boas ideias sobre felicidade e poupança
28.4.11
uma amiga publicou estas ideias no seu facebook. eu amei, copiei e agora deixo aqui
BOAS DICAS PARA TODOS NÓS
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Seja feliz, apesar da Crise...
Algumas medidas que podemos adoptar, para tornar esta crise um pouco
mais suave.
1. Seja solidário. Dê. Tem provavelmente, roupa que já não usa,
brinquedos que estão a um canto. Ofereça. Há quem precise. Contribua
no Banco Alimentar contra a Fome (um fim-de-semana em Dezembro e um em
Maio). Compre enlatados, leite de longa duração, arroz, massas,
azeite, etc. Há quem esteja a passar por situações horríveis e não tem
que comer. Essa ajuda chegará a quem tem fome.
2. Seja voluntário. Ajude. Há quem viva completamente só e que
tem como única companhia, a televisão. Provavelmente até essa deixará
de existir, quando não houver dinheiro para pagar a electricidade.
Para esses, 5 minutos da sua companhia, com uma palavra simpática, uma
preocupação e um sorriso, vão tornar os dias mais quentes e mais
fáceis de ultrapassar.
3. Poupe.
4. Os nossos filhos (e nós), temos que nos habituar a poupar.
Tome duches rápidos. 7 Minutos chegam. Quando o seu filho for tomar
banho, marque no temporizador da cozinha, 7 minutos. Ao fim desse
período, corte-lhe o gás. Apanha um arrepio forte, toma o resto do
duche frio, mas a partir do 2º dia, os banhos serão mais curtos.
Seguramente. Poupa no gás, na água e na electricidade. Melhora o
ambiente.
5. Faça parte do 'pessoal da marmita'. Eu já aderi, há muito.
Leve almoço para o emprego. Come com mais qualidade e poupa muito. E
não é vergonha nenhuma. Vergonha é roubar; e para isso, já temos em
Portugal muitos ladrões.
6. Resista à tentação das montras. Se tem dois pares de sapatos
pretos do ano passado, para quê comprar um terceiro?
7. Faça sempre uma lista antes de ir às compras. Quer vá ao
supermercado, a uma boutique ou a uma sapataria. Compre apenas o que
lhe faz falta.
8. Habitue os seus filhos a vestirem marcas brancas. Há roupa de
qualidade feita em Portugal. Utilizar roupa caríssima só porque é de
marca, é uma idiotice, não só porque os miúdos crescem depressa, como
estamos a habituá-los de uma forma completamente errada e com os
valores distorcidos. Não é importante vestir roupa de marca, o
importante é estar vestido e não passar frio.
9. Não utilize guardanapos de papel. Praticamente todos nós temos
em casa, guardanapos de linho ou de algodão (do tempo dos nossos
avós). O contacto com os lábios é muito mais suave, podem ser lavados
e reutilizados. Além disso, o papel é caro e destrói o ambiente.
10. Se gosta de doce ou marmelada no pão, faça as compotas em casa.
São mais baratas, utiliza fruta da época, não tem conservantes e é uma
maneira de reutilizar aqueles frascos de vidro, que guardamos lá em
casa. Além disso diverte-se, trabalhando. E pode aproveitar para
comprar fruta portuguesa. Alguém me consegue explicar porque os nossos
supermercados vendem limões provenientes da América latina, quando
temos os limoeiros em Portugal cheios de limões?
11. Leve para o seu emprego uma chávena de café e uma de chá (em
loiça ou vidro). Não só ajuda a sua empresa a poupar, como ajuda o
ambiente.
12. Ande a pé, sempre que possível. Faz bem à saúde e poupa
combustível, poupando também nos impostos.
13. Em vez de carro, utilize os transportes públicos, se possível.
12 Deixe de ser fútil. Para que é que interessam as fotografias da
recém-nascida Carlota Maria??? Deixe de comprar aquelas revistas
completamente imbecis cheias de fotos de parasitas que nada fazem
(...mas se julgam muito importantes).
14. Leia, leia muito. Enquanto lê, relaxa, melhora o seu nível
cultural, aprende. E melhor que tudo, deixa de ter tempo para ver
televisão.
15. Ponha as máquinas da roupa e da loiça (que gastam muito), a
trabalhar depois das 22h. Utilizando a tarifa bi-horária, a
electricidade é 50% mais barata durante esse período.
16. Em vez de tomar anti-depressivos, tenha gatos e/ou cães em casa.
São os nossos melhores amigos. Estragam-nos algumas coisas, mas são
divertidos e esperam todos os dias por nós, com um sorriso e a cauda a
abanar.
17. Trabalhe melhor, tenha ideias novas, divirta-se com os seus
amigos. Apanhe sol na cara, ande no paredão. E sobretudo, tenha calma.
O Sócrates não vai durar para sempre. Há mais marés que marinheiros!
18. Não perca a esperança. Lembre-se dos mineiros chilenos.
Conseguiram sair do buraco e tiveram que se dar bem lá dentro. Nós
temos muitos dias de sol que nos aquece. Por enquanto sobre ele, ainda
não pagamos imposto.
19. Apesar de me sentir profundamente triste, preocupada e acima de
tudo revoltada com os últimos acontecimentos (os nossos governantes
deveriam ir presos para o resto das suas vidas), não deixo de pensar
que temos aqui uma excelente oportunidade para mudarmos os nossos
hábitos, a nossa forma de estar na vida e sobretudo voltarmos a dar
valor àquilo que tem realmente valor, como o amor, a solidariedade, a
amizade e a educação. Sejamos felizes!
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Seja feliz, apesar da Crise...
Algumas medidas que podemos adoptar, para tornar esta crise um pouco
mais suave.
1. Seja solidário. Dê. Tem provavelmente, roupa que já não usa,
brinquedos que estão a um canto. Ofereça. Há quem precise. Contribua
no Banco Alimentar contra a Fome (um fim-de-semana em Dezembro e um em
Maio). Compre enlatados, leite de longa duração, arroz, massas,
azeite, etc. Há quem esteja a passar por situações horríveis e não tem
que comer. Essa ajuda chegará a quem tem fome.
2. Seja voluntário. Ajude. Há quem viva completamente só e que
tem como única companhia, a televisão. Provavelmente até essa deixará
de existir, quando não houver dinheiro para pagar a electricidade.
Para esses, 5 minutos da sua companhia, com uma palavra simpática, uma
preocupação e um sorriso, vão tornar os dias mais quentes e mais
fáceis de ultrapassar.
3. Poupe.
4. Os nossos filhos (e nós), temos que nos habituar a poupar.
Tome duches rápidos. 7 Minutos chegam. Quando o seu filho for tomar
banho, marque no temporizador da cozinha, 7 minutos. Ao fim desse
período, corte-lhe o gás. Apanha um arrepio forte, toma o resto do
duche frio, mas a partir do 2º dia, os banhos serão mais curtos.
Seguramente. Poupa no gás, na água e na electricidade. Melhora o
ambiente.
5. Faça parte do 'pessoal da marmita'. Eu já aderi, há muito.
Leve almoço para o emprego. Come com mais qualidade e poupa muito. E
não é vergonha nenhuma. Vergonha é roubar; e para isso, já temos em
Portugal muitos ladrões.
6. Resista à tentação das montras. Se tem dois pares de sapatos
pretos do ano passado, para quê comprar um terceiro?
7. Faça sempre uma lista antes de ir às compras. Quer vá ao
supermercado, a uma boutique ou a uma sapataria. Compre apenas o que
lhe faz falta.
8. Habitue os seus filhos a vestirem marcas brancas. Há roupa de
qualidade feita em Portugal. Utilizar roupa caríssima só porque é de
marca, é uma idiotice, não só porque os miúdos crescem depressa, como
estamos a habituá-los de uma forma completamente errada e com os
valores distorcidos. Não é importante vestir roupa de marca, o
importante é estar vestido e não passar frio.
9. Não utilize guardanapos de papel. Praticamente todos nós temos
em casa, guardanapos de linho ou de algodão (do tempo dos nossos
avós). O contacto com os lábios é muito mais suave, podem ser lavados
e reutilizados. Além disso, o papel é caro e destrói o ambiente.
10. Se gosta de doce ou marmelada no pão, faça as compotas em casa.
São mais baratas, utiliza fruta da época, não tem conservantes e é uma
maneira de reutilizar aqueles frascos de vidro, que guardamos lá em
casa. Além disso diverte-se, trabalhando. E pode aproveitar para
comprar fruta portuguesa. Alguém me consegue explicar porque os nossos
supermercados vendem limões provenientes da América latina, quando
temos os limoeiros em Portugal cheios de limões?
11. Leve para o seu emprego uma chávena de café e uma de chá (em
loiça ou vidro). Não só ajuda a sua empresa a poupar, como ajuda o
ambiente.
12. Ande a pé, sempre que possível. Faz bem à saúde e poupa
combustível, poupando também nos impostos.
13. Em vez de carro, utilize os transportes públicos, se possível.
12 Deixe de ser fútil. Para que é que interessam as fotografias da
recém-nascida Carlota Maria??? Deixe de comprar aquelas revistas
completamente imbecis cheias de fotos de parasitas que nada fazem
(...mas se julgam muito importantes).
14. Leia, leia muito. Enquanto lê, relaxa, melhora o seu nível
cultural, aprende. E melhor que tudo, deixa de ter tempo para ver
televisão.
15. Ponha as máquinas da roupa e da loiça (que gastam muito), a
trabalhar depois das 22h. Utilizando a tarifa bi-horária, a
electricidade é 50% mais barata durante esse período.
16. Em vez de tomar anti-depressivos, tenha gatos e/ou cães em casa.
São os nossos melhores amigos. Estragam-nos algumas coisas, mas são
divertidos e esperam todos os dias por nós, com um sorriso e a cauda a
abanar.
17. Trabalhe melhor, tenha ideias novas, divirta-se com os seus
amigos. Apanhe sol na cara, ande no paredão. E sobretudo, tenha calma.
O Sócrates não vai durar para sempre. Há mais marés que marinheiros!
18. Não perca a esperança. Lembre-se dos mineiros chilenos.
Conseguiram sair do buraco e tiveram que se dar bem lá dentro. Nós
temos muitos dias de sol que nos aquece. Por enquanto sobre ele, ainda
não pagamos imposto.
19. Apesar de me sentir profundamente triste, preocupada e acima de
tudo revoltada com os últimos acontecimentos (os nossos governantes
deveriam ir presos para o resto das suas vidas), não deixo de pensar
que temos aqui uma excelente oportunidade para mudarmos os nossos
hábitos, a nossa forma de estar na vida e sobretudo voltarmos a dar
valor àquilo que tem realmente valor, como o amor, a solidariedade, a
amizade e a educação. Sejamos felizes!
a Inteligência Emocional do Daniel Goleman
28.4.11
" a vida familiar é a nossa primeira escola na aprendizagem emocional: é neste caldeirão da intimidade que aprendemos a enfrentar os sentimentos por nós próprios e o modo como os outros reagem aos nossos sentimentos; é aí que aprendemos o que pensar sobre esses sentimentos e as opções que temos quando reagimos, bem como a interpretar e a expressar as esperanças e os medos. Esta escola emocional não funciona só através daquilo que os pais fazem e dizem na sua interacção directa com as crianças, mas também através dos modelos que estabelecem para enfrentarem os seus próprios sentimentos, bem como através dos modelos que transparecem nas suas relações como maridos e mulheres"
Daniel Goleman
Daniel Goleman
Frase
28.4.11
"what we are teaches the child far more than what we say, so we must be what we want our children to become"
o que somos mostra à criança muito mais do que aquilo que dizemos, por isso devemos ser aquilo que desejamos que as nossas crianças se tornem
Joseph Chilton Pearce
100% bio - produtos para bebé
28.4.11
"Como assim?" dirão alguns.
Passo a explicar:
- eu tenho para mim que quem usa produtos biológicos, seja na sua pelezinha, seja na comidinha, é alguém que está uns passos mais à frente. Que se preocupa com a sua saúde, com o meio-ambiente e com o futuro que os seus filhos vão ter. E se não for sempre, que seja quando a carteira permite e as opções sejam válidas.
É claro que já me aconteceu de ouvir "mas tu acreditas nisso" mas enfim, as provas estão dadas e eu nem me vou justificar. Basta fazerem um google e procurarem infos sobre os produtos biológicos. Ou sobre a homeopatia e a alopatia.
Quando damos por nós a pensar nestes temas, estamos, de facto, um passo mais à frente na felicidade que podemos dar aos nossos filhos - ao darmos uma pele mais sã e um mundo menos doente.
É verdade, mandei vir o meu novo kit Weleda para bebé, que são produtos espectaculares, deste site, que eu adoro. E descobri que são de facto, os que vendem mais baratos.
Gosto especialmente da Weleda por já estarem no mercado há mais (muitos mais!!!) anos como eu na terra!
homeopatia
27.4.11

Hoje falaram aqui de homeopatia… e eu lembrei-me de deixar a minha experiência resumida em poucas linhas.
Recomendo o uso da homeopatia, sobretudo em crianças. E porquê?
Depois porque é o que é de mais natural, sem químicos. E isso, para mim, faz uma grande diferença.
Finalmente, porque não há overdoses em homeopatia ou intoxicações.
No caso das gengivas, demos granulos, o clássico da homeopatia.
Granulos de chamomilla 5ch (ou 7ch), 5 granulos dissolvidos em água, 3 vezes ao dia.
E só posso dizer muito bem.
E muito bem para narizes que pingam e com narizes entupidos.
E para as quedas também…
Depois vou postar aqui livros interessantes sobre o tema e o nome de médicos de referência.
da felicidade e da organização
27.4.11
Várias teorias que tenho lido dizem que um lar organizado (que é diferente de casas com ar de revistas) fomentam a harmonia e o bem-estar, deixando espaço e tempo para se viver e se amar.
É uma teoria engraçada e que me parece cheia de lógica e sabedoria.
Lembrei-me disso ao ver este site. Para quem tem crianças até aos 18 meses, estes separadores de roupa fazem todo o sentido e ajudam-nos a organizar os guarda-roupas. Quem diz estes, também diz discos feitos por nós em cartão, forrados a tecido ou papel, e decorados como nos apetecer. Lembrei-me que há muitas caixas em cartão no Lidl e no Pingo Doce, que podem ser aproveitadas. E no supermercado lá da rua, também!
E é isto
26.4.11
Amiga: "ontem de manhã levei os miúdos (de 2 e 3 anos) a passearem ao shopping e estiveram a brincar para mais de uma hora nos escorregas..."
E eu pensei: Estava um dia de sol e calor... e tens um parque a uns 7 mnts a pé de tua casa... não te lembraste, foi? E assim se fazem crianças sem contacto e sem respeito pela natureza... porque não aprendem a apreciá-la. E é isto...!
Eu: "e aquele parque novo lá ao pé de tua casa? Já não existe?"
Amiga: "Sim, existe, mas eu prefiro o shopping!"
E eu pensei: Estava um dia de sol e calor... e tens um parque a uns 7 mnts a pé de tua casa... não te lembraste, foi? E assim se fazem crianças sem contacto e sem respeito pela natureza... porque não aprendem a apreciá-la. E é isto...!
Eu: "e aquele parque novo lá ao pé de tua casa? Já não existe?"
Amiga: "Sim, existe, mas eu prefiro o shopping!"
Do blog de uma "bad mother"
25.4.11
Adorei este texto...
6.) Child maintenance. Children need to be fed and clothed. It is easier to feed and clothe wild animals than it is to feed and clothe some children – my children, specifically, who live on a diet of carbohydrates, mangos, bananas, pickles and candy and who have more particular and eccentric clothing tastes than Lady Gaga, to the extent that one refuses to wear anything other than three layers of Disney t-shirts under a tutu. To wit:
1.) My children. Who are amazing, inspiring creatures and who fill my life with such light and love as to nearly, at times, overwhelm me. Who make me laugh and who make me cry and who make me laugh until I cry, every single day. Who make me grateful for my soft belly and squishy boobs and for my messy hair and my undereye circles and my scars, because these are the markers of this work that I do – this tiring, often frustrating work – and of the miracles that I have produced and that I am, every day, producing, through this work; these miracles, my children, without whom I would not know love as completely as I do. My children, for whom I do this work, if not gladly, then without regret. My children, who make it possible for me to bitch tirelessly about motherhood while still feeling, deeply, to the very tips of my toes and possibly even further, that this motherhood thing is the most beautiful – the most hazily, gauzily, barefoot-in-a-field-of-daisies romantic – thing in the world.
And if I’m clutching a bottle of tequila and an Ativan prescription while spinning through that field of daisies… well, as I said: it’s complicated. Wonderfully, terribly, delightfully so.
Quick: what’s the number one thing that you hate about motherhood? And then, what do you love? (Your kids, no doubt, but feel free to say “I get to spend rainy afternoons watching cartoons and eating cookies” or “three-martini playdates.” I won’t judge.)
her bad mother
10 Things I Hate About Motherhood (And One That I Love)
A writer at Newsweek wrote last week about how her son – and the general state of being that is motherhood – is torturing her. Then a writer at Jezebel responded to the story with something very close to exasperation: “I was left, as I often am by pieces on parenting, at sea. Nowadays, there is such a dichotomy at work: the hazy romanticizing of baby culture wars with the it’s-a-nightmare/I-don’t-love-my-child/I-wanted-another-sex” backlash and while one is surely designed to remedy the other, those of us who haven’t had a baby are left, ironically, with no very clear idea of the reality.” A consequence of this, apparently, is that childless women – unconvinced by the hazy romanticism of some stories and horrified by the ‘it’s-a-nightmare’ confessions of others – become terrified by the Unknowable But Very Probably Sort Of Horrible condition of motherhood and are put off having children. Population control!
The reality is, none of us can paint an entirely clear picture of the reality of motherhood, because the reality of motherhood defies tidy characterization. Which is why, arguably, we see so much cultural discourse about motherhood that skews strongly in one direction or the other: we are constantly trying to get our bearings, and sometimes it’s just easier to do so by telling ourselves that motherhood is just so undeniably all-around awesome or that holy hell this shit is HARD and sticking to those stories. And yes, those stories that skew dark are frightening, but then, so much of motherhood is frightening, notwithstanding the moments – and there are many – of awesome, so.
My stories skew in the latter direction, obviously, although I like to think that my love for my children and my love of being their mother comes through despite – or even because – those stories skew dark. In any case, I wouldn’t know how to tell those stories differently, because, although I have moments of hazy romanticism about motherhood, for the most I find mothering to be an extraordinarily tough gig, one that leaves me, at times, feeling – yes – tortured. But that’s mothering – the work of motherhood – and it’s something of a different beast than is the condition of motherhood, or the experience of being mother to one’s own children. The former can be tortuous. The latter can be sublime.
My own experience, broken down:
1.) Lack of sleep. The work of motherhood requires being on call twenty-four hours a day, seven days a week, and some – nay, if you are me, many – of the hours in which you can expect to be called will be between the hours of 12am and 6am. I have not slept a full night through in over four years. FOUR YEARS. I am exhausted. Yes, I have sleep-trained. I have even worked with a sleep doula. There is nothing, nothing, that keeps my children from waking in the night, and as I draw the line at drugging them or gagging them and taping them to their beds, I fully expect to die of sleep deprivation sometime in the next few years.
2.) Pregnancy. I loved my first pregnancy, for about three months in the second trimester. The rest of it, and the entirety of my second pregnancy, was a hell of vomiting and anxiety and back pain and heartburn and amniocentesis terror and belly itching and sleeplessness and vomiting and anxiety ETC. And then, of course, childbirth.
3.) Recovering from pregnancy and childbirth. Torn nethers. Breastfeeding-ravaged boobies. Bigger feet. Bigger ass. All the king’s horses and all the king’s men can probably never put your body back together exactly the way that it was before you had children, especially if you have your kids in your thirties and do not employ a personal trainer and plastic surgeon.
4.) Postpartum depression. It’s depression. It sucks. A lot.
5.) Childrens’ television. This was referenced in the Newsweek article, and rightly so. With a few notable exceptions (Sesame Street; much of what airs on PBS Kids), much of what passes for childrens’ television programming seems designed for the express purpose of driving you to grab fistfuls of well-sharpened pencils and jab yourself relentlessly in the ears. The Wonderpets are the reason that I hide sharp objects when the television comes on.6.) Child maintenance. Children need to be fed and clothed. It is easier to feed and clothe wild animals than it is to feed and clothe some children – my children, specifically, who live on a diet of carbohydrates, mangos, bananas, pickles and candy and who have more particular and eccentric clothing tastes than Lady Gaga, to the extent that one refuses to wear anything other than three layers of Disney t-shirts under a tutu. To wit:

7.) Diapers. Also, potty training. The work of motherhood involves a lot of shit work, I’ll just say that. And, if you have a boy, expect to get peed on. A lot. Also: tub shits. TUB SHITS.
8.) Laundry/housekeeping. (This one, like ‘diapers,’ above, could probably be rolled into ‘child maintenance,’ but I loathe it so much that it deserves a category of its own.) Children make messes. Big messes. And they generate mounds of laundry and you spend hours and hours washing and drying and sorting and folding and putting-into-drawers but they will still refuse to wear anything other than that one Cars t-shirt, that other Cars t-shirt and the black sparkled tutu. (See above re: Lady Gaga, tub shits.)
9.) Mommy brain. Sleep deprivation, over-exposure to the Wonderpets and the near-constant hum of why-why-why-why-Mommy-why fries your brain. It just does. That’s why there are mommy blogs – we need to constantly poke at our mushified brain matter with popsicle sticks and pablum spoons and deflated binkies to remind ourselves that some of our synapses are still firing. Maybe.
10.) Fear. Loving a child means spending countless hours, days, weeks, years fearing for that child. You fear that they will be hurt, that they will become sick, that they will die, you fear that you will die and they will be orphaned, you fear that they will ask you about death and you won’t have an answer; you fear that they will be the one kid in their kindergarten class that isn’t invited to that one girl’s birthday party; you fear that they will never love books as much as you do; you fear that they will worry about their looks; you fear that their heart will someday be broken. You lay awake at night worrying about the fact that their heart will someday be broken. You lay awake at night, worrying. Which is why, on those rare nights when the children sleep right through? You’re still not sleeping.
But, then – and at risk of sounding unbearably, banally romantic – there is this:1.) My children. Who are amazing, inspiring creatures and who fill my life with such light and love as to nearly, at times, overwhelm me. Who make me laugh and who make me cry and who make me laugh until I cry, every single day. Who make me grateful for my soft belly and squishy boobs and for my messy hair and my undereye circles and my scars, because these are the markers of this work that I do – this tiring, often frustrating work – and of the miracles that I have produced and that I am, every day, producing, through this work; these miracles, my children, without whom I would not know love as completely as I do. My children, for whom I do this work, if not gladly, then without regret. My children, who make it possible for me to bitch tirelessly about motherhood while still feeling, deeply, to the very tips of my toes and possibly even further, that this motherhood thing is the most beautiful – the most hazily, gauzily, barefoot-in-a-field-of-daisies romantic – thing in the world.
And if I’m clutching a bottle of tequila and an Ativan prescription while spinning through that field of daisies… well, as I said: it’s complicated. Wonderfully, terribly, delightfully so.
Quick: what’s the number one thing that you hate about motherhood? And then, what do you love? (Your kids, no doubt, but feel free to say “I get to spend rainy afternoons watching cartoons and eating cookies” or “three-martini playdates.” I won’t judge.)
her bad mother
Pollyanna - nome para uma coisa chamada "efeito"
25.4.11
O efeito Pollyannna - que vem do nome de um personagem feminino de um livro de Eleonor Porter - tem a ver com a capacidade de vermos o copo mais cheio (ou mais vazio). Sim, é isso tudo! Com a nossa forma de vermos as coisas. Depende dos dias, dirão uns. E depende também do esforço que cada um faz em querer ver o lado mais positivo, digo eu.
E agora perguntam vocês: então e o que é que isso tem a ver com as crianças?
E perguntam muito bem! Tem apenas a ver com o facto de isto ser uma capacidade que pode e deve ser ensinada. A capacidade de ver as coisas positivas que podemos retirar de uma situação.
E o desenvolvimento desta capacidade está nas mãos dos educadores.
Conte lá, o que é que anda a fazer para ajudar as suas crianças conseguirem desenvolver esta capacidade?
Quer dicas? Vou postar o que é que se anda a dizer por aí sobre este assunto.
E agora perguntam vocês: então e o que é que isso tem a ver com as crianças?
E perguntam muito bem! Tem apenas a ver com o facto de isto ser uma capacidade que pode e deve ser ensinada. A capacidade de ver as coisas positivas que podemos retirar de uma situação.
E o desenvolvimento desta capacidade está nas mãos dos educadores.
Conte lá, o que é que anda a fazer para ajudar as suas crianças conseguirem desenvolver esta capacidade?
Quer dicas? Vou postar o que é que se anda a dizer por aí sobre este assunto.
Teorias
25.4.11
Teorias há muitas, e sobre muitas coisas.
As que me interessam têm a ver com o que vai escrevendo, mundo fora, sobre o que é a parentalidade, a filosofia para crianças, a psicologia positiva e a felicidade.
Apaixona-me tudo aquilo que diga respeito às crianças. E porquê? Porque acredito que caso tenhamos crianças felizes e sãs, o mundo será um lugar melhor. Bem melhor. E por isso, em vez de guardar tudo aquilo na minha cabeça, decidi partilhar para que possam fazer bom uso.
São teorias mas muitas valem a pena passar à prática.
As que me interessam têm a ver com o que vai escrevendo, mundo fora, sobre o que é a parentalidade, a filosofia para crianças, a psicologia positiva e a felicidade.
Apaixona-me tudo aquilo que diga respeito às crianças. E porquê? Porque acredito que caso tenhamos crianças felizes e sãs, o mundo será um lugar melhor. Bem melhor. E por isso, em vez de guardar tudo aquilo na minha cabeça, decidi partilhar para que possam fazer bom uso.
São teorias mas muitas valem a pena passar à prática.
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