com a filha é um desafio, porque eu sempre achei que não gostava nem sabia. E, de repente, até começo a gostar... ;) 

E tu?

Segunda-Feira#010 - 'Diário de uma mãe solteira'

20.2.12
Este é um blogue intimista, apaixonado. Quem o lê, sabe que por trás está uma rapariga chamada Smile. Hoje a Smile, que também é Inês, conta-nos mais sobre ela e sobre o papel de mãe.
Obrigada, Inês!







Lobo mau

18.2.12
Não há lobos maus - só lobos com fome

Assim que acordou, a minha filha, quase 3 anos, diz*:

 - Mamã, o lobo está aqui no meu quarto. O lobo é mau!
- Mau como?
- Ele ferra, mamã! E ele está na floresta com o Pedro e come o pato do Pedro. Isso não está bem!
- Ele é mau porque come o pato do Pedro?
- Sim, é! Muito mau!
- Isso quer dizer que se lhe dermos de comer, ele deixa de ter fome e já não ferra nem come o pato do Pedro?
- Sim!
- E o que é que podemos fazer, então?
- Dar-lhe papinha. Assim ele já não é mau.
- E o que te apetece fazer de comer?
- Uma pizaaaaa!
- E depois colocamos um prato lá fora? Tu não gostas que o lobo entre em casa, nem no teu quarto, por isso todas as noites podemos deixar comida lá fora e ele fica feliz e de barriga cheia. O que te parece?
- (Acena que sim) E assim ele já não ferra e passa a ser um lobo bonzito!
- E porque é que ele não vai ferrar e vai ser bonzito?
- Porque já não vai ter fome!                                   

Hoje de tarde tive mesmo a noção que esta conversa ajudou-me a ensinar à minha filha, através da reflexão, que se o lobo, tal como nós, têm comportamentos menos bons, é porque há um motivo.

O lobo só é mau porque precisa de alimento. É tal e qual gente grande e pequena.

Quando a minha filha fica chata, normalmente é porque está a ficar com sono.

Quando amua, é porque gostava de fazer alguma coisa e aquele não é o momento.

Quando fica irritada e bate com as canetas na mesa, por exemplo, é porque não consegue/sabe fazer alguma coisa.

Ou quando se põe a fazer barulhos esquisitos com a boca, é porque tem vergonha e está, ao mesmo tempo, excitada com o que está a acontecer.

Isso eu sei, estou constantemente atenta aos sinais que ela envia para saber que não é má-educação, que não é mau feitio, que não é maldade.

Ao ter tido esta conversa com ela estou, aos poucos e sem lhe dizer directamente as coisas, a ajudá-la a ver para lá da primeira imagem. Dá trabalho, é preciso foco. Ao mesmo tempo, deixar-me levar pelo ritmo e pela imaginação dela (até porque, como podes imaginar, o Pedro, o lobo, o pato e o gato mais o Peter Pan que vivem cá em casa, são convidados que eu não vejo mas que existem!) fazem com que eu própria treine a minha vontade em dar-lhe as respostas para que ela chegue mais depressa à conclusão. Simultaneamente estou a treinar (sim, isto treina-se) e a lembrar-me que, por trás de um comportamento menos adequado ou menos fácil da minha filha está sempre uma necessidade.

Dá trabalho? Dá!

É difícil? Nada! Basta estares atenta!

*Esta é a história do Pedro e do lobo, do Prokofiev e que é diferente da nossa história do Pedro e do lobo.

*hug*

17.2.12


Gosto de abraços, de dar e de receber.
- Quero um 'hug', quero muito um 'hug'", digo à minha Miss, quando a reencontro, no final do dia.
Admito que aos outros (menos ao pai!) dou poucos abraços. Mais por vergonha, por sentir que pode ser uma invasão do espaço vital do outro. Pela falta do hábito.
E hoje parece-me um bom dia para contrariar esta minha tendência natural, portante um bom dia para dar 'hugs'. Aos que eu quero muito.
E a ti, também te parece o mesmo ;) ?

;)

17.2.12

Hoje é assim #43

16.2.12

Outra forma de educar [interessante]

16.2.12
Quando somos implicados nas coisas, sejam elas quais foram, passamos a ser parte responsável dessa coisa e, inevitavelmente, do seu sucesso ou fracasso.

O objectivo deste blogue é dar-te a conhecer outras formas de educar para que reflitas sobre a forma como o fazes e se ela é ou não congruente. É mostrar-te que há mais formas (+) de o fazer. Não há só uma, muito pelo contrário...
Não gosto de dizer que há formas erradas ou certas de o fazer. Há sim resultados, mais perto ou mais longe daquilo que desejamos e sonhámos. Há sim uma realidade, que é a tua, e há uma forma de fazer as coisas - que é a tua. E, felizmente, há formas de evoluir, também ;)

Por isso, partilho aqui um vídeo que me foi dado a conhecer por um amigo meu que viveu uns tempos no Japão. Diz ele que está tão fascinado com a forma como eles educam os miúdos por lá e que sonha um dia educar os dele, quando os tiver, nesse país. Diz ele que quando lá chegou, ao Japão, teve o sentimento de ser um bárbaro. Que toda a nossa civilização é bárbara ao pé da deles.

E eu fiquei tão curiosa que quis saber mais. E o meu amigo Francisco enviou-me este vídeo que me pôs a pensar mais sobre o nosso sistema.

E se isto não dá para acontecer nas nossas escolas, seja por que motivo [ou desculpas] for, dá, de certo, para acontecer por casa. Na minha e na tua. Está nas nossas mãos fazer melhor.

P.S. Sublinho o facto de isto ser uma possibilidade (ou alternativa - como quiseres chamar) e de fazer apenas aquilo que me faz sentido. O respeito mostrado ao professor, no final da aula, pode ser manifestado de outra forma, alright? São outras formas apenas, não são dogmas, certo?

Felicidade Take-Away

15.2.12



Quando era pequena, a minha loja favorita era a Bertrand, no shopping Brasília, na Rotunda da Boavista, no Porto. Enquanto a minha mãe e a minha irmã mais nova iam dar uma volta para ver montras, eu ficava a folhear os livros e as revistas, com o meu pai.


Entretanto a gente cresce e a Fnac chega ao Norte Shopping. É lá que hoje me perco e é a única loja onde entro (sempre) com o entusiasmo de descobrir coisas novas. Quem gosta de livros tanto quanto eu, sabe exactamente do que eu estou a falar. Olhar para o livro numa estante, aproximar-me dele. Segurá-lo e abrí-lo. Questionar-me se o levo ou não. Todo um ritual de encantamento e de sedução...


E de cada vez que lá vou, vejo que a secção de desenvolvimento pessoal está cada vez maior e sempre com novos títulos. Percebo, agora, que a expressão utilizada pelo ‘Le Monde’ aqui há umas semanas estava correctíssima: a felicidade tornou-se no Graal dos tempos modernos. De facto, a ciência da felicidade, como agora é chamada, é uma disciplina que se define pelo estudo científico do desenvolvimento optimal dos indivíduos. Os estudiosos dizem que para atingir a felicidade, devemos fazer uns certos e determinados exercícios – aliás, se vens cá ao blogue, sabes bem que todas as 3ªs feiras existe uma ‘receita’ do meu Projecto EvenHappier_52, baseado no livro do Tal Ben-Shahar.


Contudo, e como diz e bem o artigo do ‘Le Monde’, acreditar que a felicidade possa ser alcançada através destes exercícios é um erro. É? Então ando enganada? Será que aqueles que trabalham com a Psicologia Positiva (eu incluída) vemos tudo cor-de-rosa bebé? Felizmente, há uma explicação para esta afirmação. A verdade verdadeira é que a grande maioria de nós tem uma tendência quase absurda em criar, nas nossas cabecinhas, os piores cenários possíveis. Antecipamos o futuro de forma menos boa e ruminamos (ou seja, pensamos muito) em coisas que já aconteceram e sobre as quais não temos qualquer poder de mudança. Assim, tirar prazer daquilo que temos agora só pode ser feito, para a maior parte das pessoas através do treino.


Como assim, perguntas tu? Qual treino?


Ora pensa comigo. Se eu procurar pensar de forma mais consciente sobre as coisas que me acontecem ou que eu desejo que aconteçam, se eu criar estratégias e pensar nelas, tudo isso é um exercício (consciente). Por isso estes exercícios (que até são utilizados por muitas psicólogos e psicanalistas ao longo de uma terapia) têm como objectivo modificar as cognições – os pensamentos e as crenças – de comportamentos menos adequados. E ao modificar conscientemente hoje, estamos a modificar inconscientemente, amanhã.


O perigo qual é? É cair na ditadura da felicidade, como diz e bem o artigo que eu li. Sentir-me mal porque não consigo ser feliz. Ou mais, tornar-me narcisista por olhar demasiado e apenas para mim. Por isso e talvez seja útil apimentar a vida – com um humor negro de vez em quando, com uma alegria contagiante e com o rir-me mais de mim própria. E isso eu só consigo sozinha.

Vê o vídeo! Vê!

14.2.12


Que grande inspiração! One day, today, now! Dá de ti, dá!!

⑦ Más experiências_Semana 7 - Projecto Even Happier

14.2.12

É verdade (e com razão) que a sociedade ocidental procura a felicidade de forma desenfreada. E esta felicidade significa estar-se bem, em todos os momentos. E quando não estou, ‘ora oupa, pega lá este xanax ou valium que isso vai lá!’.

Mas espera aí, estaremos a falar de felicidade ou de prazer? Eu acho que é mais prazer...

É que para conseguirmos chegar à felicidade autêntica, temos de ter passado por um certo mal estar, por dias que começam com um ‘bonjour tristesse’, por tardes onde nos dizemos ‘ai a minha vida!’ e por noites que terminam com um ‘vou curtir a minha fossa e amanhã estou melhor’.

Já a felicidade está ligada à nossa capacidade em ultrapassar as resistências e os conflitos. São estas fases que fazem com que possamos apreciar melhor os pequenos bons momentos que temos. E isto tu e eu já sabíamos há muito tempo, certo?

Esta semana o Tal Ben Shahar faz-nos uma proposta diferente do convencional. E para isso, apoia-se num projecto realizado por um tal de Jamie Pennebaker, da Universidade do Texas – deve ser coisa séria J

As pessoas que entraram neste estudo explicaram que, no final, sentiam-se aliviadas e a angústia que antes tinham, havia desaparecido. De uma forma geral, estavam leves, com mais energia e mais felizes.

Então o que é vamos fazer?

1)      Pegar num papel e numa caneta

2)      Escreveres, sem pensares muito, tudo aquilo que te aborreceu durante a semana. Mas escreve, escreve tudo, vai ao detalhe!

3)      E depois? Depois guarda ou deita fora – it’s up to you.

O que é que eu te posso dizer sobre isto de escrever sobre coisas que nos aborrecem/lixam a cabeça?

Tenho uma grande amiga minha holandesa que é Coach profissional há mais de 25 anos. Diz ela que por lá há uma vertente do coaching que se apoia nesta ideia. Trocando por miúdos, as sessões são feitas por e-mail. O cliente escreve, ela coloca-lhe questões sobre aquilo que ele escreveu e assim se faz o trabalho. A Loes explicou-me que há um número muito grande de pessoas a optarem por esta vertente e que chegam a resultados mais rapidamente porque, segundo ela, o cliente ‘esvazia-se’ e ‘entrega-se’ verdadeiramente. É libertador, contou-me! E mais, o coach e o coachee (o profissional e o cliente) nunca chegam a conhecer-se pessoalmente.

Mas afinal de contas onde é que fica essa ideia de pensar, sempre, positivo?
No lixo, digo eu! Isso é a maior treta que eu já ouvi. Pensar sempre positivo? Give me a break! Somos máquinas ou seres humanos? Se somos seres humanos temos emoções e, no leque das emoções há as 'up' e as 'down'. E saber navegar nas 'down' é tão importante como nas outras. Reconhecer as emoções e lidar com elas, isso é que é evolução!

E já agora, e a propósito, se esta coisa do optimismo te interessa, vê o filme 'A Arte do Pensamento Negativo'. O trailer, que não faz justiça ao filme, está abaixo. O que te posso dizer é que o filme mostra-te que para saíres de algumas situações, e dependendo do impacto que isso possa ter na tua vida, tens mesmo de viver tudo e tão intensamente, para depois conseguires dar a volta.




Interessante ou quê?

To Valentine or not to Valentine...

14.2.12

Há anos que não celebro o dia de S. Valentim.
Ou melhor... celebro, mas não tanto...
 Vou explicar: o meu pai oferece sempre uma flor às mulheres da vida dele. E como eu sou uma delas, tenho esse prazer! Giro e fofinho, hein?
Também é verdade que houve um ano que recebi uma avalanche de postais (quando isso ainda se usava). Vivia em Inglaterra e por lá é tradição oferecer cartões a quem gostamos. A rapazes e raparigas, sem intenções de namoro! Giro, também, hein?
Mas com o meu mais que tudo, não o fazemos. Dizíamos que era piroso, ridículo, essas coisas.
Mas este ano passei a ver este dia como mais um dia, mais uma oportunidade para celebrar o amor e o bem e o prazer de estarmos uns com os outros. Não vamos ter ida ao restaurante como manda o protocolo mas cá se há de arranjar qualquer coisa.
E ainda mais inspirada fiquei com a animação deliciosa do google e com esta cotoveleira. É que é mesmo, mas mesmo muito gira!
Happy Valentine's Day!

Clica aqui para veres como se faz a cotoveleira :)

Madly in love with... me!!

13.2.12

O meu melhor amigo... sou eu !
Há cenas giras! Então não é que hoje é o dia Internacional do 'auto-amor'.
Que é como quem diz, de gostar de si próprio... Interessante!
Pena ter descoberto isto só hoje à noite...
A celebrar todos os dias da vida!
13.2.12


Lição nº100, 100 anos, 100 seguidores! Cem!!
100... É ou não é motivo para ficarmos tod@s contentes?
100 é um marco, tal como também é 1000!
E este 100 tem um nome - é a Jei!
Uma jornada de 1000 kilómetros começa com um só passo. Um passo de cada vez.
Gosto! E muito!
A ti que me lês, partilhas, comentas e vens cá diariamente, muito obrigada.
Eu sei que é na partilha que está o ganho! E é justamente por isso que o faço!
E se te apetecer, junta-te a nós no Facebook. Sim, a nós! Estamos por lá!

Senhoras e senhores, muito obrigada :)

Magda

Segunda-Feira#009 - 'Família de 3 1/2

13.2.12
Quem lê o Família de 3 1/2, conhece o tom único da Carolina. É bom de ler, é leve e é muito cómico!
E como já disse aqui, Portugal é mesmo um café! A curiosidade desta vez é que a Carolina e eu andámos na mesma escola - embora em turmas e anos diferentes.





'Random acts of kindness'

13.2.12

Todos nós [mais ou menos] temos atos de bondade, de gentileza, de surpresa. Eu sou exatamente igual!

O que é que hoje me apetece fazer? Apetece-me muito fazer surpresas por aí fora, espalhar energia boa! Estás comigo? Vamos espalhar pó de pirlimpimpim?

E como? É fácil!

- Lembrei-me de sorrir mais na rua. Sorrir às pessoas com quem me cruzo na rua ou numa fila de trânsito.
- Colocar a música favorita da minha filha quando chegamos a casa ou fazer uma das sobremesas favoritas do meu querido.
- Pedir à minha mãe para me fazer umas mittens (ela adora fazer malha e eu adoro coisas feitas por ela)
- Passar em casa da minha avó com pão fresco.
- Conceder-me uma pedicure.
- Telefonar a uma amiga com quem não falo há algum tempo e dizer-lhe 'como é? o que é feito de ti, rapariga?'
- Levar flores para o trabalho e assim dar cor ao meu espaço e partilhar isso com os meus colegas.
- ...

Gosto destes 'random acts of kindness' e penso sempre naquele filme 'Favores em cadeia'. Conheces? A filosofia é um pouco essa - fazer o bem, importar-me e mostrar que me importo.

E quando fazer o bem vem em jeito de desafio, sabe ainda melhor, não sabe [o filme também fala um bocadinho desta ideia]?

Por isso o desafio é.... tchan thchan tchan....

Durante este mês fazermos 2 atos de gentileza semanalmente. Pronto, se fizeres só um também vale! Aposto que o segundo vem logo a correr porque vais sorrir mais, não vais? Vais pois, vais estar feliz contigo, e isso vê-se!

E se gostas desta ideia, então partilha-a com os teus amigos e amigas... e se quiseres, vem aqui partilhar no blogue [clica em 'random acts of kindness', do lado direito do blogue, onde estão as etiquetas] o que andas a fazer.  Também o podes fazer no Facebook - clica aqui. Todos ganhamos com ideias novas e giras.

Semanalmente vou colocar uma foto aqui no blogue para lembrar este desafio.

Alinhas?

Parentalidade Positiva - I

10.2.12


Esta coisa da parentalidade positiva dá horas de conversa...

E vai daí, decidi colocar aqui um post sobre o que é que isto é, para que possamos desmistificar a ideia que a parentalidade positiva é uma parentalidade permissiva.

 Vou fazê-lo por etapas. Tenho a noção que textos demasiado longos podem tirar-te a vontade de ler.

Como é que eu despertei para este tema?

Quando tomei a decisão de ser mãe fui invadida por um grande medo. Medo de não ser capaz. É um sentimento natural  -  afinal de contas educar é uma grande responsabilidade. Ao mesmo tempo percebi que ter medo bloqueia-me na tomada de decisões e faz com que tudo seja menos claro. E então decidi começar a ler - ler muito sobre estes assuntos e perceber quais são as diferentes perspectivas de diferentes autores. E ler o quê? Leio livros de pediatras, psicanalistas infantis, e neurocientistas, de psicólogos e até livros ‘pop’. O objectivo é alargar os conhecimentos e continuar flexível.

 Nessa altura descobri uma coisa chamada haptonomia. A haptonomia é uma forma de comunicação in-utero com o bebé. In-útero, dizes tu? Yep, in-útero, com a mão por cima da barriga (não te ponhas já com coisas). Como esta técnica não era praticada em Portugal (e ao que parece continua a não ser), lá fui eu pesquisar e ler tudo o que se dizia. Trocando a coisa por miúdos, a haptonomia faz com que a criança e os pais criem uma ligação que antecede o nascimento. É feita através do toque e da palavra. Fala-se muito, toca-se muito na barriga, brinca-se com a criança e ela mexe-se e responde conforme o ritmo que damos. Brutal. É uma comunicação que vamos ‘afinando’ dia-a-dia. Começámos no 5º mês de gravidez. Porquê? Primeiro porque passei a sentir o meu bebé. Depois, porque é nesta altura que a audição se desenvolve. E depois porque antes, a haptonomia, dizem, não faz muito sentido.

 O certo é que quando a Miss C. nasceu e como a nossa relação com ela já existia,  sentímos que estava ali uma pessoa e não um bebé. Uma pessoazinha. E sabemos que ela sentia isso também porque nasceu mais espevitada e com uma forma de olhar e de se segurar que é muito própria em crianças cujos pais praticam este método. É um olhar e uma postura atenta, de quem está bem acordada para a vida. E isso muda a relação e a forma como agimos com ela.

 O facto de eu saber que a minha filha é uma pessoa por inteiro permitiu-me ver para além do bebé que tinha à minha frente. Permitiu-me tomar consciência que todos temos uma natureza e que eu devia seguir o ‘swing’ dessa natureza porque é assim que a minha filha é. Aceitar quem ela é, ampará-la no seu crescimento - esse é o meu foco.

 E como a respeito, tenho uma forma de educar diferente da tradicinal. É curioso, mas a minha mãe acha que eu sou muito boazinha. E que essa coisa de explicar tudo à minha filha não vale grande coisa porque até há pouco tempo ela não percebia metade – nem falava, tão pouco. Pois é, a verdade é que os miúdos percebem tudo, desde o momento que nascem. Percebem porque ouvem mais do que nós. Ouvem o tom da nossa voz, sentem-nos nervosos ou felizes e isso é comunicar e é chegar até mais longe do que nós, adultos, chegamos. Isto eu sei e garanto-te – eles percebem, mesmo!

A maior parte das pessoas que eu conheço teve uma educação mais autoritária. Os pais tinham aquela filosofia do ‘quero, posso e mando’ e do ‘olha para o que eu digo mas não olhes para o que eu faço’. A maior parte de nós apanhou uma palmada. Eu apanhei. E não me fez mal. E uma ou outra vez fui castigada pelos meus pais por me ter portado mal ainda que fosse raro calcar a linha. A verdade é que estou aqui, sem grandes traumas. Acredito que tenho valores bons, que sou boa rapariga e que os meus pais fizeram o melhor que sabiam e por amor.

A questão é então: Porque é que eu decidi abraçar esta causa da parentalidade positiva? Porque acredito que posso fazer diferente. Porque respeito a minha filha e porque a considero uma pessoa inteira. E não a consigo ver de outra forma. Porque não acredito que uma palmada ensine mais do que uma boa explicação feita duas ou três ou quatro vezes. Porque acredito que os pais é que são os adultos e aqueles que têm de gerir as emoções, como agora se diz. Porque acredito que ‘amor com amor se paga’ e ‘respeito com respeito se paga’.

Por isso, o primeiro grande passo é mudar a forma como olhamos para a educação que damos aos pequenos e perceber o que é que queremos. Claro que queres filhos felizes, com saúde e que respeitem os outros e se respeitem a si próprios. Então se queres isso, age por influência. Mune-te de uma boa dose de paciência e, acima de tudo, olha para eles como pessoazinhas. Este é mesmo o primeiro grande passo. Pelo menos, e para mim, foi.

No próximo post vou clarificar, através de exemplos, o que é uma educação autoritária, permissiva e positiva. Vou falar-te de exemplos e estratégias que uso e que leio. Vou contar-te que por vezes falho, por vezes até sou permissiva, por vezes tenho muito medo de ser autoritária mas lá está, emendo a mão. Porque isto da educação é mesmo uma viagem e, como qualquer viagem, às vezes enganamo-nos na estrada e temos de fazer marcha atrás. É assim comigo.

E eu fico contente por aprender todos os dias e de partilhar isto contigo. Porque se passas por aqui é porque estes temas fazem sentido e te questionas sobre aquilo que podes fazer melhor, todos os dias, pelos teus filhos J, certo? E é isso que também me dá vontade de continuar!

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