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Uns *kifs* por semana, nem sabes o bem que te fazia!
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Esta
é a semana da gratidão, que é como quem diz, reconhecer o que temos de bom na
vida.
O
Ben-Shahar sugere 5 pontos, todos os dias. Eu sugiro 5 pontos, 3 vezes por semana.
Mais à frente vais perceber porque é que eu altero a sugestão dele.
Fazer
este exercício pode ser menos fácil quando a ‘galinha do vizinho é melhor que a
minha’. Menos fácil por causa do contexto em que nos encontramos. Menos fácil
porque ‘com o mal dos outros posso eu bem’.
E
torna-se menos fácil ainda quando o Ben Shahar nos pede para escrevermos, todos
os dias, 5 coisas pelas quais sentimos gratidão. Escrevê-las. Ora, para quem
não tem o hábito de agradecer e muito menos de escrever, esta coisa torna-se
complicada.
Por
outro lado, o que é gratidão, para ti? Sabes defini-la? Podem ser muitas
coisas. A Sonja Lyubomirsky define-a como uma meta-estratégia para alcançar a
felicidade. Pode ser estar maravilhado, olhar para o lado bom de um
contratempo, dar graças ao teu Deus.
O
lado bom de estar grato (finalmente, a parte boa e fácil) é que serve como um
antídoto para as emoções negativas. Existe um escritor que a define como um
sentimento de reverência, agradecimento e apreciação pela vida. E as últimas
investigações demonstram que exprimir gratidão tem uma relação causal com a
melhoria da saúde mental e física. É quando tomamos consciência do valor que as
pessoas que estão à nossa volta têm, que as podemos tratar, de facto, melhor.
Boa, boa, só pontos a favor!
Tenho
de confessar que iniciei este exercício este verão e, durante as semanas em que
o pratiquei, senti-me mesmo bem. Depois, por preguiça, fui deixando de
escrever. Quando decidi fazer isto, tive por base a ideia de uma escritora
francesa e não a do Ben. Para o efeito, usei um caderno pequenino, juntei-lhe
um lápis, e passei a escrever quase todos os dias.
No
início foi estranho, sobretudo porque eu nunca tive um diário e, escrever de
mim para mim era um pouco... estranho! É verdade. Pensei que fosse uma cena
muito americana, do tipo ‘be grateful for what you have’ bla bla bla non-sense.
E não é que isso era uma ideia pre-concebida e na verdade não tem nada a ver. É
tão bom...!
Desta
vez, porque conheço o meu ritmo, vou alterar a proposta feita neste livro Even
Happier.
Vou passar a escrever os meus ‘kifs’ (que é assim que também lhe chamam), 3 vezes por semana e num máximo de 5. À segunda, à quinta e à sexta ou sábado. Em relação a ti, tu é que sabes - descobre, ajusta quantos kifs queres dar por semana... :)
Vou passar a escrever os meus ‘kifs’ (que é assim que também lhe chamam), 3 vezes por semana e num máximo de 5. À segunda, à quinta e à sexta ou sábado. Em relação a ti, tu é que sabes - descobre, ajusta quantos kifs queres dar por semana... :)


vou participar... óptima ideia :)
ResponderEliminarGostei da ideia. Acho que não é tão fácil como pode parece, mas sou capaz de tentar...
ResponderEliminarParece-me interessante! Mas vou-me ficar por kifs uma vez por semana, senão já sei que não faço...
ResponderEliminarE traz um amigo, também :)
ResponderEliminarHá umas semanas li algures sobre ter um caderninho de gratidão. Tomar nota das coisas boas que nos vão acontecendo.
ResponderEliminarAchei a ideia fabulosa. Esse é um dos meus projectos para 2012.
Afinal, vejo que não sou a única a aderir a uma ideia que muitos acharão absurda.
@ Rita: parece-me muito bem, se esse é o ritmo! Para dar resultado, tem de ser ao 'nosso' ritmo!
ResponderEliminar@Alice: é verdade, há muitos que acham absurdo, estrando, sem propósito. Eu e tu pensamos diferente! Há mais 51 ideias, alinhas? :)
@Ups - Junta-te ao projecto e vamos puxando tod@s pel@s outr@os, que te parece?
ResponderEliminarGostei, vou tentar. Acho que vou seguir a sugestão da Rita, uma vez por semana parece-me bem.
ResponderEliminar@lolita - Boa! Uma vez por semana é bom. E bom mesmo, é fazer-se :) Vai partilhando!
ResponderEliminarClaro que alinho!
ResponderEliminarAfinal, este tem mesmo de ser uma ano de mudança, cheio de optimismo, para contrariar todo o pessimismo que nos rodeia.
Beijinho
@Alice - Isso é que é falar :)))Amo essa convicção!
ResponderEliminarEu estou super entusiasmada! Tenho montes de amigas que vão alinhar. Aliás, até reparei que aquelas que estão mais entusiasmadas são as que usam menos a net... é curioso... E uma empurra a outra. Por isso, a minha sugestão é partilhares esta ideia com amigo@s...
Faz de 2012 um super ano!
Posso adoptar também a ideia?
ResponderEliminarÉ que pensando de repente parece que não tenho nada para escrever e no segundo a seguir são tantas as coisas que os dedos são lentos demais.
Vou partilhar.
Bjs
Adorei a ideia!
ResponderEliminarComeçei a fazer o que foi aqui descrito e, parecendo que não, no final do dia sentia-me mais tranquila, relaxada.
Fico á espera de novas ideias, ou, do "passo seguinte" neste ritual! GO!
Feliz ano novo, cheio de energia positiva!
quando comecei o meu blogue tb tentei fazer isso, mas depressa me esqueci de continuar. De vez enquanto tento voltar a escrever na minha agenda, mas ainda não me mentalizei a fazê-lo sistematicamente. =/
ResponderEliminarEste é o nosso frasco, só vamos abrir pelos anos da avó. Já lá colocaram mensagens: primos, tios, amigos. Nestes cadernos, fazem-se registos/composições de passeios/voltinhas em família, narra-se, descreve-se, apontam-se sensações, birras até. Entretanto,depois de assistir ao programa, reformulei a ideia que apliquei inicialmente, e vou também (pelo menos vou tentar) passar à modalidade do caderno/agenda (eu já uso para uma série de situações impensáveis), gosto de guardar, aliás guardo tudo, há sempre uma reutilização. Já tenho uma das agendas cheia de papelinhos escritos pelos filhos, assim esta ideia "dos frasco da gratidão", tranforma-se em agenda da gratidão. O que me desagrada nisto é que ambas as modalidades tem o seu encanto: no frasco podemos inventar decorações para o efeito e, depois, os papelinhos podem ficar hermeticamente selados, até ao dia da abertura, no caderno já todos podem "cuscar".... E confirmo, que nem sempre é fácil escrever algo, eu própria, que até gosto de escrever, demoro a encontrar a frase ideal, caindo sempre no rotineiro "estou grata por ter saúde; por poder fazer coisas giras com os filhos; por ter-mos o privilégio de ter comida na mesa ....."
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