Resgate Sorrisos

23.1.17

A Associação “Filhos do coração” vai realizar, entre 28 de Janeiro e 6 de Fevereiro, uma campanha de angariação de fundos em toda a rede de supermercados Pingo Doce .

A totalidade dos fundos angariados na campanha reverte a favor da actividade da Associação, nomeadamente para a educação das crianças ganesas resgatadas da escravidão no lago Volta, no Gana

A campanha “Resgate Sorrisos” contará com uma equipa de voluntários de todo o país que sensibilizará os portugueses para a questão da escravatura infantil.

Esta realidade presenciada por Alexandra Borges há 10 anos inspirou a jornalista a dedicar parte da sua vida à Associação Filhos do Coração que hoje, em estreita colaboração com a ONGD americana Touch A Life Kids, financia um Centro de Acolhimento em Kumassi, no Gana, onde são garantidas a segurança, saúde e educação das 78 crianças que, até à data, foi possível resgatar da realidade da escravidão infantil naquele país.

Não acredites em absolutamente nada daquilo que digo ou escrevo.

20.1.17
De vez em quando leio ou oiço comentários de mães que me parecem cansadas e desacreditadas. São comentários como
'Sim, isso é tudo muito bonito mas tinha era de vir cá a casa conhecer o meu filho.'
'Adoro opiniões, queria era ver se fosse com os seus.'

Para lá de cansadas e desacreditadas, estas mães parecem ter perdido aquilo que nos salva a todos: a fé no dia melhor e a fé nelas próprias enquanto agentes capazes de produzir esta transformação: nelas e, consequentemente nos miúdos.

Naturalmente nenhuma das estratégias sobre as quais escrevo funcionam se não as experimentarmos por um certo período de tempo para obtermos resultados.
[com as dietas é o mesmo - se não levar um plano à risca, de forma consistente e durante algum tempo, dificilmente conseguirei os resultados que pretendo. E é só quando adoto esse estilo de alimentação que consigo manter os resultados].

E tudo isto é igual na parentalidade e nas relações, em geral.

Por isso mesmo sublinho este ponto:
Não acredites em nada, absolutamente nada daquilo que escrevo ou digo. Experimenta. E fá-lo de forma consistente.

E talvez a primeira coisa que possas fazer é trabalhar a tua autorregulação [ou auto-controlo, se quiseres chamar desta forma] que é a capacidade que temos de regular os nossos impulsos e de canalizar a nossa energia para o que é realmente importante. E, de seguida, aprendermos a comunicar de maneira eficiente com os miúdos. As nossas crianças merecem adultos serenos, responsáveis e saibam o que estão a fazer e como estão a fazer. 

'Talvez o módulo sobre a autorrregulação do adulto seja mesmo o mais importante de todo este curso porque sem ele, nada do que vem à frente acontece como tem de acontecer.'
Joana Martins, aluna da Pós-Graduação da Escola da Parentalidade e Educação Positivas

Como é, vais dar-me o benefício da dúvida e experimentares?

CONSULTÓRIO DE PARENTALIDADE | AS TABELAS DE COMPORTAMENTO

20.1.17

Cá em casa já deixámos de gritar porque aderimos ao Desafio Berra-me Baixo e para isto correr bem a minha filha sugeriu que quem falasse alto tivesse um cartão vermelho, aliás ela ia fazer os cartões, acabou por não fazer... (não sei de onde lhe veio a ideia,nem se será positiva, talvez da escola).

Beijinhos


S.




Olá S.

A ideia de envolver toda a gente aí de casa é excelente. Primeiro porque o primeiro passo do desafio - que é tomar consciência que gritamos (depois falta o porquê) - está dado.
Depois, porque todos gostam de um desafio e querem sair vencedores.

Finalmente, porque a união faz a força.

A ideia dos cartões vermelhos é engraçada, sobretudo para a filha que pode apresentá-los e assim brincar um bocadinho 'aos grandes' e ter/sentir poder.

Agora o grande passo - e aí está já a trabalhar outro aspecto deste desafio - é criar vínculo e eu não acredito que se crie vínculo quando se mostram cartões vermelhos, que são punitivos [a questão de punir/castigar não é para aqui chamada - neste caso, refiro-me à carga simbólica da coisa].

A minha sugestão: já que a filha tem 5 anos, aproveitem para falarem do que gostaram e gostaram menos.

'Olha mãe, gostei quando vieste ao pé de mim e me pediste para vir jantar, mesmo quando já me tinhas chamado 2 vezes da cozinha. Já viste que não gritaste?'

'Filha, já viste que hoje de manhã conseguimos sair de casa sem stresses, sem correr. Estou mesmo feliz'.

'Mãe, da próxima vez, em vez de gritares da cozinha, anda ao pé de mim chamar-me. Sabes que por vezes estou distraída. E assim sempre podes ver os desenhos que estou a fazer.'

'Filha, fico tão chateada por te chamar 4 e 5 e 6 vezes para vires jantar. O que é que podemos fazer para isto não tornar a acontecer?'

Repare que em nenhum dos momentos há um juízo de valor em relação à outra pessoa. A mãe diz que fica chateada - mas não agride/acusa a filha.

Por outro lado, é a falar que as pessoas se entendem.


Cartões vermelhos não falam. São punitivos. Falar faz com que se reconheçam (tão importante), que se valide a evolução do desafio e que as famílias ganhem competências comunicacionais.

Já repararam que é muitas vezes nas famílias onde menos se fala?



Espero ter ajudado!

Essas pérolas que os miúdos dizem

19.1.17




Todas as crianças têm expressões, frases e palavras hilariantes e que se tornam ainda mais quando são ditas, justamente, por elas.
Adorei ler este artigo do Huffington Post e naturalmente que me lembrei do livro da querida Tânia Ribas de Oliveira que nos ajuda a compilar esses mesmos registos.
Com livro ou com um simples caderno, estas pérolas devem ser registadas para mais tarde recordar. Nós, e eles, que também serão pais um dia e partilharão destes tesouros!

Também tomas nota?





Antes do Canada, chegámos a Santa Cruz do Bispo, em Matosinhos

18.1.17
Como leste neste artigo da Visão, o meu trabalho está a ter um impacto tão grande nas vidas das pessoas que chegou ao Canada, mais concretamente a uma prisão de homens. O John, que publicou inicialmente o texto que se tornou viral, faz parte de uma organização que pretende despertar os homens para uma série de assuntos no que respeita à saúde e a saúde também é mental.
As técnicas de parentalidade e comunicação positivas chegaram ao Canada e também já tinham chegado a Portugal, à prisão de Santa Cruz do Bispo, em 2014. Fui eu e a Sofia e foi incrível.
Melhorar o mundo, passo a passo, com consistência e muita força de vontade não é difícil.



"Vou falar sobre felicidade, sobre fazer acontecer o nosso futuro e sobre como é que influenciamos, dessa forma, os nossos filhos a serem melhores pessoas, com dicas muito simples e rapidamente aplicáveis. Vou estar no Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo a falar para mães que lá vivem com os filhos e mostrar-lhes que o nosso passado não tem de condicionar o nosso futuro. Mas é mais fácil dizer do que fazer. Não só para elas mas também para nós, que temos dificuldade em lidar com pessoas que tiveram um passado numa prisão. É um voto de confiança muito grande. Mas talvez o voto de confiança maior seja o delas, nas suas próprias capacidades em transformarem o seu presente e em rescreverem o seu futuro. Espero, muito sinceramente, inspirar quem me for ouvir."




Grande!

16.1.17





Desde ontem que procuro palavras para descrever as emoções que se viveram este fim-de-semana, em Lisboa. Mas, na ausência delas, fica a mais importante de todas:


OBRIGADA

Pela confiança, pelo entusiasmo, pela força, pela criatividade, pelas gargalhadas, pela dedicação... pelo Amor!

Cada grupo é único! E por isso mesmo todos eles são especiais pela forma como se constroem, pelas dinâmicas que os caracterizam e, acima de tudo, pela incrível energia do bem que se forma... sempre!


Em cada grupo, sem excepção, saímos todos mais ricos, mais fortes, com muita técnica e prática, com olhos e ouvidos abertos, com um coração ainda maior e melhor e com uma enorme esperança no futuro que sabemos, depende muito de nós e do que nos propomos a fazer.

O Martin Seligman tinha razão - são as pessoas que encontramos que dão mais significado às nossas vidas.

E o Saint Exupery também:

Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.






Season 2 Youtube - As crianças de 2 anos | Parentalidade Positiva.

11.1.17


E hoje é o início da Season 2 do nosso canal do Youtube.
Convido-te a partilhar este vídeo com todos os teus amigos que têm filhos nesta idade ou que estão lá a chegar. Tenho a certeza que irão apreciar.
Fica atent@! Há mais novos vídeos a chegar!
Subscreve o canal aqui

CONFIANÇA!

11.1.17




Marisa Vargas, 27 anos, Educadora de Infância e 
Pós-Graduada em Parentalidade e Educação Positivas pela Escola da Parentalidade


É isto que está na ficha de avaliação à Pós-Graduação da Marisa Vargas.

Foram resultados acima da expectativa, nomeadamente a nível pessoal e profissional. Pensei que iria apenas focar-me em competências da minha profissão, pois ainda não vivo a parentalidade na 1ª pessoa, no entanto fiquei surpreendida pela reflexão a que fui conduzida e pela oportunidade de reenquadrar as minhas perspectivas pessoais. 

Confiança é sem dúvida a palavra que impera após a PG. Além disso fica a semente da vontade de saber mais e de continuar a estudar este caminho. 

A PG está extremamente bem organizada, tinha a sensação que estava tudo programado ao minuto, e pessoalmente aprecio isso. O programa foi cumprido com dinâmica, rigor e interesse. Notava-se o envolvimento real das formandas. 

A PGPEP não é apenas mais uma formação no currículo, é uma valorização do ser humano, do nosso eu e de quem nos rodeia. É saber escutar e respeitar, para sermos escutados e respeitados. Simples assim.

Mais infos em cursos@parentalidadepositiva.com

Kids United - um projecto incrivel e de arrepiar!

4.1.17
Uma das coisas que mais me emociona é a música e as letras. Há hinos maravilhosos e arrepiantes, tão bem escritos, transformados em canções e interpretados de forma inesquecível.

Desde há uns meses que cá em casa escutamos um grupo criado pela UNICEF e que reune 6 miúdos (crianças e adolescentes). E que grupo, e que vozes. Este grupo é um caso de sucesso incrível  justamente porque conseguiu chegar ao coração dos miúdos com mensagens sublimes, lindíssimas e arrepiantes.

O projeto Kids United nasce em 2015 pelas mãos da UNICEF França e pretende recolher fundos para manter a ajuda nos países em vias de desenvolvimento, no sentido de continuar a promover e a reforçar os seus programas de socorro e protecção. No entanto, um outro objectivo conseguido por este projeto é relançar a esperança nas crianças, no mundo. Mais ainda quando o primeiro album sai pouco depois dos primeiros atentados em Paris. Precisamos todos de acreditar que este mundo vai dar certo! E a arte tem este dom!




On écrit sur les murs le nom de ceux qu'on aime
Des messages pour les jours à venir
On écrit sur les murs à l'encre de nos veines
On dessine tout ce que l'on voudrait dire
On écrit sur les murs la force de nos rêves
Nos espoirs en forme de graffiti
On écrit sur les murs pour que l'amour se lève
Un beau jour sur le monde endormi

Este é um remake da música original que podes escutar aqui.




A letra desta música é pura poesia. O original é igualmente arrepiante e um clássico que alguns de nós poderemos estar recordados.




"Estas músicas de ontem, cantadas por crianças de hoje, são mágicas. Elas ecoam nos nossos corações, sem nostalgia, e voltam a dar-nos a esperança de um futuro melhor, num mundo que seja digno para as crianças."
Christine Chevalier

"Hoje, e graças ao Kids United, a UNICEF registou um aumento no número de jovens voluntários, uma mobilização excepcional de crianças nas escolas onde imensas turmas usam 'On écrit sur les murs' como hino.
Jean-Marie Dru


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Os 3 conselhos para iniciar o ano da melhor forma

4.1.17


Crédito foto: Would You Mum


O Natal é quando um Homem quiser e todos os dias são um novo início. No entanto, convém manter alguma consistência e por isso é que o ano novo está cheio de esperança, determinação e de muitos 'agora é que vai ser!'

E para que esse entusiasmo dure, ficam aqui dicas para te inspirar e ajudar a manter a consistência:

Foca-te nas tuas virtudes
Um dos pontos base no meu trabalho de Coaching é trabalhar as forças dos meus clientes. Isto vem do princípio que não podemos nem conseguimos ser excelentes em tudo.
Uma das primeiras pessoas com quem trabalhei era da área das Ciências Humanas e tinha integrado, há pouco tempo, uma multinacional, numa função interessante e com grandes perspectivas para crescer internamente. Quando iniciamos as sessões de Coaching, a sua vontade era fazer muita formação no sentido de adquirir uma pluralidade de conhecimentos, acreditando que isso lhe iria trazer vantagem. Estava inscrito num Master, numa formação intensiva de contabilidade e já tinha identificado mais 2 cursos que queria fazer. Mas não se estava a tornar especialista em nada - ou antes, estava a tornar-se especialista na dispersão. Tinha sido contratado para fazer algo específico, que sabia e gostava de fazer.  Uma das grandes lições que acabou por tirar das nossas sessões de coaching teve a ver, justamente, com o facto de não termos de saber tudo e pedir ajuda e colaboração a quem sabe. Nós temos de nos focar naquilo que somos bons, continuando a nossa aprendizagem naquilo que é a nossa missão. 

Gentileza e generosidade
O Marshall Rosenberg, numa das palestras que deu, mencionou o caso de uma aluna que usava, de forma muito eficaz e competente, a linguagem não-violenta. No entanto, esta mesma aluna era incapaz de o fazer com a família mais próxima, nomeadamente a mãe e o irmão e martirizava-se por causa disso. 
A perfeição não é o objectivo e sim a melhoria contínua - talvez um dia ela fosse consegui-lo mas, se continuasse a sentir-se culpada, isso ia meter-se no meio.
Quantos mais atos de gentileza e generosidade conseguirmos realizar, mais atos semelhantes irão acontecer porque provocamos bem estar nos outros. 
Gentileza não é ceder, não é fraqueza nem é simpatia. Gostei muito desta definição para o significado de gentileza e desta para a generosidade.
A gentileza e a generosidade torna tudo mais suave e mais fácil. E é incrível como, por vezes, perdemos esta capacidade. Vamos usá-la, pelo menos, com os de casa. Porque mudar o mundo (e o teu ano!) começa dentro de casa.


Pessoas importantes
Estarmos com os outros é vital! E se não for possível estar, então ligar usando o telefone ou o skype e falar de viva voz!
Porque não marcar 2 almoços/lanches com pessoas importantes, todos os meses?
Eu marco um almoço com amigas e marco um almoço com a minha filha, todos os meses.


Estes podem não ser conselhos relacionados com foco, com determinação mas são dicas importantes para ajudar a nossa vida a ganhar mais suavidade e significado.


[Para marcação de sessões de Coaching, envia-nos um email para: info@parentalidadepositiva.com]

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Técnicas de Parentalidade Positiva do mumstheboss.com promovem melhores relações parentais no Canada: de Portugal para o mundo!

3.1.17
Como sabes, estive em Paris há pouco mais de um mês, no Encontro Internacional de Bloggers, a convite da Paroles de Mamans. Representei Portugal num pitch de 5 minutos onde falei sobre parentalidade. Apesar de termos culturas diferentes e experiências diferentes, no que toca a filhos, temos muito em comum. O tema que levei foi muito bem recebido e deu origem a um post do John, que partilhei contigo aqui. O tema tinha a ver com dicas sobre como comunicar com os nossos filhos.

O nome deste encontro é E-fluents, ou seja, quer mostrar-te o impacto que a blogosesfera tem neste momento, no mundo inteiro. E, para além daquilo a que assistimos em Paris, esta influência tornou-se ainda mais palpável quando o John nos informou que este post chegou ao Canada. Estas mesmas técnicas que levei de Portugal a Paris, e que foram escritas pelo John, em Inglaterra, chegaram agora ao outro lado do mundo. Estas técnicas estão a ser utilizadas numa prisão de homens, com o objectivo de promover relações parentais com maior significado. 

É ou não é qualquer coisa?

Isto é comunicação positiva e é a enorme influência que os blogues podem ter. Estou mesmo muito orgulhosa e feliz!!


 Gostavas de saber mais sobre Parentalidade e Educação Positivas? Então se este assunto te interessa enquanto profissional (ou mãe/pai) consulta este link.

Este é o post que tens de ler antes de entrares em 2017

28.12.16

Para muitos de nós, o ano de 2016 foi, no mínimo, desafiante. Aposto que muitos de estamos ansiosos pela chegada de 2017 e a depositar imensa esperança neste novo ano.

Pessoalmente, tive necessidade de fazer uma enorme pausa neste mês de Dezembro. Precisei de desligar e isso notou-se nesta última semana em que publiquei menos. E embora seja verdade que desenhei parte do ano que aí vem, também é verdade que dei por mim a olhar para trás e para aquilo que fiz neste 2016. Este é um exercício fantástico e que, no meu caso pessoal, me fez deitar fora toda uma planificação. E sabes que mais? Ainda bem que assim foi! Porque parte do que fiz em 2016 não será repetido em 2017. É mesmo importante olhar para tras e nao apenas para a frente e este exercicio é a prova. E este ponto leva-me à primeira questão que gostava que te colocasses, de forma séria:

1. Algo que tenhas aprendido este ano

Aprendi uma série de coisas - e é incrível como as vejo mais claras agora. E por isso mesmo há algumas que quero levar como aprendizagens para 2017 e outras que ficam para sempre em 2016 porque não me servem mais.


2. Que coisas queres deixar em 2016?

De tudo isto que aconteceu em 2016, há muitas coisas que me deixam feliz. Conquistas, desafios e até pequenas mudanças que fiz e pessoas que conheci. Mas há outras tantas que não preciso que venham comigo. Essas deixo-as ficar - serviram-me de aprendizagem e eu agradeço.  Estas coisas todas dão origem à 3ª questão:


3. À meia noite, no último dia do ano, vais dar graças por 12 coisas de 2016. Quais são elas?

E depois de dar graças às 12 coisas mais incríveis do ano, sugiro que possas definir 12 pontos a serem trabalhados e melhorados em ti. 1 por cada mês, que dizes? A tarefa fica muito mais simples.

Este post tem como objectivo fazer-nos olhar para o ano que passou e ver o que fizemos da nossa vida e o que aprendemos também. Pede-te que planeies um pouco do que desejas que aconteça em 2017. Para sentirmos que a nossa vida tem significado e valor e que, como diz alguém que eu conheço, não andemos aqui por ver os outros andarem.

Feliz ano, gente boa! Eu vou estando por aqui, já sabes! E prometo fazer melhor - não mais, melhor!


Magda Gomes Dias

Os brinquedos têm género? + 9 formas para promover a igualdade de género

28.12.16
A AudiSpain lançou uma incrível publicidade este Natal, realçando o facto de os brinquedos não serem para meninos ou meninas. Na verdade, as crianças deverão ter a liberdade de decidir se querem brincar com carros ou bonecas ou com as duas coisas.



Tendo um casal em casa, vejo isso todos os dias, em qualquer tipo de brincadeira e o facto de haver todo o tipo de brinquedos cá em casa faz com que essa exploração seja permitida. No entanto, imagino que numa casa só de meninas ou só de meninos, esta possibilidade seja menos frequente.




No final desse artigo [que podes ler aqui], são propostas 9 formas para evitarmos falar de rapazes/raparigas, evitando o conflito, promovendo a igualdade. 

1) Evitar falar do género da criança, retirando as comparações. 'É mesmo rapaz!', 'É tão princezinha...'
2) Focar-se na natureza individual da criança.
3) Conhecer os estudos - há cada vez mais estudos que mostram que as diferenças não estão no facto de serem rapazes ou raparigas mas sobretudo na forma como foram educados para o serem.
4) Saber do impacto que certas observações podem ter nas raparigas, sobretudo ao nível da auto-estima. Girl power!
5) E do impacto negativo que também podem ter nos rapazes, que não podem ser frágeis, por exemplo. Boy power!
6) Tomar atenção logo desde início - a linguagem e as nossas crenças são difíceis de mudar mas é importante trabalhar devagar e de forma persistente estes pontos.
7) Olhar para os traços de carácter e não para o facto de ser rapariga ou rapaz
8) Envolver toda a família - sempre que se conseguir e puder.
9) Corrigir e evitar estereótipos e promover algo como  'Gostas mesmo de brincar com camiões, não gostas, Maria? O João também!"


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