Está tudo dito.
Less is more #2
29.12.11
Ainda sobre o minimizar, reduzir, criar espaço para novas
coisas na vida...
Confesso que não sou uma pessoa muito organizada embora
adore tudo no sítio. Desculpo-me com o facto de ter muitas actividades, muitas
áreas de intervenção e por ser apaixonada por todas elas. Em minha casa abundam
os livros, as folhas, os cadernos e canetas. Não sei viver sem eles mas tenho resistido melhor à tentação de
comprar mais. A verdade é que ainda não chegou o momento de ler tudo ou
escrever tudo em digital. Ainda assim, ‘namoro’ blogues, leio-os de
fio-a-pavio. É talvez o meu primeiro passo – os blogues são digitais, certo? Quando ficar totalmente fã, compro um iPad.
Até lá, vou lendo pelo PC coisas como ‘As 10 maiores influências do zenhabits’. A explorar, com detalhe!
Hoje é assim#28
28.12.11
é este o link que me faz muito sentido, hoje. O texto, fica abaixo:
Aproveito a boleia das festas de Natal e fim de ano e esta fotografia que importei doblog da Mariana Sabido, um dos meus blogs favoritos, para desejar a todos o melhor neste ano de 2012. Quando desejo o melhor também estou a desejar forças, ânimo, coragem, esperança, sentido construtivo, saúde e paz. Todos sabemos que vai ser um ano difícil, exigente, muito duro para muitas pessoas, e não podemos ser levianos ao ponto de nos desejarmos uns aos outros 'apenas' um ano feliz. Sinto que aquilo que podemos fazer uns pelos outros é darmo-nos força e coragem, influenciarmo-nos de forma positiva e estarmos particularmente atentos aos mais frágeis à nossa volta. Estamos todos muito conscientes da precaridade dos empregos e do espectro de mais desemprego e, nesta lógica, temos a obrigação moral de contribuir, ajudar, colaborar, não desisitir. Martin Luther King disse que tudo o que se constrói no mundo é construído pela esperança e acredito profundamente nisso. Na esperança de dias melhores, na esperança de estarmos a criar um mundo melhor, na esperança de sermos mais solidários e mais capazes de mais iniciativas com impacto transformador na sociedade. Tudo começa dentro de cada um de nós, mas é essencial ter consciência de que a nossa atitude, as nossas intenções e motivações e tudo o que fazemos tem impacto na nossa família, nos nossos amigos, nos nossos pares no trabalho, no nosso bairro, na nossa cidade e ... no mundo. E é assim, nesta lógica, que as coisas se mudam e o mundo avança.
Aproveito a boleia das festas de Natal e fim de ano e esta fotografia que importei doblog da Mariana Sabido, um dos meus blogs favoritos, para desejar a todos o melhor neste ano de 2012. Quando desejo o melhor também estou a desejar forças, ânimo, coragem, esperança, sentido construtivo, saúde e paz. Todos sabemos que vai ser um ano difícil, exigente, muito duro para muitas pessoas, e não podemos ser levianos ao ponto de nos desejarmos uns aos outros 'apenas' um ano feliz. Sinto que aquilo que podemos fazer uns pelos outros é darmo-nos força e coragem, influenciarmo-nos de forma positiva e estarmos particularmente atentos aos mais frágeis à nossa volta. Estamos todos muito conscientes da precaridade dos empregos e do espectro de mais desemprego e, nesta lógica, temos a obrigação moral de contribuir, ajudar, colaborar, não desisitir. Martin Luther King disse que tudo o que se constrói no mundo é construído pela esperança e acredito profundamente nisso. Na esperança de dias melhores, na esperança de estarmos a criar um mundo melhor, na esperança de sermos mais solidários e mais capazes de mais iniciativas com impacto transformador na sociedade. Tudo começa dentro de cada um de nós, mas é essencial ter consciência de que a nossa atitude, as nossas intenções e motivações e tudo o que fazemos tem impacto na nossa família, nos nossos amigos, nos nossos pares no trabalho, no nosso bairro, na nossa cidade e ... no mundo. E é assim, nesta lógica, que as coisas se mudam e o mundo avança.
Segunda-Feira#003 - Este Blogue Precisa de Um Nome
26.12.11
Há mais de um ano que leio o blog da Rita. E como Portugal é mesmo um café, descobri que vivemos na mesma cidade e até na mesma freguesia. Descobri que temos amigos em comum. Há ou não há coincidências?
Hoje é assim #27
24.12.11
"Write it on your heart that every day is the best day in the year."
Ralph Waldo Emerson
O melhor presente de Natal
23.12.11
Mais do que brinquedos, os nossos miudos precisam de atençao. Esse sim, sera o melhor presente de Natal.
"Oh, Mama, just look at me one minute as though you really saw me.” – Thornton Wilder, “Our Town”

Less is more #1
23.12.11
O final do ano é sempre um momento de balanço. Nestes dias,
e antes de ir para férias, olho para a minha nova agenda 2012 e antecipo coisas
giras e boas. Escrevi já algumas coisas, tudo com letra bonitinha e caneta
macia, como se tivesse a cuidar já delas e a tratá-las bem.
E como também o próximo ano é dedicado a reduzir, reduzir,
reduzir, adorei ler ‘As 20 coisas que eu desejava ter sabido antes de tercomeçado a minha Vida’.
Cada vez mais me convenço que é só quando eu tenho as minhas
coisas organizadas que a minha vida é mais fácil logo mais feliz.
Mantra para 2012? MENOS É MESMO MAIS!
Steve Jobs
22.12.11
Estou a ler a bio deste senhor. Umas 600 e tal paginas, coisa pouca. Mas, pela primeira vez na vida na leitura de uma bio, ainda nao me cansei, ainda nao tive um momento em que avancei na leitura (ok, ainda estou no inicio...).
Talvez os pontos mais importantes da bio sejam os que estao destacados neste site (http://mashable.com/2011/12/18/steve-jobs-20-life-lessons/#28613-14 ).
Vale a pena ler, com o inicio do ano a porta. E embora ele nao tenha sido perfeito, aproximou-se muitas vezes do sublime. E eu quero algo parecido...
Segunda-Feira#002 The Busy Woman and the Stripy Cat
19.12.11
Com o Natal à porta e vamos falar com a Rita sobre minimalismo, sobre simplificar a vida e sobre o 'Less is More' - nem de propósito!
E, se de repente, te desse para repensar esta época e questionar aquilo que é mesmo importante?
Lê a entrevista à Rita, do blogue The Busy Woman and the Stripy Cat.
16.12.11
Há coisas que devia fazer com mais regularidade.
Dar, por exemplo.
Chega esta altura do ano e ouve-se falar destas campanhas por todo o lado. E de facto, esta a época em que nos lembramos mais de DAR. Pelo menos isso, pelo menos uma vez por ano.
Como ando numa de esvaziar os armários e as estantes, tenho dado muito. E ainda tenho muito para dar. Mas desta vez vou fazer diferente.
Já falei com a minha pequena de 2,5 anos e expliquei-lhe que gostava muito que ela escolhesse os brinquedos com os quais já brinca menos. Ela perguntou-me porquê e eu expliquei. E depois perguntou porque é que há meninos pobres. E eu não soube responder direito.
Por isso vamos dar, nesta festa.
Durante o resto do ano, vou continuar a esvaziar. E vou continuar a participar em acções de solidariedade, a participar como voluntária noutras coisas.
Mas no sábado, vou mostrar-lhe que é bom dar. :)
Life flies by in seconds
14.12.11
Adoro este tipo de projectos! Uma amiga enviou-me o link, depois também vi que a ML do blog As Maravilhas da Maternidade o divulgou e finalmente vi o resultado final de um idêntico, feito em 2010.
O que é isto? É uma ideia muito gira! Tiras uma foto da[s] tua[s] criança[s] todos os dias, durante o ano de 2012. TODOS os dias. E depois? E depois fazes uma montagem. Vê o link. Tenho a certeza que te vai dar imenso prazer fazer e mais prazer ainda quando essa criança se tornar adulta e vir o que fizeste. Um baú de memórias positivas, que a ligam ao início da vida.
Quase poético!
Também quero! E tu, estás in?
Hoje é assim #26
14.12.11
Como diz o outro 'Vale a pena pensar nisto': "L'enfant est une personne à part entière".
Com esta frase tive um "aha moment": aquilo que eu sentia fazia parte daquilo que a Dolto já dizia: tratar as crianças como pessoas [porque o são!], inteiras!
E por isso tratamos a nossa de 'pessoazinha', porque é só pequena [ainda!] em tamanho...
E tenho pra mim que faz uma ENORME diferença...
Sound of music #1
13.12.11
A maior parte de nós concorda com o facto de a felicidade ser feita de instantes, não sendo portanto um estado permanente.
Se assim for, ontem de tarde, no regresso a casa, este foi o meu instante. Bem alto, bem carro-tunning, bem a cantar a plenos pulmões. Só que naquele momento, o instante era meu e eu queria lá saber.
E a voz deste senhor é só inconfundível. Seguramente a melhor versão de Better Man. Wow!!
Segunda-Feira#001 - 'As Maravilhas da Maternidade'
12.12.11
E como o prometido é devido... aqui fica a primeira entrevista das muitas que se vão seguir.
As Maravilhas da Maternidade é um blog que já leio há algum tempo. Á semelhança de outros que sigo, é uma espécie de revista para mulheres da blogosfera. Aqui podes encontrar os seus devaneios pessoais relatos do seu dia-a-dia, publicidade, música e ideias giras que a Maria de Lurdes vai descobrindo. Tem ar de despachada, esta rapariga!

As Maravilhas da Maternidade é um blog que já leio há algum tempo. Á semelhança de outros que sigo, é uma espécie de revista para mulheres da blogosfera. Aqui podes encontrar os seus devaneios pessoais relatos do seu dia-a-dia, publicidade, música e ideias giras que a Maria de Lurdes vai descobrindo. Tem ar de despachada, esta rapariga!

Less stuff more Happiness
9.12.11
Este senhor diz coisas interessantes em pouco tempo...
O ideia é engraçada embora eu prefira viver, ainda assim, num espaço maior.
Seja como for, o que interessa é o conceito com o qual estou inteiramente de acordo.
'Less stuff more Happiness'. A cada dia que passa percebo melhor esta filosofia, faço dela o meu mantra. Mas ainda tenho tanto, mas tanto para fazer e para reduzir e organizar e deitar fora... [não, não quero ficar como o outro que foi um monge, mas também não quero ser 'guardadora das minhas coisas']. E é justamente isso que me dá energia para continuar a diminuir, diminuir. Sobretudo nesta altura do ano!
Vale a pena ouvir. Com legendas em português, aqui.
confissão da normalidade dos dias
7.12.11
Por cá também há disto.
Frase que se repetiu [só] na cabeça, quase o dia todo: GIVE ME A BREAK!
Eu disse'quase', sim?
Tá dito!
[é bom confessar a normalidade]
Segundas - Feiras #000 - Das teorias, das bloggers e das entrevistas
7.12.11
Querida segunda-feira, obrigada por teres a palavra 'mon' em ti. Isso quer dizer 'meu' em francês, caso não saibas. Segunda-feira faz-me pensar em ti mais como o 'meu dia' e francamente isso soa-me a um início de semana muito mais prometedor.
Com estima,
Eu
As teorias, os métodos, as
opiniões, as experiências, as crenças e os ‘experts’ são como os chapéus: há
muitas e muitos!
Este blog começou com o
objectivo de partilhar as conclusões das muitas leituras que tenho feito nestes
últimos anos. E à medida que virava as páginas dos livros escritos por
especialistas, comecei a sentir falta da opinião do ‘real people’, aqueles que, no seu dia-a-dia lidam (de facto!) com
as birras, com as constipações, com os sonos, com o treino no pote, enfim, que
educam uma ou várias crianças.Simultaneamente, apercebi-me que a blogosfera é um mundo paralelo ao mundo onde vivo. Lê-se de tudo, vê-se de tudo. E foi isso que me levou a falar com algumas bloggers (e também com educadores que nem facebook têm!). Afinal, se têm um blog e se também escrevem sobre as suas vivências enquanto educadores, é porque saberão do que estão a falar. Ou não. A verdade é que, nisto de educar, tudo é muito relativo. Há um autor que se refere à parentalidade como aquilo ‘onde tudo depende de tudo’. Pois...
Mas, voltando às teorias...
Identifico-me com algumas,
tenho curiosidade em saber o que faz com que algumas pessoas pensem da forma como pensam. De outras,
tenho apenas uma opinião diferente nas não deixo, nem por um minuto, de me
sentir menos curiosa e de querer perceber o que as levou até ali.
E é justamente isso que vais
encontrar aqui, à segunda-feira.
Visões relativas de experiências inseridas num certo contexto. Vais
rever-te totalmente numas, vais perceber que noutros casos a tua
experiência é muito diferente. Outras, vais rejeitar. E noutras, ainda, vais
querer ir mais fundo, saber mais. Óptimo! É esse o objectivo do Mum’s the Boss:
fazer chegar a todas nós diferentes perspectivas e opiniões (e, caso o desejes, pensares sobre isso).
Acredito, profundamente, que
saimos todos a ganhar JDia de S. Nicolau - Rituais #6
7.12.11
do dormir - Lido na blogosfera #2
6.12.11
Eu podia ter escrito isto...
{sobre a importância de as crianças saberem encontrar o sono, sozinhas}
{boa leitura para quem está à espera ou tem um bébé pequenino- a imprimir e a guardar para mais tarde lembrar}
"Quantas amigas ou famíliares se viam literalmente a braços com um pequeno grande problema: os seus filhos não dormiam sem que fosse nos seus colos. O que de início era amoroso e empowering, porque sim, dá uma satisfação enorme sentir que não há outro sítio no mundo onde o nosso filho durma tão bem como nos nossos braços, rapidamente tornava-se num pesadelo. Porque há que ocupar os braços com outras coisas e o bebé cresce, dobra, triplica o peso, perde o sono, ganha faculdades e elas cada vez se viam mais enredadas nesse ritual, nesse abraço que pesava cada vez mais. É um abraço que nasceu com o amor, mas que por amor tinha de acabar.
Porque eu não queria nada que isso nos acontecesse, fui (e continuo) o mais rigorosa possível. O Pedro quase nunca dormiu nos meus braços. Contam-se pelos dedos de uma mão as vezes que isso aconteceu e aconteceu apenas porque não tínhamos um berço por perto. Quem pensa que eu sou um monstro insensível, desengane-se, foi preciso alguma força de vontade e muito amor para o fazer. E quem pensa que tenho a mania de me arrogar um ser iluminado e superior, desengane-se, li e aprendi sobre isto no sítio do costume, tive uma epifania e adoptei como mantra "Não adormecerás o teu filho ao colo". É simples. Foi complicado. Ou seja, o que há a fazer é simples, chegar lá é difícil, mas uma vez lá chegada, e chega-se!, a vida torna-se mais simples e todos ficam contentes.
Desde o primeiro dia de vida, eu embalava o Pedro nos meus braços, mas assim que o via adormecer, o que nos primeiros dias era quase instantâneo, punha-o na caminha. Ele tinha de fechar os olhinhos pela última vez percebendo que estava no berço, que era lá que se adormecia, que era bom adormecer lá e que o sítio onde acordasse seria o mesmo onde tivesse adormecido. Claro que não me apetecia nada pousá-lo, deixar de o ter nos meus braços, não o ver a dormir no meu colo. Era só deixar-me estar, ele nem sequer pesava, eu estava lá só para ele... Mas tinha bastante presente que deixá-lo dormir no meu colo não só me iria sair caro no futuro, como seria egoísmo meu e prejudicial ao Pedro. Porque eu sou crescida, eu sou a adulta, eu sou a mãe, e podia ter a vista inebriada pela paixão pelo meu menino, mas ele era uma pequena pessoa acabada de nascer, que não sabia nada do que é isso de dormir sozinho. E nesta vida, se há coisa solitária, é dormir. Ninguém o pode fazer por nós. Eu tenho insónias desde pequena, eu valorizo muito o sono e o adormecer. E eu não podia fazer uma coisa destas ao meu filho. Não podia dar-lhe um colo quentinho, o meu cheirinho bom e depois pousá-lo na caminha lisa e fria, não seria justo! Pior, não podia dar-lhe a ideia de que dormir é no colinho bom da mãe e depois trocar-lhe as voltas e convencê-lo de que afinal não é suposto dormir-se assim, mas sim sozinho. Habituado ao bem bom, quem quer dormir sozinho?
Quem pensar que é exagero, desengane-se. Quem pensar que devemos aproveitar enquanto eles são mini mini para os adormecer nos braços, facilmente encontra outras formas e ocasiões para mimar o seu bebé e mimar-se a si mesma. Quem defender que o bebé quer, que o bebé gosta, que é ele que manda, give me a break. A mãe sou eu, a responsabilidade é minha e se alguém tem de ser capaz, tem de querer, tem de fazer por isso, infelizmente terei de ser sempre eu, por muito pouco que me apeteça.
Os bebés são pessoas pequenas, mas quase totalmente indefesas e inconscientes, que não só merecem o nosso respeito (e ninguém quer faltar ao respeito a uma pessoa fazendo deliberadamente algo que sabe que a pode prejudicar para nosso próprio prazer), mas sobretudo precisam da nossa ajuda para viver desde o primeiro dia e quanto mais pequenos são, mais ajuda precisam. E ninguém nasce a saber dormir, muito pelo contrário! Somos nós que temos de os ensinar e é uma lição que leva muito tempo a aprender. Concordo com quem diz que quem se lembrou da expressão "dorme como um bebé" seguramente nunca teve um filho, porque os bebés dormem mal e cabe a nós ensiná-los a dormir bem, desde o primeiro dia.
O Pedro passou o primeiro mês a dormir, era só pousá-lo no bercinho e vê-lo fechar os olhos, acariciando a testa. Assim que passou o primeiro mês, acordou para a vida e começou a ser muito mais difícil mantê-lo a dormir de dia mais de meia hora seguida e muitas, tantas vezes, adomecê-lo. Não foi fácil, de cada vez que me lembro, fico logo cansada...
Mas essas aventuras têm de ficar para outra altura, ainda não tenho pachorra para encarar as contas desse rosário..."
As Maravilhas da Maternidade
Hoje é assim #25
5.12.11
Desta eu falo por experiência.
Nasci rodeada de livros e jornais. Lembro-me bem d' O Primeiro de Janeiro. Naquela altura não sabia ler e ainda assim, sentava-me ao colo do meu avô para ver as letras e folhear o jornal. Depois, fazia as "diferenças", na última folha. E ele lia-me a banda desenhada.
Quando comecei a ler, as coisas passaram a ser diferentes. Lembro-me de sair da escola, entrar no carro dele, e ele esticar-me o braço com o jornal. E era aí que eu lia alto os comics, a metereologia e o resumo de um ou outro programa da TV. E não, nessa altura não enjoava a ler!] Depois passei para "Os cinco" e para "Uma Aventura...". Foi assim que comecei a gostar disto que é ler.
Quando a minha filha nasceu, sentava-me a dar-lhe de mamar com um livro na mão. Foram muitos meses assim, com ela ao colo e um livro a acompanhar. E foi assim que ela começou a gostar de livros.
O Miguel Esteves Cardoso diz que quem gosta de ler, nunca está só. Até uma caixa de cereias ou a posologia de um medicamento fazem companhia quando não temos ninguém com quem trocar palavras.
E eu acho que ele diz muito bem!
Lê. Contagia os teus pelo gosto da leitura.
Foi das melhores coisas que fizeram comigo!
Como amar a Maternidade
3.12.11
Respira...
Deixa a loiça empilhar e faz uma festa. Ri às gargalhadas. Sobe às árvores. Canta alto e desafinadamente. Dança como uma doida. Dá beijoquinhas e abraços. Diz-lhes que podem ser o que eles quiserem. Diz-te isso, também. Agora, acredita.
E lembra-te de respirar.
Rituais #5 - das bolachas de Natal
2.12.11
Bolachas de noz, com cobertura fina de açucar
Eu
diria que, de há uns 5 ou 6 anos para cá, sempre que chega Dezembro, chegam com
ele as bolachas de Natal. O grande ritual do ano, aquele onde invisto mais
tempo e também mais amor.
As
bolachas de Natal são bolachas de canela, de limão, de manteiga, de anis, de
amêndoa, de chá verde, de nozes e outros tantos ingredientes. São bolachas
feitas à mão e com recurso à bimby para amassar. São bolachas que ofereço como
prenda de Natal àquelas pessoas que marcaram o ano, que me marcam a vida. São
bolachas feitas por mim. Só para elas.
Este
ano comecei mais cedo, em Novembro. Não sei porquê, mas tenho a impressão que
este ano os dias são mais curtos e o tempo passa a correr.
Faço-as
à noite, quando está tudo em repouso e assim ainda aqueço a casa, com cada uma
das fornadas.
As
minhas bolachas de Natal são colocadas em grandes caixas de plástico e, na hora
de oferecer, ora vão para sacos cheios de estrelas douradas, ora vão para
caixas prateadas, com papel a forrar e um cartão hand-made. E embora eu não
seja prendada no que toca às artes manuais, a verdade é que é nesta altura do
ano que uso todos os meus melhores recursos e dou
conta que a paciência é uma arte que até habita em mim.
É
por estas e por outras que adoro rituais...
Hoje é assim #22
1.12.11
Hoje é mesmo um bom dia para postar esta imagem!
Bom Dezembro, bom feriado!
É hoje que fazes a tua árvore de Natal, ou é só para dia 8?
Nós, cá em casa, fazemos depois do dia 6/12, dia de S. Nicolau. Conto-te tudo daqui a uns dias ;)
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